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MÓD U LO 1 e 2

HSST

RO F I S SI O N A IS
RISCOS P
H O A L IM E N TA R
RETAL
MÓ D U LO 1
HSST

RO F I S SI O N A IS
RISCOS P
H O A L IM E N TA R
RETAL
Apresentação
Plano de Formação

O vosso plano formativo é constituído pelos seguintes módulos de formação:

Abraça o Conhecimento!
Objetivos

No final deste módulo de formação pretende-se que os formandos:

• Conheçam as competências chave de um Operador para o desenvolvimento de tarefas


profissionais de forma segura no seu dia a dia em loja e na secção;
• Reflitam sobre que comportamentos permitem a manutenção e o desenvolvimento das
condições de segurança do trabalho;
• Compreendam a importância da actitude individual para o reforço das boas práticas de
Higiene, Segurança e Saúde do Trabalho;
• Percebam o impacto de cada uma das Interações e comportamentos na construção de um
ambiente laboral saudável e seguro.
Programa – Módulo 1
11
Abertura: Conceitos-Chave 60 min
Introdução à Ambiente no
Higiene, Acidente de Doenças
Trabalho Local de
Segurança, e Profissionais Trabalho
Saúde do Trabalho

2 3 4 5
30 min 60 min 60 min 75min

Segurança no Plano de
Local de Medidas de Sinalética de Emergência
Trabalho Prevenção Segurança

6 7 8 9
60 min 30 min 30 min 30 min

10
Fecho: Resumo do Dia 15 min
Programa – Módulo 2
11
Abertura: Resumo do Dia Anterior 15 min

Equipamentos Movimentação Trabalhos em


Quedas Objectos de Queda de
de Protecção Manual de Ambientes de
(altura/nível) Corte Objectos
Individual Cargas Frio

2 3 4 5 6 7
45 min 45 min 30 min 45 min 30 min 30 min

Máquinas e Movimentação
Equipamentos Riscos Produtos Resposta à
Mecânica de
de Trabalho Eléctricos Químicos emergência
Cargas

8 9 10 11 12
90 min 30 min 30 min 60 min 15 min

13 Fecho: Mesa Redonda 15 min


Módulo 1
1
Abertura
Conceitos Chave
“O que será?”
CONCEITOS CHAVE
A B
Perigo Risco

C D
Acontecimento
Dano
perigoso
CONCEITOS CHAVE
Perigo

Perigo:

Propriedade ou capacidade intrínseca de um


componente de trabalho (materiais,
equipamentos, métodos e práticas de trabalho,
por exemplo) potencialmente causadora de
danos.

IDENTIFICA-SE
CONCEITOS CHAVE
Risco

R I S C O

Risco:

Probabilidade do potencial danificador (perigo)


ser atingido nas condições de uso e/ou
exposição, bem como a possível amplitude do
dano.

CONTROLA-SE
CONCEITOS CHAVE
Acontecimento Perigoso

Acontecimento perigoso:

Acontecimento suscetível de causar um dano


para a saúde.
CONCEITOS CHAVE
Dano

Dano:

Lesão física e/ou atentado à saúde ou bens.


CONCEITOS CHAVE
Do Perigo ao Dano

PERIGO: Trabalho na proximidade Acontecimento Perigoso:


de piso escorregadio Circular por cima do piso
escorregadio e não ter
visibilidade

Piso
escorregadio

RISCO: Queda ao
nível

Dano: Fratura e traumatismo


superficial
2
Introdução à
Higiene Segurança e
Saúde do Trabalho
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Porquê?

A segurança dos locais de trabalho constitui uma preocupação de carácter social que impulsionou a
criação de legislação laboral:

Protecção de terceiros (vizinhança)


Prevenção do ponto de vista dos
contra riscos provenientes da
1 instalação e funcionamento de
estabelecimentos industriais
2 trabalhadores, da sua vida,
integridade física, psíquica e moral.

Cabe ao Estado, em primeira instância proteger a nível


3 legislativo e administrativo os trabalhadores contra os
acidentes de trabalho e os riscos profissionais.

A nova imagem do Trabalhador, é a que tem a “Dignidade do Homem” e não de “Máquina Produtiva”
A Declaração Universal dos Direitos do Homem, consagra no artigo 3º que o trabalhador tem direito à
segurança, e ao trabalho em condições equitativas e satisfatórias.
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Conceito

• “A Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho é antes de tudo uma questão cultural e


só depois uma questão política e económica, em virtude de estarmos a falar do
Homem enquanto trabalhador e consequentemente, o “motor” do progresso social
e humano.”

• Um dos conceitos-chaves da prevenção dos riscos profissionais e da promoção da


saúde no trabalho é a participação efectiva e concreta dos trabalhadores e dos seus
representantes.
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Legislação

Decreto 31/94 de 5 de Agosto


• Reconhece pela primeira vez na história da nossa legislação laboral, dois direitos
fundamentais e indissociáveis:
 O direito à saúde no local de trabalho;
 O direito à participação dos trabalhadores e seus representantes em matéria de:
• Prevenção dos riscos profissionais (doenças e acidentes de trabalho);
• Protecção da saúde;
• Promoção do seu bem-estar físico, mental e social;
• Organização e funcionamento dos serviços de HSST.
 Mas também define o dever do trabalhador de participar na prevenção dos riscos
profissionais, na protecção da sua saúde e na promoção do seu bem-estar físico, mental
e social. Ou seja, o direito à saúde não é apenas equivalente a igualdade de
oportunidades no acesso a serviços de saúde (preventivos ou outros).
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Legislação

Decreto 31/94 de 5 de Agosto

• Reconhece explicitamente o direito à participação dos trabalhadores e seus


representantes, sob a forma de certos direitos:
 

 Direito à Informação
 Direito à Formação
 Direito de Representação
 Direito de Consulta
 Direito a Recusar o Trabalho
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Decreto 31/94 de 5 de Agosto

Resumo
Empresas com mais de 50 trabalhadores:

• Criar o Sistema de HSST com técnicos cujas funções são:


 Fazer auto inspecções
 Assessorar a Comissão de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CPAT) e apoiar a
organização sindical neste domínio
 Colaborar com a CPAT na investigação dos acidentes ocorridos na empresa
 Propor medidas à entidade empregadora
 Instruir os trabalhadores
 Elaborar relatório mensal e trimestral das actividades de HSST e informar a entidade
empregadora e entidades competentes

• Medicina no trabalho – Só para empresas que reúnam condições e instalações


HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Decreto 31/94 de 5 de Agosto

Resumo
• Edifícios:
 Locais de trabalho com o mínimo de 3m de pé direito
 Pisos sem saliências nem depressões
 Aberturas, pisos e paredes protegidas para impedir queda de pessoas ou objectos
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Decreto 31/94 de 5 de Agosto

Resumo
• CPAT - PRESIDENTE + SECRETÁRIO (TECNICO HSST)
 mínimo 4, máximo 12 pessoas
 dirigida por presidente eleito pela entidade empregadora
 assessorado por técnico designado pela empresa

OBJECTIVOS:

• auto inspecção
• sugerir medidas de prevenção
• auxiliar instrução dos trabalhadores
• apoiar os serviços de HST
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Legislação

Decreto Executivo 6/96 de 2 de fevereiro


• Reconhece a obrigatoriedade de execução do Relatório Técnico Anual, para:
 Diagnosticar riscos
 Declarar dados dos acidentes: causas e medidas tomadas
 Reportar o número de trabalhadores expostos a condições anormais de trabalho
 Relatar as actividades técnicas desenvolvidas pela CPAT
• Define a responsabilidade do Ministério do Trabalho de Inspeccionar as condições
de Trabalho:
 Controle seguro de acidentes de trabalho
 Aplicação de coimas
 remeter para tribunal situações de incumprimento
• Regulamenta o regime de Pensões
HIGIENE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Começar com Segurança
3
Acidente de
Trabalho
ACIDENTE DE TRABALHO
Conceitos

• É ACIDENTE DE TRABALHO, aquele que se verifique no local e tempo de trabalho e


produza directa ou indirectamente lesão corporal, perturbação funcional ou
doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a
morte.
• Entende-se por LOCAL DE TRABALHO todo o lugar em que o trabalhador se
encontra ou deva dirigir-se em virtude do seu trabalho em que esteja, directa ou
indirectamente, sujeito ao controlo do empregador.
• Entende-se por TEMPO DE TRABALHO, além do período normal de laboração, o
que preceder o seu início em actos de preparação ou com ele relacionados, e
ainda as interrupções normais ou forçosas de trabalho.
ACIDENTE DE TRABALHO
Conceitos

• Considera-se acidente de trabalho, o ocorrido no trajecto de ida e de regresso para


o local de trabalho, estando compreendidos os acidentes que se verifiquem no
trajecto normalmente utilizado e durante o período de tempo habitualmente gasto
pelo trabalhador:
 Entre a sua residência habitual ou ocasional, desde a porta de acesso para áreas comuns do
edifício ou para a via pública, até às instalações que constituem o seu local de trabalho;
 Entre os locais referidos na alínea anterior e o local do pagamento da retribuição ou no local onde
ao trabalhador deva ser prestada qualquer forma de assistência ou tratamento por virtude de
anterior acidente e enquanto aí permanecer para esses fins;
 Entre o local de trabalho e o de refeição;
 Entre o local onde por determinação da entidade empregadora presta qualquer serviço
relacionado com o seu trabalho e as instalações que constituam o seu local de trabalho habitual.

• Incidente de trabalho pode definir-se como um acontecimento perigoso que ocorra


como resultado de uma acção ou inacção, mas que não origine quaisquer
ferimentos ou morte.
ACIDENTE DE TRABALHO
Causas

• Relativamente aos acidentes, as estatísticas apontam que 80% da sua origem é


devida a falhas humanas, 18% devem a sua origem a falhas técnicas, e 2% a causas
imprevistas.

