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Apresentação

Nome: GODOY
Bombeiro Militar atuei no 1º GB ( Capital)

Técnico Segurança do Trabalho 1992

Tecnólogo em Gestão Ambiental 2006

Professor no Curso de Técnico em Segurança do Trabalho


Colégio Rosa Mariyn, ETM, Colégio Estrutural

Bombeiro Civil
ATIVIDADES
ADMINISTRATIVAS E
OPERACIONAIS

BOMBEIRO CIVIL

Carga Horária: 10hs


Conteúdo:

-Atribuições do Bombeiro Civil (Leis, Portarias e


Decretos)
-Rádio HT – CÓDIGO Q
-Tipos de Inspeções
-Relatórios de Acidentes e Inspeções
-Sprinklers
-Mangueiras de Incêndios - NBR
-Caldeiras e Vasos de Pressão
-SPDA - Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas
-Armazenamento e Instalações (GN,GLP, Oxigênio e
Acetileno)
-Procedimentos para Acionar Serviços Públicos em
Emergências
Lei 16312/15 SP, torna obrigatório a contratação de
Bombeiro Civil.
A lei que torna obrigatória a contratação de Bombeiro Civil na
cidade de SP à partir de 180 dias contados de 17/11/15 dispõe
sobre a obrigatoriedade de manutenção de uma brigada
profissional, composta por BOMBEIROS CIVIS, nos
estabelecimentos que menciona, e dá outras providências.
Segundo a lei os:
I - shopping center;
II - casa de shows e espetáculos;
III - hipermercado;
IV - grandes lojas de departamentos;
V - campus universitário;
...continuação

VI - qualquer estabelecimento de reunião pública


educacional ou eventos em área pública ou privada que
receba grande concentração de pessoas, em número
acima de 1.000 (mil) ou com circulação média de 1.500 (mil
e quinhentas) pessoas por dia;

VII - demais edificações ou plantas cuja ocupação ou uso


exija a presença de bombeiro civil, conforme Legislação
Estadual de Proteção Contra Incêndios do Corpo de
Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
...continuação

VI - qualquer estabelecimento de reunião pública


educacional ou eventos em área pública ou
privada que receba grande concentração de
pessoas, em número acima de 1.000 (mil) ou com
circulação média de 1.500 (mil e quinhentas)
pessoas por dia;

VII - demais edificações ou plantas cuja ocupação


ou uso exija a presença de bombeiro civil,
conforme Legislação Estadual de Proteção Contra
Incêndios do Corpo de Bombeiros da Polícia
Militar do Estado de São Paulo.

Continua
I - recurso de pessoal: a equipe de bombeiro civil contratada deverá
atender aos termos da legislação estadual vigente e NBR 14.608/ABNT e,
em locais onde haja frequência de pessoas do sexo feminino, pelo menos
um membro da equipe deverá ser do sexo feminino;

II - recursos materiais obrigatórios:

Alíneas A e B – excluídos

c) materiais para inspeções preventivas e ações de resgate em locais de


difícil acesso inerente aos riscos de cada planta;

d) kit completo de primeiros socorros para ações de suporte básico de vida,


incluindo o desfibrilador nos casos em que a lei exija (Lei nº12.736/Estado
de SP, Lei nº 13.945/Municipal SP e Lei nº 4.050-A/Federal).

Art. 4º No caso de descumprimento aos termos desta lei, o


estabelecimento estará sujeito à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco
mil reais), atualizado anualmente com base no Índice Geral de Preços
– Mercado – IGP-M.
Sobre o DEA – DEFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO

LEI Nº 12.736, DE 15 DE OUTUBRO DE 2007 (Estado de São Paulo)

Artigo 1º - Torna-se obrigatória a disponibilização de desfibrilador em locais


de grande concentração de pessoas, tais como centros de compras,
aeroportos, rodoviárias, estádios de futebol, feiras de exposições e outros
eventos.

Artigo 2º - A aquisição e o funcionamento do desfibrilador, bem como a


contratação de técnico para sua utilização, ficarão por conta dos
responsáveis pela administração dos locais a que se refere o artigo 1º.

Artigo 3º - O desfibrilador deverá estar à disposição durante todo o período


em que esses locais registrarem a presença de público.

Artigo 4º - As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à


conta das dotações próprias consignadas no orçamento, suplementadas se
necessário.

Artigo 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.


Lei Municipal – Cidade de SP nº 13.945

Dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção de aparelho desfibrilador


externo automático

Decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Todos os aeroportos, shopping centers, centros empresariais,


estádios de futebol, hotéis, hipermercados e supermercados, casas de
espetáculos, clubes, academias e locais de trabalho com
concentração/circulação média diária de 1500 ou mais pessoas ficam
obrigados a manter aparelho desfibrilador externo automático, em suas
dependências, no âmbito do Município de São Paulo.

Parágrafo único. Com a finalidade de estabelecer os parâmetros de


conduta a serem seguidos na utilização do desfibrilador externo automático
deverão os estabelecimentos a que alude o "caput" deste artigo promover a
capacitação de pelo menos 30% de seu pessoal, através do curso de
"suporte básico de vida", ministrado por entidades credenciadas pelo
Conselho Nacional de Ressuscitação.
LEI FEDERAL - N.º 4.050-A, DE 2004
O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Os desfibriladores cardíacos externos semi-automáticos são


equipamentos obrigatórios em:

I – estações rodoviárias e ferroviárias, portos, aeroportos, centros


comerciais, estádios e ginásios esportivos, hotéis, templos e outros
locais com aglomeração ou circulação de pessoas igual ou
superior a 2.000 (duas mil) por dia;

II – sedes de eventos de qualquer natureza cuja previsão de


concentração ou circulação de pessoas seja igual ou superior a
2.000 (duas mil) por dia;

III – trens, metrôs, aeronaves e embarcações com capacidade


igual ou superior a 100 (cem) passageiros;

IV – ambulâncias e viaturas de resgate, policiais e de bombeiros.


