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Trabalho de Física

Ondas, Som e Voz


As ondas

 Em nosso mundo estamos rodeados por


ondas. Ondas mecânicas, sonoras,
luminosas, ondas de rádio,
eletromagnéticas, etc. Graças às ondas é
que existem muitas das maravilhas do
mundo moderno, como a televisão, o
rádio, as telecomunicações via satélite, o
radar, o forno de microondas, entre
outras.  
Exemplo Prático:
 Considere duas pessoas segurando as extremidades de
uma corda.

 Se uma delas fizer um movimento vertical brusco, para


cima e depois para baixo, causará uma perturbação na
corda, originando uma sinuosidade, que se deslocará ao
longo da corda aproximando-se da outra pessoa, enquanto
a extremidade que recebeu o impulso retorna à posição
inicial, por ser a corda um meio elástico.
 Nesse exemplo, a perturbação denomina-se pulso, o
movimento do pulso é chamado de onda, a mão da pessoa
que faz o movimento vertical é a fonte e a corda, na qual
se propaga a onda, é denominada meio.
 Se provocarmos vários pulsos sucessivos com um movimento sobe e desce,
teremos várias ondas propagando-se na corda, uma atrás da outra,
constituindo um trem de ondas.

 Um outro exemplo pode ser visto quando se atira uma pedra num lago de
águas paradas.

 A perturbação causada pelo impacto da pedra na água originará um


movimento que se propagará pela superfície do lago como circunferências
de mesmo centro, afastando-se do ponto de impacto.  

 Então: Denomina-se onda o movimento causado por uma


perturbação
 que se propaga através de um meio.
Classificação:
 As ondas podem ser classificadas de três modos:

 Quanto à natureza :
 Ondas mecânicas: são aquelas que precisam de um meio material
para se propagar (não se propagam no vácuo).
 Exemplo: Ondas em cordas e ondas sonoras (som).  
 Ondas eletromagnéticas: são geradas por cargas elétricas
oscilantes e não necessitam de uma meio material para se
propagar, podendo se propagar no vácuo.
 Exemplos: Ondas de rádio, de televisão, de luz, raios X, raios
laser, ondas de radar etc.
Quanto à direção de propagação :
 
 Unidimensionais: são aquelas que se propagam numa só
direção. Exemplo: Ondas em cordas.

 Bidimensionais: são aquelas que se propagam num plano.


 Exemplo: Ondas na superfície de um lago.

 Tridimensionais: são aquelas que se propagam em todas as


direções.
 Exemplo: Ondas sonoras no ar atmosférico ou em metais.
Quanto à direção de vibração :
Transversais: são aquelas cujas vibrações são perpendiculares à
direção de propagação.
 Exemplo: Ondas em corda.

 Longitudinais: são aquelas cujas vibrações coincidem com a direção


de propagação.
 Exemplos: Ondas sonoras, ondas em molas.
Fenômenos Ondulatórios:
 Reflexão

 Assim como a luz pode ser refletida, o som também sofre este fenômeno,
por ser de natureza ondulatória.
 Da reflexão surgem três fenômenos associados: Eco, Reforço e
Reverberação

 Reflexão - Eco
 Sempre que o som vai e volta em um intervalo de tempo maior do que 0,1
segundo
 Ocorre em ambientes onde a distância entre fonte sonora e o material que
a irá refletir, é maior que 17 metros.

 Reflexão - Reforço
 É quando o som original e o refletido chega "quase" junto ao auvido do
ouvinte.
 Em geral é muito difícil percebermos o Reforço
 Ocorre em recintos pequenos.

