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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA


PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS

Estudo Fitoquímico e Atividade Larvicida de espécies


Aspidosperma pyrifolium e Ditassa crassifolia (Apocynaceae) frente
ao Aedes aegypti (Diptera: Culicidae)

APRESENTADOR(A): Aytana Vasconcelos dos Santos


ORIENTADOR: Prof. Dr. Marcelo Cavalcante Duarte
Química e Farmacologia de Produtos Naturais e Sintéticos

SÃO CRISTÓVÃO-SE
2020
INTRODUÇÃO
• Considerada uma importante causa de morbidade e mortalidade, atinge principalmente as
zonas tropicais e subtropicais do mundo, devido suas características ambientais, climáticas e
sociais (FIGUEIREDO, 2007; RIBEIRO et al., 2006; SILVA et al., 2009).

Fonte: BRASIL, 2019


Arboviroses

FONTE: BRASIL, 2020;

A dengue é a arbovirose mais antiga e mais disseminada no mundo todo. Quase metade da
população do mundo está em risco de contrair a doença. A transmissão ocorre em quase todas as
regiões tropicais e subtropicais (ARDUINO et al., 2020; RYAN et al., 2019).

Atualmente, o Brasil é responsável por aproximadamente 80% dos casos de dengue notificados
na América Latina (BRASIL, 2020; QUEIROZ; SILVA; HELLER, 2020).

Ondas epidêmicas esporádicas em várias áreas urbanas, isso favorece a uma maior ocorrência de
casos e um crescimento no número de formas graves, tornando-se assim, um sério problema de
saúde pública existente no Brasil (BRASIL, 2019; WHO, 2016).
Arboviroses

Importantes para a saúde


Emergentes no Brasil; pública (BRASIL, 2015;
BRASIL, 2020).

FONTE: BRASIL, 2020.


Transmissão
• Arbovírus se referem aos vírus transmitidos por picadas de artrópodes hematófagos, como os
mosquitos e carrapatos, para um hospedeiro vertebrado (HERNANDEZ; BROWN;
PAREDES, 2014).

Transmissão vertical- Gravidez ou


intraparto.
Até o momento não há relatos de
transmissão pelo aleitamento (FOY
et al., 2011; CDC, 2016).
A transmissão sexual (MUSSO et
al., 2015).
Sintomatologia
Dengue
• Doença de caráter sistêmico e de evolução aguda.
• Febre, cefaleia, dor retro-orbitária, astenia, náuseas/vômitos, mialgia,
artralgia, rubor facial e eritema cutâneo (WHO, 2009).

Chikungunya
• Febre e dores articulares que podem persistir por meses ou até anos
(BRASIL, 2015).

Zika
• Febre, artralgia, conjuntivite não purulenta e erupção cutânea com
prurido; Cefaleia, mialgia e astenia podem estar associadas;
• Microcefalia em recém-nascidos de mães infectadas pelo vírus (CDC,
2016; OEHLER et al., 2014).
Métodos de controle

Ações de
Controle Controle Controle Controle
caráter
mecânico biológico químico legal
educativo

• Nesse caso, os estudos baseados em critérios etnobotânicos, farmacológico e


quimiotaxonômicos, constituem uma importante ferramenta para o maior
conhecimento baseado em evidências científicas e aproveitamento adequado
dos recursos naturais da região (ALVES, 2017; CREPALDI et al., 2016).
Métodos de controle

É essencial que
sejam
desenvolvidas
No entanto, à
novas abordagens
Faltam terapêuticas Estratégias de medida que a
para prevenir e
e vacinas para educação pública e resistência ao
tratar doenças
muitos desses controle de inseticida está se
arbovirais, visando
vírus; vetores; tornando mais
o vetor ou
comum;
hospedeiro
(BRACKNEY;
COZENS, 2020).
Plantas medicinais
Utilização popular das plantas medicinais;

Países em desenvolvimento tem prática mais efetiva;

Baixa renda;

Sem acesso à medicamentos industrializados;

Única opção terapêutica para muitas comunidades.