• No que diz respeito ao factor humano podemos considerar como causa de


acidente:
 A ignorância - que pode ocorrer por falta de esclarecimento do trabalhador ou desinteresse deste,
por se familiarizar com os riscos do tra­balho;
 Faltas de atenção – que podem decorrer das condições de trabalho, ou serem um traço da
personalidade da própria pessoa;
 Inobservância das regras de segurança - que pode ser causada por faltas de atenção ou devida à
pouca insistência com que a empresa as divulga. A falta de observação das regras de segurança
pode ser também o resultado do relaxamento do trabalhador, daí surgindo a fadiga.
 A fadiga - pode por sua vez, ser devida ás condições de trabalho em si, mas pode resultar do facto
do trabalhador ter participado num trabalho extra, na véspera, ou por exemplo numa festa.
ACIDENTE DE TRABALHO
Consequências para o Trabalhador

• Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais acarretam, para o trabalhador,


um conjunto de consequências, temporárias ou permanentes, quer a nível pessoal
quer a nível laboral.

• Quando a lesão causa a morte, as consequências são ainda mais gravosas pois que,
além da motivada pelo luto, muitas vezes regista-se o desmoronamento da
estrutura de sustento do agre­gado familiar, quando é o sinistrado a contribuir, em
maior medida, para a economia doméstica.

• Acresce ainda que, em algumas lesões, como por exemplo as causadas por
radiações ionizantes, poderão ocorrer efeitos nos descendentes das vítimas, com
consequências físicas e psicológicas relevantes, para além dos custos com a
assistência médica necessária.
ACIDENTE DE TRABALHO
Consequências para o Trabalhador

• Registem-se, ainda, as situações de duplo emprego em que a remuneração obtida


na segunda empresa sofrerá, também, um rebate decorrente do sinistro ocorrido
na primeira.

• O acidente e a doença provocam um sofrimento pessoal que não é quantificável


em termos financeiros. Pode, também, conduzir a uma grave degradação da
situação social, caracterizada por uma diminuição da segurança e uma alteração
dramática das circunstâncias sociais, em particular quando o indivíduo se vê
forçado a abandonar o emprego.
ACIDENTE DE TRABALHO
Consequências para a Empresa

• Para a empresa, os acidentes podem representar vários tipos de consequências:


 Perda de um trabalhador;
 Diminuição da produtividade;
 Aumento do absentismo;
 Acréscimo de contribuições para regimes de protecção social;
 Danos a nível do equipamento;
 Desperdício de materiais;
 Incumprimento de prazos;
 Custos emergentes de acções em tribunal;
 Acréscimo da rotação de pessoal;
 Aumento do prémio de seguro;
 Coimas;
 Indemnizações;
 Consequências penais;
 Danos na imagem;
 Necessidade de trabalho suplementar;
“Análise de
Custos”
ACIDENTE DE TRABALHO
Consequências para a Empresa

• Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais podem representar perdas


financeiras significativas para as empresas.

• Alguns estudos levados a efeito no seio da União Europeia, indicam que os custos
da sinistralidade representam cerca de 4% do P.I.B., o que não deixa de ser
preocupante. Há, contudo, outros estudos cujas conclusões são, ainda, mais
assustadoras: é o caso do estudo conduzido pelo Hesita and Saíety Executive, na
Grã-Bretanha, segundo o qual o custo global, para os empregadores, dos acidentes
e doenças profissionais ou doenças emergentes do trabalho está estimado entre
5% a 10% do volume de negócios das empresas britânicas. Um outro estudo
daquela entidade evidenciou que os custos decorrentes dos acidentes de trabalho
representavam 8 a 36 vezes os custos dos prémios de seguro.
ACIDENTE DE TRABALHO
Custos

• As consequências são normalmente classificadas em termos de custos directos e


indirectos:

Custos directos: Custos indirectos:


 Despesas médicas, hospitalares e  Estragos nas máquinas
farmacêuticas ferramentas e matérias
 Indemnizações por salários perdidos  Perda de tempo para socorrer
 Pensões por invalidez ou morte as vítimas e reparar os
estragos
 Despesas com deslocações
 Atrasos na produção
 Gastos de reabilitação
 Desorganização na produção
 Despesas administrativas
 Tempo gasto em inquéritos e
investigação
 Mau clima social

A PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO EXERCE UM BOM EFEITO SOBRE O


RENDIMENTO DAS EMPRESAS E NO MODO COMO O TRABALHADOR DESEMPENHA AS
SUAS FUNÇÕES.
ACIDENTE DE TRABALHO
Reparação

• A característica essencial do acidente de trabalho é a sua reparação, quer em


termos pecuniários, quer em prestações de outra espécie, tais como despesas
hospitalares, medicamentos, etc. Porém existem situações, que dada a sua
natureza resultam na perda dessa característica essencial, ou seja, o acidente deixa
de ser indemnizável, não perdendo, no entanto, a sua definição jurídica de acidente
de trabalho.

• Se qualquer dessas situações se verificar, o trabalhador sinistrado poderá ver o seu


acidente descaracterizado, e em consequência desse facto, não ter direito a uma
indemnização ou pensão, ou ainda qualquer das prestações previstas neste novo
regime jurídico.
ACIDENTE DE TRABALHO
Reparação

• Nestes termos, não dá lugar a reparação o acidente:


 Que for dolosamente provocado pelo sinistrado ou provier do seu acto ou omissão, que importe
violação, sem causa justificativa das condições de segurança, estabelecidas pela entidade
empregadora.
 Que provier exclusivamente de negligência grosseira do sinistrado, entendendo-se por negligência
grosseira
 Que resultar da privação permanente ou acidental do uso da razão do sinistrado nos termos da lei
civil, salvo se tal privação derivar da própria prestação do trabalho, for independente da vontade
do sinistrado ou se a entidade empregadora conhecendo o estado do sinistrado, consentir na
prestação.
 Que provier de caso de força maior

SE O ACIDENTE TIVER SIDO PROVOCADO POR OUTRO TRABALHADOR OU TERCEIROS, O DIREITO À


REPARAÇÃO NÃO PREJUDICA O DIREITO DE ACÇÃO CONTRA AQUELES, NOS TERMOS DA LEI GERAL. OU SEJA,
O TRABALHADOR SINISTRADO NESTAS CIRCUNSTÂNCIAS, ALÉM DE TER DIREITO À CORRESPONDENTE
INDEMNIZAÇÃO, PODERÁ AINDA SE ASSIM O DESEJAR, DEMANDAR CIVIL OU PENALMENTE OS
RESPONSÁVEIS PELO RESPECTIVO ACIDENTE. NO ENTANTO, SE O TRABALHADOR RECEBER DE OUTROS
TRABALHADORES OU TERCEIROS, INDEMNIZAÇÃO SUPERIOR À DEVIDA, PELA ENTIDADE EMPREGADORA OU
SEGURADORA, ESTA CONSIDERA-SE DESONERADA DA RESPECTIVA OBRIGAÇÃO E TEM DIREITO A SER
REEMBOLSADA PELO SINISTRADO DAS QUANTIAS QUE TIVER PAGO OU DESPENDIDO.
ACIDENTE DE TRABALHO
Reparação

• Reparações em Espécie
 Prestações de natureza médica, cirúrgica de enfermagem, hospitalar, medicamentosa e quaisquer
outras, incluindo tratamentos termais, fisioterapia e o fornecimento de prótese, seja qual for a sua
forma, desde que necessárias e adequadas ao diagnóstico ou ao restabelecimento do estado de
saúde físico ou mental e da capacidade de trabalho ou de ganho do sinistrado.
 Transporte e estadia, designadamente para observação, tratamento, comparência a juntas médicas
ou a actos judiciais.
 Readaptação, reclassificação e reconversão profissional.

• Reparação em Dinheiro
 Remuneração no período das faltas ao serviço motivadas por acidente ao serviço ou doença
profissional.
“Insegurança no
Trabalho”
PRÉMIO SEGURANÇA NO TRABALHO

Imaginação sem
Limites

Edição 2016
VIDA POR UM FIO...
DESENRASCA
TÍPICO
QUEM MAL SOBE, DEPRESSA DESCE!
EQUILÍBRIO PRECÁRIO
ERGONOMIA NOS ANDES
TIREM-ME DESTE FILME
EQUILÍBRIO
PROFISSÃO DE RISCO
PROFISSÃO, MECÂNICO NO VOO
QUEM POUCO CUIDA CEDO DESCUIDA
MENÇÃO HONROSA
SÓ!
TRABALHO DE ALTO RISCO
4
Doenças
Profissionais
DOENÇAS PROFISSIONAIS
Conceitos

• A Doença Profissional decorre de uma alteração bastante definida do estado de


saúde, provocada por um agente ou processo específico. Nas doenças profissionais
que constam de listagem própria – a Lista de Doenças Profissionais - conhecem-se
com rigor a causa e os seus efeitos.
 Uma doença é profissional se constitui consequência directa da exposição mais ou menos
prolongada a um risco físico, químico ou biológico que existe no momento do exercício da
profissão ou resulta das condições em que é exercida a actividade profissional.
• Doenças Causadas pelo Trabalho, ou seja lesões, perturbações funcionais ou doenças não
incluídas na lista, mas que são consequência directa e necessária da actividade exercida pelos
trabalhadores e não representam desgaste no organismo.
• Doenças Agravadas pelo Trabalho são as que, não tendo como causa directa o exercício da
profissão, vêem a sua evolução influenciada pelo exercício da mesma profissão.
DOENÇAS PROFISSIONAIS
Lista de Doenças Profissionais

• A Lista Nacional de doenças profissionais classifica as doenças de acordo com as seguintes


características:

 Doenças provocadas por agentes químicos

 Doenças do aparelho respiratório

 Doenças cutâneas

 Doenças provocadas por agentes físicos

 Doenças infecciosas e parasitárias

 Tumores

 Manifestações alérgicas das mucosas


“Como aparecem
as doenças?”
5
Ambiente no Local
de Trabalho
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Conceitos

• American Industrial Hygienist Association


 Higiene do Trabalho é a ciência eu estuda o reconhecimento, avaliação e controlo dos factores
ambientas que podem ocasionar doenças, destituir saúde e o bem-estar ou criar algum mal-estar
significativo entre os trabalhadores ou cidadão da comunidade.

