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EDUCAÇÃO INCLUSIVA E NECESSIDADES


EDUCATIVAS ESPECÍFICAS
UFCD 9649
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ÍNDICE

1. Educação inclusiva
2. Necessidades educativas específicas: Interação entre fatores
intrínsecos e fatores ambientais
3. Interação família/equipa educativa
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

1.1. Princípios e valores da educação inclusiva


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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 1.1.1. Diversidade individual e social

 A educação inclusiva tem vindo a afirmar-se, a nível mundial, enquanto


meta a alcançar pelos sistemas educativos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Alicerçada em valores fundamentais, a inclusão enquanto abordagem educativa tem como


princípio primordial o direito à educação, proclamado na Declaração Universal dos Direitos
do Homem (ONU, 1948), na Convenção dos Direitos da Criança (ONU, 1959) e reafirmada na
Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência (ONU, 2006).
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 De acordo com a UNESCO, a educação inclusiva é um processo que visa responder à


diversidade das necessidades de todos os alunos promovendo a participação e a
aprendizagem.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 As definições da UNESCO sobre a inclusão derivam da pioneira Conferência de Salamanca


em 1994, e demonstra que a inclusão é um movimento, diretamente ligado a melhorias no
sistema de educação como um todo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Ambas as definições referem-se à educação das crianças em vez de


alunos de todas as idades, embora os princípios sejam vastamente
aplicáveis.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A inclusão é vista como um processo que consiste em


atender e dar resposta à diversidade de necessidades de
todos os alunos através de uma participação cada vez maior
na aprendizagem, culturas e comunidades, e reduzir a
exclusão da educação e no âmbito da educação.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Isso envolve modificação de conteúdos, abordagens, estruturas e estratégias, com uma visão
comum que abranja todas as crianças de um nível etário apropriado e a convicção de que
educar todas as crianças é responsabilidade do sistema regular de ensino.

 Todos estes princípios podem ser resumidos sob a forma de três direitos fundamentais:
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O direito à educação

 Todas as crianças com necessidades educativas especiais, mesmo que


resultantes de problemas específicos nalguma(s) área(s) do
desenvolvimento, têm o direito à educação.

 Em idade de escolaridade obrigatória, a educação de crianças e jovens


com necessidades educativas especiais, por mais complexas que sejam,
deverá ter o seu enquadramento no âmbito do sistema educativo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O direito à igualdade

 O direito de todas as crianças à igualdade de oportunidades para o


acesso e o sucesso educativos, sem qualquer tipo de discriminação, e
com a disponibilização de recursos e apoios educativos adequados às
necessidades individuais de cada uma, é inalienável.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O direito de participar na sociedade

 Igualmente têm o direito, por princípio, à frequência de escolas


regulares de educação e ensino, que, numa perspetiva de escola para
todos, procuram dar respostas diferenciadas às necessidades de cada
um.

 A regra é a inclusão no ensino regular, assumindo a saída para escolas


especiais um carácter de exceção, que assenta no pressuposto de que
foram esgotados todos os meios para manter o aluno no ambiente
escolar normal.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, vem dar corpo à dimensão política evidenciando o
compromisso com a inclusão e enfatiza a dimensão respeitante às práticas educativas
definindo medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão.

 São princípios orientadores da educação inclusiva:


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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Educabilidade universal

 A assunção de que todas as crianças e alunos têm capacidade de


aprendizagem e de desenvolvimento educativo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Equidade

 A garantia de que todas as crianças e alunos têm acesso aos apoios


necessários de modo a concretizar o seu potencial de aprendizagem e
desenvolvimento.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Inclusão

 O direito de todas as crianças e alunos ao acesso e participação, de


modo pleno e efetivo, aos mesmos contextos educativos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Flexibilidade

 A gestão flexível do currículo, dos espaços e dos tempos escolares, de


modo que a ação educativa nos seus métodos, tempos, instrumentos e
atividades possa responder às singularidades de cada um.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Autodeterminação

 O respeito pela autonomia pessoal, tomando em


consideração não apenas as necessidades do aluno
mas também os seus interesses e preferências, a
expressão da sua identidade cultural e linguística,
criando oportunidades para o exercício do direito de
participação na tomada de decisões.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Envolvimento parental

 O direito dos pais ou encarregados de educação à participação e à


informação relativamente a todos os aspetos do processo educativo do
seu educando.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Interferência mínima

 A intervenção técnica e educativa deve ser desenvolvida exclusivamente pelas entidades e


instituições cuja ação se revele necessária à efetiva promoção do desenvolvimento pessoal e
educativo das crianças ou alunos e no respeito pela sua vida privada e familiar.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Quais as mudanças mais significativas em relação a anteriores diplomas?

o Abandona os sistemas de categorização de alunos, incluindo a “categoria” necessidades


educativas especiais.
o Abandona o modelo de legislação especial para alunos especiais.
o Estabelece um continuum de respostas para todos os alunos.
o Coloca o enfoque nas respostas educativas e não em categorias de alunos.
o Perspetiva a mobilização, de forma complementar, sempre que necessário e adequado, de
recursos da saúde, do emprego, da formação profissional e da segurança social.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 1.1.2. Equidade no acesso a uma educação de qualidade

 A promoção da qualidade na educação inclusiva requer uma política claramente definida.

 O objetivo da escola para todos deve ser fomentado através de políticas educacionais e
apoiado por uma filosofia e liderança de escola e por práticas dos professores.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 As políticas que visam a promoção da qualidade na educação inclusiva:

o Têm em conta as políticas e iniciativas internacionais.


o São suficientemente flexíveis, de modo a refletirem as necessidades locais.
o Maximizam os fatores que contribuem para a inclusão – como referido acima – do aluno e
dos pais, a nível organizativo e a nível do professor.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Para implementar a educação inclusiva, os objetivos subjacentes às políticas adoptadas devem


ser comunicados, de forma eficaz, a todos os membros da comunidade educativa.

 Os líderes educacionais – a nível nacional, regional e local – têm um papel essencial na


concretização e na implementação da política que promova a qualidade na educação inclusiva.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 As políticas que promovem a qualidade na educação inclusiva devem dirigir-se a alunos


com diversas necessidades e propor medidas para lhes responder. Tais políticas:

o Definem a organização educacional da escola e também as responsabilidades dos


serviços/estruturas de apoio.
o Definem o apoio e a formação a disponibilizar a todos os intervenientes, de forma a que
possam assumir as responsabilidades.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 As políticas para promover a inclusão e para responder às necessidades


individuais dos alunos estão “integradas” nos vários sectores e
serviços.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Tais políticas devem ser trans-sectoriais e promover, ativamente, a cooperação intersectorial,


garantindo que:

oA nível nacional e local, os decisores políticos dos sectores da educação, da saúde e da


segurança social, trabalhem cooperativamente para criar políticas e planos que facilitem e
apoiem, ativamente, a interdisciplinaridade em todas as fases da aprendizagem ao longo da vida.
o As respostas flexíveis que apoiam a prática inclusiva sejam aplicadas em todos os níveis de
educação e de ensino. À inclusão de alunos com diversas necessidades no ensino secundário,
na transição da escola para o emprego, no ensino superior e na educação de adultos deve ser
prestada a mesma atenção que é dada à educação pré-escolar e ao ensino básico.
o As políticas tenham como objetivo facilitar a partilha de boas práticas e apoiar a investigação e o
desenvolvimento de novas abordagens educacionais, métodos e instrumentos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Embora a curto prazo deva existir um plano de ação estratégico para a


educação inclusiva, a longo prazo a inclusão na educação deverá ser “um
dado” em todas as políticas e estratégias educativas gerais.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Na fase de planeamento das políticas devem ser definidas modalidades de


acompanhamento da respetiva execução, o que envolve:

o Identificar indicadores adequados para monitorizar os desenvolvimentos das políticas e das


práticas.
o Promover parcerias entre escolas, responsáveis políticos locais e pais, a fim de assegurar
uma maior responsabilização dos serviços prestados.
o Estabelecer procedimentos para a avaliação da qualidade das respostas prestadas a todos
os alunos no sistema educativo.
o Avaliar o efeito das políticas no que respeita ao seu impacto sobre a igualdade de
oportunidades para todos os alunos
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva (2009)


considera essenciais os três pressupostos seguintes relacionados com a educação
inclusiva:

o A inclusão e a qualidade são recíprocas.


