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Aula 106 - O Papel do Discípulo

Aula baseado no livro “Guia do Discípulo – A Testemunhação” de Edgard Armond


Aula 106 - O Papel do Discípulo
Preâmbulo
Existem diferentes formas de experiência espiritual, de acordo com entendimento pessoal. Alguns fazem isso
apenas acreditando; outros, acreditando e participando de atos externos, como no cumprimento de um dever;
outros finalmente, mais esclarecidos, estudam e praticam, entregando-se a realizações, com desejo sincero para
tornar suas vidas espiritualmente melhores.

O discípulo de Jesus acredita, participa e se entrega, aperfeiçoando seu conhecimento e espiritualidade, dedicar-se
ao serviço do Bem. Desde que foi aprovado como discípulo, tornou-se porta-voz do Mestre, um agente Dele,
iluminado por amor e fé mais pura e profunda, nas sombras e nas misérias de este mundo de provações e
expiações.

São Paulo, janeiro de 1980


Edgard Armond
Aula 106 - O Papel do Discípulo
Capítulo 1 - A Missão do Discípulo
Estamos vivendo na Terra na hora exata descrita por João Evangelista, sob o domínio crescente violência,
descrença e divisão, mesmo que este período também seja dominado por ciência e tecnologia materialista.

Essa disparidade prova que o progresso material, quando divorciado do "espírito", ele não constrói
significativamente de bom e, por esse motivo, devemos voltar para o lado oposto, representando amor, paz,
compreensão e o verdadeiro progresso que é a espiritualização, base essencial da evolução para mundos
melhores, tornando adorar os ensinamentos de Jesus, o Cristo planetário, que guia para a experiência da
irmandade boa e universal o que concorda, com total evidência, com a essência e leis que governam a criação
divina.

Com seu imenso amor e como venerável instrutor espiritual, Jesus até agora curva-se sobre a Terra e ainda
absorve seu imenso coração, grande extensão dos males gerados pela homens, aliviando-os em parte de seus
sofrimentos e ainda lhes oferecendo uma última chance de redenção neste ciclo.

Este trabalho é aquele diretamente atribuído a Discípulos de Jesus. Foi para isso que eles foram preparados e eles
adquiriram possibilidades e qualificação. Eles devem correr este trabalho com o máximo de boa vontade,
transferindo para os irmãos infelizes parte da taxa generosa de energias e amor que eles recebem do Divino
Mestre.
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Capítulo 1 - A Missão do Discípulo (cont.)
Se organizado, nos Grupos aos quais pertencer e combinar ações conjuntas bem planejado e uniforme, grande e
meritório será o colaboração que eles podem fornecer à humanidade, cumprir fielmente seus programas e
compromissos de trabalho evangélico.

E, se eles se sentem fortes em si mesmos, incentivados por força, fé forte e firme, da mesma maneira, executar
programas individuais com grandes possibilidades certo sucesso, porque eles terão uma cobertura poderosa
espiritual do alto que, ao mesmo tempo, suprirá falhas e erros porventura cometidos.

Desde quando a Aliança Espírita foi criada em 1973 Evangélico progrediu e hoje tem milhares de discípulos aptos
para a realização de um grande esforço de redenção em benefício dos habitantes deste país predestinado a ser a
pátria do evangelho e a Canaã prometida.

De pé, portanto, discípulos para a gloriosa tarefa que espera por você para o qual o Divino Mestre o chama; e, com
seu amor e proteção divina ele certamente você vencerá em suas dignas tarefas espirituais.
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Capítulo 2 – Sentido e Fins da Preparação
Cada discípulo, após o período de preparação na Escola de Aprendizes do Evangelho, deve organizar um programa
de ação pessoal para testemunhar o ensinamentos evangélicos que podem ser feitos.

Você também deve considerar que os esforços feitos em a escola mencionada irá operar em suas transformações
íntimas profundo, tornando-se agora, como discípulo, um homem diferente, consciente de suas responsabilidades
diante de Jesus e apto a empreender, no campo coletivo, um tarefa de efeitos espirituais transcendentes que serão
refletidos vida após a morte de inúmeros seres humanos com a que tiveram contato.