 Reflexão - Reverberação
 Comum nos ambientes amplos, e com superfícies lisas, este fenômeno, é
persistência do som mesmo depois do original, já ter-se desvaído.
 Ocorre quando o som original e o refletido chegam ao ouvinte em tempo
inferior a 0,1 segundo.
 Ocorre em ambientes onde a distância entre fonte sonora e o material que
a irá refletir, é menor que 17 metros.
Fenômenos Ondulatórios:
 Difração
 É fenômeno pelo qual uma onda consegue contornar obstáculos.
 A luz é uma onda pouco difrativa - por que seu comprimento de onda é
pequeno
 O som é uma onda muito difrativa. - por que seu comprimento de onda é
grande
 O efeito é aumentado, quando as fendas são menores (isto para o caso do
SOM)

 Interferência entre Ondas


 Denominamos interferência a sobreposição dos efeitos de duas ou mais
ondas.
 Podemos descrever a interferência por meio de duas propriedades:

 Interferência entre Ondas - Destrutiva ou Construtiva


 Quando duas fontes coerentes produzem ondas que se interferem, a
interferência num ponto será somente destrutiva ou somente
construtiva, se a diferença entre as distâncias das fontes ao ponto for
igual a um número inteiro de meios comprimentos de onda. Sendo k esse
número, teremos:
 K par - interferência construtiva
 K ímpar - interferência destrutiva

  
Fenômenos Ondulatórios:
 Polarização da Luz
 Quando a luz é emitida por alguma fonte, ela apresenta-se
em infinitos planos de propagação.
 Entretanto, podemos fazer com que ela vibre em apenas
um plano, bastando para isto um "filtro".
 A este fenômeno damos o nome polarização, que tem
muitas utilidades.
  Refração
 Toda onda muda de direção quando está mudando de meio
de propagação, quer seja luz ou som.
 Neste espaço destinado a Refração só teremos de saber
sobre o SOM:
 Ocorre refração quando acontece mudança de temperatura.
 Refração para a LUZ
 Ocorre refração quando muda a densidade do meio
Fenômenos Ondulatórios:

 Ressonância
 é a tendência de um sistema a oscilar em máxima amplitude
em certas frequências, conhecido como 'frequências
ressonantes'. Nessas frequências, até mesmo forças
periódicas pequenas podem produzir vibrações de grande
amplitude, pois o sistema armazena energia vibracional.
Quando o amortecimento é pequeno, a frequência de
ressonância é aproximadamente igual a frequência natural do
sistema, o que é a frequência de vibrações livres. O fenômeno
da ressonância ocorre com todos os tipos de vibrações ou
ondas; mecânicas (acústicas), eletromagnéticas, e funções de
onda quântica. Sistemas ressonantes podem ser usados para
gerar vibrações de uma frequência específica, ou para obter
frequências específicas de uma vibração complexa contendo
muitas frequências.
O Som
 Afinal, o que é o som?

 O som é um dos fenômenos da natureza mais intimamente ligado às


pessoas, assim como a visão, o tato etc.
Recebemos o som desde nossos primeiros instantes de vida e nossa
percepção se expande e se aperfeiçoa cada vez mais com o tempo de
experiência. Talvez por isso é difícil encontrar-se alguém que não goste de
ouvir os sons, sejam os da própria natureza, sejam aqueles produzidos pelo
homem. Mas o que é o som? Como ele se produz? Como ele chega até nós?
 Com certeza você, durante uma aula enfadonha do primário, pegou uma
banda de "gilete" e fez com ela um "instrumento" musical, prendendo
rigidamente uma metade na carteira e fazendo vibrar a outra metade. Saía
aquele "sonzinho", tipo "tuim","tuim"... Pois é. Àquela altura você estava
manipulando um gerador de som. Dos mais primitivos, é verdade, mas o
suficiente para explicar a origem do som.
 Ao vibrar a parte solta da "gilete" (ou qualquer outro objeto rígido mas
maleável com o comprimento muitas vezes superior às outras demais
medidas) obtém-se um movimento do tipo vai e vem (vibratório,
ondulatório, na verdade), onde uma haste flexível descreve um arco de
círculo de ida e outro de volta, várias vezes durante um certo intervalo de
tempo. Quando a haste atinge determinada velocidade, dependendo da
força que você aplicou, as pessoas começam a ouvir uma espécie de
zumbido. Esse zumbido varia até um tom mais alto (mais agudo) quando
você diminui o comprimento da parte solta haste, fazendo com que fique
cada vez menor que a outra presa. Isso acontece por que essa parte, agora
menor, descreve o tal arco mais vezes no mesmo tempo
 Por quê eu ouço o som?