o O acesso e a qualidade estão ligados e reforçam-se mutuamente.
o A qualidade e a equidade são essenciais para se garantir uma educação inclusiva.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Abordar a temática da inclusão é falar de um novo modelo


em termos de educação, de uma nova conceção de
escola, onde a igualdade de oportunidades e participação,
a equidade educativa, a diversidade cultural, os valores
de uma cultura de cooperação e de interajuda estão
subjacentes a todas as práticas educativas.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A educação inclusiva emerge como um constructo multidimensional que engloba não só um


combate às barreiras que se colocam à aprendizagem e à participação do aluno, mas também
uma multiplicidade de estratégias, atividades, recursos, projetos e processos adequados às
necessidades de todos e de cada uma das crianças e pressupostos visam tornar realidade os
direitos universais alunos.

 Uma escola inclusiva assegura uma educação de qualidade a todos e a cada um, através de
mudanças no ambiente educativo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 1.1.3. Oportunidades educativas

 Reconhece-se que as crianças e os alunos independentemente das


suas singularidades têm direitos inalienáveis e a escola deve estar
preparada para o reforço da sua missão, capacitando todos os
professores para trabalhar com as diferenças na sala de aula e na
escola.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A educação inclusiva é um processo que reduz a exclusão e visa responder à diversidade das
necessidades de todos os alunos, através do incremento da participação na aprendizagem,
culturas e comunidades.

 Assume-se que neste processo é responsabilidade do sistema de ensino, educar todas as


crianças e alunos ao limite das suas capacidades e que a singularidade implica adaptações do
currículo às características específicas de todos os alunos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A inclusão procura assegurar o acesso, a participação e o


sucesso das crianças e dos alunos em contextos educativos.

 Garantir a participação e o sucesso na aprendizagem implica


potenciar processos pedagógicos inclusivos que permitam o
envolvimento de todos os alunos na aprendizagem,
garantindo-se desta forma o acesso ao currículo comum e o
sucesso educativo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Ora, é nesta linha que o conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) ganha
importância, porquanto corresponde a um conjunto de princípios e estratégias que procura
reduzir as barreiras ao processo de ensino e aprendizagem.

 No limite o DUA tem como finalidade o desenvolvimento de práticas pedagógicas que permitam
o acesso ao currículo, a participação e o progresso de todos os alunos, independentemente
das suas capacidades
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Esta abordagem centra-se na dimensão pedagógica, nomeadamente com


práticas de ensino a desenvolver pelos docentes para assegurar o acesso,
a participação e o sucesso de todos os alunos.

 Assim, considera-se que esta abordagem curricular procura reduzir as


restrições à aprendizagem e maximizar o sucesso de todos os alunos
incluindo os que têm deficiência, ou que têm talentos específicos, daí que
o principal desafio do professor consista em ser capaz de identificar as
limitações na gestão do currículo, em vez de realçar as restrições dos
alunos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Assim, enquanto que as respostas educativas para algumas crianças e alunos podem situar-se
a nível do Plano de Turma ou do Projeto Educativo de escola, para muitas crianças e alunos
com necessidades educativas especiais é desejável que as respostas estejam enquadradas
num Programa Educativo Individual, com adequações curriculares em diferentes graus e com
apoios técnicos e especializados.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Os apoios especializados decorrem das limitações significativas destas crianças e alunos ao


nível da atividade e participação, num ou vários domínios da vida, resultantes de alterações
funcionais e estruturais e que se manifestam em dificuldades continuadas ao nível da
comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal
e da participação social.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A educação especial emerge como mais um recurso ao serviço da


escola, permitindo a mobilização de serviços especializados para
promover o potencial de funcionamento biopsicossocial das crianças
e dos alunos.

 Os apoios especializados podem implicar a adaptação de estratégias,


recursos, conteúdos, processos, procedimentos e instrumentos, bem
como a utilização de tecnologias de apoio.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 1.1.4. Valorização da diversidade


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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 As escolas devem-se ajustar a todas as crianças, independentemente


das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras.

 Neste conceito, terão de incluir-se crianças com deficiência ou


sobredotados, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de
populações remotas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas,
étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavo recidos ou
marginais.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Estas condições colocam uma série de diferentes desafios aos sistemas escolares.

 No contexto deste Enquadramento da Acão, a expressão “necessidades educativas especiais”


refere-se a todas as crianças e jovens cujas carências se relacionam com deficiências ou
dificuldades escolares.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Muitas crianças apresentam dificuldades escolares


e, consequentemente, têm necessidades
educativas especiais, em determinado momento
da sua escolaridade.

 As escolas terão de encontrar formas de educar


com sucesso estas crianças, incluindo aquelas que
apresentam incapacidades graves.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A educação de alunos com necessidades educativas especiais incorpora


os princípios já comprovados de uma pedagogia saudável da qual todas
as crianças podem beneficiar, assumindo que as diferenças humanas são
normais e que a aprendizagem deve ser adaptada às necessidades da
criança, em vez de ser esta a ter de se adaptar a conceções
predeterminadas, relativamente ao ritmo e à natureza do processo
educativo.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Uma pedagogia centrada na criança é benéfica para todos os alunos e,


como consequência, para a sociedade em geral, pois a experiência tem
demonstrado que esta pedagogia pode reduzir substancialmente as
desistências e as repetições e garantir um êxito escolar médio mais
elevado.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Uma pedagogia deste tipo pode também ajudar a evitar o desperdício de recursos e a
destruição de esperanças, o que, muito frequentemente, acontece como consequência do
baixo nível do ensino e da mentalidade – “uma medida serve para todos” – relativa à educação.

 As escolas centradas na criança são, assim, a base de construção duma sociedade orientada
para as pessoas, respeitando quer as diferenças, quer a dignidade de todos os seres humanos.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 1.1.5. Princípio da não discriminação

 Se é certo que as crianças/alunos frequentam a escola para aprender,


também é verdade que os seus ritmos e estilos de aprendizagem são
distintos e, algumas vezes, estas características limitam aprendizagens
previstas no currículo nacional.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A intervenção deve centrar-se na garantia dos direitos do aluno e em medidas adequadas a


cada um deles.

 O paradigma inclusivo, frequentemente exteriorizado sob o lema de uma Escola para todos
coloca desafios à escola.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Nesta escola de todos, para todos e com todos, as diferenças constituem-se como
oportunidades para se promover o desenvolvimento integral de todos.

 Nas escolas inclusivas, os alunos com necessidades educativas especiais devem receber o
apoio suplementar de que precisam para assegurar uma educação eficaz.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A pedagogia inclusiva é a melhor forma de promover a solidariedade


entre os alunos com necessidades educativas especiais e os seus colegas.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 A colocação de crianças em escolas especiais – ou em aulas ou secções especiais dentro


duma escola, de forma permanente – deve considerar-se como medida excecional, indicada
unicamente para aqueles casos em que fique claramente demonstrado que a educação nas
aulas regulares é incapaz de satisfazer as necessidades pedagógicas e sociais do aluno, ou
para aqueles em que tal seja indispensável ao bem-estar da criança deficiente ou das restantes
crianças.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Existe o consenso crescente de que as crianças e jovens com necessidades educativas


especiais devem ser incluídos nas estruturas educativas destinadas à maioria das crianças, o
que conduziu ao conceito da escola inclusiva.

