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FARMACOLOGIA

A farmacologia é definida
como a ciência que estuda
a natureza e as
propriedades dos fármacos
e principalmente a ação dos
medicamentos.
ORIGEM DOS MEDICAMENTOS

 Os medicamentos são originados de fontes


natural (o reino animal, vegetal e mineral) e
sintética (industrializado)
 Os pesquisadores passaram a utilizar os
conhecimentos tradicionais e químicos, para
desenvolver fontes sintéticas, com a vantagem
dos fármacos quimicamente desenvolvidos
serem desprovidos de impurezas geralmente
encontradas nas substâncias naturais.
FARMACOTERAPIA

É o uso dos
medicamentos no
tratamento, prevenção,
diagnostico e no controle
de sinais e sintomas das
doenças.
Vias de Administração
de Medicamentos

Professor:
Claudemir Moraes
AÇÃO MEDICAMENTO
 Profilática
O medicamento tem ação preventiva contra as
doenças.
Exemplo : As vacinas podem atuar na prevenção
de doenças .
 Curativo
O medicamento tem ação curativa, pode curar a
patologia.
Exemplo: Os antibióticos têm ação terapêutica
curando a doença.
AÇÃO MEDICAMENTO

 Paliativo
O medicamento tem capacidade de
diminuir os sinais e sintomas da doença.
Exemplo: os anti-hipertensivos diminuem a
Pressão Arterial mas não curam a
Hipertensão Arterial, os antitérmicos e
analgésicos diminuem febre e dor mas
não curam a patologia causadora dos
sinais e sintomas.
AÇÃO MEDICAMENTO

Diagnostico
O medicamento auxilia no diagnóstico
elucidando exames radiográficos.
Exemplo: Os contrastes são
medicamentos que associados aos
exames radiográficos auxiliam em
diagnósticos de patologias.
 FARMACOCINÉTICA

A farmacocinética refere-se ao estudo do


movimento que o medicamento administrado
passa dentro do organismo durante sua
absorção, distribuição, metabolismo e
excreção .
 FARMACODINÂMICA

A farmacodinâmica refere-se ao estudo dos


mecanismos relacionados à ação do
medicamento e suas alterações bioquímicas
ou fisiológicas no organismo. A resposta
decorrente dessa ação é o efeito do
medicamento, propriamente dito.
AÇÃO DOS MEDICAMENTOS

 AÇÃO LOCAL: A medicação age no local onde é


administrado, sem passar pela corrente
sanguínea.
Exemplos:
-pomadas e colírios
 AÇÃO SISTEMICA: Quando a medicação é
primeiro absorvida, após entra na corrente
sanguínea para, atuar no local de ação
desejado.
ÉTICA E LEGISLAÇÃO NO PREPARO E
ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS

 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

A enfermagem é uma profissão comprometida com a


saúde e a qualidade de vida da pessoa, família e
coletividade.
O profissional de enfermagem atua na promoção,
prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, com
autonomia e em consonância com os preceitos éticos e
legais.
SEÇÃO I
DAS RELAÇÕES COM A PESSOA, FAMILIA E
COLETIVIDADE.
DIREITOS

Art. 10 - Recusar-se a executar atividades


que não sejam de sua competência
técnica, científica, ética e legal ou que
não ofereçam segurança ao profissional,
à pessoa, família e coletividade.
 RESPONSABILIDADES E DEVERES

Art. 12 - Assegurar à pessoa, família e


coletividade assistência de enfermagem livre de
danos decorrentes de imperícia, negligência ou
imprudência.
Art. 13 - Avaliar criteriosamente sua competência
técnica, científica, ética e legal e somente
aceitar encargos ou atribuições, quando capaz
de desempenho seguro para si e para outrem.
Art. 14 - Aprimorar os conhecimentos técnicos,
científicos, éticos e culturais, em benefício da
pessoa, família e coletividade e do
desenvolvimento da profissão.
Art. 21 - Proteger a pessoa, família e
coletividade contra danos decorrentes
de imperícia, negligência ou
imprudência por parte de qualquer
membro da equipe de saúde.
Art. 25 - Registrar no prontuário do
paciente as informações inerentes e
indispensáveis ao processo de cuidar.
PROIBIÇÕES