• Livro Verde dos Serviços de Prevenção


 A Higiene do Trabalho abrange um conjunto de metodologias não médicas necessárias para a
prevenção de doenças profissionais, tendo como principal campo de acção o controlo de agentes
físicos, químicos e biológicos presentes nos componentes materiais do trabalho.

A ANTECIPAÇÃO DE RISCOS E A PREVENÇÃO SÃO A FORMA DE CONTROLAR


AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Conceitos

Contaminante Trabalhador

Identificação
Controlo
ambiental
Medição

Critérios de
Controlo Valoração
valoração
periódico

Situação Situação
controlada perigosa
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Conceitos

Ruído Vibrações

Iluminação

Ventilação

Ambiente térmico
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Conceitos

Agentes Biológicos
Qualidade do
Ar Interior

Radiações

Agentes Químicos
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco
Iluminação
 Os locais de trabalho devem dispor de iluminação adequada que assegure o desempenho
visual das tarefas e um ambiente concordante com as exigências de SST.

• Uma iluminação deficiente pode dar origem a riscos:


 Fadiga ocular: irritação, redução da acuidade visual, menor rapidez perceptiva;
 Fadiga visual: menor velocidade de reacção, sensação de mal-estar, cefaleia e insónias
 Acidentes de trabalho
 Posturas incorrectas de trabalho

• Adequada de acordo com os Locais de Trabalho


 Mínimo para locais de trabalho onde não se realizem actividades -100 a 150 Lx (Trabalhos que não
exijam esforço visual)
 Classe I - tarefas visuais simples, que não exigem grande esforço - 250 a 500 Lx (Sala de Aulas)
 Classe II - observação contínua de detalhes médios e finos 5OO a 1000 Lx. (Bordar, pintar quadros)
 Classe III - tarefas visuais continuas e precisas - 1000 a 2000 Lx. (Reparação de relógios)
 Classe IV - trabalho visual muito preciso, exigindo grande esforço - > 2000 Lx (Cirurgia)
“A Iluminação no
nosso dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

Ambiente Térmico
 O estudo do ambiente térmico no interior dos locais de trabalho deve atender à necessidade
de obtenção de condições aceitáveis em termos de saúde e conforto e ser adequado ao
organismo humano, em função do processo produtivo, dos métodos de trabalho utilizados e
da carga física a que os trabalhadores estão sujeitos (condições de conforto para 80% ou
mais dos ocupantes).

• Um ambiente térmico desajustado pode dar origem a:


 desconforto e mal estar psicológico
 absentismo elevado
 redução da produtividade
 aumento da frequência dos acidentes
 efeitos fisiológicos
• O calor excessivo pode causar decréscimo do rendimento, dores de cabeça, náuseas,
vertigens, sudação, fadiga cardíaca, desequilíbrio mineral e hídrico, queimaduras, distúrbios
de estímulo-reacção e fadiga térmica.
• O frio pode reduzir o tempo de reacção, aumentar a tensão, causar distúrbios do ritmo
cardíaco, diminuir a sensibilidade, hipotermia e o congelamento.
“Ambiente
Térmico no nosso
dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

Ruído
 O ruído está na origem de um incómodo significativo para o trabalhador, desencadeador
de trauma auditivo e alterações fisiológicas extra-auditivas.
 Do ponto de vista fisiológico o ruído é um fenómeno acústico que produz uma sensação
auditiva desagradável ou incomodativa, nocivo para o homem.
 O ruído tem também efeitos a nível da inteligibilidade da palavra (importante para garantir
a segurança) e da prestação de trabalho, por favorecer a redução da concentração, a falta
de compreensão de instruções e avisos e a incapacidade de detectar algumas anomalias no
processo produtivo.

• Efeitos para a Saúde


AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Ruido

• Limites recomendados de exposição ao ruído, de acordo com o número de horas


de exposição.

Horas de Exposição Nível de Ruído (Db)


8 90
6 92
4 95
3 97
2 100
1 1/2 102
1/2 110
¼ ou menos 115
“Ruído no nosso
dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

Vibrações
 vibração mecânica é um movimento oscilatório de um corpo em torno do seu ponto de
equilíbrio. As vibrações mecânicas surgem sob a acção de forças variáveis e podem
transmitir-se a outros objectos por contacto directo. É o caso da energia vibratória
mecânica dos martelos pneumáticos, por exemplo.

• A frequência exprime-se pelo número


• Podemos distinguir dois tipos de de vibrações por segundo em três
vibrações: categorias:

 as transmitidas a todo o corpo (p.ex.  de baixíssima frequência, produzidas


no assento duma retroescavadora) por meios de transporte;
 de baixa frequência, produzidas por
 as transmitidas ao sistema veículos e máquinas industriais;
mão/braço, ou seja as vibrações ou
choques de ferramentas e  de alta frequência, produzidas por
máquinas ao nível das mãos. ferramentas manuais rotativas ou de
percussão.
“Vibrações no
nosso dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

Qualidade do Ar
 A ventilação é o processo de insuflação e extracção de ar através de meios naturais ou
mecânicos, com o objectivo de proporcionar condições de bem-estar aos trabalhadores e
demais utilizadores. A ventilação permite a renovação do ar de um Socai, substituindo o ar
viciado por ai novo.

• TIPOS DE VENTILAÇÃO • MEDIDAS DE PREVENÇÃO


 A ventilação pode ser natural ou  Concepção de sistemas fiáveis e eficazes;
artificial.  Obtenção de ar puro através de equipa­mentos
 Natural é a resultante do movimento em bom estado de funcionamento e com
natural do ar através das diversas dispositivos de detecção de avarias;
aberturas existentes nas paredes e  Verificar a regularidade das operações de
nas coberturas dos edifícios. limpeza, manutenção e inspecção
 Artificial é a que se obtém através de  Manual de operação e manutenção;
meios mecânicos.
 Utilização de EPI sempre que não for possível
eliminar ou reduzir as concentrações dos
produtos para valores aceitáveis.
“Qualidade do Ar
no nosso dia-a-dia
de trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

Agentes Químicos
 Substâncias químicas, utilizadas nos processos de produção industrial, lançadas no
ambiente de trabalho através de processos de pulverização, fragmentação ou emanações
gasosas. Essas substâncias podem apresentar-se nos estados sólido, líquido e gasoso.

• Estado Sólido
 poeiras de origem animal, mineral e vegetal

• Estado Líquido
 solventes, tintas, vernizes ou esmaltes

• Estado Gasoso
 GLP (gás liquefeito de petróleo), usado como combustível

 gases libertados nos processos de transformação das matérias-primas..


“Agentes
Químicos no nosso
dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

• Ergonomia
Capacidades e limitações do
Características humanas Ergonomia ser humano

Prevenção

Distúrbios Lesões músculo


Fadiga Lombalgias
de visão esqueléticas

• Métodos de trabalho
• Equipamentos/tecnologia
Adaptação do
• Postos de trabalho
•trabalho
Produtos ao Homem
“Ergonomia no
nosso dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Principais Agentes de Risco

• Riscos Psicossociais do Trabalho

Interacções
Capacidades, necessidades e
Ambiente Laboral
expectativas

Satisfação no trabalho Costumes e cultura

Condições pessoais fora do


Condições de organização
trabalho

Repercussões

Rendimento no Satisfação no
Saúde
trabalho trabalho
“Risco
Psicossocial no
nosso dia-a-dia de
trabalho”
AMBIENTE NO LOCAL DE TRABALHO
Agente de Risco
6
Segurança no Local
de Trabalho
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Máquinas e Equipamentos

• A Segurança de Máquinas deve estabelecer um


conjunto de obrigações para fabricantes e
comerciantes.

• Dá-se o privilégio aos parâmetros de segurança


integrados na fase de projecto.

• Devem ser utilizadas especificações técnicas


reconhecidas – Normas Harmonizadas.

• As Normas estabelecem as exigências essenciais de


segurança. A Legislação e as práticas administrativas
devem respeitá-las de modo a funcionarem como
garantia de circulação de mercadorias.
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Riscos Eléctricos

• PRINCIPAIS EFEITOS DA CORRENTE ELÉCTRICA

• Percepção

• Tetanização

• Paragem respiratória

• Queimaduras

• Fibrilação ventricular
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Riscos Eléctricos

• É necessário ter cuidado com a proximidade de cabos aéreos ou subterrâneos sob tensão.
Devem respeitar-se as distâncias de segurança

• Só devem ser utilizadas lâmpadas portáteis regulamentares e nunca lâmpadas instaladas


provisoriamente
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Riscos Eléctricos

• as junções, as fichas, etc, devem ser manipuladas com prudência. Devem utilizar-se fichas e
tomadas de corrente normalizada

• Não deixar cabos em contacto com arestas vivas. Os isoladores dos cabos eléctricos são o que
nos garante segurança. É necessário proteger o mais possível as canalizações eléctricas contra
risco de esmagamento
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Riscos Eléctricos

• Para se retirar uma ficha de uma tomada de corrente deve puxar-se pela ficha e não pelo cabo
de alimentação

• Nunca se devem fazer ligações ou arranjos provisórios, nem modificar instalações eléctricas.
Deve chamar-se um profissional
SEGURANÇA NO LOCAL DE TRABALHO
Riscos Eléctricos
“Electricidade no
nosso dia-a-dia de
trabalho”
7
Medidas de
Prevenção
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Protecção Colectiva

Equipamentos de Protecção Colectiva (EPC´s)

• Devem ter prioridade, conforme determina a legislação.


