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Agrupamento de Escolas Dr.

Mário Sacramento
A importância da alimentação na qualidade de vida
“Somos o que comemos!”
Índice
• Introdução
• A importância da alimentação
• Consequências de uma má alimentação
• Uma alimentação saudável, equilibrada e natural

• A Nova Roda dos Alimentos

• Conclusão
• Webgrafia
Introdução

A alimentação é um tema cada vez mais discutido: que alimentos fazem bem,
quais os que devemos evitar, quais as melhores práticas alimentares… Ouvimos cada
vez mais pessoas a dizer que vão passar a ser mais saudáveis e que para isso vão
melhorar a alimentação ou que vão escolher alimentos que façam melhor à sua saúde.
Mas, afinal, qual é a relação entre os alimentos, a nutrição, a saúde e o bem-estar que
todas as pessoas falam?
A importância da alimentação

A alimentação é uma das peças essenciais para o nosso corpo funcionar. É através
da alimentação que obtemos energia e outras substâncias que o nosso corpo precisa. O
nosso organismo precisa de uma alimentação que contenha proteínas, gorduras,
vitaminas, sais minerais e água, ou seja, uma alimentação bem rica e variada. Só assim
nos sentimos bem física e mentalmente.
Consequências de uma má alimentação
Com o ritmo de vida cada vez mais acelerado, é muito mais fácil ingerir
alimentos processados, pobres do ponto de vista nutricional, ricos em gorduras
saturadas e aditivos e com excesso de sal.
Como esses alimentos são a única fonte de energia para o nosso corpo, ele vai
absorver todas essas más substâncias, fruto dessa alimentação pobre e desequilibrada.
A longo prazo, estas más práticas alimentares vão ter sérias consequências no
funcionamento do nosso organismo, originando doenças de diversa ordem, como a
obesidade, a diabetes, doenças cardiovasculares e mesmo cancro. A saúde será
penalizada, o sistema imunitário também, o que se irá refletir no bem-estar físico e
mental. A longo prazo a sensação é que vamos sentir mais cansaço, falta de energia,
tristeza e mau humor.
Uma alimentação saudável, equilibrada e natural

Na atualidade são cada vez mais frequentes os estudos sobre as tendências,


teorias e estudos sobre alimentação, há cada vez mais informação sobre a
composição dos alimentos que comemos, e sobretudo há cada vez mais pessoas que
optam por opções nutritivas mais saudáveis. Contudo, há quem se esqueça, muitas
vezes, do fundamental. Que, simplificando, consiste em saber que alimentos
privilegiar para levar uma vida com mais saúde.
Uma alimentação saudável, equilibrada e natural (Cont.)
Em Portugal, a dieta mediterrânica é a que mais sobressai na gastronomia
portuguesa e que apresenta um padrão alimentar que promove o consumo de
fruta e hortícolas, cereais integrais e, de forma moderada, o peixe, carne e
lacticínios. Lembra-nos, também, o azeite e os frutos oleaginosos, como
excelentes fontes de gorduras saudáveis. Segundo as recomendações da
Organização Mundial de Saúde (OMS) ou, a nível nacional, da Direcção Geral
de Saúde (DGS), esta é a dieta ideal para promover a saúde.
Uma alimentação saudável, equilibrada e natural
Uma alimentação equilibrada deve ser a mais rica e completa possível,
ou seja, deve conter um pouco de todos os setores da roda dos alimentos:
cereais, derivados e tubérculos, hortícolas, frutas, laticínios, carne, peixe e
ovos, leguminosas, gorduras e óleos. Acredite que se for diverso na sua
alimentação, incluindo vários alimentos destes grupos, vai sentir os
resultados na sua saúde e no seu bem-estar físico. Uma alimentação saudável,
variada e natural é tudo o que o nosso organismo precisa para estar bem a par
de exercício físico praticado frequentemente.
A Nova Roda dos Alimentos
Conclusão
“Que o teu remédio seja o teu alimento e o teu alimento seja o teu remédio” Nunca esta frase de
Hipócrates teve tanto sentido nos dias em que vivemos. Há tantas recomendações e sugestões para
comermos de forma saudável, sendo mesmo uma questão de saúde, mas é cada vez mais difícil
instituir hábitos com base numa boa alimentação. E fica a questão. Porquê? Posso falar na minha
experiência e na que se vive cá em casa. Efetivamente, sempre foi uma preocupação dos meus pais
termos uma alimentação saudável. Ouço muitas vezes os meus pais dizerem que é mais caro fazer
uma alimentação saudável do que uma alimentação pobre em nutrientes e que o governo devia
fazer leis no sentido de combater esta tendência. Imagino aquelas famílias que não têm tantas
condições económicas e têm que optar pela que faz pior. Sei que também é mais fácil e mais rápida,
mas muitos acabam, pela correria do dia-a-dia, por fazer refeições mais hipercalóricas. Os meus
pais ainda têm a ajuda dos meus avós e tios que têm quintal e podem ir buscar todo o tipo de
legumes! Na minha casa nunca se passa uma refeição sem “verdes”. Não me faltam exemplos, sei
que tenho que me esforçar mais na alimentação, mas há ações que já faço bem: sem sumos e muita
água, muito desporto (por gosto!), sem exageros de doces, legumes e peixe (mais peixe que carne) e
raramente fast-food. Tenho que investir mais na fruta! Devemos fazer com que os alimentos nos
façam bem (sejam o nosso remédio) e evitemos, assim, gastar, a longo prazo, dinheiro na saúde,
pois seremos saudáveis! Há que prevenir e não remediar!
Webgrafia

https://www.dgs.pt/ficheiros-de-upload-2013/pndccv-alimentacao-saudavel-pdf.aspx

https://drive.google.com/file/d/1YO6DwaLacjWz8BnKwE3XJ2UVE_09Zjmr/view

https://www.dgs.pt/promocao-da-saude/educacao-para-a-saude/areas-de-intervencao/a
limentacao.aspx