Parágrafo único. É obrigatória a presença de pessoa designada e treinada
para o uso do desfibrilador e para a realização de outros procedimentos
práticos auxiliares envolvidos na técnica de ressuscitação cardiopulmonar,
nos locais previstos neste artigo.

Art. 2º Sem prejuízo de outras sanções penais ou administrativas cabíveis,


o descumprimento das disposições desta Lei sujeita o infrator à interdição
do estabelecimento, à suspensão da operação de transporte ou do evento,
conforme o caso, até que a situação esteja regularizada.
Lei 11901/09 | Lei nº 11.901, de 12 de janeiro de 2009

Dispõe sobre a profissão de Bombeiro Civil e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o


Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art.1º O exercício da profissão de Bombeiro Civil reger-se-á


pelo disposto nesta Lei.

Art. 2º Considera-se Bombeiro Civil aquele que, habilitado


nos termos desta Lei, exerça, em caráter habitual, função
remunerada e exclusiva de prevenção e combate a incêndio,
como empregado contratado diretamente por empresas
privadas ou públicas, sociedades de economia mista, ou
empresas especializadas em prestação de serviços de
prevenção e combate a incêndio.
§ 2o No atendimento a sinistros em que atuem, em conjunto,
os Bombeiros Civis e o Corpo de Bombeiros Militar, a
coordenação e a direção das ações caberão, com
exclusividade e em qualquer hipótese, à corporação militar.

Art. 4o As funções de Bombeiro Civil são assim classificadas:


I - Bombeiro Civil, nível básico, combatente direto ou não do
fogo; 

II - Bombeiro Civil Líder, o formado como técnico em


prevenção e combate a incêndio, em nível de ensino médio,
comandante de guarnição em seu horário de trabalho; 
III - Bombeiro Civil Mestre, o formado em engenharia com
especialização em prevenção e combate a incêndio,
responsável pelo Departamento de Prevenção e Combate a
Incêndio.
Art. 5o 

A jornada do Bombeiro Civil é de 12


(doze) horas de trabalho por 36 (trinta e
seis) horas de descanso, num total de 36
(trinta e seis) horas semanais. 
Art. 6o É assegurado ao Bombeiro Civil:

I - uniforme especial a expensas do empregador;

II - seguro de vida em grupo, estipulado pelo empregador; 

III - adicional de periculosidade de 30% (trinta por cento) do


salário mensal sem os acréscimos resultantes de gratificações,
prêmios ou participações nos lucros da empresa; 

IV - o direito à reciclagem periódica. 


Art. 9o As empresas e demais entidades que se
utilizem do serviço de Bombeiro Civil poderão
firmar convênios com o Corpo de Bombeiro
Militar dos Estados, dos Territórios e do
Distrito Federal, para assistência técnica a
seus profissionais. 
PROVA
DECRETO Nº 56.819, DE 10 DE MARÇO DE 2011
Institui o Regulamento de Segurança contra Incêndio
das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo e dá
providências correlatas.

CAPÍTULO I
Disposições Preliminares

Artigo 1º - Este Regulamento dispõe sobre as medidas


de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de
risco, atendendo ao previsto no artigo 144 § 5º da
Constituição Federal, no artigo 142 da Constituição Estadual,
ao disposto na Lei estadual nº 616, de 17 de dezembro de
1974, na Lei estadual nº 684, de 30 de setembro de 1975, e
no Decreto estadual nº 55.660, de 30 de março de 2010.
Artigo 2º - Os objetivos deste Regulamento são:

I - proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de


risco, em caso de incêndio;

II - dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao


meio ambiente e ao patrimônio;

III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio;

IV - dar condições de acesso para as operações do Corpo de


Bombeiros;

V - proporcionar a continuidade dos serviços nas edificações


e áreas de risco.
CAPÍTULO IX
Das Medidas de Segurança contra Incêndio

Artigo 24 - Constituem medidas de segurança contra


incêndio das edificações e áreas de risco:

I - acesso de viatura na edificação e áreas de risco;


II - separação entre edificações;
III - resistência ao fogo dos elementos de construção;
IV - compartimentação;
V - controle de materiais de acabamento;
VI - saídas de emergência;
VII - elevador de emergência;
VIII - controle de fumaça;
IX - gerenciamento de risco de incêndio;
X - brigada de incêndio;
XI - brigada profissional;

XII - iluminação de emergência;


XIII - detecção automática de incêndio;
XIV - alarme de incêndio;
XV - sinalização de emergência;
XVI - extintores;
XVII - hidrante e mangotinhos;
XVIII - chuveiros automáticos;
XIX - resfriamento;
XX - espuma;
XXI - sistema fixo de gases limpos e dióxido de carbono
(CO2);
XXII - sistema de proteção contra descargas atmosféricas
(SPDA);
XXIII - controle de fontes de ignição (sistema elétrico;
soldas; chamas; aquecedores etc.).
§ 1º - Para a execução e implantação das medidas de
segurança contra incêndio, devem ser atendidas as
Instruções Técnicas elaboradas pelo CBPMESP.