• Beneficiam todos os trabalhadores, indistintamente
• Os EPCs devem ser mantidos nas condições que os especialistas em segurançaestabelecerem,
devendo ser reparados sempre que apresentarem qualquer deficiência.
• Exemplos de aplicação de EPCs:
 Sistema de exaustão que elimina gases, vapores ou poeiras contaminantes do local de trabalho;
 Enclausuramento de máquina ruidosa para livrar o ambiente do ruído excessivo;
 Comando bimanual, que mantém as mãos ocupadas, fora dazona de perigo, durante o ciclo de uma
máquina;
 Cabo de segurança para conter equipamentos suspensos sujeitos a esforços, caso venham a se
desprender.

QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL ADOPTAR MEDIDAS DE SEGURANÇA DE ORDEM GERAL, PARA
GARANTIR A PROTECÇÃO CONTRA OS RISCOS DE ACIDENTES E DOENÇAS PROFISSIONAIS,
DEVEM-SE UTILIZAR OS EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL, CONHECIDOS PELA SIGLA
EPI.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Protecção Individual

Equipamentos de Protecção Individual (EPI´s)

• Equipamento destinado a ser usado ou detido pelo trabalhador para a sua protecção contra
um ou mais riscos susceptíveis de ameaçar a sua segurança ou saúde no trabalho.
• A selecção dos dispositivos (ou equipamentos) de protecção individual (EPI) deverá ter em
conta:

 Os riscos a que está exposto o trabalhador

 As condições em que trabalha

 A parte do corpo a proteger

 As características do próprio trabalhador


MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção da Cabeça

• A cabeça deve ser adequadamente protegida perante o risco de queda de objectos pesados,
pancadas violentas ou projecção de partículas.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção de Olhos e Rosto


• As lesões nos olhos, ocasionadas por acidentes de trabalho, podem ser devidas a diferentes
causas:

 Acções mecânicas através de:


o Poeiras
o Partículas
o Aparas

 Acções ópticas, através de:


o Luz visível (natural ou artificial)
o Invisível (radiação ultravioleta ou infravermelha)
o Raios Laser

 Os vidros dos óculos e viseiras de protecção são fundamentalmente de dois tipos:


o Vidros de segurança, transparentes contra acções mecânicas ou químicas. Exemplo de
aplicação: trabalhos de rebardagem e esmerilagem
o Vidros coloridos, de efeito filtrante, contra acções ópticas Exemplo de aplicação: trabalhos de
soldadura
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção de Vias Respiratórias


• A atmosfera dos locais de trabalho encontra-se, muitas vezes, contaminada em virtude da
existência de agentes químicos agressivos, tais como gases, vapores, neblinas, fibras, poeiras.
• A protecção das vias respiratórias é feita através dos chamados dispositivos de protecção
respiratória - aparelhos filtrantes (máscaras).
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção de Ouvidos
• Há dois tipos de protectores de ouvidos:
 os tampões (ou auriculares)
 protectores de tipo abafador (ou auscultadores)

Auriculares
Vantagens Desvantagens
 leves e pequenos  podem ser deslocados da
colocação ideal pela Auscultadores
 facilmente usados com
conversação ou
outros equipamentos de Vantagens Desvantagens
mastigação
protecção da cabeça, vias
respiratórias, olhos e  adaptação inicial mais  facilidade de uso e  Quentes
adaptação fáceis
rosto difícil  Adaptação rígida à cabeça
 mais frescos e  necessitam de cuidados  tendência para um
 Dificuldade de uso com
confortáveis especiais de uso e limpeza melhor ajustamento em
outros equipamentos de
 melhor atenuação de  não podem ser usados  períodos de tempo protecção,
baixas frequências quando o canal auditivo longos. nomeadamente capacetes
e óculos, ou viseiras.
externo está inflamado  Melhor atenuação das
 tamanho tem de ser altas frequências  Desconfortáveis quando
individualizado usados durante períodos
de tempo longos
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção do Tronco
• O tronco é protegido através do vestuário, que pode se confeccionado em diferentes tecidos.
• O vestuário de trabalho deve ser cingido ao corpo para evitar a sua prisão pelos órgãos em
movimento. A gravata ou cachecol constituem, geralmente, um risco.
• Deve proteger-se o tronco das acções térmicas devidas a temperaturas extremas, e das acções
químicas, provocadas por produtos corrosivos.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção de Pés e Membros Inferiores


• A protecção dos pés deve ser considerada quandohá possibilidade de lesões a partir de efeitos
:

 Mecânicos

 Térmicos

 Químicos

 Eléctricos

SAPATOS OU BOTAS REVESTIDOS


INTERIORMENTE COM BIQUEIRAS DE AÇO,
EVENTUALMENTE COM REFORÇO NO
ARTELHO E NO PEITO DO PÉ E COM
PALMILHA DE AÇO NO CASO DE HAVER
RISCO DE PERFURAÇÃO DA PLANTA DOS PÉS
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção de Mãos e Membros Superiores


• Os ferimentos nas mãos constituem o tipo de lesão mais frequente que ocorre na indústria.
Daí a necessidade da sua protecção. O braço e o antebraço estão, geralmente menos expostos
do que as mãos, não sendo contudo de subestimar a sua protecção.
• Como dispositivos de protecção individual usam-se luvas, dedeiras, mangas ou braçadeiras.
• As luvas são os dispositivos mais frequentes, e podem dispor de 2,3 ou 5 dedos. O tipo de
material utilizado depende do tipo de agente agressor.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
Principais Tipos de EPI’s

Protecção Contra Quedas


• A protecção contra quedas em altura deve ser feita com um arnês ligado a um sistema para-
quedas.
• Existe igualmente um equipamento contra quedas baseado num cabo (linha de vida) e num
mecanismo capaz de parar o movimento do utilizador no sentido da queda através do
accionamento automático do sistema de bloqueio - o deslizante.
8
Sinalética de
Segurança
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Conceito

Meio que fornece uma indicação ou prescrição relativa à segurança ou à saúde no trabalho,
ou a ambas, por intermédio de uma placa, uma cor, um sinal luminoso ou acústico, uma
comunicação verbal ou um sinal gestual.

Para que serve


Para chamar a atenção de uma forma rápida e
inteligível, para objectos e situações susceptíveis de
provocar determinados riscos.
Toda a sinalização deve preencher os seguintes
requisitos básicos:
• Atrair a atenção.
• Dar a conhecer a mensagem de forma rápida e
inteligível.
• Ser clara e de interpretação única.
• Informar sobre a conduta a seguir.
• Deve existir a possibilidade real de cumprir aquilo
que se indica.
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Cores de Segurança

Cor Significado Indicações

Proibição Actitudes perigosas

Stop, pausa, dispositivos de


Vermelho Perigo - Alarme corte de emergência

Combate a incêndios Indicação e localização

Amarelo ou amarelo Atenção, precaução,


Aviso
alaranjado verificação
Comportamento ou ação
Azul Obrigação específica, obrigação de
utilização de EPI

Socorro Portas, saídas, vias, material,


postos, locais específicos
Verde
Segurança Regresso à normalidade
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Forma, Cor e Significado

A SINALIZAÇÃO NÃO ELIMINA O RISCO!

Formas
Cor

Material de luta
Vermelho Proibição contra incêndio
Amarelo ou amarelo
alaranjado Atenção - perigo

Situações de
segurança,
Azul Obrigação
dispositivos de
emergência

Verde
Informação ou
instrução
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Proibição

Obrigação Aviso

Meios
Socorro Combate
a Incêndio
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Proibição

Proibido Proibido passar por


transportar pessoas baixo de garfos elevados

Proibido trepar aos Proibido utilizar as Proibido Fumar


Racks máquinas como SKATE
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Aviso

Temperatura Baixa Perigo de Perigo contacto com


Electrocussão ácido

Máquinas em
Perigo de explosão
Movimento
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Obrigação

Fato Protecção Luvas Protecção Calçado Protecção

Cinto Anti queda Óculos Cinto Segurança


protecção
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Socorro

Saída evacuação Caixa 1ºs Ponto de Lava olhos


Socorros Encontro
SINALÉTICA DE SEGURANÇA
Principais Sinais da Operação

Meios
Combate
a Incêndio

Extintor Carretel Botoneira


9
Plano de
Emergência
PLANO DE EMERGÊNCIA
Conceitos

Objectivo
• Preparação e organização dos meios existente num edifício, para garantir a salvaguarda dos
seus ocupantes em caso de ocorrência de uma situação perigosa.
 Compete à entidade exploradora tomar as providências que se julgam convenientes para
alcançar este objectivo.

 A entidade exploradora fica pessoalmente responsável pela concepção, elaboração e aplicação


do Plano de emergência e tem a possibilidade de recorrer a especialistas.

O Plano de Emergência deve incluir os seguintes elementos:


• Caracterização do Espaço e Levantamento de Riscos
• Instruções de Segurança
• Plano de Evacuação
• Plantas de Emergência
• Planos de Intervenção e Organização de Segurança
PLANO DE EMERGÊNCIA
Caracterização do Espaço

Aspectos físicos
• vias de acesso dos socorros exteriores e
interiores.
• Descrição das instalações por piso.
• Identificação das fontes de emergência.
• Localização de equipamento de combate a
incêndios (Extintores, B.I. armadas, colunas
secas, marcos de água).

