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7,62 mm MAG

CURSO DE FORMAÇÃO DE CABOS


(CFC)
METRALHADORA
7,62 mm MAG
Armt, Mun e Tiro

• Técnica do Material da Mtr L


• Objetivos:
1. Descrever os elementos da trajetória
2. Alça de tiro
3. Explicar a influência do terreno numa zona
abatida
4. Explicar a diferença entre tiro preciso,
regulado e justo
Armt, Mun e Tiro

• Técnica do Tiro da Mtr L


• Objetivos:
1. Representar graficamente as zonas rasadas, as
zonas perigosas e ângulos mortos
2. Descrever os aspectos básicos de controle e
ajustagem do tiro
SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO
• DESENVOLVIMENTO
- Elementos da trajetória
- Alça de tiro
- Influência do terreno numa zona
batida - Grupamento de tiro
- Controle e ajustagem do tiro
CONCLUSÃO
ELEMENTOS DA TRAJETÓRIA
• Linha de tiro
• Linha de visada ou sítio
• Amarração de tiro
• Processo
• Boletim de amarração
ALÇA DE TIRO

• Graduação que se registra no aparelho


de pontaria da arma correspondente à
distância do alvo a ser batido
CONCEITOS RELATIVOS
ÀS ZONAS
• Zona perigosa

• Zona rasada

• Zona desenfiada (Ângulo morto)


DISPERSÃO DO TIRO

• Cone de dispersão

• Zona batida
GRUPAMENTO DE TIRO

• Preciso

• Regulado

• Justo
DETERMINAÇÃO DOS
ÂNGULOS MORTOS E
ZONAS PERIGOSAS
• Preparar o tiro rasante
• Sobre a direção a ser rasada determinar
Ptos de referencia de 100 em 100 m
• Sem modificar a inclinação do cano
registrar alça 200 e agir no mecanismo de
pontaria em alcance abaixando o cano de
1 milésimo
• Fazer um homem se deslocar, p/ o Pto 100
m, ao longo da direção a ser rasada
DETERMINAÇÃO DE
ÂNGULOS MORTOS E
ZONAS RASADAS
• Zona rasada: se o homem for visto com a
cabeça acima da linha de visada
• Zona perigosa: se o homem for visto
abaixo da linha de visada
• Ângulo morto: se o homem desaparecer
em alguma dobra do terreno
DETERMINAÇÃO DOS
ÂNGULOS MORTOS E
ZONAS RASADAS
• Tendo o homem atingido o Pto 100 m
manter a alça 200 e elevar o cano 1’’’
• Tendo o homem atingido o pto 200 m,
sem modificar a inclinação do cano,
registrar alça 300
• Proceder-se-á de modo idêntico em cada
Pto que for atingido pelo homem. Nota-se
que o homem é visado com a alça do Pto p/
o qual ele se dirige
CLASSIFICAÇÃO QTO À
DIREÇÃO E ALCANCE
• Quanto à pontaria o tiro pode ser:
- De pontaria direta
- De pontaria indireta
• Pontaria direta: tem vistas sobre o alvo
• Pontaria indireta: por meio de pontos de
referência quando não se tem vista sobre
o alvo
DIREÇÃO DE TIRO
• Considerando a frente das posições :
-Tiros de frente

Tiros de frente

Posição de tiro
CLASSIFICAÇÃO QTO À
DISTÂNCIA
• Fogos Aproximados:até a distância de
500 m
-Realizado com pontaria direta
• Fogos Longínquos:distâncias superiores
a 900 m
-Normalmente tiros indiretos ou masca-
rados
UNIDADE DE TIRO DAS
METRALHADORAS
• O par de Mtr constitui a unidade de tiro
• Continuidade de fogo
• As duas armas cumprem a mesma missão
de tiro
• O tiro é executado alternando-se as ar- mas
na abertura do fogo, isto é, uma ar- ma
atira nos intervalos das rajadas da outra
AJUSTAGEM DO TIRO
• Pela observação dos impactos
• Pela observação da trajetória de projetis
traçantes
• Pelo efeito causado pelo tiro e reação do
inimigo
• pela verificação e correção constante da
pontaria
• Pela combinação de dois ou mais proces-sos
AJUSTAGEM DO TIRO
• Observação do tiro
• Correções: - alongue/encurte tantos
milésimos/me- tros - direita/esquerda
tantos milésimos/me- tros
• Execução da ajustagem: - em direção
ou altura, a 1000 metros, 1’’’ determina 1
metro
BOLETIM DE AMARRAÇÃO DE TIRO

a. É preenchido no verso do Esboço de tiro;


b. No Boletim são lançados:
1) Todas as informações da Missão de Tiro;
2) Azimute e alça para cada alvo;
3) Alça da amarração do tiro;
4) Todas as demais informações.
CONCLUSÃO
“Sem fogo não há movimento”
Sem o conhecimento da técnica
e tática, não há emprego com
eficiência das metralhadoras e
sem a prática não se chega a
perfeição

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