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MOVIMENTOS

ESTABILIZADORES
• Movimentos axiais;
• Rolo;
• Desvio;
• Equilíbrio em um só pé;
• Caminhada direcionada; e
• Parada de mão.
Movimento Axial Inicial
• Base de apoio exagerada;
• Perda de equilíbrio momentânea;
• Acompanhamento visual do corpo e de um
modelo quando possível;
• Movimentos combinados parecem desajeitados e
segmentados;
• Ausência de transição fluente de um nível ou
plano para outro; e
• Apenas uma a duas ações possíveis de cada vez.
Movimentos Axiais Elementar
• Equilíbrio bom;
• Base de apoio apropriada;
• Requer modelo visual;
• Não precisa vigiar o próprio corpo;
• Boa coordenação de movimentos similares;
• Transição pobre em movimentos diferentes; e
• Pode combinar duas a três ações em um
movimento fluente.
Movimentos Axiais Maduro
• Fluência rítmica e suave;
• Faz seqüência de vários movimentos com
facilidade;
• Visão não importante;
• Parece totalmente sob controle; e
• Pode combinar quatro ou mais movimentos
em um movimento fluente.
Problemas comuns
• Acompanhamento visual do corpo;
• Imitação visual de um modelo;
• Coordenação rítmica insuficiente;
• Perda de equilíbrio;
• Falta de transição suave em fluência de
movimentos;
• Inabilidade para executar em vários rítmos; e
• Inabilidade para executar em diferentes níveis.
Rolo Ventral inicial
• Cabeça entra em contato com a superfície;
• Corpo curvado em posição “C” solta;
• Inabilidade para coordenar o uso dos
braços;
• Não consegue rolar para trás ou para as
laterais; e
• Curva-se para posição “L” depois de rolar
para frente.
Rolo ventral elementar
• Depois de rolar para a frente, ações parecem
segmentadas;
• Cabeça conduz a ação em vez de inibí-la;
• Topo da cabeça ainda toca a superfície;
• Corpo curvado em posição “C” apertada no início
do rolo;
• Curva-se para a posição “L” ao completar o rolo;
• Auxílio das mãos e dos braços sem técnica mas
fornecendo ligeiro impulso; e
• Pode executar apenas um rolo de cada vez.
Rolo ventral maduro
• Cabeça conduz a ação;
• Parte de trás da cabeça toca a superfície bem
levemente;
• Corpo permanece em “C” apertado durante todo o
movimento;
• Braços auxiliam na produção de força;
• Ritmo do movimento retorna a criança à posição
inicial; e
• Pode executar rolos consecutivos controlados.
Problemas comuns
• Cabeça tocando superfície fortemente;
• Falha em curvar apertadamente o corpo;
• Inabilidade de empurrar o corpo com os braços;
• Empurrar o corpo com um só braço;
• Falha em manter-se em posição dobrada;
• Inabilidade de executar rolos consecutivos;
• Sentir tontura;
• Falha em rolar em linha reta; e
• Impulso insuficiente para completar o rolamento.
Desvio inicial
• Movimentos segmentados;
• Corpo parece rígido;
• Flexão mínima do joelho;
• Peso está sobre um pé;
• Pés geralmente se cruzam; e
• Nenhuma decepção.
Desvio elementar
• Movimentos coordenados mas com ligeira
decepção;
• Executa melhor para um lado do que para
outro;
• Excessiva elevação vertical;
• Pés ocasionalmente se cruzam;
• Pequeno jogo do corpo no movimento; e
• Às vezes se supera e fica confuso.
Desvio maduro
• Joelhos flexionados, tronco levemente
inclinado a frente (posição de prontidão);
• Mudanças direcionais fluentes;
• Executa igualmente bem em todas as
direções;
• Falseamento da cabeça e ombro; e
• Bom movimento lateral.
Problemas comuns
• Inabilidade de contrapor o peso de maneira fluente em
direção ao desvio;
• Mudança de direção lenta;
• Pés cruzados;
• Hesitação;
• Excessiva elevação vertical;
• Condução total do corpo;
• Inabilidade de executar várias ações de desvio sem
sucessão rápida;
• Acompanhamento visual do corpo; e
• Postura rígida.
Equilíbrio em um pé inicial
• Ergue alto a perna que não está suportando o peso
• deixando a coxa quase paralela ao solo;
• Falta de equilíbrio e tentativa de equilibrar-se;
• Excesso de compensação com os braços como
asas;
• Preferência inconsistente por uma perna;
• Equilibrar-se com apoio externo;
• Equilíbrio apenas momentâneo sem apoio; e
• Olhos direcionados para os pés.