Aspectos humanos
• Recenseamento de utentes;
• Períodos de funcionamento
PLANO DE EMERGÊNCIA
Levantamento de Riscos

Riscos Internos
• Decorrem das instalações, dos materiais e da
actividade
• O levantamento deve ser tão exaustivo quanto
possível:
 Todos os locais de riscos
 Previsão de efeitos
 Evacuação de utentes;
 Períodos de funcionamento

Riscos Externos
• Dependem da localização de edifício e podem
classificar-se em:
 Riscos de origem natural (áreas de
vulnerabilidade sísmica, inundação...)
 Riscos tecnológicos, relacionados com a
proximidade de instalações perigosas (bombas
de gasolina, armazéns, ou indústria de produtos
químicos...)
PLANO DE EMERGÊNCIA
Instruções de Segurança

Objectivo
• Prevenir as situações susceptíveis de pôr em risco a segurança dos ocupantes e instalações
do Edifício.

PREVENÇÃO, ALARME, ALERTA, EVACUAÇÃO, PRIMEIRA INTERVENÇÃO E


PROTECÇÃO.
• INSTRUÇÕES GERAIS DE SEGURANÇA destinadas à
totalidade dos ocupantes do Edifício.
• INSTRUÇÕES PARTICULARES DE SEGURANÇA
respeitantes à segurança dos locais que apresentam riscos
particulares.
• INSTRUÇÕES ESPECIAIS DE SEGURANÇA abrangendo o
pessoal encarregado de promover, acertar, coordenar a
evacuação do edifício e executar, até à chegada dos socorros
exteriores, as operações destinadas a circunscrever o sinistro.

AS INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA DEVEM SER ELABORADAS COM BASE NOS RISCOS DE


INCÊNDIO E DE PÂNICO
FUGAS DE GÁS OU ALERTA DE AMEAÇA DE BOMBA TÊM CONSEQUÊNCIAS SEMELHANTES.
PLANO DE EMERGÊNCIA
Plano de Evacuação
Objectivo
• Estabelecer procedimentos e preparar a evacuação rápida e segura dos utentes em caso
de ocorrência de uma situação perigosa.

Algumas definições
• Vias de evacuação:
 Vias de concebidas para encaminhar de
maneira rápida e segura os ocupantes para o
exterior ou para uma zona isenta de perigo.
• Itinerário Normal:
 Percurso a utilizar prioritariamente.
• Itinerário Alternativo:
 Percurso a utilizar quando o Itinerário normal
se encontra impraticável.
• Ponto de Encontro:
 Local seguro situado no exterior, para onde
devem convergir e permanecer as pessoas
evacuadas.
PLANO DE EMERGÊNCIA
Plantas de Emergência

Componentes
• As vias de evacuação e a localização das respectivas saídas;
• Localização de extintores, bocas de incêndio e outros equipamentos de protecção e
salvamento;
• Localização dos quadros eléctricos, válvulas de corte de gás, válvulas de manobra da rede
de incêndios e outras informações.

AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA JUNTO À ENTRADA PRINCIPAL DO EDIFÍCIO E NOUTROS PONTOS


ESTRATÉGICOS.
A SIMBOLOGIA A ADOPTAR DEVERÁ SATISFAZER O ESTABELECIDO NA NOTA TÉCNICA DO SNB
Nº. 3.
PLANO DE EMERGÊNCIA
Plano de Intervenção e Organização de Segurança

Plano de Intervenção
• O Plano de Intervenção deve definir os procedimentos a adoptar, até à chegada dos
bombeiros, para combater o incêndio e minimizar as suas consequências.

Organização de Segurança
• O número de intervenientes e as tarefas de cada deve ser determinado na base de
exigências das Instruções de Segurança.
• O nome, função e tarefa dos diversos intervenientes deve constar de uma lista assinada
pela entidade exploradora, a afixar junto do quadro do pessoal.
• Caso existam Brigadas de Incêndio, o numero mínimo de elementos em cada Brigada não
deve ser inferior a 6.
PLANO DE EMERGÊNCIA
Campeão do Mundo
10
Resumo
Módulo 1
Resumo – Módulo 1
11
Abertura: Conceitos-Chave
Introdução à Ambiente no
Higiene, Acidente de Doenças
Trabalho Local de
Segurança, e Profissionais Trabalho
Saúde do Trabalho

2 3 4 5

Segurança no Plano de
Local de Medidas de Sinalética de Emergência
Trabalho Prevenção Segurança

6 7 8 9

10
Fecho: Resumo do Dia
MÓ D U LO 2
HSST

RO F I S SI O N A IS
RISCOS P
H O A L IM E N TA R
RETAL
Módulo 2
Programa – Módulo 2
11
Abertura: Resumo do Dia Anterior 15 min

Equipamentos Movimentação Trabalhos em


Quedas Objectos de Queda de
de Protecção Manual de Ambientes de
(altura/nível) Corte Objectos
Individual Cargas Frio

2 3 4 5 6 7
45 min 45 min 30 min 45 min 30 min 30 min

Máquinas e Movimentação
Equipamentos Riscos Produtos Resposta à
Mecânica de
de Trabalho Eléctricos Químicos emergência
Cargas

8 9 10 11 12
90 min 30 min 30 min 60 min 15 min

13 Fecho: Mesa Redonda 15 min


1
Resumo
Módulo 1
Resumo – Módulo 1
11
Abertura: Conceitos-Chave
Introdução à Ambiente no
Higiene, Acidente de Doenças
Trabalho Local de
Segurança, e Profissionais Trabalho
Saúde do Trabalho

2 3 4 5

Segurança no Plano de
Local de Medidas de Sinalética de Emergência
Trabalho Prevenção Segurança

6 7 8 9

10
Fecho: Resumo do Dia
2
Equipamentos de
Protecção Individual
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

Charcutaria/Take
Padaria/Pastelaria
Away

Ambiente de Frio Frutas e Legumes

Talho Peixaria
Fluxos

Limpeza

Manter o equipamento sempre


LIMPO, SECO e AREJADO
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Padaria/Pastelaria

Luvas de frio
Colete de frescos Calças de
Casaco de frio negativo
negativo congelados

Luvas de produtos
Sapato de Frescos Avental alimentares Luva fornos
descartável
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Trabalho em Ambiente de Frio

Luvas de frio Calças de


Casaco de frio negativo congelados
negativo

Sapato de Frescos Luvas de frio


positivo
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Talho

Luvas de frio
Casaco de frio positivo
negativo Colete de frescos Calças de
congelados

Manguito
Sapato de Frescos Avental
descartável Luva metálica
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Charcutaria/Take Away

Luvas de produtos
Luvas de frio Luva de frangos
Colete de frescos alimentares
positivo

Manguito

Sapato de Frescos
Avental
descartável
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Frutas e Legumes

Sapato de Frescos

Luvas de produtos
Colete de frescos alimentares

Luvas de frio
positivo
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Peixaria

Casaco de frio Colete de Calças de Calça plástico Bota peixaria


negativo frescos congelados

Avental Avental peixaria Luvas de frio Luva de


descartável Luva peixaria
negativo aquecimento
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Operação de Limpeza

Limpeza secções Perecíveis

Bota peixaria Viseira Luva de Limpeza

Luva de Limpeza
para

Limpeza de utensílios Capa de Máscara


de corte, fatiadoras e Limpeza
superfícies com
arestas vivas.
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL
Regras a Cumprir na Manutenção

• Utilizar correctamente o equipamento de protecção de acordo com as instruções que lhe


forem fornecidas.

• Conservar e manter em bom estado o equipamento de protecção que lhe for distribuído.

• Participar de imediato todas as avarias ou deficiências que o equipamento apresente.

Consequências do não cumprimento das regras

o Queimaduras
o Fissuras
o Quedas
o Esmagamento
o Cortes, etc…
3
Movimentação
Manual de Cargas
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Conceito

Qualquer operação de transporte e


sustentação de carga, por um ou mais
trabalhadores, que, devido às suas
características ou condições ergonómicas
desfavoráveis, comporte riscos para os
mesmos, nomeadamente na região dorso-
lombar.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

1. Antes de levantar qualquer carga, pense


sobre o peso. Devo pedir ajuda? Serei capaz
de colocar o peso no lugar com segurança?
?
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

2. Afaste os seus pés numa distância


equivalente à largura dos seus ombros, com
um pé levemente à frente do outro.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

3. Mantenha os joelhos flectidos e contraia


os músculos do seu abdómen ao começar.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

4. Mantenha as costas direitas e o queixo


levemente para cima. Mantenha o peso
próximo ao corpo.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

5. Deixe as pernas e os braços executarem


o trabalho. Nunca gire sem, ao mesmo
tempo, mover os pés.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Regras a Cumprir

6. Certifique-se de que o chão está livre e


que tem um lugar seguro para colocar a
carga.
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Aumento do número de acidentes e incidentes

• Aumento do absentismo

• Elevada incidência de traumatismos músculo-


esqueléticos

• Distração e fadiga

• Aparecimento de patologias (Hérnia-discal, Lombalgia,


Ciática)
4
Quedas
(altura/nível)
QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Conceito

Este tipo de risco é considerado como um dos mais frequentes nos locais de trabalho.
São situações em que o colaborador cai devido a factores como:

Derrame de
Declives e Calçado não
substâncias
escadotes adequado
líquidas ou secas

Superfícies
Distração Fraca iluminação
escorregadias

Obstrução de
caminhos de
circulação
QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Mantenha o layout limpo e organizado


Derrame de
substâncias
líquidas ou secas Limpe o piso imediatamente

Obstrução de
Sinalize o chão molhado e escorregadio
caminhos de
circulação Disponibilize um percurso alternativo

Avalie a causa do risco


Superfícies
escorregadias
Em caso de necessidade, trate o piso com produtos
químicos
QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Calçado não
adequado
Utilize SEMPRE calçado adequado ao piso