 O desafio com que se confronta esta escola inclusiva é o de ser capaz de desenvolver uma
pedagogia centrada nas crianças, suscetível de as educar a todas com sucesso, incluído as
que apresentam graves incapacidades.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O mérito destas escolas não consiste somente no facto de serem


capazes de proporcionar uma educação de qualidade a todas as
crianças. a sua existência constitui um passo crucial na ajuda da
modificação das atitudes discriminatórias e na criação de sociedades
acolhedoras e inclusivas.

 É imperativo que haja uma mudança na perspetiva social, pois, por


tempo já demasiado longo, as pessoas com deficiência têm sido
marcadas por uma sociedade incapacitante que acentua mais os seus
limites do que as suas potencialidades.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 O princípio fundamental das escolas inclusivas consiste em todos os


alunos aprenderem juntos, sempre que possível, independentemente
das dificuldades e das diferenças que apresentem.
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1. EDUCAÇÃO INCLUSIVA

 Estas escolas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos,
adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível
de educação para todos, através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de
estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas
comunidades.

 É preciso, portanto, um conjunto de apoios e de serviços para satisfazer o conjunto de


necessidades especiais dentro da escola.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

2.1. Conceitos de atividade e participação


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A Classificação Internacional de Funcionalidade permite uma nova conceptualização das


noções de saúde e incapacidade.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A funcionalidade humana é classificada pela CIF com base em três níveis:

o Funcionalidade ao nível do corpo ou de parte do corpo (Funções e Estruturas do corpo).


o Da pessoa no seu todo (Atividades) e desta.
o Integrada num contexto social (Participação).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A CIF, refletindo um modelo multidimensional da funcionalidade faz, pois, emergir um novo


quadro de referência no que concerne à definição da incapacidade e à avaliação das
incapacidades e da funcionalidade da pessoa.

 Rejeita, assim, a classificação de pessoas por categorias diagnósticas e estáticas de


deficiência substituindo-a por uma classificação de funções/perfis funcionais e de limitações
funcionais (na perspetiva da incapacidade) assente num modelo dinâmico e interativo da
pessoa e do seu meio ambiente.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Definições

o Atividade é a execução de uma tarefa ou ação por um indivíduo.


o Participação é o envolvimento numa situação da vida.
o Limitações da atividade são dificuldades que um indivíduo pode encontrar na execução de
atividades.
o Restrições na participação são problemas que um indivíduo pode experimentar no
envolvimento em situações reais da vida.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Os domínios do componente Atividades e Participação estão incluídos


numa lista única que engloba a totalidade das áreas vitais (desde a
aprendizagem básica ou a mera observação a áreas mais complexas, tais
como, interações interpessoais ou de trabalho).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 O componente pode ser utilizado para descrever as atividades (a) ou a participação (p) ou
ambas. Os domínios deste componente são qualificados pelos dois qualificadores de
desempenho e capacidade.

 Assim, as informações colhidas através dessa lista produz numa tabela de dados sem
sobreposições ou redundâncias.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

2.2. Conceito de deficiências e incapacidade


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Funcionalidade

 É o termo genérico ("chapéu") para as funções e estruturas do corpo,


atividades e participação.

 Corresponde aos aspetos positivos da interação entre um indivíduo (com


uma condição de saúde) e os seus fatores contextuais (ambientais e
pessoais).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Deficiências (impairment)

 São problemas nas funções ou estruturas do corpo, tais como um desvio


importante ou perda.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Incapacidade (disability)

 É o termo genérico ("chapéu") para deficiências, limitações da


atividade e restrições na participação.

 Corresponde aos aspetos negativos da interação entre um indivíduo


(com uma condição de saúde) e seus fatores contextuais (ambientais e
pessoais).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Neste âmbito, a funcionalidade de um indivíduo num domínio específico é uma interação ou


relação complexa entre a condição de saúde e os fatores contextuais (i.e. fatores ambientais e
pessoais).

 Há uma interação dinâmica entre estas entidades: uma intervenção num elemento pode,
potencialmente, modificar um ou vários outros elementos. Estas interações são específicas e
nem sempre ocorrem numa relação unívoca previsível.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A interação funciona em dois sentidos: a presença da deficiência pode


modificar até a própria condição de saúde.

 Inferir uma limitação da capacidade devido a uma ou mais deficiências,


ou uma restrição de desempenho por causa de uma ou mais limitações,
pode parecer muitas vezes razoável.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Por exemplo, uma pessoa pode:

o Ter deficiências sem limitações de capacidade (e.g. uma desfiguração resultante da Doença de Hansen pode não
ter efeito sobre a capacidade da pessoa).
o Ter problemas de desempenho e limitações de capacidade sem deficiências evidentes (e.g. redução de
desempenho nas atividades diárias associado a várias doenças).
o Ter problemas de desempenho sem deficiências ou limitações de capacidade (e.g. indivíduo VIH positivo, ou um ex.
doente curado de doença mental, que enfrenta estigmas ou discriminação nas relações interpessoais ou no
trabalho).
o Ter limitações de capacidade se não tiver assistência, e nenhum problema de desempenho no ambiente habitual
(e.g. um indivíduo com limitações de mobilidade pode beneficiar, por parte da sociedade, de ajudas tecnológicas de
assistência para se movimentar).
o Experimentar um grau de influência em sentido contrário (e.g. a inatividade dos membros pode levar à atrofia
muscular. a institucionalização pode resultar numa perda da socialização).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 O termo incapacidade tem, a partir da CIF, um novo significado, correspondendo a uma noção
mais complexa e abrangente que engloba os diferentes níveis de limitações funcionais
relacionados com a pessoa e o seu meio ambiente, deixando de se reportar apenas às
limitações da pessoa resultantes de uma deficiência.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 É, assim, o termo genérico adotado na CIF para se referir ao estatuto funcional da pessoa
expressando os aspetos negativos da interação entre um indivíduo com problemas de saúde e
o seu meio físico e social.

 A incapacidade não é um atributo de um indivíduo, mas sim um conjunto complexo de


condições, muitas das quais criadas pelo ambiente social.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Assim, a solução do problema requer uma ação social e é da responsabilidade coletiva da


sociedade fazer as modificações ambientais necessárias para a participação plena das
pessoas com incapacidades em todas as áreas da vida social.

 Portanto, é uma questão atitudinal ou ideológica que requer mudanças sociais que, a nível
político, se transformam numa questão de direitos humanos. De acordo com este modelo, a
incapacidade é uma questão política.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

2.3. Modelo de funcionalidade e incapacidade


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.1. Fatores intrínsecos à criança

 As necessidades especiais de educação (NEE) de caráter permanente são


aquelas em que a adaptação do currículo é generalizado e objeto de avaliação
sistemática, dinâmica e sequencial, de acordo com os progressos do aluno no
seu percurso escolar.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Neste grupo, encontramos as crianças e adolescentes cujas alterações


significativas no seu desenvolvimento foram provocadas, na sua essência,
por problemas orgânicos, funcionais e, ainda por défices socioculturais e
económicos graves.