E você também saberá, porque isso deve ter sentido em ele mesmo, que desenvolveu uma certa capacidade
mediúnica, mais ou menos larga, dependendo do ponto evolucionário alcançado com essa preparação. Esse O
desenvolvimento psíquico vale como novas armas ou recursos oferecidos aos discípulos para o benefício das
tarefas a serem executadas no campo coletivo. Ele deve ser um médium de si mesmo, o suficiente comungar
diariamente com benfeitores espirituais ligados ao seu trabalho, agentes da grande legião que opera no mundo o
esforço de redenção da humanidade sob a direção superior do próprio Divino Mestre.

Lembre-se dos discípulos que Jesus reuniu certo dia aos seus apóstolos para lhes dar a tarefa de partir e proclamar
as boas novas da redenção por vários lugares e por isso ele os armava com novas possibilidades alma e poderes
espirituais para esclarecer a carentes e curar doenças físicas ou perturbações que eles tinham, basta que isso
estenda as mãos Seu nome e projeto sobre eles uma poderosa corrente de paz, amor e esperança.
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Capítulo 2 – Sentido e Fins da Preparação (cont.)
É essencial que os discípulos não permaneçam inativos assumindo que no discipulado sua responsabilidades
cessam, porque supostamente já estão evangelizado, quando, pelo contrário, é agora que eles eles estão apenas
começando. Eles não podem ficar ociosos no meio de tantos necessidades e sofrimentos para ajudar, eles devem
trazer sua ajuda fraterna.

Se por acaso eles tiverem mediunidade não desenvolvida no período de preparação anterior, eles cuidarão disso
situação sem perda de tempo, matricular-se nas escolas cursos apropriados, em Casas Espirituais ou Grupos de
Trabalho bem organizado e orientado nesse setor, mantenha seus poderes psíquicos em perfeitas condições
produção do trabalho, tornando-o mais extenso e campo testemunha individual eficiente.

Se eles não têm mediunidade, devem fazer exercícios contínuo e assíduo para desenvolver sua sensibilidade
psíquico, examinando, especialmente como melhorar sua vínculo pessoal com benfeitores espirituais, para
expandir ao máximo suas possibilidades resultados das tarefas que eles vêm executar.

Para isso, eles podem solicitar a ajuda de seus guias espirituais que certamente o ajudarão, combinando com eles
os exercícios que devem ser realizados. Com essas práticas, por outro lado, ganharão mais independência e
capacidade individual de ação, que redundará tudo na melhoria e eficiência de sua preciosa colaboração
evangélica.
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Capítulo 3 – Fatores que Influem na Preparação
Porque o líder faz o grupo e, em uma escola assim, ele deve ser, além de treinado, o exemplo vivo das virtudes e o
espelho em que os alunos vêem as reflexões do que ele ensina.

Outra desvantagem séria do ponto de vista espiritual é que os alunos sempre formam uma qualidade mental e
herdar uma preparação melhor ou pior na fé e na própria segurança para a execução das tarefas que no futuro
eles devem desempenhar como discípulos.
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Capítulo 4 – Responsabilidade Dos Dirigentes
Portanto, as responsabilidades dos líderes na a formação de futuros discípulos é positiva e considerável que deve
ser levado à fins religiosos em todos os sentidos, concordando acima de tudo, lembre-se de que o evangelho é a
base moral da Doutrina e, qualitativamente, sua característica mais transcendente, dia a dia, mais exposto e
exigente maiores rigores no treinamento de seguidores em geral e dos discípulos em particular, por serem
inestimáveis ​e inúmeros benefícios espirituais que através deles a humanidade pode receber, de agora em diante,
através esclarecimentos espirituais, bem como exemplificação evangélica que será apresentada antes tudo,
autenticando os ensinamentos redentores.

Para liderar grupos de aprendizes, o líderes vários requisitos especiais porque são o centro em torno do qual a
assiduidade, o esforço de reforma íntima, perseverança nesse esforço e uso geral do trabalho.