 Você ouve o som produzido pela haste porque ao se


deslocar no meio (o ar) qualquer corpo pode ser sede de
um movimento vibratório. Na ida, ele empurra uma
camada de ar para a frente, comprimindo-a e aumentando
sua densidade e temperatura. Na volta, obviamente, ocorre
o contrário, o que causa a diminuição dessas duas
grandezas. Como no movimento de ida a pressão nessa
camada de ar é maior que nos arredores, suas moléculas
tendem a empurrar as moléculas das camadas vizinhas,
que vão transmitindo sua influência às diversas camadas
adjacentes e subsequentes.
 Quando o corpo se desloca para a frente, logo atrás dele
cria-se uma zona rarefeita ou de depressão, que
acompanha de perto e com a mesma velocidade a zona
comprimida. A sucessão dessas zonas comprimidas e
rarefeitas do ar forma o que chamamos movimento
ondulatório. Esse movimento é o que você percebe, graças
à uma fina e sensível membrana interna do seu ouvido. O
tímpano, o responsável maior pela sua audição
O ouvido humano, uma obra de arte!
 Não fosse isso aí no subtítulo, você até poderia "sentir" o som mas nunca ouví-lo e
diferenciar a música  de um ruído, por exemplo.
Não vamos entrar em detalhes sobre o ouvido humano, porque não estamos
capacitados para aulas de anatomia, principalmente de áreas específicas do corpo.
Não é nosso propósito, vamos repetir isso várias vezes. Mas você deve saber pelo
menos o básico. Isso lhe trará maiores facilidades quando quiser entender melhor
diversas áreas do estudo do som e suas peculiariedades.
 O órgão da audição é constituído pelo ouvido externo, ouvido médio e ouvido
interno. Se você já andou bisbilhotando uma caixa acústica (aquela do seu
"aparelho de som" que você emprestou ao primo e voltou rouca), faça de conta que
sua caixa acústica agora não mais emite som, mas sim recebe, como o seu ouvido.
  
O ouvido externo é  o pavilhão (a  orelha, o apêndice cartilaginoso  que o Mike
Tyson aprecia degustar) junto com o conduto auditivo externo. Grosseiramente,  o
ouvido externo seria como se fossem o alto-falante e o duto (aquele tubo sem nada
dentro que existe em muitas caixas).
 O ouvido médio é como se fosse o cone ( aquele de papel)   do alto-falante mais a 
sua ligação eletrônica  com a bobina. A parte mais externa do ouvido médio é
delimitada por uma membrana chamada tímpano (como o cone de papel).  
Ligando essa membrana ao ouvido interno existe a cadeia de ossículos constituída
pelo martelo, pela bigorna e pelo estribo, que têm nomes tão engraçados que
ninguém mais os esquece pela vida afora. Esse conjunto   compare com o eletro-
ímã, ou bobina, que fica por trás do alto-falante).
 O ouvido interno é chamado de labirinto pela sua forma geométrica. Localiza-se
dentro do osso temporal (aquele da lateral do seu crânio), logo em seguida ao
ouvido médio. Admita-o como os fios do eletro-ímã. Nele localiza-se o órgão da
audição propriamente dito: o caracol. Esse canal é espiralado e dá 2  3/4 voltas em
torno de um maciço ósseo, perfurado de modo a dar passagem para os últimos
ramais do nervo auditivo.
Música x Barulho
 Quando algum objeto vibra de forma completamente
desordenada, dizemos que o som produzido por esta
vibração é um RUÍDO, como por exemplo o barulho de uma
explosão, um trovão. O ruído é o resultado da soma de um
número muito grande de freqüências, de forma que
exprimi-lo matematicamente é necessário levar em conta
um número muito grande de termos. Deste modo, um
vulcão, quando em erupção ou um instrumento musical
qualquer pode produzir um grande número de freqüências.
A diferença entre os sons musicais e outros quaisquer é
que nos instrumentos musicais utilizamos apenas algumas
dentre as inúmeras freqüências possíveis, que foram
estabelecidas por convenção, constituindo-se nas NOTAS
MUSICAIS. Quando um instrumento por alguma razão
começa a produzir freqüências diferentes daquelas que
estamos acostumados a ouvir, dizemos que o referido
instrumento está DESAFINADO, precisando de um ajuste a
fim de retornar a produzir sons na escala convencional.
Sons naturais e humanizados
 Sons naturais:
 A todos os sons que são produzidos pela Natureza damos o nome de sons
naturais, como é o caso da chuva, da trovoada, do ruído do mar a bater
nas rochas ou na areia, do ruído da água dos ribeiros a correr por entre
as pedras, dos sons produzidos pelos animais ou do ruído do vento.