 Abrangem, portanto, problemas de foro sensorial, intelectual,


processológico, físico, emocional e quaisquer outros problemas ligados à
saúde do individuo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Aqui se incluem:

o A deficiência mental. o A deficiência auditiva.


o As dificuldades de aprendizagem. o A multideficiência.
o As perturbações emocionais. o Os cegos-surdos.
o Os problemas motores. o Outros problemas de saúde.
o Os problemas de comunicação. o Os traumatismos cranianos.
o A deficiência visual. o O autismo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.2. Estruturas e funções do corpo

 Funções do corpo

 Funções do corpo são as funções fisiológicas dos sistemas orgânicos


(incluindo as funções psicológicas).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 1. Funções Mentais

 Funções do cérebro que incluem funções mentais globais como


consciência, energia e impulso, e funções mentais específicas como
memória, linguagem e cálculo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 1.1. Funções mentais globais

o Funções da consciência.
o Funções da orientação.
o Funções intelectuais.
o Funções psicossociais globais.
o Funções do temperamento e da personalidade.
o Funções da energia e dos impulsos.
o Funções do sono.
o Funções mentais globais, outras especificas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 1.2. Funções mentais específicas

o Funções da atenção. o Funções de cálculo.


o Funções da memória. o Funções mentais para a sequência de
movimentos complexos.
o Funções psicomotoras.
o Funções emocionais. o Funções de experiência pessoal e do tempo.
o Funções da perceção. o Funções mentais específicas, outras
especificadas e não especificadas.
o Funções do pensamento. o Funções mentais, outras especificadas.
o Funções cognitivas de nível superior. o Funções mentais, não especificadas.
o Funções mentais da linguagem.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2. Funções sensoriais e dor

 Funções dos sentidos como visão, audição, paladar e outros, bem como
da sensação de dor.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.1. Visão e funções relacionadas

o Funções da visão.
o Funções dos anexos do olho.
o Sensações associadas ao olho e anexos.
o Visão e funções relacionadas, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.2. Funções auditivas e vestibulares

o Funções auditivas.
o Funções vestibulares.
o Sensações associadas à audição e à função vestibular.
o Funções auditivas e vestibulares, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3. Funções sensoriais adicionais

o Função gustativa.
o Função olfativa.
o Função proprioceptiva.
o Função táctil.
o Funções sensoriais relacionadas com a temperatura e outros estímulos.
o Funções sensoriais adicionais, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 3. Funções da voz e da fala

 Funções da produção de sons e da fala.

o Funções da voz.
o Funções da articulação.
o Funções da fluência e do ritmo da fala.
o Funções de outras formas de vocalização.
o Funções da voz e da fala, outras especificadas.
o Funções da voz e da fala, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 4. Funções do aparelho cardiovascular, dos sistemas hematológico e


imunológico e do aparelho respiratório

 4.1. Funções do aparelho cardiovascular

o Funções cardíacas.
o Funções dos vasos sanguíneos.
o Funções da pressão arterial.
o Funções do aparelho cardiovascular, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 4.2. Funções dos sistemas hematológico e imunológico

o Funções do sistema hematológico.


o Funções do sistema imunológico.
o Funções dos sistemas hematológico e imunológico, outras especificadas e não
especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 4.3. Funções do aparelho respiratório

o Funções da respiração.
o Funções dos músculos respiratórios.
o Funções do aparelho respiratório, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 4.4. Funções e sensações adicionais dos aparelhos cardiovascular e respiratório

o Funções respiratórias adicionais.


o Funções de tolerância ao exercício.
o Sensações associadas às funções cardiovasculares e respiratórias.
o Funções e sensações adicionais dos aparelhos cardiovascular e respiratório, outras
especificadas e não especificadas.
o Funções do aparelho cardiovascular, dos sistemas hematológico e imunológico e do aparelho
respiratório, outras especificadas.
o Funções do aparelho cardiovascular, dos sistemas hematológico e imunológico e do aparelho
respiratório, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 5. Funções do aparelho digestivo e dos sistemas metabólico e endócrino

 Funções envolvidas no aparelho cardiovascular (funções do coração e dos


vasos sanguíneos) , nos sistemas hematológico e imunológico (funções da
produção de sangue e imunidade), e no aparelho respiratório (funções
respiratórias e tolerância ao exercício).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 5.1. Funções relacionadas com o aparelho digestivo

o Funções de ingestão.
o Funções digestivas.
o Funções de assimilação.
o Funções de defecação.
o Funções de manutenção do peso.
o Sensações associadas ao aparelho digestivo.
o Funções relacionadas com o aparelho digestivo, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 5.2.Funções relacionadas com os sistemas metabólicos e endócrino

o Funções metabólicas gerais.


o Funções de equilíbrio hídrico, mineral e electrolítico.
o Funções termo reguladoras.
o Funções das glândulas endócrinas.
o Funções relacionadas com os sistemas metabólico e endócrino, outras especificadas e não
especificadas.
o Funções do aparelho digestivo e dos sistemas metabólico e endócrino, outras especificadas.
o Funções do aparelho digestivo e dos sistemas metabólico e endócrino, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 6. Funções geniturinárias e reprodutivas

 Funções genitourinárias, incluindo funções sexuais e reprodutivas

 6.1.Funções urinárias

o Funções de excreção urinária.


o Funções miccionais.
o Sensações associadas às funções urinárias.
o Funções urinárias, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 5.4. Funções genitais e reprodutivas

 Funções sexuais.
 Funções relacionadas com a menstruação.
 Funções de procriação.
 Sensações associadas às funções genitais e reprodutivas.
 Funções genitais e reprodutivas, outras especificadas e não especificadas.
 Funções geniturinárias e reprodutivas, outras especificadas.
 Funções geniturinárias e reprodutivas, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 7. Funções neuromusculoesqueléticas e relacionadas com o movimento

 Funções relacionadas com o movimento e a mobilidade, incluindo


funções das articulações, dos ossos, reflexos e músculos
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 6.1. Funções das articulações e dos ossos

o Funções da mobilidade das articulações.


o Funções da estabilidade das articulações.
o Funções da mobilidade dos ossos.
o Funções das articulações e dos ossos, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 6.2. Funções musculares

o Funções da força muscular.


o Funções do tónus muscular.
o Funções da resistência muscular.
o Funções musculares, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 6.3.Funções relacionadas com o movimento

o Funções de reflexos motores.


o Funções de reações motoras involuntárias.
o Funções de controlo do movimento voluntário.
o Funções dos movimentos involuntários.
o Funções relacionadas com o padrão de marcha.
o Sensações relacionadas com os músculos e as funções do movimento.
o Funções do movimento, outras especificadas e não especificadas.
o Funções neuromusculoesqueléticas e relacionadas com o movimento, outras especificadas.
o Funções neuromusculoesqueléticas e relacionadas com o movimento, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 8. Funções da pele e estruturas relacionadas

 Funções da pele, unhas e pelos.