O líder faz o grupo, repetimos, e bom líder significa bons resultados finais; mesmo A afirmação pode ser feita de
outra forma. Para ser bom líder não basta a vontade de ser, nem a boa vontade dos aprendizes; outros são
necessários requisitos como:

1) capacidade de se comunicar com os aprendizes e, em conseqüência de um treinamento de afinação saudável


entre todos;
2) boa integração no conhecimento doutrinário e especialmente nos propósitos essenciais da Escola Aprendizes do
Evangelho, que devem sempre ser presente;
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Capítulo 4 – Responsabilidade Dos Dirigentes (cont.)
3) vida familiar e social honesta, irrepreensível, por ser capaz de exemplificar a autoridade moral indispensável;
4) ser objetivo, ter facilidade de expressão verbal e experiência pessoal de reforma íntima, para servir de exemplo;
5) respeitar e fazer cumprir o conceito doutrinário de os programas da Escola de Aprendizes da Evangelho, com
predominância do propósito evangélico;
6) sensibilidade didática para manter o interesse e progresso dos esforços na reforma íntima do grupo que ele
dirige, evitando ações mecanizadas e intelectualismo do ensino.

Essas condições caracterizam o líder ideal e quando ele atender plenamente a esses requisitos, no eventual
ausência do expositor da matéria do dia, a sala de aula continua e atinge seu objetivo da mesma maneira, porque
a ausência de um expositor deve ser compensada pela líder; enquanto a falta de líder dificilmente pode ser
substituído, devido aos laços de afetividade recíproca que são criados entre ele e os componentes do grupo.
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Capítulo 5 – Recordando Fatos
Na posição atual, o que você realmente deve preocupar os líderes das casas espirituais, é o respeito e
conservação, com a maior fidelidade possível, Escolas de Aprendizes do Evangelho e Médiuns, bem como da
Fraternidade dos Discípulos de Jesus, mantendo rigorosamente propósitos iniciais como órgãos de treinamento de
futuros discípulos e médiuns de urgência e testemunhos evangélicos indispensáveis ​no ambiente social, tão
carente e contaminado com inferioridades.

Nesta escola, eles devem ser respeitados e considerados os processos adotados desde o início para efetivar a
reforma íntima obrigatória, reservada ao grau máximo a natureza acadêmica do ensino que, quando exagerada,
mina e prejudica esses propósitos iniciais.

Agora ouça a palavra do irmão mais velho Bezerra de Menezes, pronunciada em 1978, referente a Iniciação
Espírita, lançada em 1950 na Federação Espírita do Estado de São Paulo e na admissão, conforme acontece no
espaço, concomitante à fraternidade do trevo, do qual o dos discípulos de Jesus adotou o distintivo. Ele diz: "Que a
Fraternidade Shamrock é um exemplo a ter presente em relação ao rigor na inclusão de novas membros.

Não seria suficiente pertencer à Fraternidade de Discípulos de Jesus para entrar e receber oportunidades para
executar tarefas. Como regra, não basta ser um discípulo de Jesus, mas um discípulo iluminado e responsável, de
mente aberta para o Bem, capaz de entender e sentir o que significa pertencer a um grupo cujo diretor é o próprio
Divino Mestre. Não funcionar corretamente ficará mais lento o discípulo, por não produzir o necessário e o melhor,
e não colocando-se no auge das necessidades e compromissos assumidos.
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Capítulo 5 – Recordando Fatos (cont.)
É verdade que existe uma gama inevitável de variações nas capacidades, sentimentos e entendimentos, entre um
discípulo e outro, é por isso que você não deve chegar a exagero em exigir que todos sintam o mesmo forma. Mas
sempre há um mínimo de sentimento, de compreensão e ação consciente que devem, precisamente, prestar
testemunho de seu discipulado. Quanto mais o mínimo for alcançado e excedido, tanto mais a caminhada na
direção do Mestre se consolida. Nosso trabalho ainda é uma tentativa de campo de transformações morais, para
que o A Fraternidade dos Discípulos de Jesus pode cooperar,
em uma aproximação mais próxima, com a antiga Fraternidade de Trevo". E, lembrando-se do trabalho já
realizado, ele continua: “Em um princípio, a idéia principal era agrupar os discípulos sintonização de entendimento,
o que não foi fácil. Mais em realidade, como começamos? Com muito coragem, reunião e reunião em nome de
Jesus (que é imensamente grande).