Equilibrar-se em um pé elementar
• Pode elevar a perna que não está suportando
o peso a uma posição bem próxima à perna
de apoio;
• Não consegue se equilibrar de olhos
fechados;
• Usa braços para equilibrar-se mas pode
colar um braço na lateral do corpo; e
• Executa melhor na perna dominante.
Equilibrar-se em um só pé maduro
• Pode equilibrar-se de olhos fechados;
• Usa braços e tronco conforme necessário para
manter o equilíbrio;
• Eleva a perna que não está suportando o peso;
• Focaliza o objeto externo enquanto se equilibra; e
• Muda para perna não dominante sem perder o
equilíbrio.
Problemas comuns
• Cola um braço na lateral do corpo;
• Nenhum movimento de compensação;
• Compensação de braços inapropriada;
• Inabilidade para usar qualquer uma das pernas;
• Inabilidade para variar a posição do corpo com
controle;
• Inabilidade de equilibrar-se enquanto segura
objetos;
• Acompanhamento visual da perna de apoio; e
• Dependência extrema de apoio externo.
Caminhada em linha inicial
• Equilibrar-se com apoio;
• Caminha para a frente enquanto procura
apoio;
• Pé dominante conduz, seguido pelo outro
pé;
• Olhos focalizam pés;
• Corpo rígido; e
• Nenhum movimento de compensação.
Caminhada em linha elementar
• Pode caminhar em uma largura de 5 cm, mas não em uma
de 2,5 cm;
• Pé dominante conduz, seguido pelo outro pé;
• Olhos focalizados na superfície;
• Pode pressionar um braço contra o corpo enquanto tenta se
equilibrar com o outro;
• Perde o equilíbrio com facilidade;
• Movimentos compensatórios limitados; e
• Pode mover-se Pa frente, para trás e para as laterais mas
requer concentração e esforço consideráveis.
Caminhar em linha maduro
• Pode caminhar em uma largura de 2,5 cm;
• Usa a ação de passos alternados;
• Olhos focalizados acima da superfície;
• Ambos os braços são usados com consciência para
auxiliar o equilíbrio;
• Pode mover-se para a frente, para trás e para as
laterais com segurança e facilidade;
• Movimentos são fluentes, relaxados e sob
controle; e
• Pode perder o equilíbrio ocasionalmente.
Problemas comuns
• Excessiva dependência de apoio;
• Acompanha visualmente a perna na frente;
• Cola um braço no corpo;
• Movimento rígido, hesitante;
• Falha em lidar realmente com o problema de equilíbrio;
• Inabilidade para executar movimento sem se apoiar;
• Coordenação rítmica insuficiente dos dois lados do corpo;
e
• Excesso de compensação para perda de equilíbrio.
Parada de mão inicial
• Capaz de manter, em nível básico, posições
de equilíbrio em três apoios;
• Capaz de assumir uma parada de mão com
três apoios por até 3 segundos;
• Sensação sinestésica insuficiente para
partes do corpo não vistas; e
• Controle de movimentos minimamente
coordenados.
Parada de mão elementar
• Pode manter equilíbrio controlado em 3
apoios e baixar 2 pontos de contato com a
superfície;
• Capaz de manter equilíbrio por 3 segundos
ou mais com freqüente e breve adição de
outro ponto de equilíbrio; e
• Gradual melhora na monitoração de partes
do corpo não vistas.
Parada de mão maduro
• Boa posição de contato com a superfície;
• Bom controle da cabeça e do pescoço;
• Boa sensação sinestésica de localização de partes
do corpo;
• Parece estar em bom controle do corpo;
• Mantém o equilíbrio em posições de 2 e 3 pontos
alternados baixo e alto nível por 3 segundos ou
mais; e
• Sai da postura estática sob controle.
Problemas comuns
• Inabilidade de sentir precisamente localização e
posição de partes do corpo não vistas;
• Inabilidade de manter a linha de gravidade dentro
da base de apoio;
• Base de apoio inadequada ou exagerada;
• Excessivo esforço de equilíbrio pela transferência
do peso corporal muito na frente; e
• Falta de habilidade para permanecer na posição de
equilíbrio invertido por 3 segundos ou mais.
MOVIMENTOS LOCOMOTORES
FUNDAMENTAIS
• Caminhada;
• Corrida;
• Salto de uma altura;
• Salto vertical;
• Salto horizontal;
• Saltitar;
• Galopar;
• Pular; e
• Elevação do joelho.