 Sons humanizados:
 A todos os sons que direta ou indiretamente são produzidos pelo
ser humano damos o nome de sons humanizados, tais como o
som produzido pelo trabalhar dos automóveis, o tocar de uma
campainha, o estalar dos dedos e os sons produzidos pela tua
voz.
Com a boca - Assobios, estalidos com a língua, sons com os
lábios...
Com o nariz - Os sons resultantes da inspiração e da expiração...
Com as mãos - Bater palmas. estalar os dedos...
Com os pés - Andar, bater com os pés no chão...
Com várias partes do corpo - Bater com as mãos nas pernas, nos
braços...


Sons Artificiais
 Som eletrônico

 As ondas radioeletrônicas, cuja sonoridade difere muito da dos


instrumentos acústicos comuns, não se produzem por choque ou atrito,
mas por meio de correntes elétricas. As técnicas associadas a esse tipo de
música utilizam aparelhos próprios a um laboratório computadorizado de
física acústica, como microfones, para captação de sons "naturais" a
serem posteriormente modificados; gravadores, para registro da matéria-
prima sonora e muitas vezes do produto final a ser apresentado;
sintetizadores, que geram sons através de filtros de freqüência; samplers,
capazes de armazenar sons acústicos eletronicamente, ou seja, sem o
auxílio de fita magnética; seqüenciadores, que registram seqüências de
sons a partir de informações lógicas e matemáticas; simuladores de
ambiente etc.
A partir de meados do século XX, a música eletrônica utilizou como fonte
sonora tanto instrumentos acústicos tradicionais, cujos sons são
eletronicamente registrados para posterior manipulação, como
instrumentos amplificados por corrente, como guitarras e pianos elétricos,
além dos instrumentos eletrônicos propriamente ditos. Além disso,
qualquer material sonoro, como sons do quotidiano, produzidos por
máquinas, animais e outros, pode ser incorporado. A música que utiliza
primordialmente sons "reais" pré-gravados é conhecida como
eletroacústica e pode ser realizada também por meio de aparelhos de
gravação tradicionais, sem o recurso à tecnologia eletrônica.
Acústica do ambiente
 Chamamos de acústica do ambiente todas as características
desse ambiente que tenham a ver com a propagação do som.
Dizer que uma sala tem boa acústica significa dizer que: para
a finalidade a que se destina, aquele ambiente reúne as
condições de propagação sonora ideais. Ou seja: uma sala
pode ter boa acústica para uma finalidade e péssima acústica
para outra, como é o caso da diferença entre a acústica
necessária a um teatro e a necessária a um estúdio de
gravação.