Mas, da mesma forma, muitas grandes coisas foram feitas em seu nome, embora ainda seja um começo! Hoje,
depois dos testes, não podemos mais nos evitar com aparências; precisamos selecionar elementos, nos
percebemos mais profundamente nos levantes e controvérsias, em descontentamento e até mesmo em pequenas
ataques, para melhor defender o trabalho, principalmente que alimentam desejos pessoais, sem um ideal maior,
sem destacamento.
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Capítulo 5 – Recordando Fatos (cont.)
Também observamos que aqueles que entendem, eles não se apressam mais, não se apressam e é por isso que
consolide melhor; eles não se deixaram arrastar período para desvios de qualquer origem, precisamente porque
eles entenderam e amadureceram diante das verdades evangélicos, pois, depois de serem compreendidos e aceita
é que evolui, não sendo mais possível pare o curso da ascensão.

Mas existem aqueles que ficam, assim, também aqueles que permanecem firmes nas rotas traçadas; Estes são os
mais felizes, porque são eles que se aproximam rapidamente o Divino Mestre.

Sempre existe um limite que, depois de transposto, não permite retorno. Quando você pode obter a verdade e o
coração vibra no mesmo braço, não há mais receios, hesitações, medos e arrependimentos tardios. Quem
transpôs esses limites, alcançando o discípulos da situação de Jesus, estes não voltarão mais para trás.

É verdade que apenas experiência, esforço própria, a sinceridade no exercício das funções e na o desempenho das
tarefas revela o temperamento do lutador. Isto é o que o Mestre espera do sinceridade e o alto idealismo que
deveria adornar a caráter dos verdadeiros discípulos."
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Capítulo 6 – Respeito às Tradições
A tarefa é esta, sejam os discípulos onde são, os testemunhos devem ser dados e serão prestados observado; e se
não houvesse repercussões nele médio, seu clamor soará nos planos maiores, onde a justiça de Deus não é a
justiça dos homens.

Aqueles que conseguem espalhar essas verdades evangélicos reunindo, esclarecendo, ajudando e dirigindo a seus
irmãos em direção às luzes da Divindade Criativa, aqueles que realmente conhecerão o caminho do redil do
Senhor e para Ele eles vão sem hesitação, não existe dificuldade que pode impedi-los; receberá o aperto de mão
grato dos colegas lutar em ambos os planos, não apenas como elogios, mas como a alegria mais sincera e pura por
trabalhar bem executado no exército do Senhor.

Nesta terra abençoada, a tarefa foi lançada, iniciada e continua em franca caminhada; e embora não possamos
adivinhar o seu desenvolvimento, todos nós cabe continuar, na mesma direção, com corações cheio de esperança
e fé, porque as gerações eles se sucedem e espalham o fluxo evolutivo que eles obtêm dos que vieram antes.

Nós somos de Deus; Nós O servimos, aceitando o Seu vontade como lei; executamos qual é a nossa
responsabilidade, demonstrando fé, dedicação, desapego e perseverança, permaneceremos calmos como se
manto de paz envolver nossos corações para sempre.
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Capítulo 6 – Respeito às Tradições (cont.)
Esta é a tarefa, estejam os discípulos onde eles estiverem, continuem com dedicação nos testemunhos e suas
tarefas serão consolidadas, porque o coração de discípulo é o templo do próprio Mestre.

Trilharemos sempre os mesmos caminhos e nada separará, porque, o que une e salva o destino, é mágico de amor
que é perpetuamente renovado como progredimos e evoluímos, porque "o Senhor deste mundo está
permanentemente atento como um poste poderosa corrente central formada por sua imensa amor, que
transcende o próprio globo”.
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Capítulo 7 – Sucessão das Gerações
A geração atual do mundo, para ser entendida do ponto de vista evolutivo, deve ser classificado em três etapas de
acordo com a idade, a saber: a dos homens idosos, acima de 70 anos, que formam o atual classe dos idosos que
em vinte anos não mais estará aqui; a dos homens adultos, entre 40 e 60 anos que, dentro de algumas décadas,
entrarão no classe de idosos; e a juventude de hoje, que eles serão os adultos de amanhã e em cujos ombros o
peso dos governos do mundo descansará.

Esta será a situação no início do terceiro milênio, justamente quando natural, humano e cósmica, eles estarão no
ponto mais alto de suas atividades, no final da passagem do 2º ao 3º milênio.