Caminhada inicial
• Dificuldade de manter a postura ereta;
• Perda de equilíbrio imprevisível;
• Pernas rígidas, hesitantes;
• Passos curtos;
• Pé inteiro em contato com a superfície;
• Dedos virados para fora;
• Base de apoio larga; e
• Joelho flexionado ao contato, seguido de rápida
extensão da perna.
Caminhada elementar
• Suavização gradual do padrão;
• Aumento da extensão do passo;
• Contato calcanhar-dedo;
• Braços soltos nas laterais com oscilação limitada;
• Base de apoio dentro das dimensões laterais do
tronco;
• Tendência de dedos para fora reduzida ou
eliminada;
• Balanço pélvico irregular melhorado; e
• Elevação vertical aparente.
Caminhada madura
• Oscilação dos braços automática;
• Base de apoio reduzida;
• Passo relaxado e alongado;
• Elevação vertical mínima; e
• Contato calcanhar-dedo definido.
Problemas comuns
• Oscilação de braço inibida ou exagerada;
• Braços cruzando a linha mediana do corpo;
• Colocação inadequada do pé;
• Inclinação exagerada do tronco para a frente;
• Braços se movimentam pesadamente nas laterais ou
resistentes para manter o equilíbrio;
• Giro do tronco;
• Ação rítmica insuficiente;
• Apoio do pé inteiro no chão; e
• Pé ou perna irregularmente virados para dentro ou para
fora.
Salto de uma altura inicial
• Um pé direciona o impulso;
• Sem fase de vôo;
• O pé que impulsiona, saído de uma altura
maior, alcança a superfície mais baixa; e
• Uso exagerado dos braços para equilibrar-
se.
Salto de uma altura elementar
• Impulso com os dois pe´s e pouso com um pé;
• Fase de vôo, mas sem controle;
• Braços são usados sem eficiência para o
equilíbrio;
• Pouso com um pé imediatamente seguido pelo
outro pé; e
• Flexão inibida ou exagerada do joelho e do quadril
ao posar.
Salto de uma altura maduro
• Impulso com os dois pés;
• Fase de vôo controlada; uso eficiente dos braços,
para as laterais, conforme necessário, para
controlar o equilíbrio;
• Os pés pisam a superfície mais baixa ao mesmo
tempo, com os dedos primeiro;
• Flexão do joelho e do quadril proporcional à altura
do salto; e
• Flexão dos joelhos e quadril congruente com a
altura do salto.
Problemas comuns
• Inabilidade de impulsionar com os dois pés;
• Girar o corpo para um lado durante o impulso;
• Inclinação do corpo inibida ou exagerada;
• Falha ao coordenar o uso dos braços no ar;
• Colar um braço ao lado do corpo enquanto usa o outro;
• Falha ao pousar com ambos os pés;
• Pousar com o pé inteiro;
• Falha ao flexionar os joelhos suficientemente para
absorver o impacto do pouso; e
• Aterrissagem sem controle.
Salto vertical inicial
• Agachamento preparatório inconsistente;
• Dificuldade de impusionar com ambos os pés;
• Extensão insuficiente do corpo ao impulsionar;
• Elevação da cabeça pequena ou ausente;
• Braços não coordenados com o tronco e a ação da
perna; e
• Baixa altura alcançada.
Salto vertical elementar
• Flexão dos joelhos excede ângulo de 90º no
agachamento preparatório;
• Indicação para a frente exagerada durante o
agachamento;
• Impulso com os dois pés;
• Corpo não se estende totalmente durante a fase de
vôo;
• Braços tentam auxiliar vôo e equilíbrio, mas em
geral não igualmente; e
• Deslocamento horizontal notável no pouso.
Salto vertical maduro
• Agachamento preparatório com flexão de joelho entre 60 e
90º;
• Extensão firme dos quadris, joelhos e tornozelos;
• Elevação dos braços coordenada e simultânea;
• Inclinação da cabeça para cima com olhos focalizados no
alvo;
• Extensão total do corpo;
• Elevação do braço de alcance com inclinação do ombro
combinada com abaixamento do outro braço no auge do
vôo; e
• Pouso controlado bastante próximo ao ponto de partida.
Problemas comuns
• Falha em permanecer sem contato com o solo;
• Falha em impulsionar com ambos os pés ao mesmo tempo;
• Falha em agachar com ângulo aproximado de 90º;
• Coordenação pobre das ações de pernas e braços;
• Inclinação de braços para trás ou para as laterais para se
equilibrar;
• Falha em guiar com os olhos e a cabeça;
• Pouso em um só pé;
• Flexão dos quadris e joelhos inibida ou exagerada ao
pousar; e
• Deslocamento horizontal marcante ao pousar.
