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ESTÁGIO

NEUROPSICOPEDAG
OGIA
Cristiane Cerbino Sana
Gislaine Vanessa Peterneli Vargas
Luciana Biégas Fernandes
ALUNO AVALIADO
 P.H. – 13 ANOS
 9º ANO – ENSINO FUNDAMENTAL
 ESCOLA PUBLICA
QUEIXA APRESENTADA
 NOTAS BAIXAS, DIFICULDADES NA
APRENDIZAGEM E ATENCIONAIS.
DESENVOLVIMENTO DO ESTAGIO

O ESTÁGIO FOI TRANQUILO, P.H.


COMPARECEU À TODAS SESSÕES E
PARTICIPOU DE TODAS AS
ATIVIDADES PROPOSTAS.
PRIMEIRAS HIPÓTESES -
ANAMNESE

NA ANAMNESE OS PAIS DE P.H. SE


DEMONSTRARAM PREOCUPADOS COM O
BAIXO RENDIMENTO ESCOLAR DO FILHO E
SEU DESINTERESSE POR ATIVIDADES E
TAREFAS ESCOLARES.

* PAI RELATA QUE P.H. É UM ADOLESCENTE


MUITO TÍMIDO E COM RACIOCÍNIO LENTO,
MAS TEM BOA INTERAÇÃO COM OS DEMAIS.
PRIMEIRAS HIPÓTESES -
CRIANÇA

O PRIMEIRO CONTATO COM P.H. FOI


TRANQUILO, ELE SE DEMONSTROU
BASTANTE TÍMIDO E AO SER
QUESTIONADO SOBRE SUAS
DIFICULDADES SE ROTULA TDAH.
TESTES UTILIZADOS
 COMPREENSÃO LEITORA DE TEXTOS
DESCRITIVOS;
 ARITMÉTICA;
 PRODUÇÃO TEXTUAL;
 ESCALA DO TRANSTORNO DO DÉFICT
DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE;
 TESTE NEUROPSICOLÓGICO DE
MEMÓRIA LÓGICA;
 TESTE NEUROPSICOLÓGICO CANCELAMENTO;
 TESTE NEUROPSICOLÓGICO TRILHAS;
 TESTE DE APRENDIZAGEM AUDITIVO-VERBAL DE
REY (RAVLT);
 TDE;
 TORRE DE LONDRES;
 ESCALA DE MOTIVAÇÃO DA APRENDIZAGEM E.F. ;
 ESCALA DE AVALIAÇÃO DE ESTRATEGIAS DE
APRENDIZAGEM;
 SNAP- IV;
 WISC (APLICADO POR CRISTINA M. M. ANDRADE)
 NEUPSILIN (APLICADO POR MARCIA DE SÁ)
DESEMPENHO
OBSERVADO
 P.H. SE DEMONSTROU MUITO TÍMIDO NO
INÍCIO, PORÉM SEMPRE FOI
PARTICIPATIVO NA REALIZAÇÃO DOS
TESTES;
 EM RELAÇÃO ÀS FUNÇÕES COGNITVAS
FUNCIONAMENTO EXECUTIVO E
ATENÇÃO, P.H. TEVE DESEMPENHO
DENTRO DA MÉDIA;
DESEMPENHO
OBSERVADO
 APRESENTOU BASTANTE DIFICULDADE EM
TESTES QUE ENVOLVIAM CONHECIMENTOS
MATEMÁTICOS, PORÉM EM ALGUNS
TESTES DE RACIOCINIO LÓGICO TEVE
OTIMO DESEMPENHO, CONCLUINDO ANTES
DO TEMPO PREVISTO.
* A desatenção relatada se dá pela dificuldade de
compreensão e entendimento das aulas, assim
como a falta de organização de pensamento e
rotina de estudo.
HIPÓTESE DIAGNÓSTICA
 DPAC;
 DESPEDAGOGIA;
 DISCALCULIA;
• ALGUNS TESTES REALIZADOS COM P.H.
FORAM CONTRADITÓRIOS NO RESULTADO,
OS MESMOS FORAM REAPLICADOS E DESTA
VEZ OS RESULTADOS FORAM MELHORES
• Obs: na segunda testagem P.H. estava fazendo
uso do medicamento Neurovit.
Hipóteses confirmadas e refutadas.
 NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO
PERCEBEMOS QUE P.H. EMBORA TENHA
CHEGADO COM O DIAGNÓTICO DE TDAH, OS
TESTES DE ATENÇÃO NÃO CONFIRMAM O
DIAGNÓSTICO;
 JÁ OS TESTES DE ARITIMÉTICA MOSTRARAM
QUE P.H. TEM MUITA DIFICULDADE NA
MANPULAÇÃO COM NÚMEROS, RECONHECE
OS SINAIS MATEMÁTICOS MAS NÃO AS SUAS
FUNÇÕES.
PROGNÓSTICO E INTERVENÇÃO