O peso das responsabilidades espirituais será portanto, com os discípulos de hoje, adultos de amanhã, naquele
momento em plena força de sua maturidade espiritual; e com aqueles que as Escolas de Aprendizes do Evangelho
está se formando hoje e parte dos mais jovens, que agora estão terminando seu treinamento de discípulo.

Eles prestam o testemunho do Evangelho naquele momento terrível, enfrentando a loucura da humanidade
enlouquecido pelo excesso de sofrimento, pela perda das esperanças e terror do desconhecido na terra e no céu.

Poucos naqueles dias serão capazes de resistir a essa situação e nessa hora é que os discípulos de Jesus deveriam
transformar em colunas de suporte, lanternas no tempestades e trevas, consolo em desespero, guias abençoados
que mostrarão o caminho verdadeiro e único para a salvação no rebanho do Senhor.
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Capítulo 7 – Sucessão das Gerações (cont.)
Neles, a tarefa hercúlea é depositada por Jesus e sublime ser o porta-voz, seus apóstolos, na hora triste com a
separação entre o bem e o mal, a redenção de milhões de seres humanos que devem formam o maior núcleo de
habitantes do novo mundo regenerado em que a Terra se transformará, com humanidade composta daqueles que
foram salvos inferioridade animal e eles se tornaram aptos a viver fraternalmente, encorajados pelas luzes do
amor e fraternidade universal.

Considerando esse futuro terrível, mas glorioso, entender mais facilmente por que essas gerações hoje os
discípulos devem receber nas escolas e na Fraternidade de Discípulos, a mais perfeita e cuidados rigorosos em
seus treinamentos e atividades espiritual, não simplesmente doutrinário ou intelectual mas profundamente
integrado na essência e na senso sacrificial do Evangelho de Jesus.

Não é, portanto, demandas escolares inoportuno ou exagerado, mas, pelo contrário, apenas indispensável e
precioso, para o benefício de nossos necessitados semelhantes de direção, em direção ao reino prometido por
Jesus a todos aqueles que eles se multiplicam e seguem seus ensinamentos redentores.

Por qualquer ângulo que esse problema seja enfrentado grande da seleção da humanidade, nossa esperança está
sempre em Cristo, que é amor em essência sublime e esperança, para a nossa vida em tempos futuros.
Agora medimos o imenso valor que Ele possui e glorifiquemos a Deus por sermos nós, humildemente discípulos.
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Capítulo 8 – Planejamento e Ação
Desde que inscrito na Fraternidade, o discípulo deve entender: 1) que esse fato não significa, pois como já
dissemos anteriormente, o termo final de sua esforços, pelo contrário, o início de um novo período, muito mais
amplo, mais alto e mais definitivo; 2) a condição de subordinado de um aluno sujeito a serviços escolares, agora
conquistou uma posição independente, ação totalmente sujeita a livre agência, única responsável por sua própria
conduta, comece a planejar o trabalho a ser executado.

Desde a preparação na Escola de Aprendizes do evangelho e ingresso na Fraternidade, o discípulo deve decidir se
trabalha isolado ou integrado a uma casa espírita, já conhecida desde com antecedência; nesse caso, você
aproveitará essa organização para realizar seu trabalho de assistência lá carente, não tendo nada para projetar
primeiro passo, mas respeitar os programas da Casa.

Mas, caso você escolha seu próprio trabalho, independente, tentará formar um grupo trabalhando com alguns
colegas já antes escolhido e organizar com eles um programa adequado, mas temporário, até que, com o
resultados desses esforços iniciais e experiências adquiridas, podem constituir um Grupo Espírita definitivo ou
regular, integrando-o a Aliança Espírita Evangélica.

Nesse grupo inicial, deve haver médiuns psíquicos, de incorporação, de curas etc. para que não condições, claro,
executando um programa atividade em benefício de terceiros. Uma sede, por menor que seja, foi estabelecida
para Reuniões de grupo, onde realizarão sessões de estudos e atendimento a quem precisa.
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Capítulo 8 – Planejamento e Ação (cont.)
O campo de trabalho é sempre amplo porque imensas são as necessidades das pessoas humildes e pobres e,
portanto, eles devem começar atendendo às ordens encaminhados pelos próprios membros do grupo, conhecidos
e parentes.