Salto horizontal inicial
• Movimento limitado: braços não iniciam a ação do salto;
• Durante o vôo, os braços se movem para os lados e para
baixo, ou para trás e para cima, para manter o equilíbrio;
• Tronco se move em direção vertical; ênfase pequena na
extensão do salto;
• Agachamento preparatório inconsistente em termos de
flexão de pernas;
• Dificuldade de usar ambos os pés;
• Extensão limitada de tornozelos, joelhos e quadris ao
impulsionar; e
• Peso corporal cai para trás ao posar.
Salto horizontal elementar
• Braços iniciam a ação do salto;
• Braços se mantêm na frente do corpo durante agachamento
preparatório;
• Braços se movem para as laterais para manter equilíbrio
durante o vôo;
• Agachamento preparatório mais profundo e mais
consistente;
• Extensão mais completa do joelho e do quadril ao
impulsionar; e
• Quadris flexionados durante o vôo; coxas mantidas em
posição flexionada.
Salto horizontal maduro
• Braços se movem para o alto e para trás durante o agachamento
preparatório;
• Durante o impulso, braços se inclinam para frente com força e
alcançam altura;
• Braços mantêm-se altos durante toda a ação do salto;
• Tronco inclinado em ângulo aproximado de 45º;
• Ênfase maior na distância horizontal;
• Agachamento preparatório profundo e consistente;
• Extensão completa de tornozelos, joelhos e quadris ao impulsionar;
• Coxas mantêm-se paralelas ao solo durante o vôo, pernas pendem
verticalmente; e
• Peso corporal inclina-se para a frente ao pousar.
Problemas comuns
• Uso impróprio dos braços (ou seja, falha ao usar os braços em
oposição à perna de propulsão em um balanço de altos e baixos, como
flexionar, estender e flexionar novamente a perna);
• Giro ou torsão do corpo;
• Inabilidade de executar o impulso tanto com um pé só como quanto
com os 2 pés;
• Agachamento preparatório insuficiente;
• Movimentos restritos de braços e pernas;
• Ângulo de impulso insuficiente;
• Falha em estender-se totalmente ao decolar;
• Falha em estender as pernas para a frente ao pousar; e
• Cair de costas ao aterrisar.
Saltitar inicial
• Perna oposta à de sustentação flexionada a 90º ou menos;
• Coxa oposta à de sustentação mais ou menos paralela à
superfície de contato;
• Corpo ereto;
• Braços flexionados nos cotovelos e mantidos levemente
nas laterais;
• Baixa altura ou pequena distância criada a cada saltito;
• Perda fácil do equilíbrio; e
• Limitado a um ou dois saltitos.
Saltitar elementar
• Perna oposta à de sustentação flexionada;
• Coxa oposta à de sustentação a um ângulo de 45º da superfície de
contato;
• Inclinação suave para a frente, com tronco flexionado no quadril;
• Coxa oposta à de sustentação flexionada e estendida no quadril para
produzir força maior;
• Força absorvida no pouso pela flexão do quadril e do joelho de
sustentação;
• Braços se movem para cima e para baixo com vigor e dos dois lados;
• Controle insuficiente do equilíbrio; e
• Número geralmente limitado de saltitos consecutivos que podem ser
executados.
Saltitar maduro
• Perna oposta à de sustentação flexionada a 90º ou menos;
• Coxa oposta à de sustentação se eleva com movimento
vertical firme do pé de sustentação;
• Maior inclinação do corpo;
• Ação rítmica da perna oposta à de sustentação (balanço
pendular auxiliando a produção de força);
• Braços se movem juntos em elevação rítmica enquanto o
pé de sustentação deixa a superfície de contato;
• Braços não são necessários para o equilíbrio, mas são
usados para aumentar a produção de força.
Problemas comuns
• Saltitar com pé inteiro no chão;
• Movimento exagerado dos braços;
• Movimento exagerado da perna oposta à de sustentação;
• Inclinação exagerada para a frente;
• Inabilidade de manter equilíbrio por 5 ou mais saltitos consecutivos;
• Falta de fluência rítmica de movimento;
• Inabilidade de saltitar efetivamente tanto com o pé esquerdo quanto
com o direito;
• Inabilidade de saltitar efetivamente tanto com o pé esquerdo quanto
com o direito; e
• Acoplar um braço ao lado do corpo.
Galopar inicial
• Falta de ritmo com passo mais rápido;
• Perna de trás geralmente falha em manter-se atrás
e com freqüência toca a superfície na frente da
perna de condução;
• Flexão de 45º da perna de trás durante a fase de
vôo;
• Contato em uma combinação calcanhar-dedos; e
• Braços pouco usados para manter o equilíbrio e
produção de força.