Art. 30 - Administrar medicamentos sem


conhecer a ação da droga e sem certificar-se da
possibilidade de riscos.
Art. 31 - Prescrever medicamentos e praticar ato
cirúrgico, exceto nos casos previstos na
legislação vigente e em situação de
emergência.
Art. 32 - Executar prescrições de qualquer
natureza, que comprometam a segurança da
pessoa.
 SEÇÃO II
DAS RELAÇÕES COM OS TRABALHADORES DE
ENFERMAGEM, SAÚDE E OUTROS
 DIREITOS

Art. 37 - Recusar-se a executar prescrição


medicamentosa e terapêutica, onde não conste
a assinatura e o número de registro do
profissional, exceto em situações de urgência e
emergência.
 Parágrafo único - O profissional de
enfermagem poderá recusar-se a executar
prescrição medicamentosa e terapêutica em
caso de identificação de erro ou ilegibilidade.
PROIBIÇÕES

Art. 42 - Assinar as ações de enfermagem que não


executou, bem como permitir que suas ações
sejam assinadas por outro profissional.
 SEÇÃO III

DAS RELAÇÕES COM AS ORGANIZAÇÕES


DA CATEGORIA
 RESPONSABILIDADES E DEVERES

Art. 48 - Cumprir e fazer os preceitos éticos e legais


da profissão.
PRESCRIÇÃO DOS MEDICAMENTOS
A prescrição dos medicamentos é
uma ordem escrita por profissional
capacitado para ser preparada por
um farmacêutico ou profissional da
enfermagem, deve conter:
Data, Nome do paciente, Hospital,
UBS ou Centro Médico,
Nome do medicamento,
Dose do medicamento e horários que o
medicamento deve ser ingerido e ou
intervalos entre as doses,,

Via do medicamento,

Assinatura e carimbo do médico,


odontologo ou outro profissional
qualificado, contendo seu registro no
conselho regional,
Deve ser legível e em alguns hospitais, UBS
ou Centro Médico pode ser encontrado
informatizado.
Prescrição Padrão
 Deve conter quanto do medicamento o
paciente deve receber e por quanto tempo,
permanece em efeito por tempo indefinido
ou por período especificado.
Prescrição Única
 Deve constar a prescrição do medicamento a
ser administrado apenas uma vez.
Prescrição Imediata
 Deve conter a prescrição de um
medicamento que o paciente deve receber
imediatamente, no geral para um problema
urgente.
Prescrição Permanente
Contém a PM de forma permanente, no
geral são elaboradas e executadas por
equipes de uma determinada instituição
sendo hoje bem difundidos como
protocolos de Prescrição de Medicamento
para tratamento de determinadas
patologias.
Prescrição Verbal e Telefônica
Não é o tipo de PM ideal, deve ser evitada
sempre que possível, pois a PM verbal ou
por telefone traz riscos iminentes de erros,
pode ocorrer em situações de urgência e
deve ser transcrita pelo médico o quanto
antes.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA LEITURA DA
PRESCRIÇÃO MÉDICA E NO PREPARO DE
MEDICAMENTOS
Obter a PM, realizar sua leitura e
compreende-la, caso haja dúvida
esclareça-a antes de iniciar o preparo da
PM,
Lavar as mãos e preparar o material,
conforme a via de administração:
bandeja, copo se VO, seringa e agulha do
tamanho indicado para via injetável,
algodão, álcool 70%,
Realizar etiqueta de identificação do
medicamento, contendo: Nome do
paciente, quarto e leito do paciente, nome
do medicamento, quantidade do
medicamento, via do medicamento, hora
do medicamento,
Ao ler a PM e identificar o medicamento,
separe-o lendo o rótulo três vezes: ao
retirar do armário, ao prepará-lo, ao
desprezar a embalagem ou ao guardá-lo
novamente,
No preparo de medicamentos evite
distrações e ou conversas paralelas,
 Não toque no medicamento com as mãos,
quando em comprimido mantenha-o em
blister, ou coloque-o em copo; se líquido
coloque-o em copo evitando que o
mesmo molhe o rótulo do frasco, se
injetável utilize técnica asséptica,
 Após prepará-lo com técnica, siga com a
bandeja até o quarto para administração,
certificando-se da via de administração e
inicie a administração chamando o
cliente pelo nome e conferindo paciente
certo, confirme a PM certa conferindo o
medicamento certo, dose e via certa na
hora certa,
É imprescindível conhecer a técnica
adequada de cada via,
Em todo preparo de medicamentos siga
atentamente os 6 certos no preparo e
administração dos medicamentos, são eles:

1º Medicação certa, 2º Dose certa, 3º


Via de administração certa, 4º Hora
certa, 5º paciente certo e 6º Prescrição
certa ; sendo importante verificar a
validade do medicamento a ser utilizado.
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DOS
MEDICAMENTOS, CUIDADOS DE ENFERMAGEM
E CÁLCULO PARA CADA VIA
Vias de administração dos medicamentos
 Via enteral
Esta via compreende a administração dos
medicamentos Via Oral, Via Sonda Nasogastríca
(sonda que conduz alimento e medicamento até
o estômago) e Via Sonda Nasoenteral (sonda
que conduz alimento e medicamento até a
primeira porção do intestino delgado, o
duodeno).
Administração via oral
A administração de medicamentos por via oral é
segura e não requer técnica estéril na sua
preparação, nesta via os medicamentos podem
ser na apresentação de comprimidos, drágeas,
cápsulas ou líquidos; são absorvidos,
principalmente, no estômago e intestino.
 Obs.A medicação via oral não é indicada em
clientes apresentando náuseas, vômitos,
diarréias ou indivíduos que tenham dificuldade
de deglutir.
Atenção
-Lembrar que antes e após qualquer
procedimento devemos lavar as mãos.
- Se a PM. For realizada em gotas, você deverá
transformar gotas em ml.
- Sabendo que 1ml = 20 gotas.
- 1 ml = 60 microgotas.
- 1cc3 = 1ml
- Todo comprimido para administração da dose
correta deve ser diluído em Água Destilada
(AD). Para este cálculo usamos regra de 3.
Administração por Sonda
gástrica ou enteral
 Use o mesmo critério da medicação VO,
diluindo o comprimido ou as gotas e
líquidos que devem ser aspirados em
seringa de 20ml administradas e após a
sonda deve ser lavada com água filtrada
evitando assim sua obstrução.
Via Enteral

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Via Parenteral
 Os medicamentos administrados por via
parenteral têm a vantagem de fornecer uma via
mais rápida quando a via oral é contra-
indicada, favorecendo, assim a absorção mais
rápida. As vias são:
 Sub cutânea
 Intra-dérmica
 Intra-muscular
 Intra-venosa
Para realizarmos este procedimento é
necessário entender sobre a graduação das
seringas disponíveis universalmente e os
tamanhos e calibre das agulhas.
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Seringas
 As seringas são graduadas e divididas em mm 3 , graduação de
identificação da quantidade a ser aspirada e posteriormente administrada.
 Seringa de 20 ml
 Devemos entender que em uma seringa de 20 ml, teremos números
inteiros, pois:
 Temos; 20 / 20 = 1 ou 1 ml, podemos definir que esta seringa é dividida
de 1 em 1 ml.
Seringa de 10 ml Seringa de 5 ml

