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TÉCNICA DE EXODONTIA DE

DENTES ERUPCIONADOS .
COMPLICAÇÕES E
ACIDENTES.
EXODONTIA
 PROCEDIMENTO MUITO COMUM EM ODONTOLOGIA
E QUE VEM SENDO APRIMORADO , CADA VEZ MAIS ,
COM A ADVENTO DE INSTRUMENTAIS DE PONTA E
TÉCNICAS AVANÇADAS.
 CONSISTE NA REMOÇÃO DE UM OU MAIS
ELEMENTOS DENTÁRIOS POR MEIO DE UM
PROCESSO CIRÚRGICO INVASIVO.
EXODONTIA
 POR SER UM PROCEDIMENTO CIRÚRGICO , DEVEMOS
TOMAR ALGUNS CUIDADOS ANTES DE INCIARMOS A
EXTRAÇÃO, POIS ESTAMOS SUJEITOS A DEPARARMOS
COM ACIDENTES E COMPLICAÇÕES.
 PLANEJAMENTO É FUNDAMENTAL PARA EVITAR TUDO
ISSO.
 O CIRURGIÃO DEVE ESTAR PREPARADO PARA O
PROCEDIMENTO , RECONHECENDO SEUS LIMITES.
PRÉ OPERATÓRIO
 REALIZAR HISTÓRICO DO PACIENTE(ANAMNESE).
 EXAME DE IMAGEM ADEQUADO.
 ESTAR DE POSSE DE INSTRUMENTAL E MATERIAL DE
CONSUMO NECESSÁRIO PARA O PROCEDIMENTO.
 ESCOLHER A TÉCNICA CIRÚRGICA ADEQUADA.
 EXPLICAR CORRETAMENTE AO PACIENTE AS
RECOMENDAÇÕES PÓS OPERATÓRIAS.
 CASO SEJA NECESSÁRIO , EXAMES LABORATORIAIS DE
ROTINA.
TÉCNICAS
 NAS CIRURGIAS DE EXODONTIA DE DENTES
ERUPCIONADOS , PODEMOS OPTAR POR REALIZAR
TRES TIPOS DE TÉCNICAS.
 TÉCNICA I , USO DE FÓRCEPS .
 TÉCNICA II,USO DE ALAVANCAS E FÓRCEPS
OPCIONAL.
 TÉCNICA III, ASSOCIAÇÃO DE ODONTOSSECÇÃO
E/OU OSTEOTOMIA.
PREPARO
 SEMPRE DEVEMOS LEMBRAR QUE, EM TODAS AS TÉCNICAS
MENCIONADAS , DEVEMOS ESTAR ATENTOS AOS
CUIDADOS COM A ASSEPSIA DO CAMPO CIRÚRGICO E
AMBIENTE E DO PACIENTE, UMA BOA TÉCNICA DE
ANESTESIA , PARA CONFORTO DO PACIENTE E
SINDESMOTOMIA (DESCOLAMENTO DA MUCOSA )
ADEQUADA , CUIDADOS COM O ALVÉOLO(MANOBRA DE
CHOMPRET)E UMA BOA SUTURA.
TÉCNICA I
 UTILIZADA PARA ELEMENTOS DENTÁRIOS COM
ESTRUTURA QUE FACILITE A ADAPTAÇÃO ADEQUADA DOS
FÓRCEPS.
 EXISTEM DIVERSOS TIPOS E FORMATOS DE FÓRCEPS
INDICADOS PARA EXODONTIA DE DETERMINADOS
ELEMENTOS DENTÁRIOS .
 TODOS OS FÓRCEPS, AO SEREM EMPREGADOS ,
NECESSITAM DO CIRURGIÃO O USO DE MOVIMENTOS
ESPECÍFICOS PARA A LUXAÇÃO E REMOÇÃO DO DENTE A
SER EXTRAÍDO.
SINDESMOTOMIA
 UTILIZAMOS A ESPÁTULA Nº 7 OU O DESTACA PERIÓSTEO
DE MOLT.
 É O "DESCOLAMENTO" DAS FIBRAS QUE RODEIAM O
ELEMENTO DENTAL ANTES DE UMA CIRURGIA DE
REMOÇÃO DO MESMO.
FÓRCEPS
 EXISTEM DIVERSOS TIPOS DE FÓRCEPS PARA SEREM
UTILIZADOS EM EXODONTIAS.
 UM ARSENAL BÁSICO PARA O CIRURGIÃO DENTISTA ,
CONSISTE EM ALGUNS MODELOS QUE PODERÃO SUPRIR
SUAS NECESSIDADES EM PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS.
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE INCISIVOS (CENTRAIS E LATERAIS ) E
CANINOS SUPERIORES.