§ 2º - As medidas de segurança contra incêndio das


edificações e áreas de risco devem ser projetadas e
executadas visando atender aos objetivos deste
Regulamento.
PORTARIA Nº 397, DE 09 DE OUTUBRO DE 2002

De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupação


(CBO versão 2002), o Bombeiro está classificado no
Código 5171 – Bombeiros e Salva Vidas.
Sendo ainda subdivididos em:

• 5171-05 - Bombeiro de aeródromo;

• 5171-10 - Bombeiro de segurança do trabalho, Agente de


investigação de incêndio, Bombeiro de empresas
particulares, Bombeiro de estabelecimentos comerciais,
Bombeiro de estabelecimentos industriais;

• 5171-15 - Salva-vidas - Guarda-vidas, Salva-surf;

• 5151-35 Bombeiro Resgatista e Socorrista;


PORTARIA Nº 397, DE 09 DE OUTUBRO DE 2002

Os Bombeiros de acordo com a descrição sumária


estabelecida pela classificação brasileira de
ocupação têm como missão:

Prevenir situações de risco e executar salvamentos


terrestres, aquáticos e em altura, protegendo
pessoas e patrimônios de incêndios, explosões,
vazamentos, afogamentos ou qualquer outra
situação de emergência. 
PROVA
Código Q

Utilizando o HT
RÁDIO DE COMUNICAÇÃO PROFISSIONAL HT: São rádios
inter-comunicadores  que realizam comunicação entre pessoas
dentro de um mesmo perímetro de maneira  rápida através de
ondas magnéticas. 

Nas áreas de condomínios e empresas, os funcionários ligados


à portaria, manutenção e emergência podem portar esse
equipamento que oferece comunicação "instantânea ao toque
de um botão" chamado de PTT (Push To Talk = aperte para
falar) , com uma pessoa ou grupo. 
Rádio Transmissor Portátil – Rádio HT (Hand-Talk = rádio de
mão) No ramo de segurança privada e pública, Prevenção e
Combate a Incêndio o uso de rádios HT é um grande aliado
desses profissionais, sendo um dos principais materiais de
apoio que auxiliam na comunicação rápida e eficaz.

Em algumas utilizações do Radio HT é importante que os


usuários aprenda o “Código Q”, o mais usado para
comunicação.
Como utilizar o Rádio Transmissor (HT) de forma correta e segura:

1. Falar clara e pausadamente;

2. Transmitir apenas o necessário referente ao assunto, evite assuntos do


cotidiano no rádio, sendo que qualquer tipo de brincadeira é proibido e
motivo de sanções disciplinares e punições;

3. Não interromper comunicação de outro operador com outro;

4. Estar atento e atender prontamente as chamadas;

5. Usar o Código Fonético Internacional e o Código Q nas conversas, evite


conversa formal;

6. Manter a disciplina na rede.

7. Verificar sempre o carregamento da bateria.


QAP – NA ESCUTA? PROVA

QRA – QUAL O SEU NOME?

QRV – À DISPOSIÇÃO

QRU – O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

QRZ – QUEM CHAMOU?

QRX – AGUARDE

QTC – MENSAGEM...REPETE A MENSAGEM

QSL – ENTENDIDO

QTH – QUAL O SEU ENDEREÇO....QUAL A SUA


LOCALIZAÇÃO?

QSV – VIATURA...ENTRADA NA VIATURA


Exemplo de uma conversa via HT:

1º Bombeiro – Pedro (sala de apoio)


... QAP (na escuta?)

2º Bombeiro – João
João Responde ... QAP (na escuta)
Realizando Inspeção nos Extintores

1ºBombeiro - Pedro
Algum QRU?...(Acontencendo alguma coisa?)

Qual o seu QTH...(Qual a sua localização?)

2ºBombeiro – João
Responde: Estou no setor de carga e descarga
QRU ... Aconteceu um acidente no setor de carga e descarga, queda
de altura

1ºBombeiro – Pedro
Responde: QSL (Estou a caminho)
TKS (obrigado)
Estou levando ao local o kit de APH e comunicando aos demais
Bombeiros
TIPOS DE
INSPEÇÃO
Vídeos
ROTINEIRA OU
DIÁRIA

Exemplo:
Check List da
Empilhadeira
PAINEL DE INSTRUMENTOS
ROTINEIRA OU DIÁRIA
Inspeção na área produtiva
PERIÓDICA

EXTINTORES DE INCÊNDIO
(mensal)
Inspeção Primeiro Nível
Verificar:
INSPEÇÃO GERAL

- SETORES
- MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

Identificar o agente causador e verificar


qual o tamanho do risco
Ação: Medidas de Controle e Monitoramento são
tomadas de imediato para sanar o risco
Exaustor - Setor de Fundição

Equipe de Manutenção
INSPEÇÃO ESPECÍFICA

Checar todas as Instalações a fundo


(pente fino)

Apoio:
CIPA
SESMT
Bombeiro Civil e Brigadistas
Encarregados e Gestores
INSPEÇÃO de EQUIPAMENTOS

Se acontecer um incidente no
equipamento, anotar no Livro de
Inspeção

Verificar o Manual do Fabricante


Inspeção Oficial

É um tipo de inspeção realizada pelos


agentes dos órgãos oficiais. Por
exemplo: Corpo de Bombeiros,
Superintência Regional do Trabalho,
Vigilância Sanitária e o MTE.
Corpo de Bombeiros:
-Vistoria
-AVCB

Superintência Regional do Trabalho:


-Registro do SESMT
-Trabalho turno e retorno
Vigilância Sanitária:

-Instalações e condições de uso e manejo


de alimento

MTE – Ministério do Trabalho:

-Insalubridade e Periculosidade
-Arranjos físico inadequados
INSPEÇÕES DE SEGURANÇA

As inspeções têm por objetivo:

- LOCALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DOS


RISCOS

- ESTUDO E PROPOSTA DE MEDIDAS


CORRETIVAS
TIPOS DE INSPEÇÃO
Esquema de ação:
TRABALHO

INSPEÇÃO
IDENTIFICAÇÃO E PROPOSTA
AMBIENTE DE SOLUÇÃO

RISCO
MEDIDA PREVENTIVA

ACIDENTE

RISCO ELIMINADO OU
MINIMIZADO
LESÃO
TIPOS DE INSPEÇÕES

Quanto à origem:

a) Interna (SESMT, Direção, CIPA,


Manutenção)

b) Externa (órgãos oficiais,


seguradoras, serviços públicos)
COMO REALIZAR UMA INSPEÇÃO:

Lista de Inspeção - Instalações gerais:

a) estado dos locais


b) estado dos pisos
c) escadas
d) passagens
e) portas
COMO REALIZAR UMA INSPEÇÃO:

Lista de Inspeção - Condições ambientais:

a) vapores e) ruído

b) fumaças f) tempo de exposição

c) gases g) vibrações

d) poeiras h) ergonomia, etc.


