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Analisar e propor a reestruturação do Sistema Integrado de

Simulação de Combate do Exército (SISCoEx);


Levantar as necessidades e prioridades para a
aquisição/desenvolvimento e emprego de simuladores e
treinadores no preparo da Força Terrestre;
Elaborar um plano de aquisição/desenvolvimento de sistemas
de simulação e treinadores;
Analisar e definir as ações a serem executadas até os
horizontes de 2015, 2022 e 2030.
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Contribuir com o adestramento de Comandantes e
Estados-Maiores nos escalões FTC, G Cmdo, GU e Btl/Rgt.
Contribuir com o adestramento da sincronização dos
sistemas operacionais de combate.
Incrementar a integração das diversas Armas, Quadro e
Serviços.
Proporcionar as melhores condições de instrução e
adestramento dos militares do Exército, aliando tecnologia com
técnicas avançadas de condução de exercícios, de forma a
abranger todo o Ensino Militar Bélico e a Instrução Militar.
Exercitar os planejamentos operacionais para emprego
da Força Terrestre (Validação de HE).
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Fornecer subsídios para a validação da Doutrina Militar
Terrestre.
Proporcionar racionalização de recursos e redução dos
riscos inerentes às atividades do preparo operacional em todos
os escalões concebidos.
Cooperar com a integração da Força Terrestre com as
demais Forças Armadas, com os órgãos de segurança pública e
outros que possam vir a utilizá-lo.

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2011 2015 2022 2030 20..
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Qual o retorno do investimento em simulação?

Emprega-se:

Tempo

Pessoas
Dinheiro
no desenvolvimento de simuladores.
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Repetição Prontidão

Eficiência Dinheiro Redução de Riscos

Meio ambiente Vidas Tempo Eficácia


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Projeto do Simulador Guarani

Sml Atirador
Sml Motorista

Um módulo
básico por OM Sml para Guarnição e
Pelotão
Um módulo
avançado por
Bda.
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• O Exército Brasileiro, para cumprir sua missão constitucional de Defesa do
país, deve manter seus quadros preparados para o emprego.
• Os Simuladores vêm, a cada ano, conquistando maior espaço no
treinamento das tropas.

• Pontos fortes:
– Aumento do nível de
adestramento.
– Economia de recursos.

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Simulação Virtual (Sistemas Simulados, Pessoas Reais)
Treinamento de tripulação de carros de combate, pilotos de helicóptero, etc

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Simulação Virtual
Centro de Instrução de Blindados
- Steel Beasts
- Simulador KMW Leopard 1A5

Centro de Instrução de Aviação do Exército


- Simuladores Fixos e 6DF

Academia Militar das Agulhas Negras


- Simuladores de Tiro e Apoio de Fogo

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Steel Beasts

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Simulador de Helicóptero
CIAvEx

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Simulação Viva (Sistemas Reais, Pessoas Reais)
Treinamento de combate aproximado

• Centro de Avaliação e
Adestramento do Exército
• Uso do DSET (SAAB)
• Vila cenográfica
• Força Oponente Profissional
• Efetivo de 1 Subunidade

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Simulação Construtiva (Sistemas Simulados, Pessoas Simuladas)
Treinamento de Comandantes e Estados-Maiores

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Sml Cmb Construtiva
Análise de
Cenários

AZUVER JG BDA GUARINI SISTAB SABRE ?

1648 ----1990 ----- 1999 ---- 2000 ------ 2004 ---- 2005 ----- 2009-- 2015 ---- 2022

Sml Cmb

2022
MASA-SWORD
2011

2015
Quais são
- Excessivo número de detalhes. as deficiências
- Requisitos inadequados ou incompletos.
dos sistemas
- Relação custo/benefício restrita.
atuais?
- Execução em níveis muito baixos.
- Não trabalham para o público alvo concebido.
- Geram excesso de informações para o tomador de decisões.
- Empregam cartas em escalas inadequadas para os escalões
em operação.
- Documentação dos sistemas incompleta.
- A manutenção e as novas implementações são totalmente
dependentes de programadores específicos.
- Não há segurança criptográfica da base de dados.
- Os treinamentos em curso não são padronizados.
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Integração
SISCoEx VOLTADO PARA O PREPARO

SITUAÇÃO ATUAL SISCoEx


Indústria Nacional
Sml Construtiva
Sml Viva
Sml Virtual
Como deverá funcionar um Exc Sml Cmb?

A simulação deverá ser conduzida remotamente, em um


Centro de Adestramento Simulado de Postos de Comando a ser
estabelecido na Gu de Brasília, vinculado ao COTER.