Identifique os locais e comunique à chefia


Fraca iluminação
Melhorar o nível de iluminação e instalação de lâmpadas

Esteja atento ao seu trabalho


Distração
Contribui para a diminuição de acidentes por erro humano
QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir
Declives:
Declives e • Melhorar a visibilidade
escadotes • Disponibilizar corrimões
• Utilizar marcas no piso para avisar desnível

Escadote (preparação): Escadote (utilização):


• Apoiar em pavimentos estáveis, horizontais, não • Centrar o corpo no meio do escadote.
derrapantes. • Subir e descer sempre de frente para a
• Colocar o mais próximo possível do objecto ou escada.
local a alcançar. • Utilizar a mão livre para auxiliar nos
• Adequar o tamanho do escadote ao trabalho em movimentos.
questão. • Não transportar nada enquanto sobe
• Não utilizar para transportar objectos, ou desce – utilizar porta-ferramentas ou
ferramentas ou materiais. bolsa de transporte.
• Sinalizar e delimitar o local onde está a ser • Manter o escadote limpo e conservado.
utilizado.
• Inspeccionar estado de conservação e limpeza
antes de utilizar.
QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Como não proceder…


QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Como proceder correctamente…


QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Como não proceder…


QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Regras a Cumprir

Como proceder correctamente…


QUEDAS (ALTURA/NÍVEL)
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Entorses

• Distensões

• Traumatismos

• Fracturas
5
Objectos de Corte
OBJECTOS DE CORTE
Conceito

Equipamentos ou ferramentas manuais


com lâminas e partes cortantes, como
são exemplos:
• Facas

• Tesouras

• X-actos
OBJECTOS DE CORTE
Regras a Cumprir

Facas
• Utilizar de acordo com as instruções.
• Nunca utilizar com a lâmina em direção ao corpo.
• Não gesticular com a faca na mão.
OBJECTOS DE CORTE
Regras a Cumprir

Tesouras
• Utilizar de acordo com as instruções.
• Não gesticular com a tesoura na mão.
• Pousar a tesoura no local para o efeito.
OBJECTOS DE CORTE
Regras a Cumprir

X-acto
• Manter a lâmina recolhida e travada
sempre que não o esteja a utilizar.
• Nunca cortar no sentido do corpo.
• Não gesticular quando a lâmina estiver
exposta.
OBJECTOS DE CORTE
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Cortes

• Amputação
6
Trabalhos em
Ambientes de Frio
TRABALHOS EM AMBIENTES DE FRIO
Conceito

Todos os trabalhos que exijam a


entrada e/ou permanência nas
câmaras de frio.
TRABALHOS EM AMBIENTES DE FRIO
Regras a cumprir

• Utilize SEMPRE os EPI’s.


• Permaneça no interior das câmaras durante curtos períodos de tempo.
• Evite a entrada nas câmaras após macro refeições.

EPIs:

Casaco de frio Calças de congelados Luvas de frio Luvas de frio Sapato de Frescos
negativo negativo positivo
TRABALHOS EM AMBIENTES DE FRIO
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Dormência das extremidades

• Constipações

• Gripes

• Convulsões

• Paragens digestivas
7
Queda de Objectos
QUEDA DE OBJECTOS
Conceito

Sempre que ocorre a queda de


objectos, seja por razões de mau
acondicionamento ou transporte da
carga.
EPI
Sapato de protecção.
QUEDA DE OBJECTOS
Regras a cumprir

• Realizar um adequado acondicionamento da carga, seja no rack ou palete, seja


em altura ou no solo.
• Sempre que se justifique, proteger a carga com filme de plástico para evitar
quedas.
QUEDA DE OBJECTOS
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Cortes

• Fracturas

• Traumatismos

• Esmagamento
8
Máquinas e
Equipamentos de
Trabalho
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Conceito

Todas as máquinas e equipamentos eléctricos que permitem operações


que podem ser suscetível de lesão para o colaborador, caso o mesmo não
cumpra as normas de utilização.

Padaria
Pastelaria

Charcutaria
Peixaria
Vamos conhecer as mais significativas Take Away
por área

Cafetaria Talho
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Padaria
Pastelaria

Máquina Cortar Pão Fornos


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Padaria
Pastelaria

Amassadeira Batedeira Divisora


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Padaria
Pastelaria
Máquina Cortar Pão

• Verificar o estado e o funcionamento das protecções de segurança.

• Verificar se o equipamento se encontra bem apoiado e seguro.

• Quando accionar a alavanca de corte – afastar a mão do pão!

• Aguardar que a máquina proceda o corte do pão.

• Desligar o equipamento antes de retirar o produto fatiado.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Padaria
Pastelaria
Máquina Cortar Pão

• Nunca introduzir as mãos/dedos no local de movimento das serras, quando o


equipamento estiver ligado.

• Nas operações de limpeza e manutenção desligar sempre o equipamento da


fonte de alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Padaria
Pastelaria
Máquina Cortar Pão

• Calçado de Segurança
Consequências do não
cumprimento das regras

• Corte
• Sobre esforço
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Padaria
Pastelaria
Fornos

• Na colocação e retirada dos produtos no forno utilizar sempre as luvas de protecção.

• Afastar o carro/tabuleiro de transporte do corpo.

• O tempo de colocar e retirar o produto deve ser curto de modo não ficar exposto ao
calor radiante.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Padaria
Pastelaria
Fornos

• Antes de iniciar o trabalho verificar sempre o estado do equipamento e do seu


equipamento de protecção individual (luvas).

• A limpeza só deve ser efectuada quando o forno estiver frio.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Padaria
Pastelaria
Fornos

• Calçado de Segurança

Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Luvas anti calor
• Sobre esforço
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Padaria
Pastelaria
Amassadeira

• Verificar se as protecções de segurança da máquina se encontram fixas e em


funcionamento.

• Verificar se a grelha de protecção se encontra colocada.

• Nas amassadeiras móveis assegurar que a mesma se encontra fixa e que não se
possa deslocar durante o seu movimento.

• Se tiver que verificar a consistência da massa, desligue o equipamento. NUNCA


INTRODUZIR A MÃO DENTRO DA MÁQUINA SE ELA ESTIVER EM FUNCIONAMENTO.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Padaria
Pastelaria
Amassadeira

• Testar diariamente a funcionalidade do dispositivo de encravamento de


segurança (grelha de segurança).

• Deve-se evitar superfícies escorregadias na área circundante, pois podem originar


quedas.

• A limpeza deve ser feita com a máquina desligada da alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Padaria
Pastelaria
Amassadeira

• Calçado de Segurança
Consequências do não
cumprimento das regras

• Corte
• Sobre esforço
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Padaria
Pastelaria
Batedeira

• Verificar se o engate da tina ao corpo da batedeira foi correctamente efectuado.

• Desengate a tina da batedeira e manobre a tina com segurança.

• Nas batedeiras móveis assegurar que se encontram fixas e que não se possam
deslocar durante o seu movimento.

• Se tiver que verificar a consistência da massa, desligue o equipamento. NUNCA


INTRODUZIR A MÃO DENTRO DA MÁQUINA SE ELA ESTIVER EM FUNCIONAMENTO.

• Nunca colocar matéria-prima na tina com a máquina em funcionamento.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Padaria
Pastelaria
Batedeira

• Limpar o local de trabalho de forma a evitar risco de queda ao nível.

• Desligar imediatamente o equipamento se observar alguma anomalia que possa


pôr em causa a segurança de pessoas e bens, para isso pressione o botão de
emergência.

• A limpeza deve ser feita com a máquina desligada da alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Padaria
Pastelaria
Batedeira

• Calçado de Segurança
Consequências do não
cumprimento das regras

• Entalamento
• Sobre esforço

• Queda ao Nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Padaria
Pastelaria
Divisora

• Verificar se as proteções de segurança se encontram em bom estado e em


funcionamento.

• Ao accionar a alavanca de corte deve afastar as mãos!


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Padaria
Pastelaria
Divisora

• Limpar o local de trabalho de forma a evitar risco de queda ao nível.

• A limpeza deve ser feita com a máquina desligada da alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Padaria
Pastelaria
Divisora

• Calçado de Segurança
Consequências do não
cumprimento das regras

• Entalamento
• Queda ao Nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Peixaria

Serra de Máquina Corte Máquina Corte


Bacalhau Peixe Fresco Peixe Congelado
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Peixaria
Serra de Bacalhau

• Antes de iniciar o trabalho verificar o estado da máquina.

• Premir em simultâneo os dois botões pretos laterais que dão origem ao ciclo
automático de funcionamento da máquina.

• Retirar as postas cortadas após término do ciclo de funcionamento da máquina.

• Em caso de emergência, premir um botão de cor vermelha de “Paragem de


Emergência”, que está situado na parte inferior da máquina.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Peixaria
Serra de Bacalhau

• Verificar a presença de detritos no solo que possam originar quedas.

• Após o dia de trabalho, limpar a guilhotina – sempre com a máquina desligada – com
o escovilhão, não esquecendo de, previamente, calçar umas luvas de protecção para
uma limpeza de forma segura, e desligando a máquina da alimentação.

• Aquando da operação desta máquina, esta deve ser manuseada apenas por um
ÚNICO utilizador.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Peixaria
Serra de Bacalhau

Consequências do não
• Luvas Peixaria cumprimento das regras:

• Bota Peixaria • Corte

• Amputação

• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Fresco

• Verificar se existem objectos estranhos que possam interferir no movimento da


serra.

• Utilizar sempre o dispositivo de protecção da serra para cortar.

• Nunca aproximar os dedos da lâmina quando em funcionamento.

• Atender o cliente apenas aquando a operação de corte estiver concluída, caso


contrário desligar a máquina.

• Desligar a serra antes de tirar o produto.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Fresco

• Verificar a presença de detritos no solo que possam originar quedas.

• Nunca cortar mais que um produto na máquina.