Galopar elementar
• Ritmo moderado;
• Parece entrecortado e rígido;
• Perna de trás pode auxiliar a condução durante o
vôo, mas pousa ao lado ou atrás da perna de
condução;
• Elevação vertical exagerada;
• Pés tocam superfície em combinação calcanhar-
dedo ou dedo-dedo; e
• Braços se colocam levemente para as laterais para
auxiliar o equilíbrio.
Galopar maduro
• Ritmo moderado;
• Ação rítmica e suave;
• Perna de trás pousa ao lado ou atrás da perna de
condução;
• Ambas as pernas flexionadas em ângulos de 45º
durante o vôo;
• Padrão de vôo baixo;
• Combinação de contato calcanhar-dedo; e
• Braços não são necessários para o equilíbrio,
podem ser usados para outros propósitos.
Problemas comuns
• Movimentos entrecortados;
• Pernas mantidas esticadas demais;
• Inclinação exagerada do tronco para a frente;
• Sobrepasso com perna de trás;
• Muita elevação no saltivo;
• Inabilidade de executar tanto para a frente quanto para
atrás;
• Inabilidade de conduzir com o pé não dominante;
• Inabilidade de executar tanto para a esquerda quanto para a
direita; e
• Falta de concentração na tarefa.
Pular inicial
• Criança parece confusa ao tentar;
• Inabilidade de empurar-se e ganhar
distância e elevação;
• Cada tentativa parece mais um passo de
corrida;
• Uso inconsistente da perna de impulsão; e
• Braços ineficazes.
Pular elementar
• Parece estar pensando durante a ação;
• Tentativa parece uma corrida alongada;
• Pequena elevação acima da superfície de apoio;
• Pequena inclinação do tronco para a frente;
• Aparência rígida do tronco;
• Extensão incompleta das pernas durante o vôo; e
• Braços usados para equilíbrio, não como auxílio
na produção de força.
Pular maduro
• Ação rítmica relaxada;
• Extensão firme da perna de impulsão;
• Boa conjunção de forças horizontais e
verticais;
• Inclinação definida do tronco à frente;
• Oposição dos braços definida; e
• Extensão completa das pernas durante o
vôo.
Problemas comuns
• Falha em usar os braços em oposição às pernas;
• Inabilidade de executar impulso com um pé e
pouso com o outro pé;
• Movimentos restritos de braços e pernas;
• Falta de amplitude e elevação ao arremessar-se;
• Pouso com pé inteiro no chão;
• Inclinação de corpo exagerada ou contida; e
• Falha de alongamento e alcance com as pernas.
Elevação do joelho inicial
• Pulo com um pé só;
• Ação passo-saltito deliberada;
• Às vezes ocorre saltito ou passo duplo;
• Ação de passo exagerado;
• Pouco uso dos braços; e
• Ação parece segmentada.
Elevação do joelho elementar
• Coordenação efetiva de passo e saltito;
• Uso cadenciado dos braços para auxiliar o
ritmo;
• Elevação vertical exagerada no saltito; e
• Pouso com pé inteiro no chão.
Elevação do joelho maduro
• Transferência de peso rítmica durante todo
o movimento;
• Uso cadenciado dos braços (reduzido
durante a transferência de peso);
• Elevação vertical baixa no saltito; e
• Pouso primeiro com os dedos dos pés.
Problemas comuns
• Ação segmentada de passo e saltito;
• Alteração rítmica insuficiente;
• Inabilidade de usar ambos os lados do corpo;
• Movimentos exagerados;
• Pouso com pé inteiro no chão;
• Movimentos dos braços exagerado, contido ou
unilateral;
• Inabilidade de mover-se em linha reta; e
• Inabilidade de pular para trás e lateralmente.
MOVIMENTOS FUNDAMENTAIS
MANIPULATIVOS
• Rolar a bola;
Rolar a bola inicial
• Posição de pernas abertas, cada uma a igual
distância da bola;
• Bola é apanhada com as mãos pelas laterais, com
as palmas voltadas uma para a outra;
• Inclinação aguda da cintura, com movimento
pendular dos braços para trás;
• Olhos acompanham a bola; e
• Inclinação do braço para a frente e elevação do
tronco com liberação da bola.
Rolar a bola elementar
• Passos largos em direção à bola;
• Bola é apanhada com uma mão embaixo e a outra em
cima;
• Braço se inclina para baixo sem transferência de peso para
trás;
• Inclinação do joelho limitada;
• Inclinação para a frente com acompanhamento limitado da
bola;
• Bola é liberada no nível entre o joelho e a cintura; e
• Olhos acompanham alternadamente o alvo e a bola.