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Centro de C2
alternativo para o
EB ou o MD

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 - Trata-se de um Centro de Simulação vinculado ao
COTER, situado em Brasília, com as seguintes
atribuições específicas:
conduzir a capacitação relativa aos sistemas de
simulação de combate do EB e aos exercícios de
simulação de combate.
controlar e realizar a simulação de combate remota
de maneira centralizada para todos os Exc Sml Cmb.
gerenciar todo o suporte técnico, a manutenção e o
desenvolvimento dos sistemas vinculados à atividade
de simulação.
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 O evento visa reunir os meios empresarial,
militar e acadêmico nacionais ligados à área de
simulação.
 Compõe-se de:
 Um Simpósio, com palestras e apresentações
de autoridades militares, civis e de empresários
no auditório do Gen Marcelo Rufino.
 uma Feira de Apresentação de produtos e
empresas, a ser realizada numa estrutura
montada no estacionamento do QG Ex.
 Os custos serão arcados pelas empresas
interessadas em participar do evento.
 Quatro estandes reservados para o Exército
Brasileiro.
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PEO STRI – (US ARMY) – US$ 3,9 Bilhões.
França – US$5,5 Bilhões– 30 Bilhões em 10 anos.
Chile – US$ 2,0 Milhões.
Peru – US$ 5,0 Milhões.
(2011)
Brasil (EB) – US$ 787 Mil.

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Utilizando HLA e RTI, integrar as simulações
construtiva, virtual e viva com sistema C2.

Situação – Licitado,
aguardando aquisição!

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Analisar como fazem outros Exércitos.
Revisar a portaria atual do SISCoEx.
Analisar a estrutura e as atribuições do ODG e
dos ODS.
Propor as mudanças necessárias.

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 Gerenciar o Sistema – Criação de uma Divisão de Treinamento e
Simulação.
 Gerenciar o processo de aquisição de sistemas.
 Gerenciar o ciclo de vida dos simuladores virtuais.

 Coordenar a aplicação da simulação construtiva, por meio do


Centro de Adestramento Simulado de Postos de Comando = CAS-
PC.
 Coordenar a aplicação da simulação viva. Ampliar para centros
regionais a aplicação da simulação viva.
 Adequar os PP, IGTAEx e documentos da IM para o uso de
simuladores.
 Propor novos simuladores a serem adquiridos.
 Definir quais os sistemas serão desenvolvidos pela Força.
 Gerenciar o processo de aquisição e de parceria com empresas
para desenvolvimento de sistemas.
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 Proporcionar os meios de pessoal e talentos para o adequado
funcionamento do sistema.
 Informar ao EME sobre as necessidades de simuladores a serem
empregados no preparo do Serviço de Saúde.
 Informar ao EME sobre as necessidades de simuladores a serem
empregados na instrução comportamental dos militares.

 Coordenar com o COTER o emprego de simuladores e


treinadores no Sistema Ensino Militar, evitando a duplicidade de
sistemas de simulação e buscando a racionalização do emprego
dos recursos.

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 Informar ao EME sobre as necessidades de simuladores a serem
empregados no preparo dos militares de engenharia. Exemplo:
Simuladores de operação de máquinas, simuladores de viaturas, e
outros.

 Informar ao EME sobre as necessidades de simuladores a serem


empregados nas atividades de planejamento logístico. Exemplo:
Simuladores de gerenciamento de frotas, estoques, carregamento
e outros.

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Análise dos Programas–Padrão.
Pesquisa junto às OM.
Acompanhamento da aquisição de novos
equipamentos. Ex: Projeto Guarani.
Levantar as necessidades de economia em
treinamento - Ex: Sml de tiro – Munição.

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Baseado nas prioridades levantadas.
Obter linhas de crédito.
Planejamento das aquisições para curto e
médio prazos e as substituições no longo prazo.

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 Até Dez 2015
 Reestruturação do SISCoEx.
 Implantação do CAS-PC.
 Emprego do Sistema COMBATER para a validação das HE e na ECEME.
 Aquisição do Sml de tiro para 60% das OM operacionais.
 Aquisição de Sml de conduta auto.
 Aumento do número de DSET de Sml Viva para um Btl (CAAdEx).
 Integração entre Sml Virtuais de Anv e Bld, bem como entre o EB, MD, MB e FAB.

 Até 2022
 Implantação de Sml em 100% OM operacionais.
 Aquisição de DSET de Sml Viva para uma SU por Cmdo Mil A.
 Introdução da Sml virtual na área de Saúde.

 Até 2030
 Substituição e atualização dos Sml em uso.
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