FÓRCEPS Nº1 FÓRCEPS Nº150


ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE PRÉ MOLARES SUPERIORES

FÓRCEPS Nº150
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE MOLARES SUPERIORES LADO DIREITO

FÓRCEPS 18 R
ESCOLHA DO FÓRCEPS
EXODONTIA DE MOLARES SUPERIORES LADO ESQUERDO

FÓRCEPS 18 L
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE MOLARES SUPERIORES DE AMBOS OS
LADOS

FÓRCEPS 210
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE RAIZES SUPERIORES

FÓRCEPS 69
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE INCISIVOS , CANINOS E PRÉ MOLARES
INFERIORES.

FÓRCEPS 151
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE MOLARES INFERIORES DE AMBOS OS
LADOS

FÓRCEPS 17
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE MOLARES INFERIORES DE AMBOS OS
LADOS

FÓRCEPS 16 OU CHIFRE
DE VACA
ESCOLHA DO FÓRCEPS
 EXODONTIA DE RAÍZES INFERIORES

FÓRCEPS 203
USO DOS FÓRCEPS
 APÓS A ESCOLHA DO FÓRCEPS IDEAL , VAMOS
AOS MOVIMENTOS PARA A EXODONTIA:
 1-PRESSÃO APICAL , PARA EXPANSÃO DO ALVÉOLO.
 2-FORÇA VESTIBULAR ,PARA EXPANSÃO DA TÁBUA
ÓSSEA VESTIBULAR.
 3-FORÇA PALATINA OU LINGUAL , PARA EXPANSÃO
DA TÁBUA ÓSSEA REFERIDA.
 4-PRESSÃO ROTACIONAL, PARA O ROMPIMENTO
DAS FIBRAS DO LIGAMENTO PERIODONTAL.
 5-FORÇA DE TRAÇÃO , PARA REMOVER O DENTE.
MOVIMENTOS PARA LUXAÇÃO E
EXODONTIA
PÓS EXODONTIA
 REMOÇÃO DE ESPÍCULAS ÓSSEAS COM PINÇA GOIVA E
LIMA PARA OSSO.

PINÇA GOIVA LIMA PARA OSSO


PÓS EXODONTIA
 CURETAGEM DO ALVÉOLO (SUAVEMENTE).

CURETA DE ALVÉOLO
PÓS EXODONTIA
 IRRIGAÇÃO ABUNDANTE DO ALVÉOLO COM SORO
FISOLÓGICO
PÓS EXODONTIA
 MANOBRA DE CHOMPRET
 A TÉCNICA DE CHOMPRET CONSISTE NA COMPRESSÃO
DAS DUAS PAREDES DE UM ALVÉOLO DENTÁRIO COM OS
DEDOS INDICADOR E POLEGAR.
PÓS EXODONTIA
 SUTURA DA GENGIVA PARA CONTER SANGRAMENTO E
EVITAR CONTAMINAR O ALVÉOLO DENTÁRIO.
TÉCNICA II
 EMPREGO DE ALAVANCAS E FÓRCEPS OPCIONAL.
 UTILIZADA PARA REMOÇÕES DE RAÍZES RESIDUAIS OU
RECÉM FRATURADAS .
 DENTES COM COROA PARCIALMENTE DESTRUIDA OU
FRÁGIL.
AÇÃO DAS ALAVANCAS
 POTÊNCIA- FORÇA EMPREGADA PELO CIRURGIÃO
DENTISTA NO CABO DA ALAVANCA.
 PONTO DE APOIO-SEPTOS ÓSSEOS ALVEOLARES OU INTER
RADICULARES.
 RESISTÊNCIA- DENTE OU RAIZ A SER EXTRAÍDO.
 A PARTE ATIVA DA ALAVANCA DEVE SER APLICADA ENTRE
O TECIDO ÓSSEO DO ALVÉOLO E O DENTE A SER
EXTRAÍDO.
 ARQUIMEDES. "DÊ-ME UMA ALAVANCA QUE MOVEREI O
MUNDO".
ARQUIMEDES
USO DE ALAVANCAS EM ODONTOLOGIA
ESCOLHA DA ALAVANCA