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 8.1. Funções da pele

o Funções protectoras da pele.


o Funções reparadoras da pele.
o Outras funções da pele.
o Sensação relacionada com a pele.
o Funções da pele, outras especificadas e não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 8.2. Funções dos pêlos e das unhas

o Funções dos pelos.


o Funções das unhas.
o Funções dos pêlos e das unhas, outras especificadas e não especificadas.
o Funções da pele e estruturas relacionadas, outras especificadas.
o Funções da pele e estruturas relacionadas, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Estruturas do corpo

 As estruturas do corpo são partes anatómicas do corpo, tais como,


órgãos, membros e seus componentes.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 1. Estruturas do sistema nervoso

o Estrutura do cérebro.
o Medula espinhal e estruturas relacionadas.
o Estrutura das meninges.
o Estrutura do sistema nervoso simpático.
o Estrutura do sistema nervoso parassimpático.
o Estrutura do sistema nervoso, outra especificada.
o Estrutura do sistema nervoso, não especificada.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2. Olho, ouvido e estruturas relacionadas

o Estrutura da cavidade ocular.


o Estrutura do globo ocular.
o Estruturas anexas ao olho.
o Estrutura do ouvido externo.
o Estrutura do ouvido médio.
o Estrutura do ouvido interno.
o Olho, ouvido e estruturas relacionadas, outras especificadas.
o Olho, ouvido e estruturas relacionadas, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 3. Estruturas relacionadas com a voz e a fala

o Estrutura do nariz.
o Estrutura da boca.
o Estrutura da faringe.
o Estrutura da laringe.
o Estruturas relacionadas com a voz e a fala, outras especificadas.
o Estruturas relacionas com a voz e a fala, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 4. Estruturas do aparelho cardiovascular, do sistema


imunológico e do aparelho respiratório

o Estrutura do aparelho cardiovascular.


o Estrutura do sistema imunológico.
o Estrutura do aparelho respiratório.
o Estruturas do aparelho cardiovascular, do sistema imunológico e do aparelho respiratório,
outras especificadas.
o Estruturas do aparelho cardiovascular, do sistema imunológico e do aparelho respiratório,
não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 5. Estruturas relacionadas com o aparelho digestivo


e com os sistemas metabólico e endócrino

o Estrutura das glândulas salivares.


o Estrutura do esófago.
o Estrutura do estômago.
o Estrutura dos intestinos.
o Estrutura do pâncreas.
o Estrutura do fígado.
o Estrutura da vesícula e vias biliares.
o Estrutura das glândulas endócrinas.
o Estruturas relacionadas com o aparelho digestivo e com os sistemas metabólico e endócrino, outras
especificadas.
o Estruturas relacionadas com o aparelho digestivo e com os sistemas metabólico e endócrino, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 6. Estruturas relacionadas com os aparelhos


geniturinário e reprodutivo

o Estrutura do aparelho urinário.


o Estrutura do pavimento pélvico.
o Estrutura do aparelho reprodutivo.
o Estruturas relacionadas com os aparelhos geniturinário e reprodutivo, outras especificadas.
o Estruturas relacionadas com os aparelhos geniturinário e reprodutivo, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 7. Estruturas relacionadas com o movimento

o Estrutura da região da cabeça e do pescoço.


o Estrutura da região do ombro.
o Estrutura do membro superior.
o Estrutura da região pélvica.
o Estrutura do membro inferior.
o Estrutura do tronco.
o Estruturas musculoesqueléticas adicionais relacionadas ao movimento.
o Estruturas relacionadas com o movimento, outras especificadas.
o Estruturas relacionadas com o movimento, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 8. Pele e estruturas relacionadas

o Estrutura das áreas da pele.


o Estrutura das glândulas da pele.
o Estrutura das unhas.
o Estrutura dos pelos.
o Pele e estruturas relacionadas, outras especificadas.
o Pele e estruturas relacionadas, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.3. Alterações nas estruturas e funções do corpo

 Deficiências são problemas nas funções ou nas estruturas do corpo, tais


como, um desvio importante ou uma perda.

 As deficiências de estrutura podem consistir numa anormalidade, defeito,


perda ou outro desvio importante relativamente a um padrão das
estruturas do corpo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 As deficiências foram definidas de acordo com os conhecimentos biológicos atuais ao nível de


tecidos ou das células e ao nível sub-celular ou molecular.

 As bases biológicas das deficiências orientaram essa classificação e é possível expandir a


classificação para incluir os níveis celular ou molecular.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Do ponto de vista médico, deve-se ter em mente que as deficiências não são equivalentes às
patologias subjacentes, mas sim a manifestações dessas patologias.

 As deficiências correspondem a um desvio relativamente ao que é geralmente aceite como


estado biomédico normal (padrão) do corpo e das suas funções.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A definição dos seus componentes é feita essencialmente por pessoas com


competência para avaliar a funcionalidade física e mental, de acordo com
esses padrões.

 As deficiências podem ser temporárias ou permanentes. progressivas,


regressivas ou estáveis. intermitentes ou contínuas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 O desvio em relação ao modelo baseado na população, e geralmente aceite como normal,


pode ser leve ou grave e pode variar ao longo do tempo.

 Estas características são consideradas posteriormente em descrições adicionais,


principalmente nos códigos, através de um qualificador que se acrescenta ao código e do qual
fica separado por um ponto.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 As deficiências não têm uma relação causal com a etiologia ou com a forma como se
desenvolveram. Por exemplo, a perda da visão ou de um membro pode resultar de uma
anormalidade genética ou de uma lesão.

 A presença de uma deficiência implica necessariamente uma causa, no entanto, a causa pode
não ser suficiente para explicar a deficiência resultante.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Da mesma forma, quando há uma deficiência, há uma disfunção das


funções ou estruturas do corpo, mas isto pode estar relacionado com
qualquer doença, perturbação ou estado fisiológico.

 As deficiências podem ser parte ou uma expressão de uma condição de


saúde, mas não indicam, necessariamente, a presença de uma doença
ou que o indivíduo deva ser considerado doente.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 As deficiências cobrem um campo mais vasto que as perturbações ou as doenças, por


exemplo, a perda de uma perna é uma deficiência de uma estrutura do corpo, mas não é uma
perturbação ou uma doença.

 As deficiências podem originar outras deficiências, por exemplo, a diminuição da força


muscular pode prejudicar as funções do movimento. as funções cardíacas podem fracassar.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Na CIF, a classificação das Funções e das Estruturas do Corpo foi concebida para ser utilizada
em conjunto com as categorias de Atividades e Participação.

 As deficiências são classificadas nas categorias apropriadas utilizando-se critérios de


identificação definidos (e.g. presente ou ausente de acordo com um valor limiar).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Esses critérios são os mesmos para as funções e estruturas do corpo. Eles são:

o Perda ou ausência.
o Redução.
o Aumento ou excesso.
o Desvio.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Uma vez que uma deficiência esteja presente, ela pode ser graduada
em termos de gravidade utilizando-se o qualificador genérico da CIF.

 Os fatores ambientais interagem com as funções do corpo, como por


exemplo, a qualidade do ar e a respiração, a luz e a visão, os sons e a
audição, estímulos que distraem e a atenção, textura do pavimento e o
equilíbrio, a temperatura do ambiente e a regulação da temperatura do
corpo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.4. Fatores ambientais - facilitadores ou barreiras à atividade e participação

 Os fatores ambientais constituem o ambiente físico, social e atitudinal em que as pessoas


vivem e conduzem a sua vida.

 Os fatores ambientais constituem o ambiente físico, social e atitudinal no qual as pessoas


vivem e conduzem sua vida.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Esses fatores são externos aos indivíduos e podem ter uma influência
positiva ou negativa sobre o seu desempenho, enquanto membros da
sociedade, sobre a capacidade do indivíduo para executar ações ou
tarefas, ou sobre a função ou estrutura do corpo do indivíduo.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Os Fatores Ambientais estão organizados na classificação tendo em vista dois níveis distintos:
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 (a) Individual

 No ambiente imediato do indivíduo, englobando espaços como o


domicílio, o local de trabalho e a escola.

 Este nível inclui as características físicas e materiais do ambiente em


que o indivíduo se encontra, bem como o contacto direto com outros
indivíduos, tais como, família, conhecidos, colegas e estranhos.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 (b) Social

 Estruturas sociais formais e informais, serviços e regras de conduta ou sistemas na


comunidade ou cultura que têm um impacto sobre os indivíduos.

