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Bombas Hidráulicas

Objetivo
O trabalho tem por objetivo abordar os
principais conceitos sobre bombas
hidráulicas.
Nele serão ressaltados os tipos, seguidos
de suas características, suas aplicações e
como são integradas à área de engenharia.
Serão apresentadas as fórmulas para
cálculos tais como vazão, escoamento,
potência, entre outras.
Introdução
Tendo as mais diversas funções, tamanhos
e tipos, as bombas hidráulicas possuem
infinitas aplicações, que seja em automóveis,
residências ou até usinas nucleares. As
bombas hidráulicas são amplamente usadas
na indústria e fazem parte de um sistema
ainda maior, sendo uma parte que trabalha
em conjunto com outras peças para
funcionar.
Introdução
Elas são máquinas hidráulicas geratrizes
ou operatrizes cuja finalidade é realizar o
deslocamento de um líquido por escoamento.
Elas transformam o trabalho mecânico que
recebe para seu funcionamento em energia,
que é comunicada ao líquido sob as formas
de energia de pressão e cinética.
Principais tipos de bombas

Classificamos as bombas em dois


principais grupos: Bombas de deslocamento
positivo e bombas cinéticas.
Seus nomes descrevem o método para
mover o fluido.
Bombas de deslocamento positivo

 Bombas alternativas

Bomba de êmbolo ou alternativa


Bomba de duplo êmbolo
Bombas de deslocamento positivo
 Bombas rotativas

Bomba de engrenagem Bomba de engrenagem interna


Bombas Cinéticas
 Bombas centrífugas ou radial
Bombas Cinéticas
 Axial ou propulsora
Conceitos pertinentes
 Cavitação
 NPSH: Energia disponível no líquido na

entrada da bomba
 Potência
 Sucção (tomada)
Tubulação sobre bombeamento
 Multiplicidade de soluções
O diâmetro de uma linha de recalque pode ser
qualquer.
Se for adotado um diâmetro relativamente grande que
resultará uma perda de carga pequena, a potência da
bomba será reduzida, logo o custo da bomba será menor
e o custo para implantação da tubulação será maior.
Se, ao contrário, for estabelecido um diâmetro
relativamente pequeno, resultarão perdas elevadas,
exigindo maior potência para as máquinas e o custo para
canalização será reduzido.
A velocidade econômica

Para as tubulações costuma-se adotar diâmetros


maiores com o objetivo de reduzir as perdas de
cargas.
A velocidade da água na boca de entrada das
bombas está compreendida entre 1,5 e 5 m/s,
podendo-se adotar 3 m/s como um valor médio, já
a saída das bombas essa velocidade pode atingir o
dobro desses valores.
Em sistemas de abastecimento de água a
velocidade nas tubulações é calculada levando em
consideração os custos de implantação e os custos
operacionais com bombeamento.
 
Bombas Centrífugas
As bombas centrífugas estão entre as mais
utilizadas em diversos seguimentos, deste a
irrigação até o bombeamento de petróleo.
Grande parte dessas máquinas são movidas
por energia elétrica, e seu princípio de
funcionamento se baseia na transformação da
energia cinética em pressão na descarga.
Bombas Centrífugas
Tipos de rotores
Rotor aberto
Bombas Centrífugas
Tipos de rotores
Rotor semifechado
Bombas Centrífugas
Tipos de rotores
Rotor fechado
Bombas Centrífugas
Demais tipos:
Rotor semifechado com vórtice
Bombas Centrífugas
Demais tipos:
Rotor fechado
Bombas Centrífugas
Demais tipos:
Exemplo de bomba autoescorvante
Bombas Centrífugas
Vantagens:
 Construção simples e baixo custo;
 O fluido é descarregado a uma pressão uniforme, sem

pulsações;
 A linha de descarga pode ser estrangulada (parcialmente

fechada) ou completamente fechada sem danificar a


bomba;
 Permite bombear líquidos com sólidos;
 Pode ser acoplada diretamente a motores;
 Não há válvulas envolvidas na operação de
bombeamento;
 Menores custos de manutenção que outros tipos de

bombas;
 Operação razoavelmente silenciosa, dependendo da
rotação.
Bombas Centrífugas
Desvantagens:
 No geral não são aplicáveis para altas

pressões;
 Sujeitas à incorporação de ar, sendo assim

precisam ser escorvadas;


 A máxima eficiência da bomba ocorre dentro

de um curto intervalo de condições;


 Não consegue bombear líquidos muito
viscosos (limite 40 MPa.s).
Bombas Centrífugas
 Equações e determinações
Velocidade para bombas é determinada
angularmente, ou seja, pelo número de
rotações por minuto (rpm).
 

Q = vazão, em m3/s;
H = altura manométrica, em metros;
n = número de rotações por minutos (rpm);
k = 3,65 para m3/s e 0,1155 para ℓ/s.
Bombas Centrífugas
 Equações e determinações
O rendimento da bomba é determinado a
partir do estudo dos valores de pressão
gerada e das perdas nos condutos, conforme
a equação abaixo.
 
H = pressão total;
Hest = pressão estática;
Hf = perda nos condutos.
Bombas Centrífugas
 Equações e determinações

 DNi = diâmetro do tubo na sucção;


 v = velocidade (Q/A);
 Q = vazão;
 A = área da seção ((π x DN2) / 4);
 Li = comprimento do tubo de diâmetro DNi;
 = coeficiente de atrito, variável com o número de Reynolds ((v x
DN) / vcn) e com a rugosidade;
 = coeficiente de perdas localizadas (cotovelos, difusores etc.);
 = coeficiente da válvula de regulagem, variável entre k e ∞ (k:
válvula aberta, ∞: válvula fechada);
 DNr = diâmetro do tubo no recalque;
 Vr = velocidade na seção de saída.
Aríete Hidráulico
Ar comprimido
 Ar dissolvido
 Câmara de pressão
Parafuso de Arquimedes
Conclusão
Existem vários tipos de bombas
hidráulicas, cada uma com sua utilização
específica para um trabalho, mas todas elas
transformam o trabalho mecânico que recebe
para seu funcionamento em energia, que é
comunicada ao líquido sob as formas de
energia de pressão e cinética.
Conclusão
Pode-se conhecer mais detalhes sobre os
conceitos pertinentes como a cavitação e o
NPSH, assim como também aprender sobre
bombas centrífugas e seus diferentes tipos de
rotores, suas vantagens e desvantagens, bem
como suas equações e definições.
Concluiu-se que o aríete hidráulico é o mais
presente em aplicações rurais.
Aprimorou-se conhecimentos sobre os
sistemas de ar comprimido, assim como o
parafuso de Arquimedes.
Bibliografia
 https://www.mecanicaindustrial.com.br/135-
tipos-de-bombas-hidraulicas/
 AZEVEDO NETTO, José Martiniano de;
FERNANDEZ, Miguel Fernandez Y. Manual de
Hidráulica. 9.ed. São Paulo: Blücher, 2015.

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