COMO REALIZAR UMA INSPEÇÃO:

Lista de Inspeção - Como se Deve Inspecionar:


a) sem pressa

b) anotar em planta: identificação, características e


técnicas de segurança, métodos de trabalho,
tempo de exposição
c) se necessário recolher amostras, filmar,
fotografar, para estudo mais detalhado

d) discutir com os gestores os problemas


encontrados

e) relatório minucioso
COMO REALIZAR UMA INSPEÇÃO (continuação)

f) observar, caso perceba-se risco, agente


nocivo, parte do agente, tipo de acidente
provável, razão do risco;

g) avaliar o risco: características técnicas,


método de utilização, equipamentos de
proteção utilizado, tempo de exposição e
gravidade;

h) soluções que correspondam aos riscos


determinados, sejam aplicáveis, sejam
econômicas.
COMO REALIZAR UMA INSPEÇÃO:

Lista de Inspeção - Projetos e especificações:

a) partes móveis perigosas;

b) potência adequada;

c) partes salientes;

d) placas indicando capacidade e velocidade;

e) interruptores de emergência;
Até 30/12/2012 - cor: AMARELO
De 01/01/2013 a 30/12/2013 - cor: VERDE
De 01/01/2014 a 30/12/2014 - cor: BRANCO
De 01/01/2015 a 30/12/2015 - cor: AZUL
De 01/01/2016 a 30/12/2016 - cor: PRETO
De 01/01/2017 a 30/12/2017 - cor: ALARANJADA
De 01/01/2018 a 30/12/2018 - cor: PÚRPURA
Ano de 2016
Selo e Lacre - Preto
3.2 Manutenção
Serviço efetuado no extintor de incêndio, com a finalidade de
manter suas condições originais de operação, após sua utilização
ou quando requerido por uma inspeção.

3.3 Manutenção de primeiro nível PROVA


Manutenção geralmente efetuada no ato da inspeção por pessoal
habilitado, que pode ser executada no local onde o extintor está
instalado, não havendo necessidade de removê-lo para oficina
especializada.

3.4 Manutenção de segundo nível


Manutenção que requer execução de serviços com equipamento
e local apropriados e por pessoal habilitado.

3.5 Manutenção de terceiro nível ou vistoria


Processo de revisão total do extintor, incluindo a execução de
ensaios hidrostáticos.
3.6 Recarga
Reposição ou substituição da carga nominal de agente extintor
e/ou expelente.

3.7 Componentes originais


Aqueles que formam o extintor como originalmente fabricado ou
que são reconhecidamente fabricados pelo fabricante do extintor.
Exceção para o quadro de instruções, desde que contenha as
informações originais do fabricante e a identificação da empresa
de manutenção.

3.8 Ensaio hidrostático


Aquele executado em alguns componentes do extintor de incêndio
sujeitos à pressão permanente ou momentânea, utilizando-se
normalmente a água como fluido, que tem como principal objetivo
avaliar a resistência do componente a pressões superiores à
pressão normal de carregamento ou de funcionamento do extintor,
definidas em suas respectivas normas de fabricação.
4.1.2 A freqüência de inspeção é de seis
meses para extintores de incêndio com
carga de gás carbônico, e de 12 meses para
os demais extintores.

Nota: Recomenda-se maior freqüência de


inspeção aos extintores que estejam sujeitos a
intempéries e/ou condições especialmente
agressivas.
4.1.3 O relatório de inspeção deve conter no mínimo as
seguintes informações:

a)data da inspeção e identificação do executante;

b) identificação do extintor;

c) localização do extintor;

d) nível de manutenção executado, discriminado de forma clara


e objetiva.

4.1.4 Todo extintor deve possuir um controle para registro


das inspeções
4.2 Manutenção

4.2.1 Manutenção de primeiro nível

A manutenção de primeiro nível consiste em:

a)limpeza dos componentes aparentes;

b) reaperto de componentes roscados que não estejam


submetidos à pressão;

c) colocação do quadro de instruções;

d) substituição ou colocação de componentes que não estejam


submetidos à pressão por componentes originais;

e) conferência, por pesagem, da carga de cilindros carregados


com dióxido de carbono-CO2.
4.2.2 Manutenção de segundo nível

A manutenção de segundo nível consiste em:

a)desmontagem completa do extintor;

b) verificação da carga;

c) limpeza de todos os componentes;

d) controle de rosca visual, sendo rejeitadas as que apresentarem um dos


eventos:

e) verificação das partes internas e externas, quanto à existência de


danos ou corrosão;

f) substituição de componentes, quando necessária, por outros originais;


...Continuação

g) regulagem das válvulas de alívio e/ou reguladora de pressão, quando


houver;

h) verificação do indicador de pressão;

i) fixação dos componentes roscados (com rosca), no mínimo para as


válvulas de descarga;

j) pintura conforme o padrão estabelecido na NBR 7195 e colocação do


quadro de instruções, quando necessário;

l) verificação da existência de vazamento e

m) colocação do lacre, identificando o executor.


4.2.3 Manutenção de terceiro nível

A manutenção de terceiro nível deve ser executada conforme


norma brasileira pertinente.
3.1 Inspeção
Exame periódico efetuado por pessoal habilitado,
que se realiza no extintor de incêndio com a
finalidade de verificar se este permanece em
condições originais de operação.