  A seringa é dividida em  A seringa é dividida em


mm 3 , o que significa mm 3 , os 5 ml foram
que 10 ml foram divididos em partes
divididos em partes iguais, que corresponde
iguais, que corresponde a: 5 / 25 = 0,2 ml ou
a: seja é dividida de 1 em
1ml e cada 1ml é
- 10 / 50 = 0,2 ml ou seja é
dividido em 0,2 ml.
dividida de 1 em 1 ml e
cada 1 ml é dividido em
0,2 ml.
Seringa de 3 ml Seringa de 1ml
 A seringa é dividida em  Seringa de 1ml
mm 3 , os 3 ml foram  A seringa de 1ml é
divididos em partes
dividida em 100 partes
iguais, que corresponde
iguais, que corresponde
a: 3 / 30 = 0,1 ml ou
a: 1/100, pois 1ml é = a
seja é dividida de 0,5
100UI
em 0,5 ml e cada 0,5 ml
é dividido em 0,1 ml.
Tipos de Agulhas
 Os componentes básicos da agulha são: o
canhão, a haste e o bisel. O canhão é a porção
mais larga da agulha que se fixa na seringa, a
haste é a porção maior e mais fina e o bisel é a
abertura final na parte distal da agulha.
A escolha da agulha deve ser realizada levando-
se em consideração a via de administração, o
local a ser administrado, o volume e a
viscosidade do medicamento e o próprio
cliente, avaliando as condições da musculatura,
peso etc.
  
Técnica para o procedimento
de aspiração da medicação
injetável
 Lavar as mãos antes do procedimento;
 Reunir o material necessário;
 Abrir a seringa na técnica:
 Para medicação ID seringa de 1ml,
 Para medicação SC seringa de 3ml ou 1ml,
 Para medicação IM seringa de 3 ou 5 ml
 Para medicação EV seringa de 10 ou 20 ml;
continuação da Técnica

 Proteger a seringa na sua embalagem;


 Abrir a agulha na técnica
 Para injeção ID 13/4,5 ou 13/4,0
 Para injeção SC 13/4,5 ou 13/4,0
 Para injeção IM 25/8, 30/8,
 Para injeção EV 30/7 ou 25/7;
 Encaixar o canhão da agulha na seringa utilizando a
técnica;
continuação da Técnica

 Usar agulha adequada para aspiração 40/10;


 Retire o ar da seringa empurrando o êmbolo para
o bico da mesma;
 Para continuar o procedimento proteja a seringa
na sua embalagem;
 Fazera antissepsia com álcool a 70% no frasco
ampola e no gargalo da ampola;
Continuação da Técnica

 Abrirà ampola envolvendo a mesma com


algodão para evitar acidente;
 Retire à capa de proteção da agulha deixando-a
sobre a embalagem da seringa;
 Realize a aspiração da medicação, tendo o
devido cuidado para não contaminar o material,
caso isto aconteça despreze tudo e inicie o
procedimento novamente.
Administração Via
Intradermica (ID)
 A administração intradérmica (ID), de medicações é
empregada sobretudo para fins diagnósticos, quando se
testam alergias ou tuberculose.
 Essa via resulta em pouca absorção sistêmica, produz
efeito principalmente local. Ao realizar a técnica de
aplicação deve-se certificar de não injetar o
medicamento profundo, evitando Iatrogênia na
administração ID.
  
