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LÍNGUA PORTUGUESA

GLÁUCIA DZIUBATE

6º ANO

POEMA - parte 1
07
OBJETIVOS DA AULA

● Interpretar poema;
● Inferir sentido de palavra no texto;
● Reconhecer a diferença entre texto em prosa ou em
verso.
Confrontando meu conhecimento

Você costuma ler poemas?

Já ouviu falar de Pedro Bandeira?

Vamos conhecer um de seus


poemas?
Identidade

1 Às vezes nem eu mesmo


2 sei quem sou.
3 Às vezes sou
4 “o meu queridinho”,
5 às vezes sou
6 “moleque malcriado”.
Identidade

7 Para mim
8 tem vezes que eu sou rei,
9 herói voador,
10 caubói lutador,
11 jogador campeão.
Identidade
12 Às vezes sou pulga,
13 sou mosca também,

14 que voa e se esconde

15 de medo e de vergonha.

16 Às vezes eu sou Hércules,

17 Sansão vencedor,

18 peito de aço,

19 goleador
Identidade
20 Mas o que importa
21 o que pensam de mim?
22 Eu sou quem sou,
23 eu sou eu,
24 sou assim,
25 sou menino.
BANDEIRA, Pedro. Cavalgando o arco-íris.3.
ed. São Paulo: Moderna, 2002
FIGURAS DE LINGUAGEM
EUFEMISMO
“amenizar”, “ser mais agradável”, “menos grosseiro”

Ex:
Fulano morreu. “Fulano foi para o céu.”
COMPARAÇÃO
Toda comparação usa a expressão “como” nas frases.

Exemplo:
“Ela é como um pássaro” – ideia de liberdade

METÁFORA
É uma forma de comparação, porém sem uso da palavra “como”

Exemplos:
“Ela é uma flor” – ideia de beleza, delicadeza
“Ele é um leão” – ideia de coragem, forte, líder
“Ele é um gatinho” – ideia de bonito
No fragmento “Às vezes eu sou Hércules, Sansão
vencedor”representam-se quais elementos da identidade do
menino?
A) A coragem e a força.
B) A esperteza e o medo.
C) A esperteza e a dúvida.
D) A força e o medo.
No fragmento “Às vezes eu sou Hércules, Sansão
vencedor”representam-se quais elementos da identidade do
menino?
A) A coragem e a força.
B) A esperteza e o medo.
C) A esperteza e a dúvida.
D) A força e o medo.
ATIVIDADE 1

Às vezes sou
“o meu queridinho”,
4

5às vezes sou


6“moleque malcriado”.
Em que prováveis e diferentes situações o
garoto é “o meu queridinho”
ou moleque malcriado?
CORREÇÃO
Em que prováveis e diferentes situações o garoto é “o meu
queridinho” ou moleque malcriado?

Provavelmente quando o eu lírico tem atitudes que os


familiares aprovam ele é o elogiado (queridinho), mas
quando age em desacordo com as convenções da família (faz
bagunças e traquinagens) ele passa a ser alvo de
críticas e reprovações comportamentais, logo,
o moleque malcriado.
AMPLIANDO O CONHECIMENTO
Diferença entre texto em prosa e em verso

Prosa: o texto divide-se em parágrafos. Exemplo: conto.


Em verso: organiza-se em verso e estrofe.
Exemplo: poema
verso: é cada linha do poema.
estrofe: é o conjunto de versos.
No poema, estrofe é nome que se dá ao conjunto de

a) parágrafos.
b) verbos.
c) textos.
d) versos.
No poema, estrofe é nome que se dá ao conjunto de

a) parágrafos.
b) verbos.
c) textos.
d) versos.
Voz do texto em prosa e em verso

Prosa: narrador (1ª e 3ª pessoa).

Em verso: eu lírico e eu poético.


Eu poético ou eu lírico
● Refere-se à voz que fala (se expressa) no poema.
● Pode representar uma pessoa, um animal, uma planta e
até um objeto.
● Não corresponde à pessoa real do poeta (autor).
No poema lido anteriormente, o eu lírico pode
ser definido como
a) um jovem.
b) um velho.
c) um menino.
d) um adulto.ÁREA D
No poema lido anteriormente, o eu lírico pode ser
definido como
a) um jovem.
b) um velho.
c) um menino.
d) um adulto. DO INTÉRPRETE
ATIVIDADE 2
Que tal contar um pouco sobre você?
Por meio de um texto em prosa e um em versos, conte-nos
suas características físicas e as coisas que gosta e não gosta
de fazer.
MAS, lembre-se!!
Você irá escrever dois pequenos textos, um parágrafo em
prosa e uma estrofe em versos.
Vamos lá?!
Observe os exemplos
Prosa:
Às vezes nem eu mesmo sei quem sou. Às vezes sou

“o meu queridinho”, às vezes sou “moleque malcriado”.


Verso:
Às vezes nem eu mesmo
2sei quem sou.
3Às vezes sou
“o meu queridinho”,
4

5às vezes sou


6“moleque malcriado”.
Na aula de hoje
Lemos um poema de Pedro Bandeira, vimos a diferença
entre textos em prosa ou em versos.
Além disso, fomos desafiados a produzir dois pequenos
textos, para falar sobre nós mesmos, um em versos e
outro em prosa.

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