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1.

ORGANIZAÇÕES E
GESTÃO

GESTÃO DE INSTITUIÇÕES E ORGANIZAÇÕES


EDUCATIVAS
Apresentado por: Hélio Rapassola
ORGANIZAÇÃO E GESTÃO
1.1 Conceitos
 Uma organização é um Sistema “complexo”, onde, existem propriedades e
capacidades que isoladamente não são eficazes. Esta organização, permite o
funcionamento normal do “Sistema”. Exemplos de organizações podem ser:
sociedade, escolas, empresas, organismos, instumemtos, etc, (Meireles, 2003)
 Na óptica de Grilo (1996), Gestão é “o processo que permite a obtenção de
resultados da organização, ou seja, conjunto de processos e variaveis”. Elas
envolvem: organizar, coordenar, orientar, verificar e outras actividades.
Para que uma organização atinja os seus objectivos, a missão e a visão, precisa
que os membros da organização estejam em coordenação, tanto na organização,
como na gestão.
1.2 Principais funções e objectivos da gestão

Meireles (2003) apresenta 4 funções fundamentais da gestão:


 Planeamento
O planeamento ajuda a determinar antecipadamente o que deve ser feito e como faze-lo.

Objectivos Planeamento Plano

É por meio do planeamento que podemos identificar possiveis dificuldades, pontos fortes e
fraquezas, e fazer uma planicação virada as necessidades e realidades da organização.
1.2 Principais funções e objectivos da gestão
(CONT.)
 Organização
A organização no seu turno, ajuda a estabelecer relações formais entre as pessoas, e das
pessoas aos recuros, para assim poder atingir os objectivos planificados (do plano).

Plano Organização Recursos

Podemos então verificr, que é aqui na organização onde se define quem faz oque e quando
deve faze-lo.
É tabmem responsabilidade da organização, definer as relações e interações entre pessoas e
grupos, e por meio disto, alocar os recursos a essas pessoas e grupos.
1.2 Principais funções e objectivos da gestão
(CONT.)
 Direcção
A direcção, envolve levar as pessoas, ou membros da organização a executarem as devidas
tarefas. Ela motiva, demosntra, impulsiona.

Recursos Direcção Acção

A direcção, também ajuda a determiner, influenciar e afectar o comportamentos dos outros,


atraves dos processos que descrevemos anteriormente: motivação, liderança, comunicação,
entre outros.
1.2 Principais funções e objectivos da gestão
(CONT.)
 Controlo
Dias (2002) defende que uma das principais funções e objectivos da gestão éo control, pois, ela permite
fazer a ligação de todos os components do processo de gestão e planeamento.

Objectivos Planeamento Plano Organização Recursos Direcção Acção

Por melhor que sejam realizdas todas as etapas do processo do planeamento e gestão, não existe
perfeição absoluta, portanto, é necessário fazer o devido controlo para corrigir possíveis dificuldades.
Essas dificuldaes podem ser tanto internas como externas, dependents ou independents, por isso, é
necessário comparer os resultados com os objectivos, e, corrigir as falhas que podem ter sido detectadas.
1.3 Estruturas organizacionais e níveis de
gestão

As estruturas organizacionais estão dividas de diferentes formas, (Cury, 2000).


O que o autor defende, é que os colaboradores, dentro das organizações, ocupam,
especialmente, três niveis de gestão:

 Nivel Estratégico ou Institucional

 Nivel Tatico ou Intermedio

 Nivel Operacional
1.3 Estruturas organizacionais e níveis de gestão (CONT.)

 No nível de gestão estratégico ou institucional


localizam-se os gestores de topo da organização.
Estes delineiam os objetivos gerais, tomam decisões
estratégicas e de planeamento de médio e longo
prazo, definem os recursos a utilizar, e efectuam a
ligação entre a organização e o meio envolvente de
forma a cumprir a missão da organização.
1.3 Estruturas organizacionais e níveis de gestão (CONT.)

 O nível tático ou intermédio situa-se entre a gestão de


topo e os gestores operacionais que tomam decisões
de nível médio, efectuam os planos de curto e médio
prazo, ou seja, traduzem os objetivos genéricos e os
planos desenvolvidos pelos gestores de topo, em
objetivos e actividades específicas, que são as
componentes tácticas. Este nível de gestão inclui os
membros executivos e chefes de nível médio.
1.3 Estruturas organizacionais e níveis de gestão (CONT.)