Então nas primeiras reuniões eles devem estabelecer contato seguro e franco com os amigos do Plano Espiritual,
solicitando a nomeação de um Diretor espiritual e conselheiro para o trabalho da turma, principalmente na parte
referente à atenção de doentes e perturbados.
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Capítulo 9 – Normas para os Trabalhos
Nessa sede provisória podem instalar sessões de desenvolvimento de mediunidade para aqueles que porventura a
possuam, ou simplesmente desenvolvimento da sensibilidade anímica para quem precisa aperfeiçoar sua situação
psíquica, possuindo experiência mediúnica.

Após a nomeação do protetor espiritual, Todos os membros do grupo devem passar no exame espiritual rigoroso,
para que as possibilidades sejam conhecidas de cada um, levando em consideração as tarefas a serem distribuídas.

Se houvesse necessidade de desdobrar mediúnica e não foi possível fazê-lo no Grupo para falta de meios, isso
deve ser feito em alguma casa espírita de confiança, para que o desenvolvimento e melhoria aprimoram novos
valores, puro o suficiente, para o trabalho do grupo. Nessas atividades iniciais, o Grupo não pode enfrentar
problemas espirituais mais sérios e responsabilidade, limitando-se, portanto, às atenções mais simples.

Quando o volume de pedidos diários excede as possibilidades do grupo podem ser transformadas então em uma
instituição regular, constituída oficialmente, possuindo direção, estatuto, sede recursos adequados e
autossustentáveis, integrando, como dissemos, à Aliança Evangélica Espírita e concluir sua organização com
escolas, cursos e outros setores de atividades espirituais conhecidas.
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Capítulo 9 – Normas para os Trabalhos (cont.)
Neste ponto, os programas de trabalho eles devem ser revisados ​e ampliados, aumentando o campo atividades,
para que a propagação do Evangelho de Jesus seja, no aspecto que o exige, eficiente e útil em todos os sentidos,
cabendo aos discípulos agradecer ao Divino Mestre pelo sucesso do primeiro tarefas, felicidade do dever cumprido
e perspectiva dos empreendimentos novos e mais amplos que eles podem merecer no futuro
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Capítulo 10 – Conhecimentos, Comentários e Conselhos
I
"Oração, não apenas sendo intelectual, provoca um desapego do Espírito dos laços que eles sujeitam a matéria e
para que possa subir até aviões etéreos que posso alcançar, recebendo daqueles regiões purificadas o bálsamo
reconfortante e o ajuda que você precisa ”.

Em casos de inconveniência, ela vale como uma poderosa remédio, que opera efeitos às vezes muito maiores do
que os da medicina comum, porque a medicina material não penetra nos mistérios do Espírito que, em grande
parte, representam as verdadeiras causas da doença, especialmente os do campo psíquico.

II
Existem cinco leis que podem ser consideradas fundamentais na existência do universo, em termos de seus
habitantes:
a) a existência de uma divindade criativa
b) a eternidade do Espírito imortal
c) reencarnação
d) carma
e) a pluralidade dos mundos habitados.

O conhecimento dessas leis também é essencial para acelerar a evolução dos seres humanos.
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Capítulo 10 – Conhecimentos, Comentários e Conselhos (cont.)
III
"Tudo no plano divino é regulado e perfeito, Deus atribui aos homens o justo volume de testes que devem
suportar e a ajuda apropriada superá-los e redimir-se ”. Dependendo do grau de avanço alcançado, eles possuirão
os poderes, as virtudes e a sabedoria correspondente.

IV
"A qualidade inferior do envelope etérico da Terra e sua atmosfera, permanentemente infectada com elementos
impuros e negativos, provenientes de espíritos inferiores ao que existe lá ”, influência poderosamente sobre a vida
dos habitantes do planeta que, nessas áreas, recebem ondas constantes de influências maléficas e deprimentes.