Apical reta 301 Seldin 1R,1L e Apex


2
USO DE ALAVANCAS NA
EXODONTIA DE SISOS
TÉCNICA III
 OSTEOTOMIA E ODONTOSSECÇÃO(DIMINUIÇÃO DA
RESISTÊNCIA ÓSSEA À EXODONTIA)
 DENTES ANQUILOSADOS, COM RAÍZES DILACERADAS OU
DIVERGENTES,HIPERCEMENTOSE.
 ÁPICES FRATURADOS(NO ATO DA EXODONTIA).
 EXODONTIAS MÚLTIPLAS , PARA REGULARIZAÇÃO.
 DENTES FRÁGEIS E SEM APOIO.
OSTEOTOMIA
ODONTOSSECÇÃO
ANQUILOSE DENTÁRIA

DENTE ANQUILOSADO É QUANDO O DENTE ESTÁ


“GRUDADO” AO NOSSO OSSO ALVEOLAR. “ISSO
SIGNIFICA QUE ELE ESTÁ SEM O LIGAMENTO
PERIODONTAL - QUE UNE ESSES DOIS TECIDOS”,
RAÍZES DILACERADAS OU DIVERGENTES
HIPERCEMENTOSE RADICULAR
ÁPICES RADICULARES FRATURADOS
EXODONTIAS MÚLTIPLAS
TÉCNICA III
 INCISÃO E DESCOLAMENTO DE RETALHO
MUCOPERIÓSTEO
 USO DE BROCAS CIRÚRGICAS(ESFÉRICAS Nº4,6, TRONCO
CÔNICAS Nº 701 ,702, ZECRYA) CINZÉIS,LIMAS E
TREFINAS.
 INSTRUMENTO ROTATÓRIO IRRIGADO.
 PINÇA GOIVA ( ALVEOLÓTOMO) , LIMAS PARA OSSO .
TÉCNICAS DE EXODONTIA ALTERNATIVAS
TÉCNICAS DE EXODONTIA ALTERNATIVAS
ACIDENTES E COMPLICAÇÕES
 MESMO COM TODO PLANEJAMENTO E EXCELENTE TÉCNICA
CIRÚRGICA, COMPLICAÇÕES E ACIDENTES OCASIONALMENTE
OCORREM DURANTE OU APÓS AS EXODONTIAS E ANESTESIA
LOCAL.
 PREVINIR É O MELHOR REMÉDIO.(PRÉ OPERATÓRIO)
 TREINAMENTO E EXECUÇÃO CUIDADOSA DO PROCEDIMENTO
CIRÚRGICO.
PÓS OPERATÓRIO ESPERADO
 DOR MODERADA, CONTROLADA POR MEDICAMENTOS.
 EDEMA LEVE E LIMITAÇÃO DE ABERTURA DE BOCA NAS
PRIMEIRAS 24-72 HORAS.
 SANGRAMENTO DISCRETO NAS PRIMEIRAS 24-48 HORAS.
 EQUIMOSES (MENOS COMUM).
 PACIENTE CONSEGUINDO SE ALIMENTAR.
EVITAR AS COMPLICAÇÕES
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 TUDO O QUE PODE ACONTECER FORA DO
PLANEJAMENTO DURANTE O PROCEDIMENTO.
 CAUSAS:
 FALHA NO PLANEJAMENTO.
 IMAGEOLOGIA PRECÁRIA.
 INABILIDADE PSICOMOTORA.
 MOVIMENTO INTEMPESTIVO.
 INSTRUMENTAL INADEQUADO.
 DESCONHECIMENTO DA ANATOMIA REGIONAL.
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 PRINCIPAIS
 LESÃO DE TECIDOS MOLES.
 LUXAÇÃO DE DENTES ADJACENTES.
 FRATURA DA COROA E/OU RAÍZES.
 FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR(INCLUINDO
TUBEROSIDADE).
 HEMORRAGIA.
 LUXAÇÃO DA ATM.
 DESLOCAMENTOS DENTAIS E DE RAÍZES.
 COMUNICAÇÃO BUCO SINUSAL.
 FRATURA DA MANDÍBULA.(TEM QUE SER TIGRÃO).
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 • LESÃO DOS TECIDOS MOLES:
 ➢LACERAÇÃO DO RETALHO MUCOSO;
 ➢ESGARÇAMENTO E ABRASÃO;
 ➢LESÕES PERFURANTES;
TRATAMENTO E PREVENÇÃO
 LESÃO DE TECIDOS MOLES