 O que dá uma boa acústica a auditório,ao cinema e o teatro


são as salas fechadas e com as paredes que são a prova de
sons exteriores que possam afetar a apresentação ou ate
mesmo uma palestra que eles vierem a dar.
 Por isso elas são adequadas a suas ocasiões como as do
cinema que só se escuta o som do filme.
 E a do teatro para ter uma boa apresentação de sua obras .
 Em termos físicos, o som faz parte de um grupo
de fenômenos que se constituem em uma
seqüência recorrente de alterações na pressão
atmosférica em um dado ponto no espaço.O som
exige um meio material para propagar-se. Esse
meio pode ser sólido, líquido ou gasoso.

 O som não se propaga no vácuo, o que poder ser


comprovado pela seguinte experiência: colocando
um despertador dentro de uma campânula onde
o ar é rarefeito, isto é, onde se fez "vácuo", o
som da campainha praticamente deixa de ser
ouvido.
 O papel cada vez que é colocado na boca faz
sons diferentes, podemos fazer vários sons tais
como agudos,finos e fortes.O papel vibra. Para
saber o sons que está fazendo é só alterar o
timbre da voz.
Propagações por Materiais e
Perigos
 Usarei o exemplo de propagação do som, em um quatzo, no ar, e
piscina
 Pelo ar o som é diferenciado pelo vento que acompanha o som
produzido que pode ser por exemplo de um pássaro .
 O som do quartzo é um som fino que parece um toque de uma
taça.

Na piscina os sons são bem baixos que quase não se ouve.

 Portanto, o som no quartzo, se propagaria mais rápido do que nos


outros casos

 Proteções:
 Em algumas profissões, é necessário o uso de protetores
auriculares, em condições de trabalho que o ruído ultrapassa a
faixa dos 70 Decibéis. A partir disso, pode ocorrer a diminuição
auditiva, e ela não se regenera.
 Profissões na área de construção civil, é um bom exemplo.
Som e os animais
 Algumas espécies usam com Instinto de Auto
Defesa ou como alerta aos demais membros, por
esse motivo os sons produzidos são de vital
importância para afugentar predadores ou para
atrair machos ou fêmeas para reprodução, e até
mesmo para se localizar dentro de uma
comunidade de animais.
 Um bom exemplo é o morcego, que por ser cego,
depende totalmente do som que emite, pra se
localizar no espaço tridimensional, podendo
assim, desviar dos objetos que o interfere, se
alimentar e sobreviver.
Questão dos Pulmões perante ao SOM
e a importância da fala para o homem
 A vantagem é que a nossa fala tem como suporte
linguístico o ar, ou seja, o meio através do qual a
mensagem falada chega a outros interlocutores é o ar. E
estando no caminho o aparelho fonador utiliza o
mecanismo normal de saída de ar para permitir a nossa
comunicação.

 A fala é uma das formas de comunicação. Quando falamos


permitimos ao outro que conheça nossos pensamentos,
sentimentos, necessidades e passamos a conhecer os
sentimentos, pensamentos e necessidades do outro.
Podemos nos comunicar com o outro escrevendo, dizendo,
representando ou mesmo gesticulando.
A voz
 A voz é uma característica humana intimamente
relacionada com a necessidade do homem de se agrupar e
se comunicar. Ela é produto da nossa evolução, um
trabalho em conjunto do sistema nervoso, respiratório e
digestivo, e de músculos, ligamentos e ossos,
harmoniosamente atuando para que se possa obter uma
emissão eficiente. É importante sabermos que as pregas
vocais (ou pregas vocais), que são dois pares de músculos
(formando o tíreo-aritenóideo) que, primordialmente, não
foram feitos para o uso da voz. Esta foi uma função na qual
a laringe (local onde se encontram as pregas vocais) se
especializou. Mas estes músculos foram desenvolvidos, em
primeiro lugar para as funções de respiração, alimentação e
esficteriana.
 Fim