Administração Via Subcutânea
  A administração via subcutânea (SC), é absorvido
(SC)
lentamente a partir do tecido subcutâneo,
prolongando assim, seus efeitos. Essa via não pode
ser usada quando o cliente tem doença vascular
oclusiva e má perfusão, pois a circulação
periférica diminuída retarda a absorção da
medicação.
É uma via utilizada com freqüência na aplicação
de medicamentos em tratamentos de longa
duração (Diabetes), em pós-operatórios na
profilaxia de ocorrências vasculares obstrutivas.
Material necessário para
preparo do medicamento e
injeção ID e SC
 Bandeja contendo:
 Luva de procedimento,
 Seringa de 1ml= 100UI,
 Agulha para aspiração da medicação 25/6 ou 25/8
 Medicação a ser aspirada
 Agulha para aplicação da medicação 13/4,5 ou 14/4,0
 Bolas de algodão e álcool a 70%,
 O cálculo para medicações SC pode ser realizado
através da regra de três simples, veja a seguir:
Atenção
O volume para diluição do medicamento pode
estar contido na ampola, pode ser determinado
na PM ou pode ser um volume de diluente
determinado por você, que deverá escolhê-lo
conforme a via de administração.
 ID = 0,5 ml
 SC = 0,5 ml no Maximo 2,0 ml
 IM = Deltóide ( 2ml ), Glúteo e Vasto Lateral da
Coxa ( 5 ml ),
 EV = Diluído em seringa de 10, 20 ml ou volume
para infusão continua.
Administração Via
Intramuscular (IM)
 A administração via intramuscular (IM), permite que você
injete o medicamento diretamente no músculo em graus
de profundidade variados. Sendo usada para administrar
suspensões aquosas e soluções oleosas, garantindo sua
absorção a longo prazo.
 Devemos estar atento quanto à quantidade a ser
administrada no músculo, sendo que no deltóide o
volume máximo é de 2 ml, a região glútea pode suportar
no máximo 5 ml, e na coxa no máximo 5 ml, não podendo
esquecer que este volume ira depender da massa
muscular do cliente. Pois quanto menor a dose aplicada
menor será o risco de possíveis complicações.
Material necessário para preparo do
medicamento e injeção IM
 Bandeja contendo:
 Luva de procedimento,
 Seringa de 3ml OU 5ML,
 Agulha para aspiração da medicação 40/12
 Medicação a ser aspirada
 Agulha para aplicação da medicação 25/8 ou 30/8
 Bolas de algodão e álcool a 70%,
 O cálculo para medicações IM pode ser realizado
através da regra de três simples.
Administração Via Endovenosa (EV)
A administração via endovenosa EV, permite a
aplicação de medicações diretamente na corrente
sanguínea através de uma veia. A administração
pode variar desde uma única dose até uma infusão
contínua.
 Como o medicamento ou a solução é absorvido
imediatamente a resposta do cliente também é
imediata. A biodisponibilidade instantânea
transforma a via EV, na primeira opção para
ministrar medicamentos durante uma emergência.
Como a absorção pela corrente sangüínea é
completa, grandes doses de substâncias podem ser
fornecidas em fluxo contínuo.
Locais mais indicados para
punção endovenosa Região dos MMSS:
  Área em que encontramos
Região cefálica: vários locais disponíveis
 Utilizada com para realizar a punção, tais
como:
freqüência em
pediatria, quando
 - veia cefálica acessória;
não há possibilidade  - veia cefálica;
de realizar a punção  - veia basílica;
em regiões  - veia intermédia do
periféricas. cotovelo;
 - veia intermédia do
antebraço.
 
Região do dorso da mão:

 Área em que encontramos veias


superficiais de fácil acesso, porém
atenção a punção de longa duração neste
local , pois podem limitar os movimentos.
 - veia basílica;
 - veia cefálica;
 - veias metacarpianas dorsais.
Material Necessário para
punção venosa
 Bandeja contendo:
- luva de procedimento,
- garrote,
- bolas de algodão e álcool a 70%,
- cateter periférico,
- adesivo para fixação do cateter.
Técnica para o procedimento da