 REPOSICIONAR E SUTURAR CUIDADOSAMENTE;
 ABRASÕES NA MUCOSA -> HIGIENE – CLOREXIDINA
AQUOSA 0,12%;
 ABRASÕES NA PELE -> POMADA – EVITAR EXPOSIÇÃO
SOLAR
 APOIO CORRETO DOS AFASTADORES;
 PROTEÇÃO DOS TECIDOS AO USAR A ALTA ROTAÇÃO;
 ACESSOS/RETALHOS DE DIMENSÕES ADEQUADAS;
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 FRATURA DE DENTES/RESTAURAÇÕES/PRÓTESES
ADJACENTES
 LUXAÇÃO DO DENTE ADJACENTE
 EXODONTIA DO DENTE ERRADO (ABSURDO MAS
ACONTECE)
 CAUSAS
 MANOBRAS INTEMPESTIVAS.
 FORÇA EXCESSIVA.
 APOIO ERRADO DAS ALAVANCAS.
 FALTA DE ATENÇÃO.
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 FRATURA DE COROAS E RAÍZES
 FRATURA RADICULAR: A FRATURA DA RAIZ É A
COMPLICAÇÃO MAIS FREQUENTE EM EXODONTIAS. OS
PRINCIPAIS FATORES PREDISPONENTES SÃO RAÍZES
LONGAS, FINAS, COM DILACERAÇÃO, DIVERGENTES OU
INSERIDAS EM ALVÉOLOS COM OSSO CORTICAL
COMPACTO
 O PRINCIPAL MÉTODO DE TRATAMENTO É A PREVENÇÃO,
UMA CORRETA EXECUÇÃO OPERATÓRIA, UTILIZAÇÃO DE
TÉCNICAS DE RETALHOS CIRÚRGICOS, EXTRAÇÃO COM
TÉCNICA ABERTA E OSTEOTOMIA PARA MINIMIZAR A
FORÇA NECESSÁRIA DE REMOÇÃO DO DENTE
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 FRATURA DA TUBEROSIDADE MAXILAR E OU DO
PROCESSO ALVEOLAR
 É UMA COMPLICAÇÃO NÃO MUITO COMUM QUE OCORRE
MUITAS VEZES DEVIDO AO MAL PLANEJAMENTO E TÉCNICA
CIRÚRGICA INADEQUADA.
 COMUMENTE ESSE ACIDENTE É CONSTATADO QUANDO É
APLICADA FORÇA DE LATERALIDADE DEMASIADA COM USO
DE FÓRCEPS EM UM TERCEIRO MOLAR SUPERIOR COM
RAÍZES DIVERGENTES OU COM HIPERCEMENTOSE, JÁ QUE
NA REGIÃO DA TUBEROSIDADE O OSSO É BASTANTE
DELGADO .
 O MESMO ACONTECE QUANDO FRATURAMOS A TÁBUA
ÓSSEA ALVEOLAR.
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 HEMORRAGIA TRANS E PÓS-OPERATÓRIA:
 • BOA TÉCNICA CIRÚRGICA; • EVITAR LACERAÇÕES NOS
RETALHOS; •COMPRESSÃO COM GAZE – MEIO MAIS EFETIVOS DE
HEMOSTASIA NO PÓS-OPERATÓRIO, SUTURAS.
 * PACIENTES QUE POSSUAM COAGULOPATIAS CONGÊNITAS OU
ADQUIRIDAS – EXTENSA PREPARAÇÃO E PLANEJAMENTO
(COAGULOGRAMA/INR, REPOSIÇÃO DE FATORES, CONSULTA
HEMATOLÓGICA). IDENTIFICAR NO TRANS-OPERATÓRIO A FONTE
DO SANGRAMENTO (ARTERIAL/VENOSO/TECIDO ÓSSEO/MOLE);
COMPRESSÃO COM GAZE*
 HEMOSTÁTICOS -> ESPONJA DE COLÁGENO, GELFOAN, CERA
PARA OSSO, EM HIPÓTESE ALGUMA FINALIZAR A CIRURGIA ANTES
DE ATINGIDA HEMOSTASIA TRANS-OP; REAVALIAR O PACIENTE
ANTES DE LIBERÁ-LO.
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 LUXAÇÃO DA ATM
REDUÇÃO DA LUXAÇÃO DA ATM

MEDICAÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA , DIETA LIQUIDA POR


48 H E SE POSSÍVEL , BANDAGEM NA MANDÍBULA .
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 DESLOCAMENTO ACIDENTAL DENTES OU RAÍZES
DENTÁRIAS:
 PARA O INTERIOR DO SEIO MAXILAR CONHECIDOS
PRINCIPALMENTE PELA IMPORTÂNCIA ANATÔMICA, O SEIOS
MAXILARES SÃO DEFINIDOS COMO OS MAIORES SEIOS
PARANASAIS.
 EM CASOS QUE OCORRE TAL ADVERSIDADE, O DIAGNÓSTICO
GERALMENTE É IMEDIATO, SENDO DE FUNDAMENTAL
IMPORTÂNCIA EXAMES DE IMAGINOLOGIA.
 INDICA-SE A REMOÇÃO DO DENTE OU RAIZ, NO INTUITO DE
EVITAR COMPLICAÇÕES POSTERIORES, COMO PROCESSOS
INFLAMATÓRIOS RESPONSÁVEIS POR SINUSITES MAXILARES
ODONTOGÊNICAS .
ACIDENTE EM EXODONTIAS
ACIDENTES EM EXODONTIA
ACIDENTES EM EXODONTIA
ACIDENTES EM EXODONTIA
 COMUNICAÇÃO BUCO SINUSAL
 A COMUNICAÇÃO BUCO-SINUSAL PODE OCORRER
PRINCIPALMENTE SE O SEIO MAXILAR FOR AMPLO, SE HOUVER
RELAÇÃO ÍNTIMA ENTRE AS RAÍZES DOS DENTES MOLARES E
PRÉ-MOLARES SUPERIORES COM SEIO MAXILAR, SE AS RAÍZES
FOREM MUITO DIVERGENTES OU ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS
DAS RAÍZES COMO HIPERCEMENTOSE OU ANQUILOSE.
 PARA DIAGNÓSTICO DA COMUNICAÇÃO BUCO-SINUSAL HÁ UM
SINTOMA IMPORTANTE COMO A PASSAGEM DE ALIMENTOS E
LÍQUIDOS DA CAVIDADE ORAL PARA O SEIO MAXILAR E
CONSEQUENTEMENTE REFLUXO PARA CAVIDADE NASAL . O
PACIENTE PODE APRESENTAR TIMBRE ANASALADO DA VOZ E O
ESTABELECIMENTO DE UMA SINUSITE AGUDA OU CRÔNICA
ACIDENTES EM EXODONTIA
 A TÉCNICA MAIS UTILIZADA PARA O DIAGNÓSTICO DA
COMUNICAÇÃO BUCOSINUSAL EM CASOS DE
COMUNICAÇÕES MENOS EXTENSAS E QUE NÃO É POSSÍVEL
SER EVIDENCIADA CLINICAMENTE É A MANOBRA DE
VALSALVA.
 ESSA TÉCNICA CONSISTE NA EXPIRAÇÃO NASAL
INDUZIDA, ONDE O PROFISSIONAL COMPRIME AS NARINAS
DO PACIENTE COM OS DEDOS, PEDE-SE PARA QUE O
MESMO EXPIRE, ENQUANTO O CIRURGIÃO OBSERVA A
ÁREA DA EXTRAÇÃO DENTÁRIA. SE HOUVER A
COMUNICAÇÃO, PODERÁ SER OBSERVADA A PASSAGEM DE
AR PELO ALVÉOLO.
ACIDENTES EM EXODONTIA
 O TRATAMENTO DA COMUNICAÇÃO BUCO SINUSAL PODE
SER CONSERVADOR , CASO SEJA BEM PEQUENA (1 A 2
mm) , O QUE OCORRE APENAS SUTURANDO BEM O