(ALVES, 2017; OLIVEIRA et al., 2010; OLIVEIRA et al., 2011; SOUZA-MOREIRA; SALGADO; PIETRO, 2010).
Apocynaceae Adans.
• Uma das mais representativas dentre as Angiospermas. Com quase 400 gêneros e
5.000 espécies (RAPINI, 2012).
• No Brasil, a família possui 754 espécies em 77 gêneros, sendo uma das famílias
de angiospermas mais diversas do país (KOCH et al., 2016).

• A família se caracteriza principalmente pela


presença de látex, pelo ovário bicarpelar e
fusionados na parte distal do estilete (JUDD et al.,
2009).

FONTE: Google imagens


Aspidosperma Mart. & Zucc
Distribui-se pela região neotropical, do México até a Argentina, com exceção do Chile, incluindo
algumas ilhas da América Central (MARCONDES-FERREIRA, 1988)
Composto por 46 espécies (MORALES, 2009).

É um dos gêneros mais representativos da família Apocynaceae (CASTELLO et al., 2019).

No Brasil estão listadas 39 espécies, sendo dez endêmicas. As espécies podem ocorrer em
florestas, bem como em cerrado, caatinga, campos de altitude, chaco e restinga (MARCONDES-
FERREIRA, 1988).

22 ocorrem no Nordeste (KOCH et al., 2016).


Conhecidos por fornecerem madeira de boa qualidade e alcaloides, de uso farmacológico e pela
medicina popular (MARCONDES-FERREIRA, 1988).
Aspidosperma pyrifolium Mart. & Zucc
• Caatinga;
• Porte arbustivo-arbóreo;
• Caule ereto com casca lisa, acinzentada com
lenticelas brancas;
• Folhas simples, alternas, ovais, glabras ou pilosas;
• Flores agrupadas em cimeiras terminais de
coloração branca e odor agradável;
• Frutos lenhosos e achatados e coloração castanho-
claro;
• O fruto contem sementes aladas, planas e
papiráceas sendo assim, dispersas pelo vento
(MAIA-SILVA et al., 2012; TAVARES, 2019).
Fonte: Hérbario UNIVASF
Aspidosperma pyrifolium Mart. & Zucc
Tratamento de inflamações no trato urinário e de dermatites (AGRA et al., 2007)

Atividade inseticida (TRINDADE et al., 2008)

Atividade antibacteriana (PESSINI et al., 2011)

Atividade hipotensora (ARAÚJO-JÚNIOR et al., 2011)

Ainda é utilizado no tratamento contra febre, distúrbios respiratórios e como


antiemético (SANTOS, 2010).
E o extrato etanólico da raiz de A. pyrifolium possui efeito larvicida (SILVA et al.,
2020).
Ditassa R.
Gênero com aproximadamente 100 espécies (KONNO; FONTELLA-PEREIRA, 2004).

Nativo da região Neotropical, ocorrendo na América Latina, com exceção do Chile,


possuindo centros de diversidade no Brasil e no Planalto das Guianas, principalmente na
Venezuela (KONNO; WANDERLEY, 2005).
É encontrado em todo o Brasil com exceção dos estados do Amapá e Mato Grosso do Sul,
representado por 60 espécies, das quais 49 são endêmicas (KOCH et al., 2016).

Caracterizam-se por serem trepadeiras, raramente subarbustos, com folhas nunca


cordadas, pelas cimeiras umbeliformes ou corimbiformes e pela corola campanulada a
rotácea (KONNO; WANDERLEY, 2005).
Ditassa crassifolia Decne.
• É endêmica do Brasil e distribui-se pelos estados do Espírito Santo, Bahia e ao
longo do litoral do Nordeste até o Maranhão, além da região Norte, nas campinas
amazônicas (KONNO; WANDERLEY, 2005; KOCH et al., 2016).
• Destaca-se pelas folhas crassas e glabras, viridescentes e por suas inflorescências
geralmente longamente pedunculadas (KONNO; WANDERLEY, 2005).
• Relato de atividade antibacteriana (LIMA et al., 2005).

Fonte: Herbário UFS Fonte: Herbário UFS


Propriedade farmacológica
Propriedades farmacológicas e bioquímicas (BRAZ-FILHO, 2010).

Com base nisso, observa-se que o organofosforado temephos foi o larvicida


exclusivo usado no Brasil para o controle do Aedes aegypti dos últimos
anos (BARRETO, 2005; GOMES et al., 2016).