punção
Lavar as periférica
mãos antes e após o procedimento,
 Reunir o material para punção,
 Explicar ao cliente o que será realizado,
 Deixar o cliente em posição confortável com a
área de punção apoiada,
 Escolher o local para punção, se possível
permitir que o cliente faça a escolha com você,
 Calçar as luvas de procedimento,
Continuação da Técnica
 Fazer antissepsia do local,
 Garrotear o local para melhor visualizar a veia,
 Após a punção realizar fixação adequada com
adesivo disponível,
 Identificar o adesivo com data, nome do realizador
do procedimento e hora, para controle de uma nova
punção ou para troca da fixação do cateter,
 Reunir o material e deixar o ambiente em ordem
 Realizar anotação de enfermagem do procedimento,
descrevendo local e intercorrências,
 O cálculo para medicações EV pode ser realizado
através da regra de três simples.
Acidentes que podem ocorrer
durante e após a punção
periférica
 Nãoreencape as agulha após realizar o
procedimento, risco de auto-
contaminação,
 Atenção para não esquecer pérfuro
cortante no leito ou no quarto do cliente,
risco para o cliente e para a equipe.
Acidentes que podem ocorrer durante e após
a punção periférica
 Extravasamento: ocorre através de uma infiltração da
medicação ou solução que esta sendo injetada,
causando à formação de edema, dor local, a infusão
deve ser interrompida.
 Obstrução: ocorre quando a infusão é interrompida
por algum motivo e o dispositivo fica sem fluxo ou
fechado durante muito tempo, impedindo a infusão da
solução.
 Flebite: ocorre uma inflamação na veia, após a
administração da medicação, o cliente apresenta dor
local, calor, edema e sensibilidade ao toque e
hiperemia (vermelhidão).
Tipos de Dispositivos Venosos Periféricos

Dispositivo agulhado com aba:


 Este dispositivo é utilizado para terapia
de curta permanência;
Dispositivo agulhado para coleta
 Este dispositivo é utilizado para coleta
de sangue (sistema vácuo ).
Dispositivos venosos
Dispositivo de cateter sobre agulha
 Este dispositivo é utilizado em terapias de longo
prazo, podendo ser utilizado por um período de
até 72 horas ou de acordo com o protocolo da
instituição, promovendo mais conforto e
comodidade para o cliente.
Dispositivo de três vias
 Este dispositivo tem a finalidade de proporcionar
ao cliente a possibilidade de receber mais de uma
solução ao mesmo tempo sem que haja
necessidade de puncionar um outro acesso venoso.
Aplicação de medicamentos em
tecido mucoso
Administração de medicação por via
sublingual
 Asmedicações administradas por via
sublingual promovem uma rápida absorção
da droga em curto espaço de tempo, além
de se dissolverem rapidamente, deixando
pouco resíduo na boca.
Administração
 Os medicamentos de medicação
sublinguais seguem o mesmo
por via sublingual
procedimento empregado para aqueles de via oral,
exceto que a medicação deve ser colocada sob a
língua.
 Neste procedimento solicita-se que o cliente abra
a boca e repouse a língua no palato; a seguir,
coloca-se o medicamento sob a língua (Em
comprimido ou gotas), o cliente deve permanecer
com o medicamento sob a língua, até a sua
absorção total.
 Neste período o cliente não deve conversar nem
ingerir líquido ou alimentos.
Bibliografia

 Silva, M. T. Silva, S. R. L. P. T. Cálculo e Administração de


Medicamentos na Enfermagem. Editora Martinari, 2011, São Paulo.
 SKELLEY, E.G. Medicação e matemática na enfermagem. São
Paulo: EPU, 1977.
 GIONAINI, A M.M. Enfermagem: Cálculo e administração de
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 ASPERHEIM, M.K. Farmacologia para enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1994.
 Administração de medicamentos / revisão técnica, Ivone
Evangelista Cabral. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores,
2002.
 PHILLIPS, Lynn Dianne. Manual de terapia intravenosa. Porto
Alegre: ARTMED, 2001.
 Procedimentos e Protocolos / revisão técnica Elizabeth Archer... et
al.; revisão técnica Marléa Chagas Moreira e Sônia Regina de Souza.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.