TECIDO MOLE SOBRE O ALVÉOLO DENTÁRIO , OU
CIRÚRGICO ATRAVÉS DE RATALHOS MUCOPERIÓSTEOS
VESTIBULARES E SE NECESSÁRIO , PALATINOS .
ACIDENTES EM EXODONTIAS
RETALHO DE PALATO DURO
ACIDENTES EM EXODONTIAS
 FRATURA DE INSTRUMENTOS
 APESAR DO ESFORÇO ADEQUADO PARA REALIZAR A
REMOÇÃO DO DENTE COM CUIDADO, ALGUNS ACIDENTES
PODEM ACONTECER QUANDO INSTRUMENTOS NÃO
APROPRIADOS SÃO USADOS INCONSCIENTEMENTE.
 RARAMENTE, A QUEBRA DOS INSTRUMENTOS PODE
OCORRER DURANTE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS.
 É DEVER DOS DENTISTAS VERIFICAR O INSTRUMENTO
CIRÚRGICO QUANTO A SINAIS DE FRATURA E ESTAR
PREPARADO PARA RESOLVER UMA POSSÍVEL
EMERGÊNCIA. FRAGMENTOS RETIDOS DEVEM SER
CUIDADOSAMENTE ESTUDADOS ANTES DA TENTATIVA DE
REMOÇÃO
ACIDENTES EM EXODONTIA
 FRATURA DE MANDÍBULA.
 A FRATURA MANDIBULAR, ASSIM COM A FRATURA DA
TUBEROSIDADE DA MAXILA É UMA COMPLICAÇÃO RARA, ENTRE AS
CAUSAS DA MESMA ESTÁ À APLICAÇÃO INCORRETA E EXAGERADA
DE FORÇA .
 OS CASOS DE FRATURA MANDIBULAR PODEM SER TRATADOS POR
REDUÇÃO FECHADA E FIXAÇÃO INTERMAXILAR, REDUÇÃO ABERTA
E FIXAÇÃO INTERNA OU PELA COMBINAÇÃO DAS DUAS TÉCNICAS.
 O PACIENTE DEVE SER ENCAMINHADO PARA UMA UNIDADE DE
ATENDIMENTO MAXILOFACIAL A FIM DE SER OBSERVADO EM
CONTEXTO HOSPITALAR, ONDE UMA CORRETA INTERVENÇÃO E
TRATAMENTO SERÃO TOMADOS, SE BASEADO NA CONFIGURAÇÃO
DA FRATURA, ACESSO, OCLUSÃO, SINTOMATOLOGIA, ALTERAÇÃO
DA FUNÇÃO, ENTRE OUTROS FATORES.
ACIDENTES EM EXODONTIA
ACIDENTES EM EXODONTIA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 PODEM SER TRANSITÓRIAS MENORES :
 TRISMO.
 INFECÇÃO LOCAL
 ALVEOLITE.
 HEMATOMAS.
 EDEMA SEVERO.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 TRISMO
 O TRISMO É DESCRITO COMO UMA DOR MUSCULAR, QUE
PODE SER RESULTADA POR INJURIAS ÀS FIBRAS
MUSCULARES VINDAS DE MÚLTIPLAS INJEÇÕES
ANESTÉSICAS.QUANDO PENETRAM NOS MÚSCULOS
MASTIGATÓRIOS, OU TAMBÉM O TEMPO PROLONGADO
PARA A REALIZAÇÃO DA EXODONTIA,ALÉM DE HEMATOMA
E INFECÇÃO PÓS-OPERATÓRIA.
 CLINICAMENTE O TRISMO SE MANIFESTA DE FORMA COM
QUE O PACIENTE SINTA DIFICULDADE PARA A ABERTURA