3.2 Manutenção de terceiro nível (vistoria)


Processo de revisão total do extintor, incluindo a
execução de ensaios hidrostáticos.

3.3 Recarga
Reposição ou substituição da carga nominal do
agente extintor ou expelente.
4 Condições específicas

4.1 A manutenção de terceiro nível (vistoria) consiste em:

a)ensaio hidrostático do recipiente para o agente extintor e do


cilindro;

b) ensaio hidrostático da válvula de descarga e mangueira;

c) remoção da pintura existente e aplicação de novo


tratamento superficial do cilindro e componentes, onde
necessário (ver NBR 7195). A remoção da pintura existente
deve preceder necessariamente ao ensaio hidrostático;

d) recarga do extintor de incêndio conforme especificado na


NBR 12962.
4.4 Todos os extintores de incêndio devem ser vistoriados em
um intervalo máximo de cinco anos, contados a partir de
sua data de fabricação ou da última vistoria, ou quando
apresentarem qualquer situação prevista a seguir:

a)corrosão no recipiente ou nas partes que possam ser


submetidas à pressão momentânea ou que estejam
submetidas à pressão permanente, ou nas partes externas
contendo mecanismo ou sistemas de acionamento mecânico;

b) ilegibilidade das gravações da data de fabricação ou


vistoria;
...Continuação

c) defeito no sistema de rodagem, na alça de


transporte ou acionamento, desde que estes
constituam parte integrante de componentes
sujeitos à pressão permanente ou momentânea;

d) existência de reparos na solda ou deformações


mecânicas em partes sujeitas à pressão
permanente ou momentânea.
MODELO DE RELATÓRIO
DE INSPEÇÃO
Inspeção
Extintor PQS – Pó Químico Seco (Hall de Entrada)

Manutenção 3º nível – Recarga


Vencimento: Agosto de 2015
Inspeção
Extintor AP – Àgua Pressurizada (Farmácia/Próx. Relógio de Ponto)

Sem placa de
identificação

Instalar

Manutenção 3º nível – Recarga


Vencimento: Agosto de 2015
Inspeção
Sala de Atendimento Telefônico
Compra/Instalação:
Extintor do Tipo CO2 (equipamentos elétricos)
Extintor de AP – Água Pressurizada (materiais sólidos – carpete de parede-móveis)
Suporte de Solo para os dois extintores
Inspeção
Àrea Externa OPÇÃO -2-
Localização - Gerador Capa Protetora
CO2-4kg
(não precisa de
abrigo)

OPÇÃO -1-
Instalação do
Abrigo e Extintor
Inspeção
Área Externa – Estoque de O2 e Resíduos Biológicos

Suporte Fixo

Não é necessário
Abrigo, pois, a área é
coberta

Extintor de AP – 10l
Extintor de PQS – 4kg
Inspeção
Área Externa
Abrigo de Mangueira-Hidrante
Compra do Esguicho Regulável – Placa de Identificação – Vidro de Identificação

Instalar
Placa de
Sinalização

Instalar
Vidro com identificação
HIDRANTE/INCÊNDIO

Instalar
Esguicho Regulável
Inspeção
Área Externa
Inspeção na mangueira – Ano de Fabricação 09/02
Realizar Teste Hidrostático

Ano e mês de fabricação


09/02 - 14 anos

De acordo com a Norma ABNT NBR 12779, toda


mangueira de incêndio deverá ser inspecionada
a cada 6 meses e ser submetida ao Teste
Hidrostático/Manutenção a cada 12 meses.
Inspeção
Área Interna e Externa
Compras de Placas de Identificação dos extintores

1Unidade - Hidrante 3 - Unidades 1 - Unidade 2 - Unidades


Introdução

Esta Norma surgiu da necessidade de se padronizar os


dados a serem coletados pelas organizações que se
proponham a coletar dados de trabalhos de bombeiros de
uma forma sistemática, a fim de se obter informações de
base comum.

Esta Norma pretende garantir apenas as informações


mínimas a serem coletadas, ficando as organizações livres
para agregar os dados que se fizerem necessários,
conforme seu julgamento.
Itens a serem observados:

a) revelar a extensão do prejuízo e dos problemas de


emergências;

b) indicar os problemas que requerem ações adicionais e


pesquisa;

c) acompanhar o desenvolvimento do tratamento médico de


emergência;

d) orientar ações de prevenção e proteção, manuseio de


materiais perigosos etc.;

e) orientar o desenvolvimento efetivo de códigos,


regulamentações e normas.
1 Objetivo

1.1 Esta Norma estabelece um sistema para padronização


do registro de dados dos trabalhos operacionais de
bombeiros, contendo os dados mínimos necessários para o
seu processamento apropriado por órgãos competentes,
para fins legais e estatísticos.

1.2 Esta Norma se aplica a todos os órgãos que realizam e


registram as atividades desempenhadas por bombeiros,
sejam estes federais, estaduais, municipais, mistos,
privados ou voluntários.
Caso Ocorrido (fictício):

-Na empresa Alfa Ltda, num determinado setor


aconteceu um acidente com vazamento de gás,
seguido de explosão

-No setor havia 30 colaboradores


(duas vítimas: 1ferimento leve a outra com ferimento
grave)

-Existência de Brigadistas e Bombeiro Civil

-Existência de habitação ao redor da empresa


Preencher o Formulário

MODELO
SPRINKLES
SPRINKLES
SPRINKLES PROVA

Tipos de sprinklers em relação a temperatura:

Existem diversos tipos de sprinklers, mas a principal característica


que os diferencia é a cor do bulbo interno, dependendo da cor do
bulbo interno do sprinkler ele suportará uma determinada
temperatura, confira o esquema abaixo (mais utilizado):
De acordo com a NBR 6135
SPRINKLES

VÍDEO

DEMONSTRATIVO
CASA DE MÁQUINAS
CASA DE MÁQUINAS

TUBULAÇÃO DE CANALIZAÇÃO DE REDE SPRINKLERS


O SISTEMA funciona de seguinte forma:

BOMBA JOQUEY – Acionado por motor elétrico, responsável


pela pressurização continua da linha, opera em modo
automático.