 Este nível inclui organizações e serviços relacionados com o trabalho, com atividades na
comunidade, com organismos governamentais, serviços de comunicação e de transporte e
redes sociais informais, bem como, leis, regulamentos, regras formais e informais, atitudes e
ideologias.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Os Fatores Ambientais interagem com os componentes das Funções e Estruturas do Corpo e


as Atividades e a Participação.

 Para cada componente, a natureza e a extensão dessa interação podem ser mais bem
definidas com base nos resultados de trabalhos científicos a desenvolver no futuro.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A incapacidade é caracterizada como o resultado de uma relação


complexa entre a condição de saúde do indivíduo e os fatores pessoais,
com os fatores externos que representam as circunstâncias nas quais o
indivíduo vive.

 Assim, diferentes ambientes podem ter um impacto distinto sobre o


mesmo indivíduo com uma determinada condição de saúde.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Um ambiente com barreiras, ou sem facilitadores, vai restringir o desempenho do indivíduo.


outros ambientes mais facilitadores podem melhorar esse desempenho.

 A sociedade pode limitar o desempenho de um indivíduo criando barreiras (e.g., prédios


inacessíveis) ou não fornecendo facilitadores (e.g. indisponibilidade de dispositivos de auxílio
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.5. Produtos e tecnologia

 Este capítulo trata dos produtos naturais ou fabricados pelo homem ou


sistemas de produtos, equipamentos e tecnologias existentes no ambiente
imediato do indivíduo que são reunidos, criados, produzidos ou
manufaturados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 A classificação ISO 9999 das ajudas técnicas define-as como "qualquer produto, instrumento,
equipamento ou sistema técnico utilizado por uma pessoa incapacitada, especialmente
produzido ou geralmente disponível, que se destina a prevenir, compensar, monitorizar, aliviar
ou neutralizar a incapacidade".

 É aceite que qualquer produto ou tecnologia pode ser de apoio.


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 No entanto, para os propósitos desta classificação dos fatores


ambientais, os produtos e tecnologias de apoio são definidos mais
restritivamente como qualquer produto, instrumento, equipamento
ou tecnologia adaptado ou especialmente concebido para melhorar a
funcionalidade de uma pessoa com incapacidade.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Inclui

o Produtos ou substâncias para consumo pessoal


 Alimentos.
 Medicamentos.
 Produtos ou substâncias para consumo pessoal, outros especificados.
 Produtos ou substâncias para consumo pessoal, não especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias para uso pessoal na vida diária

o Produtos e tecnologias gerais para uso pessoal na vida diária.


o Produtos e tecnologias de apoio para uso pessoal na vida diária.
o Produtos e tecnologias para uso pessoal na vida diária, outros especificados.
o Produtos e tecnologias para uso pessoal na vida diária, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

o Produtos e tecnologias destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal em


ambientes interiores e exteriores.
 Produtos e tecnologias gerais destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal
em ambientes interiores e exteriores.
 Produtos e tecnologias de apoio destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal
em ambientes interiores e exteriores.
 Produtos e tecnologias destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal em
ambientes interiores e exteriores, outros especificados.
 Produtos e tecnologias destinados a facilitar a mobilidade e o transporte pessoal em
ambientes interiores e exteriores e não especificados .
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

o Produtos e tecnologias para a comunicação


 Produtos e tecnologias gerais para comunicação.
 Produtos e tecnologias de apoio para comunicação.
 Produtos e tecnologias para comunicação, outros especificados.
 Produtos e tecnologias para comunicação, não especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias para a educação

o Produtos e tecnologias gerais para educação.


o Produtos e tecnologias de apoio para educação.
o Produtos e tecnologias para educação, outros especificados.
o Produtos e tecnologias para educação, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias para o trabalho

o Produtos e tecnologias gerais para o trabalho.


o Produtos e tecnologias de assistência para o trabalho.
o Produtos e tecnologias para o trabalho, outros especificados.
o Produtos e tecnologias para o trabalho, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias para a cultura, atividades recreativas e desportivas

o Produtos e tecnologias gerais para a cultura, atividades recreativas e desportivas.


o Produtos e tecnologias de apoio para a cultura, atividades recreativas e desportivas.
o Produtos e tecnologias para a cultura, atividades recreativas e desportivas, outros
especificados.
o Produtos e tecnologias para a cultura, atividades recreativas e desportivas, não
especificados .
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias para a prática religiosa e espiritualidade

o Produtos e tecnologias gerais para a prática religiosa e espiritualidade.


o Produtos e tecnologias de apoio para a prática religiosa e espiritualidade.
o Produtos e tecnologias para a prática religiosa e espiritualidade, outros especificados.
o Produtos e tecnologias para a prática religiosa e espiritualidade não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitectónicas em prédios para uso público

o Arquitetura, construção e materiais e tecnologias arquitetónicas em prédios para uso público.


o Arquitetura, construção materiais e tecnologias arquitetónicas nos acessos às instalações
interiores de prédios para uso público.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas relacionados com a orientação,
percursos a seguir, indicação dos acessos e designação dos lugares em prédios para uso público.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitectónicas em prédios para uso público,
outros especificados.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitectónicas em prédios para uso público, não
especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas em prédios para uso privado

o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas para as entradas e saídas em prédios


para uso privado.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas para os acessos às instalações interiores
em prédios para uso privado.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas relacionados com a orientação, percursos
a seguir, indicação dos acessos e designação dos lugares em prédios para uso privado.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas em prédios para uso privado, outros
especificados.
o Arquitetura, construção, materiais e tecnologias arquitetónicas em prédios para uso privado, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Produtos e tecnologias relacionados com a utilização e a exploração dos solos

o Produtos e tecnologias relacionados com o desenvolvimento das zonas rurais.


o Produtos e tecnologias relacionados com o desenvolvimento de zonas residenciais (suburbanas).
o Produtos e tecnologias relacionados com o desenvolvimento de zonas urbanas.
o Produtos e tecnologias relacionados com parques, áreas protegidas e reservas naturais.
o Produtos e tecnologias relacionados com a utilização e exploração dos solos, outros
especificados.
o Produtos e tecnologias relacionados com a utilização e exploração dos solos, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Bens

o Bens materiais.
o Bens não materiais.
o Bens, outro especificado.
o Bens, não especificado.
o Produtos e tecnologias, outros especificados.
o Produtos e tecnologias, não especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.6. Ambiente natural e acessibilidade

 Este capítulo trata dos elementos animados e inanimados do ambiente natural ou físico, e dos
componentes deste ambiente que foram modificados pelas pessoas, bem como das
características das populações humanas desse ambiente.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Geografia física

o Orografia.
o Hidrografia.
o Geografia física, outra especificada.
o Geografia física, não especificada.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 População

o Alteração demográfica.
o Densidade populacional.
o População, outra especificada.
o População, não especificada.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Flora e fauna

o Plantas.
o Animais.
o Fauna e flora, outra especificada.
o Fauna e flora, não especificada.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Clima

o Temperatura.
o Humidade.
o Pressão atmosférica.
o Precipitação.
o Vento.
o Variação sazonal.
o Clima, outro especificado.
o Clima, não especificado.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Desastres naturais
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Desastres causados pelo homem


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Luz

o Intensidade da luz.
o Qualidade da luz.
o Luz, outra especificada.
o Luz, não especificada.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Mudanças relacionadas com o tempo

o Ciclos dia/noite.
o Ciclos lunares.
o Mudanças temporais periódicas, outras especificadas.
o Mudanças relacionadas com o tempo, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Som

o Qualidade do som.
o Som, outro especificado.
o Som, não especificado.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Vibração
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Qualidade do ar

o Qualidade do ar interior.
o Qualidade do ar exterior.
o Qualidade do ar, outra especificada.
o Qualidade do ar, não especificada.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Ambiente natural e mudanças ambientais feitas pelo homem, outro especificado.