Rolar a bola maduro
• Passos largos em direção à bola;
• Bola é apanhada pela mão correspondente à perna
de trás;
• Rotação suave do quadril e inclinação do tronco
para a frente;
• Inclinação do joelho pronunciada;
• Inclinação para a frente com transferência de peso
do pé de trás para o pé da frente;
• Liberação da bola no nível do joelho ou abaixo; e
• Olhos se fixam no alvo durante todo o movimento.
Problemas comuns
• Falha no transferir o peso corporal para o pé de trás durante a parte
inicial da ação;
• Falha ao posicionar a mão de controle diretamente sob a bola;
• Liberação da bola acima do nível da cintura;
• Falha ao liberar a bola em direção pendular, provocando seu desvio
para um lado;
• Falha ao acompanhar a bola, resultando em rolagem insuficiente;
• Mover os braços muito para trás ou muito longe do corpo; e
• Falha ao manter os olhos no alvo;
• Falha ao dar um passo para frente com o pé oposto à mão que segura a
bola; e
• Falha ao trazer a bola ao lado do corpo.
Arremessar inicial
• Ação é feita principalmente a partir do cotovelo;
• Cotovelo do braço de arremesso mantém-se para a frente do corpo;
ação parece um empurrão;
• Dedos se separam ao liberar a bola;
• Acompanhamento da bola para frente e para baixo;
• Tronco se mantém perpendicular ao alvo;
• Pequena ação de giro durante o arremesso;
• Peso corporal se move levemente para trás para manter o equilíbrio;
• Pés permanecem parados; e
• Geralmente não há objetivo na movimentação dos pés durante a
preparação do arremesso.
Arremessar elementar
• Na preparação, o braço é inclinado para cima, para os lados
e para baixo para ficar com o cotovelo flexionado;
• Bola é segurada atrás da cabeça;
• Braço é inclinado para a frente, bem acima do ombro;
• Tronco se vira em direção ao lado do arremesso durante
ação preparatória;
• Ombros se viram em direção ao lado do arremesso;
• Tronco é flexionado para a frente com movimento do braço
para frente;
• Mudança definida do peso corporal para frente; e
• Passos à frente com a perna do mesmo lado do braço de
arremesso.
Arremessar maduro
• Braço é inclinado para trás na preparação;
• Cotovelo oposto é elevado para equilíbrio com ação preparatória no
braço de arremesso;
• Cotovelo de arremesso se move para frente horizontalmente enquanto
se estende;
• Antebraço gira e polegar aponta para baixo;
• Tronco gira claramente para o lado do arremesso durante a ação
preparatória;
• Ombro de arremesso cai levemente;
• Rotação definida através dos quadris, pernas, espinha e ombro durante
o arremesso;
• Peso no pé de trás durante movimento preparatório;
• Coforme o peso se move, um passo é dado com o pé oposto.
Problemas comuns
• Movimento para a frente com o pé do mesmo lado do braço
do arremesso;
• Inclinação para trás contida;
• Falha ao girar o quadril conforme o braço de arremesso é
trazido para trás;
• Falha ao dar um passo com a perna oposta ao braço de
arremesso;
• Coordenação rítmica insuficiente do movimento do braço
com o movimento do corpo;
• Falha ao liberar a bola na trajetória desejada;
• Perde o equilíbrio enquanto arremessa;
• Rotação para a frente do braço.
Receber inicial
• Freqüentemente há uma reação de desvio, virando ou
protegendo o rosto com as mãos (reação de fuga é
aprendida e mais tarde não deve mais estar presente);
• Braços se estendem e se mantém para a frente do corpo;
• Movimento de corpo é limitado até o contato;
• Recepção parece ação de cavar;
• Uso do corpo para a bola cair nas mãos;
• Palmas são mantidas para cima;
• Dedos são estendidos e mantidos tensos; e
• Mãos não são usadas na ação de recepção.
Receber elementar
• Reação de desvio é limitada ao fechamento dos olhos no
contato com a bola;
• Cotovelos são mantidos nas laterais com inclinação
aproximada de 90º;
• Desde a tentativa inicial, o contato com as mãos da criança
é geralmente malsucedido, pois os braços batem na bola;
• Mãos são mantidas em oposição uma à outra; polegares se
mantém para cima; e
• Ao contato, mãos tentam apertar a bola com movimento
irregular e insuficientemente rápido.