V
"Os espíritos encarnados que evoluíram para em um certo ponto, eles podem exercer domínio e vigilância sobre
os corpos físicos ”. Conhecer as forças íntimas do Espírito e os forças cósmicas trabalhando na criação divina, e
sempre agindo por amor e no sentido do bem, eles podem agir em defesa de seus semelhantes, tornando-se útil
para tudo no ambiente em que vivem.
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Capítulo 10 – Conhecimentos, Comentários e Conselhos (cont.)
VI
"Sendo Deus amor puro e infinito e nós, os homens, partículas divinas imersas na matéria evoluir, a partir do
momento em que temos desembrulhado em limites suficientes, sentimentos de amor para pares e seres vivos em
geral, teremos Deus em nossos corações e nunca estaremos sozinhos“. Com o poder do amor controlando o
coração e os mente, podemos dominar o corpo físico, tornando-o dependente.

VII
Sabendo que somos eternos, imortais e de origem divinas, partículas mentais de Deus em estado potencial,
também podemos exteriorizar e expandir uma aura de amor, à nossa volta, formado por sentimentos de grandeza,
generosidade e bondade, protegendo não apenas nossa família, mas todos como nossos sentimentos altruísta que
eles podem alcançar. Além disso, este é o ensino fundamental da Cristo, abranja toda a humanidade, pois somos
irmãos espirituais, sujeitos às mesmas leis vitais e para o mesmo destino final.

VIII
"A abordagem de um benfeitor Espírito é operada por afinidade de energia e pensamento: pensamento ações
negativas e ruins são sempre um impedimento para receba a ajuda que, em um determinado momento, pedido,
porque a disparidade vibratória nos isola e mantém-nos fechados para fluidos, eflúvios e vibrações superior,
proveniente de benfeitores que tentam nos ajudar e eles só encontrarão facilidade quando nossos corações e
nossas mentes estão abertos, com humildade e esperança de receber a ajuda solicitada ”.
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Capítulo 10 – Conhecimentos, Comentários e Conselhos (cont.)
Por outro lado, devemos sempre oferecer protetores espiritual um ambiente limpo, claro e agradável de vibrações
acolhedoras e amorosas, para fazê-las sentir bem com a gente, e pode executar facilmente as tarefas que os unem,
uma vez que o desânimo que experimentam ao transpor ninhadas pesadas e deprimente a atmosfera externa do
planeta. "Da qualidade do amor que alguém é capaz de dar, sabe-se pode distinguir, com alguma aproximação, o
grau de nossa evolução. “

IX
O amor é a marca reveladora da nossa posição, porque é o sentimento que mais se aproxima do homens para
Deus; e o mais próximo do Pai é aquele que Ele ama mais e dá tudo, sem esperar retribuição. Amor
verdadeiramente altruísta e espiritual é aquele que se estende a todos, de forma intercambiável, no mais
espontaneidade fraterna, abraçando a humanidade como um todo.

X
E aqui, como instrutor dedicado, lista as requisitos necessários para os evangélicos vivos: "Pense mais e fale
menos. Aja mais e critique menos. Ame mais e exija menos. Produza mais e gabar-se menos. Modéstia, ele diz,
modéstia, honestidade, ponderação, humildade, paciência, trabalho, perdão e caridade são as bases fundamentais
da reforma íntima essencial para todos que querem acelere sua evolução espiritual ".
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Capítulo 11 – Auto-aprimoramento
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Capítulo 12 – Exortação
Caros amigos, nossos cumprimentos. Momento solene, momento de agradecimento, quando nós coletamos
felicidade e alegria. Mas, junto com alegria e à emoção, todos devem estar cientes deste instante, com uma
profunda compreensão do que acontece agora.

Vocês foram todos vocês por algum tempo preparando este dia e o dia chegou, o da reunião com o Mestre Jesus,
para testemunhar o que só pode ser dado com o coração, com o firme propósito e inalterável para se manifestar
como um discípulo.

Se você estiver preparado para isso, diremos: ousar e entrar agora no recinto sagrado, para o encontro com o
Amigo Divino, faça parte daqueles que, ansiosos, agora buscam sua herança de trabalho, sua trama de
testemunho.

Seu desejo de servir será atendido com serviços que lhe serão apresentados no momento justo. Portanto,
repetimos que o momento é precioso, de enorme profundidade e repercussões para toda a eternidade.