• Utilizar a lâmina adequada para cada tipo de peixe (congelado ou fresco).

• Nas operações de limpeza e manutenção desligar sempre o equipamento da fonte de


alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Fresco

Consequências do não
• Luvas Peixaria cumprimento das regras:

• Corte
• Bota Peixaria
• Queda ao nível
• Adoção de posturas incorrectas
• Picadela de espinha de peixe
• Exposição a temperaturas "frio
positivo”
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Congelado

• Utilizar sempre o dispositivo de protecção da serra para cortar.

• Nunca aproximar os dedos da lâmina quando em funcionamento.

• Atender o cliente apenas aquando a operação de corte estiver concluída, caso


contrário desligar a máquina.

• Nunca cortar mais que um produto na máquina.

• Utilizar a lâmina adequada para cada tipo de peixe (congelado ou fresco).

• Desligar a serra antes de tirar o produto.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Congelado

• Antes de iniciar o trabalho verifique se existem objectos estranhos que possam


interferir no movimento da serra.

• Verificar a presença de detritos no solo que possam originar quedas.

• Nas operações de limpeza e manutenção desligar sempre o equipamento da fonte de


alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Peixaria
Máquina de Corte de Peixe Congelado

• Luvas Peixaria Consequências do não


cumprimento das regras:
• Bota Peixaria • Corte
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Talho

Máquina de Picar Carne Esterilizador


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Talho
Máquina de Picar Carne

• Verificar se a protecção de segurança sobre o poço de enchimento se encontra fixa.

• Verificar a existência da espátula.

• Utilizar apenas os discos de corte previstos para o equipamento.

• Introduzir a carne no poço de enchimento apenas com a espátula.

• Desligar a máquina e esperar a sua paragem antes de raspar o produto final.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Talho
Máquina de Picar Carne

• Manter o local de trabalho limpo e arrumado.

• Nas operações de limpeza e manutenção desligar sempre o equipamento da fonte de


alimentação.

• Nunca agarrar nas aberturas do equipamento.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Talho
Máquina de Picar Carne

• Luvas Malha de Aço Consequências do não


cumprimento das regras:

• Corte
• Entalamento
• Calçado de Segurança
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Talho
Esterilizador

• Nunca olhar directamente para a fonte de luz (UV).

• Nunca se expor à luz.

• Ao retirar/colocar os utensílios no esterilizador verificar se os mesmos ficaram bem


fixos no suporte (risco de queda das facas).

• Após a colocação dos utensílios no esterilizador fechar de imediato a porta.

Estes cuidados são válidos para todas as secções de frescos


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Talho
Esterilizador

• Verificar periodicamente se a lâmpada UV só se liga após o fecho da porta.

• No processo de limpeza, desligar o equipamento.

• A limpeza deve ser feita sem recurso a grandes quantidades de água.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Talho
Esterilizador

Consequências do não
• Calçado de Segurança cumprimento das regras:

• Exposição a radiações
• Queda de objectos por
desprendimento ou
manipulação
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Cafetaria

Fornos Torradeira/Tosteira
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Cafetaria

Sopeira Máquina fazer Sumos


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Cafetaria
Fornos

• Na colocação e retirada dos produtos no forno utilizar sempre as luvas de protecção.

• Afaste o carro/tabuleiro de transporte do corpo.

• O tempo de colocar e retirar o produto deve ser curto de modo não ficar exposto ao
calor radiante
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Cafetaria
Fornos

• Antes de iniciar o trabalho verificar sempre o estado do equipamento e do seu


equipamento de protecção individual (luvas).

• A limpeza só deverá ser efectuada quando o forno estiver frio.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Cafetaria
Fornos

• Calçado de Segurança

Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Luvas anti calor
• Sobre esforço
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização – Regras a Cumprir

Cafetaria
Torradeira/Tosteira

• Ao colocar e retirar os produtos, evitar contacto com o equipamento.

• Ao limpar ou realizar a manutenção da máquina, desligá-la sempre da corrente


eléctrica.

• A operação de limpeza deve ser realizada com a utilização de pouca água.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Cafetaria
Torradeira/Tosteira
• Calçado de Segurança

Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Luvas manuseamento produtos
alimentares
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização – Regras a Cumprir

Cafetaria
Sopeira

• Ao colocar e retirar os produtos, evitar contacto com o equipamento.

• Ao limpar ou realizar a manutenção da máquina, desligá-la sempre da corrente


eléctrica.

• A operação de limpeza deve ser realizada com a utilização de pouca água.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Cafetaria
Sopeira
• Calçado de Segurança

Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Luvas manuseamento produtos
alimentares
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Cafetaria
Máquina de Fazer Sumos

• Verificar se e a lâmina está correctamente instalada.

• Baixar a cobertura superior da máquina protegendo-se da lâmina instalada no prato


da lâmina.

• Ao levantar/abrir a cobertura superior, o botão de segurança posicionado dentro do


painel frontal, desliga automaticamente a máquina. Não tente carregar
manualmente no botão de segurança.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Cafetaria
Máquina de Fazer Sumos

• Antes de começar a limpar a máquina desligue-a da alimentação.

• Coloque o botão da lâmina de corte na posição OFF.

• Retire a lâmina com precaução.

• Limpar o local de trabalho de forma a evitar risco de queda ao nível.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Cafetaria
Máquina de Fazer Sumos

• Calçado de Segurança Consequências do não


cumprimento das regras

• Entalamento
• Corte

• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Charcutaria
Take Away

Fatiadora Manual Fatiadora Automática Embaladora


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO

Charcutaria
Take Away

Máquina dos Frangos Forno de Pizzas


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Manual

• Verificar se a protecção de segurança sobre o poço de enchimento se encontra fixa.

• O dedo polegar deve estar colocado por trás da placa de protecção, e os restantes
dedos em cima do produto.

• Antes de retirar a peça, desligar o equipamento.

• O início e o final da peça deve ser cortado com a faca.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Manual

• Para limpar regular a posição de corte para 0. Retirar a protecção da lâmina e


limpar de dentro para fora.

• Nunca limpar a lâmina de fora para dentro ou com a mesma em funcionamento.

• Desligar a máquina da alimentação, para proceder à limpeza.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Manual

• Calçado de Segurança Consequências do não


cumprimento das regras

• Corte
• Postura incorrecta
• Entalamento
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Automática

• Não interferir no percurso de movimentação do chariot.

• Utilizar correctamente o punho/alavanca.

• Antes de retirar a peça, desligar o equipamento.

• O início e o final da peça deve ser cortado com a faca.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Automática

• Premir a tecla do programa de limpeza, fechando automaticamente a espessura


de corte.

• Nunca limpar a lâmina de fora para dentro ou com a mesma em funcionamento.

• Desligar a máquina da alimentação, para proceder à limpeza.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Charcutaria
Take Away
Fatiadora Automática

• Calçado de Segurança Consequências do não


cumprimento das regras

• Corte
• Postura incorrecta
• Entalamento
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Charcutaria
Take Away
Embaladora

• Colocar a embalagem que se pretende soldar por cima da superfície quente, não
tocar na mesma.

• Ter em especial atenção a posição das mãos, evite entrar em contacto com a
superfície quente.

• Deve-se ter especial atenção à limpeza da área de trabalho.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Charcutaria
Take Away
Embaladora

• Não deixe acumular sujidade no chão de forma evitar o risco de queda ao nível.

• Desligar a máquina da alimentação, para proceder à limpeza.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Charcutaria
Take Away
Embaladora

• Calçado de Segurança Consequências do não


cumprimento das regras

• Queimaduras
• Queda ao nível
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Charcutaria
Take Away
Máquina de Frangos

• Use sempre as luvas protectoras de calor.

• Mantenha o Forno sob vigilância durante o período de funcionamento.

• Para que se evite situações de risco de queimadura, as grelhas devem estar sempre
nos respectivos sectores, mesmo quando não estão a ser usadas.

• Não toque no Forno com as mãos húmidas.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Charcutaria
Take Away
Máquina de Frangos

• Ter em atenção o manuseamento das grelhas durante as operações de


funcionamento e de limpeza, minimizando o risco de queda de objectos.

• A falta de higiene e acumulação de gorduras provoca excesso de fumos e risco de


Incêndio.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Charcutaria
Take Away
Máquina de Frangos

• Luvas de protecção
Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Queda objectos
• Calçado de Segurança • Queda ao Nível
• Incêndio
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Cuidados de Utilização

Charcutaria
Take Away
Fornos de Pizza

• Após o tempo de cozedura ter terminado devem-se retirar os tabuleiros com os


produtos com o auxílio das luvas de protecção.

• Os tabuleiros devem ser retirados com todo o cuidado, de modo a evitar a queda
dos mesmos por cima do operador.

• Ao retirar os tabuleiros do forno tenha em atenção em afastar os mesmos do corpo.

• O tempo de retirar o produto deve ser curto de modo a não ficar exposto ao calor
radiante.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
Regras a Cumprir

Charcutaria
Take Away
Fornos de Pizza

• Ter em atenção o manuseamento das grelhas durante as operações de


funcionamento e de limpeza, minimizando o risco de queda de objectos.

• A limpeza só deve ser efectuada após total arrefecimento e com o equipamento


desligado da alimentação.

• Sempre que verificar alguma anomalia deve comunicar à chefia.


MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS DE TRABALHO
EPI’s

Charcutaria
Take Away
Fornos de Pizza

• Luvas de protecção
Consequências do não
cumprimento das regras

• Queimaduras
• Queda objectos
• Calçado de Segurança • Queda ao Nível
• Incêndio
9
Riscos Eléctricos
RISCOS ELÉCTRICOS
Conceito

Os riscos a que o colaborador fica sujeito quando em contacto com a


electricidade. Podem ser:

Riscos materiais
Normalmente resultantes de incêndios e/ou explosões provocados por
deficiências na instalação.