Receber maduro
• Não há reação de desvio;
• Olhos seguem a bola até as mãos;
• Braços se mantém relaxados nas laterais, e antebraços se
mantém na frente do corpo;
• Braços se movem diretamente para a bola ao contato para
absorver força da bola;
• Braços se ajustam à trajetória da bola;
• Polegares se mantêm em oposição um ao outro;
• Mãos agarram a bola em movimento simultâneo e de bom
ritmo; e
• Dedos agarram mais efetivamente.
Problemas comuns
• Falha ao manter controle sobre o objeto;
• Falha ao mover os braços para receber;
• Manter dedos rígidos e retos na direção do objeto;
• Falha ao ajustar posição da mão à altura e à trajetória do objeto;
• Inabilidade de variar padrão de recepção para objetos de pesos e forças
diferentes;
• Tirar os olhos do objeto;
• Fechar os olhos;
• Inabilidade de focalizar ou acompanhar o curso da bola;
• Posicionamento impróprio, provocando perda de equilíbrio quando
recebe bolas rápidas;
• Fecha as mãos adiantada ou tardiamente; e
• Falha ao manter o corpo em linha com a bola.
Chutar inicial
• Movimentos são restritos durante a ação do chute;
• Tronco permanece ereto;
• Braços são usados para manter o equilíbrio;
• Movimento para trás da perna que chuta é limtado;
• Inclinação para a frente é curta: há pequeno
acompanhamento da bola;
• Criança chuta “na” bola em vez de chutá-la
tangencialmente a frente a acompanhá-la; e
• Ação de empurrão é predominante em vez de
toque.
Chutar elementar
• Movimento preparatório para trás é
centrado no joelho;
• Perna do chute tende a manter-se inclinada
durante todo o chute;
• Acompanhamento da bola é limitado ao
movimento do joelho para frente; e
• Um ou mais passos deliberadamente em vez
de toque.
Chutar maduro
• Braços oscilam em oposição um ao outro durante a ação de
chute;
• Tronco se inclina na cintura durante o acompanhamento;
• Movimento da perna que chuta se inicia no quadril;
• Perna de apoio se inclina levemente ao contato;
• Aumenta a extensão da oscilação da perna;
• Acompanhamento é alto; pé de apoio se eleva sobre os
dedos ou deixa à superfície totalmente; e
• Alcance da bola pode ser feito por uma corrida ou por um
grande salto.
Problemas comuns
• Inclinação para trás restrita ou ausente;
• Falha ao dar passo à frente com a perna oposta;
• Tendência de perder o equilíbrio;
• Inabilidade de chutar com qualquer um dos pés;
• Inabilidade de alterar a velocidade da bola chutada;
• Tocar a bola sem acompanhá-la;
• Oposição de braços e pernas insuficiente;
• Falha ao usar um conjunção de forças pelo corpo para contribuir com
a força do chute;
• Falha ao entrar em contato com a bola ou a perda completamente (os
olhos não estão atentos a bola); e
• Falha em se posicionar a uma distância adequada (falha ao
acompanhar o movimento durante o chute na produção de força)
Dominar inicial
• Tronco permanece rígido;
• Ausência de movimento em direção à bola
conforme ela faz contato;
• Inabilidade de absorver a força da bola; e
• Dificuldade de alinhar-se com o objeto.
Dominar elementar
• Acompanhamento visual da trajetória insuficiente;
• Movimento em direção à bola, mas com
movimentos insuficientemente cadenciados e
seqüenciados;
• Pode pegar uma bola rolada com relativa
facilidade mas não uma bola arremessada;
• Parece inseguro sobre qual parte do corpo usar; e
• Movimentos perdem fluência.
Dominar maduro
• Acompanha a trajetória da bola durante toda a
ação;
• Movimenta-se em direção à bola com o coro todo
ao contato;
• Pode pegar tanto bolas roladas quanto
arremessadas;
• Pode pegar bolas que se aproximam com
velocidade moderada; e
• Move-se com facilidade para interceptar a bola.
Problemas comuns
• Falha ao posicionar o corpo diretamente no caminho da
bola;
• Falha ao manter os olhos fixos na bola;
• Falha ao mover-se em direção à bola conforme ela toca
uma parte do corpo;
• Falha ao interceptar uma bola aérea que cai em direção ao
pé;
• Provocar o encontro do corpo com a bola em vez de deixar
a bola encontrar o corpo; e
• Inabilidade de manter o equilíbrio do corpo quando pega a
bola de maneira diferente ou para a frente.