BOMBA PRINCIPAL – Conjunto elétrico responsável pelo


fornecimento de água para os hidrantes e sprinklers, opera em
modo automático, tendo o desligamento somente por modo
manual em botoeira devidamente instalada em painel.

BOMBA RESERVA – Conjunto Diesel responsável pelo


fornecimento de água aos hidrantes e sprinklers em casos de
queda de energia.
CASA DE MÁQUINAS
Esquema geral
CASA DE MÁQUINAS

VIDEO
METRAGENS
MAIS UTILIZAS

Polegadas:
1½e2½
4.2 Inspeção e manutenção

4.2.1 Toda mangueira de incêndio deve ser


inspecionada e ensaiada hidrostaticamente antes
de ser colocada em uso (para mangueiras
novas pode ser aceito o certificado de ensaio
hidrostático emitido pelo fabricante).

4.2.2 Deve-se realizar a inspeção e manutenção


de toda a mangueira em uso conforme a tabela 1.
PROVA

4.2.3 A mangueira, após ter sido utilizada em combate, deve


ser encaminhada para a inspeção, a fim de se manterem as
condições mínimas exigidas para uso.
5.2 Manutenção

Recomenda-se que a manutenção siga a ordem


seqüencial estabelecida em 5.2.1 a 5.2.5. 5.2.1 Ensaio
hidrostático.

NOTA O ensaio hidrostático apresenta um


determinado nível de dificuldade e de risco
operacional. É recomendada uma análise prévia deste
risco, para verificação dos cuidados requeridos à
segurança de seus executantes.
TESTE HIDROSTÁTICO EM MANGUEIRAS
ETIQUETA DE CONTROLE E INSPEÇÃO

POLEGADA 1½ ou 2½

COMPRIMENTO

TIPO

TESTE HIDROSTÁTICO

DATA DO PRÓXIMO
TESTE

NUMERO DA NBR
ETIQUETA DE CONTROLE E INSPEÇÃO
Demonstração Prática
Inspeção

MANGUEIRA DE INCÊNDIO
VIDEO DEMONSTRATIVO

EMPATAMENTO DE
MANGUEIRA DE INCÊNDIO
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE
DESCARGA ATMOSFÉRICA
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA
Para a proteção das edificações é
necessária a utilização de pára-raios
de acordo com a norma ABNT NBR
5419.
 
Um deles é o pára-raios tipo haste
(conhecido como pára-raios Franklin)
instalado no alto de edificações ou
das torres.

Este pára-raios oferece proteção para


a edificação (ou parte dela) contida
sob o cone de proteção cujo vértice
encontra-se no topo da haste
captora. O que estiver dentro desse
espaço estará protegido (método
Franklin).
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA
O bom funcionamento dos pára-raios e a adequada proteção contra
sobretensão estão associadas a um sistema de aterramento eficaz. O
tipo de aterramento e o número de eletrodos de terra (hastes de
aterramento) a serem utilizados para assegurar a eficácia do aterramento
dependem das características do solo.
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

Para-raios de Melsens

Com a mesma finalidade do para-raios de Franklin,


o de Melsens adota o princípio da gaiola de
Faraday. O edifício é envolvido por uma armadura
metálica, daí o nome gaiola.

No telhado, é instalada uma malha de fios metálicos


com hastes de cerca de 50cm. Elas são as
receptoras das descargas elétricas e devem ser
conectadas a cada oito metros.
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

Para Raios
Tipo Gaiola Hastes

Hastes
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

Laudo de Para Raios ou Laudo de SPDA


 

O objetivo do Laudo de Para Raios ou Laudo de


SPDA é fornecer informações referentes as atuais
condições da instalação do SPDA - Sistema de
Proteção contra Descargas Atmosféricas (Pára-
Raios), para efeito de atendimento as prescrições da
NBR 5419/2005 da ABNT - Associação Brasileira de
Normas Técnicas.
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

OBRIGATORIEDADE
OBRIGATORIEDADE DE
DE LAUDO
LAUDO TÉCNICO
TÉCNICO DE
DE PROTEÇÃO
PROTEÇÃO CONTRA
CONTRA DESCARGAS
DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
ATMOSFÉRICAS –– SPDA
SPDA

O laudo de inspeção do sistema de proteção contra


descargas atmosféricas – SPDA, trata-se de
documento técnico, com registro das inspeções,
verificações e medições realizadas no sistema de
proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) e
também do sistema de aterramento elétrico.

O seu objetivo é verificar a conformidade com a


norma técnica brasileira ABNT NBR-5419 – Proteção
de estruturas contra descargas atmosféricas e a
Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e
Emprego – NR10.
ABNT/CB-03 PROJETO
03:064.10-100/1 JUL 2014
7 Manutenção, inspeção e documentação de um SPDA

7.1 Geral
A eficácia de qualquer SPDA depende da sua instalação, manutenção e métodos de
ensaio utilizados. Inspeções, ensaios e manutenção não podem ser realizados
durante a ameaça de tempestades.