Em todos os tempos e todas as ocasiões em que grupos os humanos cruzaram o caminho da evolução espiritual,
sempre caíram e também aqueles que permaneceram de pé. O Mestre simpatiza e continua serenamente
sacrificar-se por aqueles que caem; e, para isso, tem aqueles que permanecem eretos, para ajudá-lo nessa tarefa
ótimo.
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Capítulo 12 – Exortação (cont.)
Assim como o sol toca seus horizontes diariamente, iluminando-os, também o Mestre Divino se inclina na terra
que é dele, envolvendo-a em seus braços poderoso de amor, e absorvendo seu coração grande tramas de
iniqüidade, falhas terrenas, agressões e do mal, para que aqueles que eles estão de pé.

E diante deste grande espetáculo de misericórdia, do amor puro e divino, qual de vocês pode permanecer
insensível? Que discípulo merece realmente com esse nome e pode permanecer indiferente? Portanto, discípulos
iniciantes, levante-se! Entre agora pela porta que se abre para a frente, de empregos e de responsabilidades.

Discípulos antigos, renovem-se! Estar ciente! Que haja modificações nas suas mais profundas dentro! Saia da
apatia, se houver apatia em você! Saia de ociosidade se você fosse detido nela! mudança suas roupas. Torne-o
mais limpo agora, melhor pano, forte, resistente a maus momentos aproximado; um terno adequado para o
trabalho apresentado a você agora nas mãos.

Nunca volte atrás; não perca a oportunidade de servir o Amigo Divino, Senhor desta Terra, ao qual nós também
pertencemos à misericórdia divina.

E agora vamos ao Mestre dizendo: consciente estaremos, Senhor Jesus, a partir deste momento. Também
ousamos responder por aqueles aqui eles estão se preparando para receber o título de discípulos seu e
testemunhar.
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Capítulo 12 – Exortação (cont.)
E também ouso, Senhor, dizer que nenhum dos eles desistirão, ninguém será desleal para você, infiel; Nenhum
interromperá a caminhada, a menos que seja para passar plano.

E que a paz do Senhor Divino que agora é feita tão presente aqui, porque é amor e misericórdia, que que a paz
permeia nossos corações para que possamos continuar em uníssono elogiando-o, e não apenas com corações ou
lábios, mas com todo o nosso ser, com o nosso trabalho e toda a nossa dedicação.
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Capítulo 13 – Palavras Finais
Estamos a poucos passos dos eventos que marcará o arquivo histórico do nosso sistema solar, o caminho para o
terceiro milênio cristão; e os discípulos de hoje, repetimos, serão os que exemplificarão o Evangelho de Jesus.

O sentimento da universalização do Bem e do Amor é o que caracterizará essa tarefa e tudo o que bom e só você
será uma força que ajudará a externalização da centelha divina que existe em você e que se tornará cada vez mais
luminoso, porque a luz é a marca da espiritualização e por isso estaremos tudo experimentado e separado.

Os instrutores espirituais dizem que "a idade de fraternidade já está sendo construída na Terra por almas que
trabalham em silêncio para espalhar a verdades evangélicas ”.

Você é discípulo, uma dessas almas, se esforça para que seu esforço dê frutos nos corações de muitos. Os
instrutores afirmam que "quando os herdeiros do Cristo tomar posse da terra prometida será o começo do reino
de deus na terra ”.

Aqui, então, é a tarefa que o Divino Mestre aguarda todos os seus discípulos; e feliz aqueles que eles se tornarão
arquitetos desse sagrado e transcendente realização espiritual.
Aula 106 - O Papel do Discípulo
Capítulo 13 – Palavras Finais
Voltando ao que dissemos anteriormente recomendamos que os discípulos assim que vivam não desperdiçar nem
um único dia, nem uma hora, para dedicar-se ao serviço de outras pessoas e à disseminação de ensinamentos
redentores, aproveitando todas as momentos para manter seus compromissos de servir ao Mestre Divino servindo
ao próximo.

Porque esta encarnação atual é decisiva para toda a humanidade, especialmente para aqueles que assumiram
compromissos de total dedicação, como é o caso de os discípulos.

Assim como o irmão mais velho Bezerra diz: quem chegou a esse ponto, esse limite de conhecimento e
consciência, não pode voltar, interrompendo sua ascensão espiritual.

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