Dessa forma, é necessário a intensificação de alternativas como o uso de plantas e


seus compostos com atividade inseticida, larvicida e repelente (COSTA et al.,
2005; GOSMES et al., 2016; MURUGAN et al., 2007).

Destaca-se as espécies da família Apocynaceae por possuírem alcaloides provenientes


das raízes, caule e das partes aéreas de ampla utilização terapêutica (SCHRIPSEMA;
DAGNINO; GOSMANN, 2004; LORENZI; SOUZA, 2009; OLIVEIRA, 2015).
OBJETIVO
Objetivo geral
Estudar a fitoquímica e atividade larvicida de Aspidosperma pyrifolium e Ditassa crassifolia
(Apocynaceae) frente ao Aedes aegypti (Diptera: Culicidae).
Objetivos específicos
Isolar constituintes químicos de Aspidosperma pyrifolium e Ditassa crassifolia da família
Apocynaceae;
Identificar ou elucidar a estrutura de seus constituintes químicos através de técnicas de
espectroscopia IV, EM e RMN (uni e bidimensionais);
Contribuir com a quimiotaxonomia das espécies em estudo;
 Disponibilizar extratos, frações e substâncias isoladas para estudos farmacológicos e determinar
a concentração letal 50% (CL50) dos compostos sintetizados frente a larvas do Aedes aegypti;
METODOLOGIA
• Levantamento bibliográfico
• Será realizado no decorrer do estudo, utilizando bases de dados eletrônicas, como
ScienceDirect, Scielo e PubMed. Chemical Abstracts, através do NAPRALERT
(banco de dados sobre plantas do ponto de vista químico e biológico), bem como
anais de eventos nacionais e internacionais.
• Área de estudo e coleta do material botânico
• Os exemplares de Aspidosperma pyrifolium e Ditassa crassifolia serão coletados em
municípios do estado de Sergipe, realizada de acordo com as técnicas usuais descrita
por de Mori e colaboradores (1985);
• Identificados pelo Departamento de Biologia no Laboratório de Sistemática Vegetal
• Exsicatas- depositadas no Herbário da Universidade Federal de Sergipe, campus São
Cristóvão.
METODOLOGIA
• Processo de extração e isolamento.

O material botânico será


O pó obtido será submetido à
dissecado em estufa com ar Triturado e moído em moinho
maceração com etanol a 95%
circulante à temperatura de 40 mecânico;
por três dias consecutivos;
°C durante 72 horas;

Após exaustiva extração, as


soluções extrativas serão Será desenvolvida uma partição
Desenvolvimento de uma
concentradas em rota- líquido/líquido para se obter os
marcha ácido/base para obtenção
evaporador sob pressão reduzida extratos hexânico, clorofórmico,
de alcalóides
à temperatura de 45 °C obtendo- acetato de etila e n-butanólico;
se os extratos brutos;

(DIAS, 2014).
METODOLOGIA

As fases hexânica,
clorofórmica, acetato de
Os constituintes voláteis
etila, n-butanólica serão A fração alcaloídica será
serão extraídos por
cromatografadas em cromatografada em
hidrodestilação conforme
coluna com sílica gel ou coluna utilizando o
metodologia descrita
realizado uma adsorvente alumina
pela Farmacopeia
cromatografia por (RIBEIRO, 2009).
Brasileira (2010).
exclusão com Sephadex
LH- 20® (DIAS, 2014).
METODOLOGIA
Desenvolvimento de Métodos Cromatográficos com Detector de Arranjo de Diodo
• Soluções de concentrações adequadas para análise em cromatógrafo de alta
eficiência com detector de arranjo de diodo.
• Métodos para separação dos constituintes químicos sensíveis;
• Apresentação de seletividade baseada no sistema de solventes adequados a resolver
os picos cromatográficos.
• O método demonstrará, quando possível, aos constituintes que compõem a amostra, a
pureza dos picos cromatográficos e identificação pela comparação na literatura ou a
padrões adquiridos, dos perfis de espectros de UV-Vis guiando a mudanças de
parâmetros relevantes.
METODOLOGIA
• Desenvolvimento de Métodos Cromatográficos com Detector de Massas
• Cromatografia Líquida acoplada a espectrometria de massas- CL-EM-EM
• Confirmação de suas massas e elucidação estrutural pelo padrão de fragmentação de todos os
constituintes, assim como a diminuição dos limites de detecção e quantificação para as
amostras produzidas.
• Serão testados no desenvolvimento do método por CL-EM-EM:

Ionização por Eletrospray em


modo positivo
Ionização por Eletrospray em
modo negativo
Ionização Química a Pressão
Atmosférica em modo positivo
Ionização Química a Pressão
Atmosférica em modo negativo

• Escolhido aquele que apresentar maior sensibilidade para as classes de moléculas estudadas.
METODOLOGIA
Para a identificação e/ou elucidação estrutural das substâncias químicas
isoladas serão utilizados os seguintes métodos espectroscópicos:
• Espectroscopia no infravermelho;
• Espectroscopia no UV;
• Espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear unidimensional RMN 1H e
13C, além de métodos bidimensionais como COSY, NOESY, HMBC e HMQC;

• Espectrometria de massas de baixa e alta resolução;


• Para caracterização dos óleos voláteis será utilizada cromatografia gasosa
acoplada a espectrometria de massas (CG-EM).
METODOLOGIA
• Determinação da atividade larvicida
• Profa Roseli La Corte dos Santos, provenientes do insetário do Departamento de Morfologia,
Laboratório de Parasitologia da Universidade Federal de Sergipe.
• Ovos de Aedes aegypti serão produzidos em insetário e mantidos secos, aderidos em tiras de
papel até o uso, utilizando larvas Rockfeller (sensível ao temefós) do vetor.

O recipiente deve ser


Como preparação
mantido no insetário,
para os ensaios, tiras
com temperatura
de papel contendo os
controlada (26-28°C) de
ovos serão postas em
modo a permitir a
um recipiente
eclosão e o
retangular com água e
desenvolvimento das
aproximadamente 500
larvas, por volta de
mg de ração para
quatro dias, quando
peixe Tetra Color
larvas de terceiro estádio
Tropical Granules.
são coletadas.
METODOLOGIA
• A avaliação de toxicidade
Transferindo as larvas selecionadas
(20 por teste, em triplicata) para
copos descartáveis contendo 20 mL
da solução teste (concentrações
crescentes de derivado em 0,04%
de Tween 80 e/ou DMSO em
água).

Utilizando-se a Concentração Letal Testes paralelos, realizados com o


larvicida organofosforado temefós
Média (CL50) como parâmetro de e apenas com os solventes,
avaliação da atividade biológica. serviram como controle.

As larvas serão expostas às


soluções e a mortalidade será
registrada após 24 horas.
METODOLOGIA
••  Análise estatística
• A concentração letal 50% das larvas (CL 50) e o intervalo de confiança para cada
composto serão calculados. Os dados, submetidos à análise probit de acordo com
Finney (1971). A Fórmula de Abbott’s (1925) será utilizada para correção quando
ocorrer morte no controle numa taxa de 5 a 20%.

• Quando a taxa de mortalidade no controle for superior a 20%, o teste será


descartado e repetido. A atividade dos compostos será considerada
significativamente diferente quando o IC 95% não se sobrepor.
IMPACTOS PREVISTOS

Impacto Econômico

Artigos científicos; • Formação de recursos Impacto


• Possibilidade de humanos; Ambiental
Comunicações em
transferência de • Eficácia e segurança
congressos;
pesquisas para a na utilização de
Novas metodologias indústria farmacêutica,
• Preservação de
analíticas; fitoterápicos ecossistemas
em especial a regional.
Quimiotaxonomia das O Núcleo Sede Impacto Social
espécies. (LeFT/UFS) tem
Impacto tradição e vem
Científico realizando trabalhos de
transferência de
tecnologia.
CRONOGRAMA
Ano/ Trimestre
Atividades 2020 2021
1° Tri 2° Tri 3° Tri 4° Tri 1° Tri 2° Tri 3° Tri 4° Tri
Levantamento Bibliográfico X X X X X X X X
Coleta e deposição da exsicata no herbário     X        
Extração     X        
Análise cromatográficas         X      

Caracterização dos compostos obtidos por


análises espectroscópicas,
    X    
espectrométricas, envio de amostras para
análise elementar e ponto de fusão.