 Ambiente natural e mudanças ambientais feitas pelo homem, não especificado.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.7. Apoio e relacionamentos

 Este capítulo trata das pessoas ou animais que dão apoio prático físico ou emocional, assim
como na educação, proteção e assistência, e nos relacionamentos com outras pessoas, em
casa, no local de trabalho, na escola, nos locais de lazer ou em outros aspetos das suas
atividades diárias.

 O capítulo não engloba as atitudes da pessoa ou pessoas que dão o apoio.


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 O fator ambiental descrito não é a pessoa ou o animal, mas a quantidade de apoio físico
e emocional que é proporcionado pela pessoa ou animal.

o Família próxima. o Prestadores de cuidados pessoais e


assistentes pessoais.
o Família alargada.
o Amigos. o Estranhos.
o Conhecidos, pares, colegas, vizinhos e o Profissionais de saúde.
membros da comunidade. o Outros profissionais.
o Pessoas em posição de autoridade. o Apoio e relacionamentos, outros
especificados.
o Pessoas em posições subordinadas.
o Apoio e relacionamentos, não
especificados .
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.8. Atitudes

 Este capítulo trata das atitudes que são as consequências observáveis


dos costumes, práticas, ideologias, valores, normas, crenças religiosas
e outras.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Essas atitudes influenciam o comportamento individual e a vida social em todos os níveis, dos
relacionamentos interpessoais e associações comunitárias às estruturas políticas, económicas
e legais. como por exemplo, atitudes individuais ou da sociedade sobre a confiança,
merecimento e valor de um ser humano que podem motivar práticas positivas e honrosas ou
negativas e discriminatórias (e.g. estigmatização, estereotipia e marginalização ou negligência
para com a pessoa).
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 As atitudes classificadas são as dos indivíduos relativamente à pessoa


cuja situação está sendo descrita. Elas não se aplicam à própria pessoa.

 Valores e crenças não são codificados separadamente das atitudes pois


pressupõe-se que eles sejam as forças motrizes das atitudes.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

o Atitudes individuais de membros da família próxima.


o Atitudes individuais de membros da família alargada.
o Atitudes individuais dos amigos.
o Atitudes individuais de conhecidos, pares, colegas, vizinhos e membros da comunidade.
o Atitudes individuais de pessoas em posições de autoridade.
o Atitudes individuais de pessoas em posições subordinadas.
o Atitudes individuais de prestadores de cuidados pessoais e assistentes pessoais.
o Atitudes individuais de estranhos.
o Atitudes individuais de profissionais de saúde.
o Atitudes individuais de outros profissionais.
o Atitudes sociais.
o Normas, práticas e ideologias sociais.
o Atitudes, outras especificadas.
o Atitudes, não especificadas.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2.3.9. Serviços, sistemas e políticas

 Este capítulo trata de:


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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 1. Serviços que proporcionam benefícios, programas estruturados e operações, em


vários sectores da sociedade, organizados para satisfazer as necessidades dos
indivíduos. (Incluindo as pessoas que prestam esses serviços).

o Podem ser públicos, privados ou voluntários e ser desenvolvidos, a nível local, comunitário,
regional, estatal, provincial, nacional ou internacional, por pessoas singulares, associações,
organizações, agências ou governos.
o Os bens que um serviço proporciona podem ser gerais ou adaptados e especialmente
concebidos.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 2. Sistemas que são mecanismos de controlo administrativo e de supervisão


organizativa, estabelecidos por autoridades locais, regionais, nacionais e internacionais,
governamentais ou por outras autoridades reconhecidas.

 Estes sistemas são concebidos para organizar, controlar e supervisionar serviços que
proporcionam benefícios, programas estruturados e operações em vários sectores da
sociedade.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 3. Políticas que englobam as regras, regulamentos, convenções e normas


estabelecidos por autoridades locais, regionais, nacionais e internacionais,
governamentais ou outras autoridades reconhecidas, que regem ou regulam os sistemas
que controlam serviços, programas e outras atividades em vários sectores da sociedade.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Incluem:

o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a produção de bens de consumo.


 Serviços relacionados com a produção de bens de consumo.
 Sistemas relacionados com a produção de bens de consumo.
 Políticas relacionados com a produção de bens de consumo.
 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a produção de bens de consumo, outros
especificados.
 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a produção de bens de consumo, não
especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a arquitetura e a construção

o Serviços relacionados com a arquitetura e a construção.


o Sistemas relacionados com a arquitetura e a construção.
o Políticas relacionados com a arquitetura e a construção.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a arquitetura e a construção, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a arquitetura e a construção, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com o planeamento de espaços abertos

o Serviços relacionados com o planeamento de espaços abertos.


o Sistemas relacionados com o planeamento de espaços abertos.
o Políticas relacionados com o planeamento de espaços abertos.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o planeamento de espaços abertos, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o planeamento de espaços abertos, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a habitação

o Serviços relacionados com a habitação.


o Sistemas relacionados com a habitação.
o Políticas relacionadas com a habitação.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a habitação, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a habitação, não especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com os serviços de utilidade pública

o Serviços relacionados com serviços de utilidade pública.


o Sistemas relacionados com serviços de utilidade pública.
o Políticas relacionadas com serviços de utilidade pública.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os serviços de utilidade pública, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os serviços de utilidade pública, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a comunicação

o Serviços relacionados com a comunicação.


o Sistemas relacionados com a comunicação.
o Políticas relacionadas com a comunicação.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a comunicação, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a comunicação, não especificados.
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2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com os transportes

o Serviços relacionados com os transportes.


o Sistemas relacionados com os transportes.
o Políticas relacionados com os transportes
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os transportes, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os transportes, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a proteção civil

o Serviços relacionados com a proteção civil.


o Sistemas relacionados com a proteção civil.
o Políticas relacionadas com a proteção civil.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a proteção civil, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a proteção civil, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a área jurídico-legal

o Serviços relacionados com a área jurídico-legal.


o Sistemas relacionados com a área jurídico-legal.
o Políticas relacionados com a área jurídico-legal.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a área jurídico-legal, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a área jurídico-legal, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com associações e organizações

o Serviços relacionados com associações e organizações.


o Sistemas relacionados com associações e organizações.
o Políticas relacionadas com associações e organizações.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com associações e organizações, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com associações e organizações, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com os meios de comunicação

o Serviços relacionados com os meios de comunicação.


o Sistemas relacionados com os meios de comunicação.
o Políticas relacionadas com os meios de comunicação.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os meios de comunicação, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com os meios de comunicação, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a economia

o Serviços relacionados com a economia.


o Sistemas relacionados com a economia.
o Políticas relacionados com a economia.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a economia, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a economia, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a segurança social

o Serviços relacionados com a segurança social.


o Sistemas relacionados com a segurança social.
o Políticas relacionadas com a segurança social.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a segurança socia, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a segurança social, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços relacionados com o apoio social em geral

o Sistemas relacionados com o apoio social em geral.


o Políticas relacionados com o apoio social em geral.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o apoio social em geral, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o apoio social em geral, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a saúde

o Serviços relacionados com a saúde.


o Sistemas relacionados com a saúde.
o Políticas relacionados com a saúde.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a saúde, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a saúde, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com a educação e a formação profissional

o Serviços relacionados com a educação e formação profissional.


o Sistemas relacionados com a educação e formação profissional.
o Políticas relacionados com a educação e formação profissional.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a educação e a formação profissional,
outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com a educação e a formação profissional, não
especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com o trabalho e o emprego

o Serviços relacionados com trabalho e emprego.


o Sistemas relacionados com trabalho e emprego.
o Políticas relacionados com trabalho e emprego.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o trabalho e o emprego, outros
especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o trabalho e o emprego, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas relacionados com o sistema político

o Serviços relacionados com o sistema político.


o Sistemas relacionados com o sistema político.
o Políticas relacionadas com o sistema político.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o sistema político, outros especificados.
o Serviços, sistemas e políticas relacionados com o sistema político, não especificados.
info

2. NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS: INTERAÇÃO ENTRE FATORES


INTRÍNSECOS E FATORES AMBIENTAIS

 Serviços, sistemas e políticas, outros especificados.