 P.H. NECESSITA DE
ACOMPANHAMENTO PSICOLOGICO
EM CONJUNTO COM
INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS
 PROPOSTAS DE INTERVENÇÕES:
1. CONCEITOS MATEMÁTICOS;
2. MEMORIA E ATENÇÃO;
3. REGRAS ORTOGRAFICAS E
GRAMATICAIS.
DEVOLUTIVA
NA DEVOLUTIVA OS PAIS RELATARAM QUE NA
FAMÍLIA HÁ CASOS DE DISLEXIA E QUE A MÃE
NÃO CONSEGUE COMPREENDER OS
CONCEITOS MATEMÁTICOS, FATO QUE A LEVOU
PARAR COM OS ESTUDOS.
(Fato não informado na Anamnese)

OBSERVOU-SE TAMBÉM QUE O EMOCIONAL DE


P.H. PODE ESTAR RELACIONADO COM “CIÚMES”
DO IRMÃO MAIS NOVO QUE NÃO APRESENTA
DIFICULDADES. (FOTO E SALA DE RECURSO).
OBSTACULOS
 O MAIOR OBSTACULO FOI A
SITUAÇÃO EMOCIONAL DE P.H.,
POIS INTERFERIU BASTANTE NOS
RESULTADOS
O AUTISMO SOB O OLHAR
NEUROPSICOPEDAGÓGICO

Cristiane Cerbino de Oliveira Sana


A NEUROPSICOPEDAGOGIA COMO
PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO PARA
CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA
INTELECTUAL
Gislaine Vanesa Peternelli Vargas
O ALEMÃO ME PEGOU: E AGORA?
Luciana Biégas Fernandes

NEUROPSICOPEDAGOGIA
X
ALZHEIMER
ARTIGOS X ESTÁGIO
 NEUROPSICOPEDAGOGIA MELHOR
 QUALIDADE DE VIDA;
 - CONHECER MAIS AS FUNÇÕES
COGNITIVAS;
- SISTEMA NERVOSO ESTA PREPARADO
PARA SE MODIFICAR CONFORME AS
VIVÊNCIAS, NECESSIDADES, ESTÍMULOS E O
AMBIENTE EM QUE ESTÁ INSERIDO;
- MELHOR COMPREENSÃO E MANEJO DO
PROCESSO DE APRENDIZAGEM.
INDEPENDENTE DA CONDIÇÃO,
DIFICULDADE OU TRANSTORNO QUE O
INDIVIDUO POSSA APRESENTAR EM
QUALQUER FASE DA VIDA, O
NEUROPSICOPEDAGOGO PODE, COM
AUXÍLIO DA NEUROCIÊNCIA, CONTRIBUIR
PARA UMA MELHORA SIGNIFICATIVA NA
QUALIDADE DE VIDA DO SUJEITO, DE
FORMA QUE O MESMO CONVIVA DA
MELHOR MANEIRA POSSÍVEL COM SUAS
DIFICULDADES E LIMITAÇÕES ADQUIRINDO
MAIS INDEPENDÊNCIA.

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