Análise da atividade larvicida         X  


Apresentação de trabalhos em anais de
          X X X
congressos
Elaboração e envio de artigo científico           X X X
Confecção da dissertação           X X X
REFERÊNCIAS
• ABBOTT, W. S. et al. A method of computing the effectiveness of an insecticide. J. econ. Entomol, v. 18, n. 2, p. 265-267, 1925.
• ALVES, I. A. B. S. Estudo farmacognóstico e etnofarmacológico de Croton cordiifolius Bail. (Euphorbiaceae). Tese (Doutorado) –
Universidade Federal de Pernambuco, CCS. Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas. Recife, 2017.
• APG III. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III. Botanical
Journal of the Linnean Society, 2009.
• ARDUINO, M. B. et al. Importance of microenvironment to arbovirus vector distribution in an urban area, São Paulo, Brazil. Journal of the
Brazilian Society of Tropical Medicine, Vol.:53:e20190504: 2020.
• BRACKNEY, D. E.; CORREA, M. A.; COZENS, D. W. The impact of autophagy on arbovirus infection of mosquito cells.  PLOS Neglected
Tropical Diseases, v. 14, n. 5, 2020.
• BRANDÃO, H. N. et al. Química e farmacologia de quimioterápicos antineoplásicos derivados de plantas. Química Nova, São Paulo, v. 33, n.
6, p. 1359-1369, 2010.
• BRASIL. Boletim Epidemiológico. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 48(5), 2017.
• BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico: monitoramento dos casos de arboviroses urbanas transmitidas pelo Aedes (dengue,
chikungunya e Zika), Semanas Epidemiológicas 1 a 34. 2019.
• BRASIL. Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Monitoramento dos casos de arbovi-roses urbanas transmitidas pelo
Aedes (dengue, chikungunya e Zika), semanas epidemiológicas 01 a 52. Boletim Epidemiológico 2; volume 51, 2020.
• CDC. Centers for Disease Control and Prevention. Update: Interim Guidance for Health Care Providers Caring for Pregnant Women with
Possible Zika Virus Exposure. United States, 2016.
• CHOI, Y. et al. Effects of weather factors on dengue fever incidence and implications for interventions in Cambodia . BMC public health. V.
16, n. 1, p. 241, 2016.
REFERÊNCIAS
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• FINNEY, D. J. Probit analysis. Third edition, Cambridge University Press, 1971.
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• KONNO, T. U. P.; PEREIRA, J. F. Some nomenclatural and taxonomic notes on Brazilian Ditassa (Apocynaceae: Asclepiadoideae).  Kew
Bulletin, p. 297-300, 2004.
• KONNO, T. U. P.; WANDERLEY, M. G. L. Ditassa R. Br. no Brasil (Asclepiadoideae-Apocynaceae) e revisão taxonômica de Minaria .
TUP, 2005.
• LOPES, C. T. N.; NOZAMA, L.; LINHARES, R. E. C. L. Emerging arbovirus es and public health challenges in Brazil. Revista Saúde Pública.
36(2): 1-6. 2016.
• LORENZI, H.; SOUZA, V. C. Botânica sistemática: Guia Ilustrado para Identificação das famílias de angiospermas da flora brasileira, baseado
em APG III. Instituto Plantarum, São Paulo, 2009.
• MONTEIRO, S. C.; BRANDELLI, C. L. C. Farmacobotânica - Aspectos teóricos e aplicação. Porto Alegre, ARTMED, 2017.
• QUEIROZ, J. T. M.; SILVA, P. N.; HELLER, L. New premises for sanitation in arbovirus infectious control in Brazil. Cad. Saúde Pública.
36(4). 2020
• WHO. World Health Organization. Dengue and severe dengue. 2016.
• WHO. World Health Organization. Number of reported cases of Chikungunya fever in the Americas, by country or territory with autochthonous
transmission, 2013- 2014 (to week noted): cumulative cases. Epidemiological Week. 2014.
• WOODSON, R. E. Studies in the Apocynaceae. VIII. An Interim Revision of the Genus Aspidosperma Mart. & Zucc. Annals of the Missouri
Botanical Garden, v. 38, n. 2, p. 119-206, 1951.
Obrigada!