 Serviços, sistemas e políticas, não especificados.
info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA


info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Para uma flexibilização da organização escolar visando o bom


funcionamento da educação especial, devem as escolas ou
agrupamentos de escolas contemplar nos seus projetos educativos as
adequações relativas ao processo de ensino e de aprendizagem, de
carácter organizativo e de funcionamento, necessárias à resposta
educativa aos alunos que se enquadram na educação especial.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Nos projetos educativos da escola deverão estar registadas, entre outras, as ações e respostas
específicas a implementar, as parcerias a estabelecer, as acessibilidades físicas a efetuar,
assegurando assim a participação dos alunos com necessidades educativas especiais de
carácter permanente nas atividades de cada grupo ou turma e da comunidade educativa em
geral.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 No âmbito do serviço docente, os processos de referenciação e de


avaliação assumem um carácter prioritário e obrigatório, devendo os
docentes priorizar a sua execução sobre toda a atividade docente,
integrando-a na componente não letiva do seu horário de trabalho.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 As atividades de serviço não docente, no âmbito da educação especial, devem ser


desenvolvidas por técnicos com formação profissional e perfil adequados.

 Sempre que os quadros dos recursos humanos do agrupamento de escolas não disponham
dos técnicos necessários, poderá o agrupamento recorrer à aquisição desses serviços nos
termos da lei.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 No âmbito da educação especial, a articulação com os serviços da


comunidade assume a maior importância numa ótica de rentabilização de
recursos.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Neste sentido, as escolas ou agrupamentos de escolas devem estabelecer parcerias com


instituições particulares de solidariedade social e centros de recursos especializados.

 Os processos de cooperação e de parceria possibilitam aos agrupamentos uma maior


qualidade e eficiência no que se refere às respostas a desenvolver para os alunos com
necessidades educativas especiais de carácter permanente desde o momento da
referenciação até à conclusão da escolaridade ou à sua integração em áreas relacionadas com
o emprego ou atividades ocupacionais.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Estas parcerias facilitarão também a implementação de estratégias de suporte à família.

 Os pais ou encarregados de educação têm o direito e o dever de participar e cooperar


ativamente em tudo o que se relacione com a educação do seu filho ou educando bem como
aceder a toda a informação constante no processo individual do aluno, designadamente no que
diz respeito às medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão.
info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Os pais assumem um papel fundamental no processo educativo dos seus


filhos, cabendo à escola incentivar a sua participação através de melhorias
ao nível da comunicação, das atitudes e no envolvimento das famílias na
educação dos seus filhos.

 A colaboração entre a escola e a família está intimamente ligada ao


sucesso escolar dos alunos.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Pais ou Encarregados de Educação - Direitos e Deveres


info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Direitos

o Participar nas reuniões da equipa multidisciplinar.


o Participar na elaboração do relatório técnico-pedagógico.
o Participar e acompanhar a definição e implementação das medidas a aplicar.
o Participar na elaboração e na avaliação do programa educativo individual.
o Receber uma cópia do relatório técnico-pedagógico e, se aplicável, do programa educativo individual e
do plano individual de transição.
o Solicitar a revisão do programa educativo individual.
o Consultar o processo individual do seu filho ou educando.
o Ter acesso a informação compreensível relativa à educação do seu filho ou educando.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Deveres

o Cooperar com os professores no desempenho da sua missão pedagógica, ou com outros agentes
educativos, em especial na implementação de medidas de suporte à aprendizagem.
o Disponibilizar toda a informação relevante para efeitos de determinação de medidas de suporte à
aprendizagem.
o Acompanhar ativamente a vida escolar do seu educando.
o Respeitar a autonomia pessoal do seu filho ou educando, nomeadamente o direito a ser ouvido e a
participar ativamente em todos os assuntos do seu interesse, tomando em consideração os seus
interesses e preferências.
o Fundamentar a necessidade de revisão do programa educativo individual.
o Solicitar junto da escola informação sobre o processo educativo do seu educando.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 A missão da escola deve passar por promover a articulação entre os professores, os pais e,
sempre que possível, o próprio aluno. Neste sentido todos devem conjugar esforços para a
eliminação de barreiras que possam surgir do diálogo e colaboração entre professores e pais.

 Os pais têm o direito, e devem ser encorajados pelos professores, a participar ativamente na
definição de medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão.
info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Os pais são uma fonte de informação privilegiada, constituindo a sua


participação uma mais-valia quer para os professores, quer para os
próprios pais e evidentemente para os alunos.

 Constituem exceção as situações em que estes, comprovadamente, não


exerçam o seu direito de participação, no processo educativo dos seus
filhos.
info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Neste caso, competirá à escola desencadear as medidas apropriadas a


cada aluno.
info

3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Assim, os pais devem procurar:

o Ouvir os filhos quando regressam da escola. ajudá-los nas tarefas escolares. estar atentos e acompanhar as
aprendizagens que os filhos vão realizando e contactar a escola com regularidade.
o Informar-se sobre os progressos escolares e encontrar formas de acompanhar o que ocorre na escola.
o Participar nos encontros com os professores e colaborar na resposta a eventuais dificuldades. Ser,
de facto, um parceiro da escola.
o Participar em atividades, tais como, celebração de datas comemorativas, feiras, atribuição de
prémios, atividades de voluntariado, entre outras.
o Colaborar na definição do projeto educativo da escola.
o Envolver-se nas atividades da biblioteca, nas atividades desportivas e culturais e em projetos de
cidadania, entre outras.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Apesar da presença dos pais na escola ser cada vez mais uma constante,
um dos grandes desafios que se coloca é tornar a sua participação
efetiva, sendo para isso fundamental que a escola disponibilize
informação percetível, estabeleça uma boa comunicação, crie uma
relação de confiança e promova uma cultura de envolvimento dos pais.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 A escola pode, por exemplo, utilizar instrumentos e disponibilizar meios


que possibilitem a consulta e o acompanhamento, por parte dos pais, do
progresso das aprendizagens do seu filho, nomeadamente através do
acesso a registos periódicos de avaliação contínua/formativa.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Pode ainda promover atividades onde os pais têm a oportunidade de


conhecer a equipa pedagógica ou outros profissionais de referência para o
aluno, os espaços e ambientes de aprendizagem e, quando aplicável, a
entidade de acolhimento nos períodos de formação em contexto de
trabalho, entre outros.
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3. INTERAÇÃO FAMÍLIA/EQUIPA EDUCATIVA

 Um adequado envolvimento parental constitui um preditor do sucesso


escolar dos seus educandos, em especial na melhoria das competências
sociais e do comportamento.

 Assumindo um compromisso comum, a escola deve potenciar o


envolvimento dos pais e estes devem envolver-se com a escola e nas
atividades escolares.
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 EDUCAÇÃO INCLUSIVA E NECESSIDADES


EDUCATIVAS ESPECÍFICAS

 UFCD 9649