Riscos pessoais
Resultantes da passagem de corrente elétrica pelo corpo humano.
RISCOS ELÉCTRICOS
Exemplos

Riscos Materiais

Sobrecarga Curto-circuito Defeitos de isolamento

• Quando a corrente que • Quando se tocam dois • Devidos à má execução da


percorre o condutor é condutores entre os quais instalação, à deterioração
superior à intensidade para a existe uma diferença de do material ou ao
potencial e a resistência é tratamento negligente dos
qual ele foi projectado.
muito pequena. cabos de ligação.
• Esta situação ocorre • •
Provoca a passagem Ex: permitir que veículos
habitualmente quando se instantânea de corrente passem por cima de cabos
ligam cargas em excesso. com pequenas explosões. provocando trilhamentos.
RISCOS ELÉCTRICOS
Exemplos

Riscos pessoais

Electrização Electrocussão
Acidente resultante do contacto É a designação atribuída a todo
directo ou indirecto com a o acidente eléctrico mortal.
corrente eléctrica.
RISCOS ELÉCTRICOS
Regras a cumprir

• Isolar o contacto com partes activas.

• Colocar obstáculos que impeçam qualquer contacto acidental


com as partes activas.

• Utilizar tensões baixas, não excedendo os 50V.


RISCOS ELÉCTRICOS
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Tetanização

• Paragem respiratória

• Queimaduras

• Fibrilação ventricular
10
Produtos Químicos
PRODUTOS QUÍMICOS
Conceito

Produtos utilizados, principalmente, no âmbito de limpezas e desinfecções.


A informação sobre os agentes químicos permite-nos:
• Identificar os perigos
• Estimar os riscos
• Implementar as medidas de controlo necessárias a eliminar ou minimizar o Risco.

As vias mais comuns de entrada dos agentes químicos no organismo, são:


• via cutânea
• via respiratória
• via digestiva
PRODUTOS QUÍMICOS
Regras a Cumprir

• Conhecer o produto.

• Utilizar os EPIs.

• Ter muito cuidado na utilização e


manuseamento.

• Cumprir sempre as normas de


segurança.
PRODUTOS QUÍMICOS
Comportamentos a Adoptar

Inalação Ingestão
• Remover a pessoa para local • Remover o produto da boca.
arejado. • Lavar a boca com grandes quantidades
o,
• Em caso de perda de de água. m ic
u í
qvómito.
consciência, colocar a vítima em • Não induzir to
u ança
o
Posição Lateral de Segurança. d
roáguaguem
r
• uBeberp
m e se abundância.
c o• a d
m Consultar um médico urgentemente.
Contacto com a pele ou olhoslha r c
fic h
a a
tr a b P RE
• Lavar imediata e abundantemente com água durante, pelo menos, 15
d o M
minutos. u an ia SE
Q le em caso de irritação.
• Lavar com água e sabão
• Secar com toalha, sem esfregar.
• Retirar o vestuário contaminado.
• Consultar um médico no caso de persistir a irritação.
PRODUTOS QUÍMICOS
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Queimaduras

• Reações alérgicas

• Doenças graves
11
Movimentação
Mecânica de Cargas
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Conceito

A movimentação mecânica e/ou automática de cargas é um processo que


permite a automação dos processos de movimentação de cargas
representando, assim, uma das prácticas correntes na gestão das empresas,
com vista à melhoria da sua competitividade.

É aplicada no sentido de se diminuir os tempos de deslocação, o número de


pessoas e as consequências físicas da movimentação manual.
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Regras a Cumprir

Acondicionar a carga
• Respeite a carga máxima permitida.
• Equilibre a carga e proteja com filme de plástico se necessário.
• Não transporte mercadoria apenas num garfo.
• Utilize paletes com comprimento igual ou inferior aos garfos.

Manobrar a carga
• Evite manobrar em locais com pavimentos húmidos, escorregadios ou desnivelados.
• Em descidas, movimente a carga sempre à frente e esteja sempre virado para a carga.
• Ao longo da manobra, verifique e mantenha a carga sempre estável.
• Manter o olhar no sentido da circulação, preservando uma boa visibilidade de todo o layout.
• Ao descarregar verificar tanto o local onde vai descarregar, como se existem pessoas, para
evitar choques.
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Regras a Cumprir

Manobrar a carga (cont.)


• Estacionar o porta-paletes, sempre, nos locais próprios, para manter o layout organizado.
• Evite Transportar carga à altura 10-15 cm do chão.
• Elevar a carga com o empilhador parado.
• Avançar lentamente com a carga.
• Depositar lentamente e com cuidado.
• Retirar garfos com cuidado.
• Baixar os garfos até à altura de segurança.
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Regras a Cumprir

Descarregar a carga
• Aproximar-se do local onde vai descarregar, de frente.
• Elevar os garfos até à altura da carga a remover.
• Encaixar os garfos lentamente na palete.
• Inclinar ligeiramente a torre.
• Elevar a carga até que esteja apoiada nos garfos.
• Recuar o empilhador, com cuidado, verificando se existem condições de segurança.
• Baixar a carga até à altura de segurança.
• Iniciar a marcha mas antes inclinar o mastro o máximo possível.
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Tipos de Equipamentos

Porta paletes manual Porta paletes elétrico

Empilhador Stacker
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Regras de OURO na manobra

• Conhecer bem a zona onde se opera • Ter em atenção as travagens e


• Conhecer a máquina descidas
• Conhecer a carga • Qual a sua finalidade

MANOBRE EM SEGURANÇA …
VEJA:
PESSOAS A TRABALHAR À SUA VOLTA
OUÇA:
SINALIZAÇÃO SONORA
PARE EM CASO DE:
POUCA VISIBILIDADE
MOVIMENTAÇÃO MECÂNICA DE CARGAS
Consequências de Não Cumprir as Regras

• Traumatismos e contusões
• Esmagamentos
• Distensões musculares
• Quedas de objectos
• Colisões entre pessoas e
veículos
• Quedas dos operadores ao
mesmo nível ou em altura
12
Resposta à
Emergência
RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Incêndios

Os incêndios são um perigo para as pessoas e para os imóveis. Por isso


devem ser evitados a todo o custo. Deste modo, existem as seguintes
restrições nos locais de trabalho com o intuito de evitar o incêndio:

É proibido fumar dentro dos edifícios excepto nas zonas


sociais, no local de fumadores.

Fora dos edifícios respeite as instruções “proibido fumar e


foguear”, patentes em locais específicos.
RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Incêndios

Saiba como utilizar os extintores na sua área. Não se esqueça dos tipos de
incêndio em que devem ou não ser utilizados (tome atenção às placas
retangulares que sinalizam os extintores).

Mantenha as saídas de emergência desobstruídas.

Dedique algum tempo a observar as plantas de emergência que estão


distribuídas pela unidade.
RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Incêndios

Nunca bloqueie ou condicione o acesso aos equipamentos de combate a


incêndios (extintores, mangueiras e botões de alarme).

Saiba como actuar em caso de evacuação por incêndio e quais as saídas de


emergência no seu local de trabalho.

Salve Vidas - Evite Incêndios!


RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Extintores

2
1
Como utilizar um extintor:

1 Retirar a cavilha de segurança. 3 4

2 Apontar o difusor à base das chamas.

3 Premir o manípulo enquanto segura o extintor na vertical.

4 Dirigir o jacto para a base das chamas efetuando “varredura” da área, de


forma regular.
RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Carreteis

Como utilizar um Carretel:

1 Abrir a válvula do carretel.

2 Desenrolar a mangueira.

3 Abrir a agulheta, apontando para o foco de


incêndio.
RESPOSTA À EMERGÊNCIA
Mensagem de Alerta

PEDIMOS A ATENÇÃO DOS ESTIMADOS CLIENTES…


PEDIMOS A ATENÇÃO DOS ESTIMADOS CLIENTES…

POR MOTIVOS DE ORDEM TÉCNICA, SOMOS FORÇADOS,


NESTE MOMENTO, A ENCERRAR OS NOSSOS SERVIÇOS.
LAMENTAMOS OS INCONVENIENTES CAUSADOS E
AGRADECEMOS QUE ABANDONEM AS VOSSAS COMPRAS E SE
DIRIJAM ÀS VÁRIAS SAÍDAS DO HIPERMERCADO, QUE VOS
SERÃO INDICADAS PELOS NOSSOS FUNCIONÁRIOS.
REABRIREMOS OS NOSSOS SERVIÇOS LOGO QUE POSSÍVEL.
13
Resumo da
Formação
Resumo – Módulo 1
11
Abertura: Conceitos-Chave
Introdução à Ambiente no
Higiene, Acidente de Doenças
Trabalho Local de
Segurança, e Profissionais Trabalho
Saúde do Trabalho

2 3 4 5

Segurança no Plano de
Local de Medidas de Sinalética de Emergência
Trabalho Prevenção Segurança

6 7 8 9

10
Fecho: Resumo do Dia
Programa - Módulo 2
11
Abertura: Resumo do Dia Anterior

Equipamentos Movimentação Trabalhos em


Quedas Objectos de Queda de
de Protecção Manual de Ambientes de
(altura/nível) Corte Objectos
Individual Cargas Frio

2 3 4 5 6 7

Máquinas e Movimentação
Equipamentos Riscos Produtos Resposta à
Mecânica de
de Trabalho Eléctricos Químicos emergência
Cargas

8 9 10 11 12

13 Fecho: Mesa Redonda


RISCOS PROFISSIONAIS
Retalho Alimentar

A Qualidade depende, em grande medida, do


seu desempenho.
 
Importa ter sempre presente:
 
“MESMO TUDO O QUE É BEM FEITO É
SUSCEPTÍVEL DE SER MELHORADO”
Mesa Redonda

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