7.2 Aplicação das inspeções, o objetivo das inspeções é assegurar que:  PROVA

a) o SPDA esta de acordo com projeto baseado nesta Norma;

 b) todos os componentes do SPDA estão em boas condições e são capazes de


cumprir suas funções; que não apresentem corrosão, e atendam às suas respectivas
Normas;  

c) qualquer nova construção ou reforma que altere as condições iniciais previstas


em projeto além de novas tubulações metálicas, linhas de energia e sinal que
adentrem a estrutura estão incorporadas ao SPDA externo e interno.
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

7.3 Ordem das inspeções

7.3.1 Inspeções devem ser feitas de acordo com 7.2, como a


seguir:

 a) durante a construção da estrutura;  

b) após a instalação do SPDA, no momento da emissão do


documento;  

c) após alterações ou reparos, ou quando houver suspeita de que a


estrutura foi atingida por uma descarga atmosférica;
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

 d) inspeção visual semestral apontando eventuais pontos


deteriorados no sistema;  

e) periodicamente, realizada por profissional habilitado e


capacitado a exercer esta atividade, com emissão de
documentação pertinente, em intervalos determinados, assim
relacionados: — um ano, para estruturas contendo munição ou
explosivos, ou em locais expostos à corrosão atmosférica severa
(regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva
etc.), ou ainda estruturas pertencentes a fornecedores de serviços
considerados essenciais (energia, água, telecomunicações etc.); —
três anos, para as demais estruturas.
SPDA
SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGA ATMOSFÉRICA

7.4 Manutenção

7.4.1 A regularidade das inspeções é condição


fundamental para a confiabilidade de um SPDA. O
responsável pela estrutura deve ser informado de todas
as irregularidades observadas por meio de relatório
técnico emitido após cada inspeção periódica. Cabe ao
profissional emitente da documentação recomendar,
baseado nos danos encontrados, o prazo de manutenção
no sistema, que pode variar desde “imediato” a “item de
manutenção preventiva”.
NR 20
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS

Armazenagem
e Instalações de gases
(GN e GLP)

Procedimentos de Emergência
20.1 Introdução

20.1.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece requisitos mínimos


para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de
acidentes provenientes das atividades de extração, produção,
armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e
líquidos combustíveis.

20.2 Abrangência

20.2.1 Esta NR se aplica às atividades de:

a)extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio


manipulação de inflamáveis, nas etapas de projeto, construção, montagem,
operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação;
b)extração, produção, armazenamento, transferência e manuseio de
líquidos combustíveis, nas etapas de projeto, construção, montagem,
operação, manutenção, inspeção e desativação da instalação.
20.3 Definições

20.3.1 Líquidos inflamáveis: são líquidos que


possuem ponto de fulgor ≤ 60º C.

20.3.2 Gases inflamáveis: gases que inflamam


com o ar a 20º C e a uma pressão padrão de 101,3
kPa – kilo pascoal.

20.3.3 Líquidos combustíveis: são líquidos com


ponto de fulgor > 60º C e ≤ 93º C 20.4
Classificação das Instalações
Gás Inerte
Quando um gás não reage quimicamente com outras substâncias em
condições normais de temperatura e pressão (CNTP), dizemos que se
trata de um gás INERTE. Além de não serem reativos, os gases
inertes também não provocam desequilíbrio químico.

Gás Oxidante
Na presença de oxigênio e uma fonte de ignição, um combustível
qualquer (gasolina, gás natural, hidrogênio, carvão) sofre oxidação
com liberação de energia calorífica; que por sua vez consegue
fornecer a energia inicial necessária para que outra parcela de
combustível queime, promovendo, então, uma reação em cadeia.
SOLDA - OXIACETILENO
Armazenamento
OXIGÊNIO E
ACETILENO
PROCEDIMENTOS DE
EMERGÊNCIA

GLP
VAZAMENTO COM
OCORRÊNCIA DE FOGO

Só apagar o fogo se for possível eliminar o


vazamento de GLP.

No caso de fogo na válvula de consumo:

-Chamar o C.B. e a Assistência Técnica (isolar


a área de 50m)

-Apagar o fogo com o uso de hidrantes ou


extintores (PQS ou CO2)

Fechar imediatamente a válvula de consumo


dos cilindros.

Se não sanar o vazamento: não apagar o


fogo; resfriar os cilindros na sua parte
superior, isolar e manter a área resfriada,
evitando fontes de ignição – chamar C.B.
No caso de fogo na VÁLVULA DE SEGURNÇA:

NÃO FECHAR A VÁLVULA DA TUBULAÇÃO,


evitando que a pressão do cilindro aumente;
resfrie o cilindro, a temperatura reduzirá,
reduzindo consequentemente a pressão interna e a
válvula de segurança bloqueará o vazamento de
GLP automaticamente.

No caso de vazamento com fogo próximo aos


equipamentos de consumo (fogão industrial):

-Fechar a válvula de fecho rápido mais


próximo de onde houver fogo;
-Evacuar as pessoas não envolvidas no
combate ao incêndio;
-Chamar o C.B. e Assistência Técnica

Combater o princípio de incêndio com


extintores e hidrantes (MANTER A ÁREA
REFRIADA)
VAZAMENTO SEM OCORRÊNCIA DE FOGO:

1 – Fechar a válvula do bloqueio.


2 – Se possível, fechar a válvula de consumo dos
cilindros.
3 – Nebulizar a área resfriando o ambiente, sob
forma de neblina.
4 – Ventilar o ambiente. Chamar C.B. e a
Assistência Técnica.

FOGO PRÓXIMO A CENTRAL (fogo externo):

1 – Fechar a válvula de bloqueio.

2 – Fechar as válvulas dos recipientes.

3 – Nebulizar a área, resfriando a central em


forma de neblina. Desta forma evita abertura da
válvula de segurança em função da alta
temperatura e consequentemente a alta pressão.

4 – Chamar o C.B. e Assistência Técnica.


ROMPIMENTO DO PIG-TAIL:

1 – Fechar a válvula de consumo do


recipiente que estiver com pig-tail rompido.

2 – Chamar a Assistência Técnica

3 – Ventilar o ambiente naturalmente

ABERTURA DA VÁLVULA
DE SEGURANÇA:

1 – Resfriar os cilindros com neblina, o mais


rápido possível.

2 – Evitar fontes de ignição a 50m (isolar


área)

3 – Chamar Assistência Técnica.