Rebater inicial
• Movimento é de trás para frente;
• Pés se mantém paralelos;
• Tronco se vira em direção à bola;
• Cotovelos totalmente flexionados;
• Nenhuma rotação de tronco; e
• Força vem da extensão das articulações
flexionadas em plano perpendicular.
Rebater elementar
• Tronco virado para a lateral em antecipação à bola
arremessada;
• Peso muda para o pe para a frente antes de entrar
em contato com a bola;
• Rotação combinada de tronco e quadril;
• Cotovelos flexionados no ângulo mais agudo
possível; e
• Força vem da extensão das articulações
flexionadas. Rotação e movimento para a frente do
tronco estão em plano oblíquo.
Rebater maduro
• Tronco se vira para a lateral em antecipação à bola
arremessada;
• Peso muda para o pé de trás;
• Gira o quadril;
• Transferência de peso está em padrão contralateral;
• Mudança de peso para o pé da frente ocorre enquanto o
objeto ainda está se movendo para trás;
• Encontro com a bola ocorre em um longo arco cheio em
um padrão horizontal; e
• Peso muda para o pé da frente ao contato.
Problemas comuns
• Falha em focalizar e acompanhar a trajetória da
bola;
• Empunhadura imprópria;
• Falha em virar o lado do corpo em direção ao vôo
pretendido;
• Inabilidade em seqüenciar movimentos em rápida
sucessão de maneira coordenada;
• Inclinação para trás insuficiente; e
• “Encurta” o giro.
Quicar inicial
• Bola é segurada com ambas as mãos;
• Mãos posicionadas nos lados da bola, com palmas
de frente uma para outra;
• Ação de forçar a bola para baixo com ambas as
mãos;
• Bola toca o chão próximo ao corpo, pode tocar o
pé;
• Grande variação na altura do retorno da bola.
Quicar elementar
• Bola segurada com ambas as mãos, uma no alto e a outra
embaixo;
• Leve inclinação para a frente, com a bola trazida ao nível
do peito para indicar a ação;
• Força para baixo com mão e braço de cima;
• Força para baixo inconsistente;
• Mão dá tapas na bola para dribles subseqüentes;
• Pulso se flexiona e estende e palma da mão entra em
contato com a bola em cada drible;
• Acompanha visualmente a bola; e
• Controle limitado da bola enquanto dribla.
Quicar maduro
• Pés colocados em posição de pequena abertura, com pé
oposto para a frente;
• Leve inclinação do tronco para a frente;
• Bola é segurada na altura da cintura;
• Bola empurrada em direção ao chão com acompanhamento
de braço, pulso e dedos;
• Força de movimento para baixo controlada;
• Ação repetida de toque e empurrão iniciada pelas pontas
dos dedos;
• Acompanhamento visual desnecessário; e
• Controle direcional do quicar.
Problemas comuns
• Dar tapas na bola em vez de empurrá-la para baixo;
• Aplicar força inconsistente ao forçar a bola para baixo;
• Falha em focalizar e acompanhar a trajetória da bola
eficientemente;
• Inabilidade de quicar com ambas as mãos;
• Inabilidade de quicar sem acompanhar a bola visualmente;
• Acompanhamento insuficiente da bola; e
• Falha ao mover-se enquanto mantém a bola sob controle.
Voleio inicial
• Inabilidade de julgar precisamente a
trajetória da bola;
• Inabilidade de posicionar-se sob a bola;
• Inabilidade de tocar a bola com ambas as
mãos ao mesmo tempo; e
• Bater na bola por trás.
Voleio elementar
• Falha em acompanhar visualmente a trajetória da bola;
• Posiciona-se sob a bola;
• Bate na bola;
• Ação predominantemente de mãos e dos braços;
• Pequena elevação ou acompanhamento com as pernas;
• Inábil para controlar a direção ou vôo pretendido da bola; e
• Pulsos relaxam e a bola com freqüência vai para baixo.
Voleio maduro
• Posiciona-se sob a bola;
• Bom contato com as pontas dos dedos;
• Pulsos mantêm-se firmes e braços
acompanham;
• Boa conjunção de forças e utilzação de
braços e pernas; e
• Capaz de controlar a direção e a trajetória
pretendida da bola.
Problemas comuns
• Falha ao manter os olhos na bola;
• Inabilidade de julgar precisamente a trajetória da
bola e de adequar os movimentos do corpo;
• Falha em manter os dedos e os punhos firmes;
• Falha em estender todas as articulações ao tocar a
bola (falta de acompanhamento);
• Inabilidade de tocar a boa com ambas as mãos ao
mesmo tempo;
• Dar tapas na bola; e
• Posição incorreta do corpo sob a bola.

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