 O nível operacional inclui os gestores de 1ª


linha, como os chefes de secção que tomam as
decisões rotineiras e executam tarefas muito
específicas tal como operações de produtos ou
serviços, de caráter imediato. E executam os
planos estabelecidos pelos níveis de gestão
superiores.
1.3 Estruturas organizacionais e níveis de gestão (CONT.)
1.4 Organizações como sistemas abertos
Toda organização necessita de recursos para operar, gerar valor e obter o tão esperado
lucro. Para que esse processo ocorra sem deformidades e de acordo com o
planeamento, há a necessidade de que cada setor da organização trabalhe de forma
harmônica e conjunta, todos almejando um objetivo em comum, de tal maneira
caracteriza-se o sistema, (Cury, 2000).
Devido ao ambiente globalizado que se encontram as organizações, a preocupação
com o ambiente externo torna-se cada vez maior, o que exige uma maior
adaptabilidade e flexibilidade. Assim surgem as organizações como sistemas abertos.
Para Curry (2000), os elementos que o compõem são: Entrada; Transformação; Saida e
feedback.
1.4 Organizações como sistemas abertos
1.5 Gestão em ambientes de mudança
Mudança tem como conceito geral, a saída de uma situação atual para
entrar em uma nova situação, isto é, o processo de transformação,
adequação, modificação dos diversos acontecimentos existentes no nosso
dia a dia, diferente dos acontecimentos já existentes.
Para Robbins & Ferreira (s/d) A gestão em ambientes de mudança
compreende “o processo de reinvenção ou estruturação da organização e
seus procedimentos, a fim de mudar algo em sua cultura, estratégia,
estrutura ou produto”.
Nesse processo é necessária a utilização de práticas que possam envolver
todas as pessoas no intuito de obter melhor proveito e menos rejeição por
parte do capital humano da instituição.
1.5 Gestão em ambientes de mudança
Tais práticas envolvem:
 Metodologias;
 Habilidades;
 Competencias;
 Recursos, etc.

É imprescindível que os líderes estejam bastante capacitados em termos de gestão e competência


técnica, pois grande parte do sucesso da implantação de um processo de mudança vai depender
dessas capacidades do líder e também do seu poder de liderança na organização e perante os
colaboradores, (Robbins & Ferreira, s/d).
1.6 Habilidades e competências para gestão
As alterações decorrentes da globalização e fatores inerentes aos atuais contextos sociais e
políticos, exigem cada vez mais aos gestores novas competências e habilidades para alcançar
os objetivos organizacionais.
As competências básicas para um bom desempenho e bem-sucedido:
 Técnicas: conhecimentos especializados, recursos e técnicas relacionados com o trabalho
e com os procedimentos de realização.
 Humanas: facilidade de relacionamento interpessoal e grupal. Capacidade de comunicar,
motivar, coordenar, liderar e resolver conflitos pessoais ou grupais.
 Conceituais: compreender a organização como um todo, a sua complexidade, como as
várias funções da organização se complementam entre elas e como cada parte da
organização interage com as outras partes.
Referências Bibliográficas
 Waters, M. (1999). Globalização. Oeiras: Celta Editora.
 Robbins, S. (2008). Organizational Change and Development. In Organizational Behavior:
Concepts. Controversies. Applications. New Jersey: Prentice-Hall, Inc.
 Robbins, S. P. e Ferreira, M. L. T.. Gestão da Mudança – Parte 4. Acesso em:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/gestao-da-mudanca-parte-4/29956/
em 04/02/2020.
 Dias, E. (2002). Conceitos de gestão e administração: uma revisão crítica. REA, v.
Disponível em <http://periodicos.unifacef.com.br/index.php/rea/article/view/160/16>.
 Ferreira, A. A. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias, evolução e tendências da
moderna administração de empresas. São Paulo: Pioneira, 1997.
 Grilo, R. M. B. (1996). A teoria da gestão e a complexidade. Évora: EU.
 Cury, A. (2000). Organização e métodos: uma visão holística. – 7. ed. rev. E ampl. – São
Paulo: Atlas.
 Meireles, M. (2003). Teorias da administração: clássicas e modernas. São Paulo: Futura.

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