MÁQUINAS E
EQUIPAMENTOS

CALDEIRAS
NR13 – CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

13.1 Caldeiras a Vapor - Disposições Gerais.

13.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e


acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando
qualquer fonte de energia, excetuando-se os refervedores e
equipamentos similares utilizados em unidades de processo.

13.1.2 Para efeito desta NR, considera-se "Profissional Habilitado"


aquele que tem competência legal para o exercício da profissão de
engenheiro nas atividades referentes a projeto de construção,
acompanhamento operação e manutenção, inspeção e supervisão
de inspeção de caldeiras e vasos de pressão, em conformidade com
a regulamentação profissional vigente no País.
13.1.5 Toda caldeira deve ter afixada em seu corpo, em local de fácil
acesso e bem visível, placa de identificação indelével com, no mínimo, as
seguintes informações:
a)fabricante;

b) número de ordem dado pelo fabricante da caldeira;

c) ano de fabricação;

d) pressão máxima de trabalho admissível - PMTA;

e) pressão de teste hidrostático;

f) capacidade de produção de vapor;

g) área de superfície de aquecimento;

h) código de projeto e ano de edição.


13.1.5.1 Além da placa de identificação devem constar, em local
visível, a categoria da caldeira, conforme definida no subitem 13.1.9
desta NR, e seu número ou código de identificação.

13.1.9 Para os propósitos desta NR, as caldeiras são classificadas


em 3 categorias, conforme segue:

a)caldeiras da categoria A são aquelas cuja pressão de operação é


igual ou superior a 1960 kPa – kilo pascoal (19.98 Kgf/cm² -
Kilograma Força);

b) caldeiras da categoria “C” são aquelas cuja pressão de operação


é igual ou inferior a 588 KPa (5.99 Kgf/cm²) e o volume interno é
igual ou inferior a 100 litros;

c) caldeiras da categoria “B” são todas as caldeiras que não se


enquadram nas categorias anteriores.
13.3.5 Para efeito desta NR será considerado operador de caldeira
aquele que satisfizer pelo menos uma das seguintes condições:

a)possuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação


de Caldeiras" e comprovação de estágio (b) prático conforme
subitem 13.3.11;

b) possuir certificado de "Treinamento de Segurança na Operação


de Caldeiras" previsto na NR 13 aprovada pela Portaria 02, de
08/05/84;

c) possuir comprovação de pelo menos 3 (três) anos de experiência


nessa atividade, até 08 de maio de 1984.

13.3.6 O pré-requisito mínimo para participação como aluno, no


"Treinamento de Segurança na Operação de Caldeiras" é o atestado
de conclusão do 1° grau.
CALDEIRAS PROVA
EXPLOSÃO CALDEIRA
EMPRESA HEINEKEN - JACAREÍ
EXPLOSÃO CALDEIRA
EMPRESA HEINEKEN - JACAREÍ
EXPLOSÃO CALDEIRA
EMPRESA HEINEKEN - JACAREÍ
EXPLOSÃO CALDEIRA
EMPRESA HEINEKEN - JACAREÍ
VÍDEO - FUNDACENTRO

CALDEIRAS
MÁQUINAS E
EQUIPAMENTOS

VASOS DE PRESSÃO
13.6 Vasos de Pressão - Disposições Gerais

13.6.1 Vasos de pressão são equipamentos que


contêm fluidos sob pressão interna ou externa.

13.6.1.1 O campo de aplicação desta NR, no que


se refere a vasos de pressão, está definido no
Anexo III.

13.6.1.2 Os vasos de pressão abrangidos por esta


NR estão classificados em categorias de acordo
com o Anexo IV.
13.6.2 Constitui risco grave e iminente a falta de
qualquer um dos seguintes itens:

a)válvula ou outro dispositivo de segurança com


pressão de abertura ajustada em valor igual ou
inferior à PMTA, instalada diretamente no vaso ou
no sistema que o inclui;

b) dispositivo de segurança contra bloqueio


inadvertido da válvula quando esta não estiver
instalada diretamente no vaso;

c) instrumento que indique a pressão de operação.


13.6.3 Todo vaso de pressão deve ter afixado em seu
corpo em local de fácil acesso e bem visível, placa de
identificação indelével com, no mínimo, as seguintes
informações:
a)fabricante;

b) número de identificação;

c) ano de fabricação;

d) pressão máxima de trabalho admissível;

e) pressão de teste hidrostático;

f) código de projeto e ano de edição.


13.10 Inspeção de Segurança de Vasos de
Pressão

13.10.1 Os vasos de pressão devem ser


submetidos a inspeções de segurança inicial,
periódica e extraordinária.

13.10.2 A inspeção de segurança inicial deve ser


feita em vasos novos, antes de sua entrada em
funcionamento, no local definitivo de instalação,
devendo compreender exame externo, interno e
teste hidrostático, considerando as limitações
mencionadas no subitem 13.10.3.5.
PROVA
VASOS DE PRESSÃO
MÁQUINAS E
EQUIPAMENTOS

VASOS DE PRESSÃO

VÍDEO - FUNDACENTRO
CURSO TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

Vídeo

Funcionamento
Válvula de Segurança
-Vaso de Pressão-
Procedimentos para
acionar os serviços públicos locais
de atendimento a emergências
(Corpo de Bombeiros, SAMU,
Defesa Civil, Polícia, Agência
Ambiental)
PROVA
Defesa Civil – Desmoronamento de prédios
comerciais e residenciais e Assoreamento de
Barrancos - 199

Polícia – Acidente com óbito - 190

Agência Ambiental/CETESB – Emergências


Químicas - (11) 3133-4000/0800 11 3560
ATIVIDADES
ADMINISTRATIVAS E
OPERACIONAIS

MENSAGEM FINAL
VIDEO MOTIVACIONAL