PARCIAL OU TOTAL DA BOCA.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 TRISMO –TRATAMENTO
 O TRATAMENTO DO TRISMO VARIA DE ACORDO COM O
FATOR QUE OCASIONOU A DIFICULDADE DE ABERTURA
BUCAL E CONSISTE BASICAMENTE EM FISIOTERAPIA,
APLICAÇÃO DE COMPRESSAS QUENTES E ÚMIDAS E
ADMINISTRAÇÃO DE RELAXANTES MUSCULARES.
 SE O TRISMO FOR CONSTATADO COM PRESENÇA DE
INFECÇÃO OU INFLAMAÇÃO, DEVE-SE REALIZAR UMA
TERAPIA COM ANTIBIÓTICOS OU ANTIINFLAMATÓRIOS
JUNTAMENTE COM COMPRESSAS QUENTES E ÚMIDAS E
FISIOTERAPIA.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 INFECÇÃO LOCAL
 AS INFECÇÕES LOCAIS ACONTECEM QUANDO OCORRE A
QUEBRA DA CADEIA ASSÉPTICA, OU NÃO SÃO TOMADOS
CUIDADOS NECESSÁRIOS APÓS A EXTRAÇÃO OU AINDA
DEVIDO AO PLANEJAMENTO ERRÔNEO OU FALTA DE
PLANEJAMENTO PARA O ATO CIRÚRGICO. A IDADE DO
PACIENTE, ESTADO DE SAÚDE GERAL E TEMPO DA
CIRURGIA TAMBÉM PODEM SER FATORES
PREDISPONENTES A ESSA COMPLICAÇÃO.
 A INFECÇÃO É UMA COMPLICAÇÃO MUITO RARA . A
INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO APÓS EXODONTIAS É MUITO
BAIXA, ATINGINDO 1,7 A 2,7%.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 VÁRIOS AUTORES DISCUTEM SOBRE A UTILIZAÇÃO DE
PROFILAXIA ANTIBIÓTICA, PORÉM, EM CASOS ONDE NÃO
É POSSÍVEL MANTER A CADEIA ASSÉPTICA, TENDO
PRESENÇA DE COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS OU INFECÇÕES
COMO EM SERVIÇOS PÚBLICOS,A PROFILAXIA
ANTIBIÓTICA É UTILIZADA.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 ALVEOLITE
 QUE É UMA INFECÇÃO LOCALIZADA NO ALVÉOLO E É
PROVOCADA PRINCIPALMENTE POR ESTAFILOCOCOS E
ESTREPTOCOCOS, APÓS UMA EXTRAÇÃO DENTAL.
 ESSA COMPLICAÇÃO SE DÁ PELA FALTA DE SANGUE NO
ALVÉOLO RESULTANDO A FALTA DE COÁGULO, A REMOÇÃO DO
COÁGULO POR MEIOS MECÂNICOS COMO SUCÇÃO OU
BOCHECHOS, FALTA DE ASSEPSIA E ANTISSEPSIA DO OPERADOR
E UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTAL NÃO ESTERILIZADO.
 OUTROS FATORES ETIOLÓGICOS COMO O TRAUMATISMO DO
OSSO ALVEOLAR DURANTE A CIRURGIA, A CURETAGEM
EXCESSIVA DO ALVÉOLO OU AINDA INFECÇÕES PRÉ-
OPERATÓRIAS COMO A PERICORONARITE.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA

 O DIAGNÓSTICO DA ALVEOLITE É DADO NO TERCEIRO OU


QUARTO DIA APÓS UMA EXTRAÇÃO CIRÚRGICA.
CLINICAMENTE SE CARACTERIZA POR UM ALVÉOLO
ABERTO, COM COÁGULO SANGUÍNEO PARCIAL OU
COMPLETAMENTE SOLTO E AS PAREDES ÓSSEAS
EXPOSTAS.
 A SINTOMATOLOGIA É DOLOROSA, SEVERA E PULSÁTIL
NÃO CEDENDO À AÇÃO DE ANALGÉSICOS COMUNS.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 EXISTEM DOIS TIPOS DE ALVEOLITE, SÃO ELAS:
 ALVEOLITE SECA: SE INSTALA NO ALVÉOLO. OCORRE UM
DISTÚRBIO ENTRE A ORGANIZAÇÃO DO COAGULO E O
SURGIMENTO DO TECIDO DE GRANULAÇÃO. OS
COÁGULOS FORMADOS NA MEMBRANA PERIODONTAL
SOFREM DEGENERAÇÃO, OCORRENDO A QUEBRA OU
NECROSE DA CORTICAL ÓSSEA.
 ALVEOLITE ÚMIDA OU OSTEÍTE EXSUDATIVA, INSTALA-SE
NUMA FASE POSTERIOR DA REPARAÇÃO ALVEOLAR. HÁ
UM DISTÚRBIO ENTRE A FORMAÇÃO DO TECIDO DE
GRANULAÇÃO E A FORMAÇÃO DO TECIDO CONJUNTIVO.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 QUANDO INSTALADAS E PERFEITAMENTE DIAGNOSTICADAS,
AS ALVEOLITES DEVEM SER TRATADAS ADEQUADAMENTE. O
TRATAMENTO DA ALVEOLITE PRETENDE CURAR A INFECÇÃO,
ACELERAR A REGENERAÇÃO DO OSSO NORMAL ALIVIANDO A
DOR DO PACIENTE.
 TRATAMENTO: IRRIGAÇÃO ABUNDANTE DO ALVÉOLO
CIRÚRGICO COM SORO FISIOLÓGICO E USO DE
MEDICAMENTOS TÓPICOS.
 EUGENOL.
 ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU.
 ANTIBIÓTICO TÓPICO :ANASSEPTIL PÓ.
 ANESTÉSICO TÓPICO.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 EDEMA
 ASSIM COMO A DOR, O EDEMA É UMA DAS COMPLICAÇÕES PÓS-
OPERATÓRIAS MAIS COMUNS NAS EXODONTIAS . PODE-SE DIZER
QUE O EDEMA ESTÁ RELACIONADO COM FATORES DO PROCESSO
INFLAMATÓRIO INICIADO PELO ATO CIRÚRGICO.
 PARA QUE SE MINIMIZE O EDEMA, O PACIENTE DEVE REALIZAR
APLICAÇÕES DE BOLSAS DE GELO NA FACE, O QUE VAI FAZER COM
QUE OS PACIENTES SE SINTAM MAIS CONFORTÁVEIS.
 A BOLSA DE GELO DEVE SER MANTIDA POR 20 MINUTOS E RETIRA-
 DAS POR 20 MINUTOS E NÃO DEVEM SER FEITAS POR MAIS DE 48
HORAS. O EDEMA GERALMENTE APARECE NO SEGUNDO DIA DO
PÓS-OPERATÓRIO E DESAPARECE PELO QUINTO OU SÉTIMO DIA.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 HEMATOMAS
 O HEMATOMA OCORRE NO PÓS OPERATÓRIO ,
PRINCIPALMENTE EM PESSOAS MAIS IDOSAS (FRAGILIDADE
DE VASOS), OCORRENDO ROMPIMENTO OU PERFURAÇÃO
DE VASOS SANGUÍNEOS COM ACÚMULO DE SANGUE NO
LOCAL, QUE PODE SE DIFUNDIR NOS TECIDOS VIZINHOS,
QUE PODE SER CAUSAD POR TRAUMAS CIRÚRGICOS,
TÉCNICAS DE ANESTESIA MAL REALIZADAS OU
INSUFICIÊNCIA NA COAGULAÇÃO.
 TRATAMENTO :TEMPO!!! RESOLVE-SE NATURALMENTE EM
POUCOS DIAS(5 A 14).
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 TRANSITÓRIAS MAIORES:
 INFECÇÕES SEVERAS : ABCESSOS EXTENSOS E CELULITES.
 FRATURA DE MANDÍBULA.
 OSTEOMIELITE.
 ALTERAÇÕES NEURO SENSORIAIS.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 ABCESSOS E CELULITES DE FACE
 OS ABCESSOS SÃO CAVIDADES TECIDULARES OCUPADAS POR
TECIDO NECRÓTICO, BACTÉRIAS E LEUCÓCITOS.
 UMA CARACTERÍSTICA TÍPICA DOS ABCESSOS É A FLUTUAÇÃO,NO
ENTANTO A AUSÊNCIA DE FLUTUAÇÃO NÃO ELIMINA A
POSSIBILIDADE DE ABCESSO.
 AS CELULITES SÃO INFECÇÕES DO TECIDO CELULAR ADIPOSO
SITUADO NOS ESPAÇOS APONEURÓTICOS,AFECTANDO
ESTRUTURAS MUSCULARES, VASCULO-NERVOSAS E VISCERAIS.
 ESTAS PODEM SER CLASSIFICADAS QUANTO À SUA LOCALIZAÇÃO,
GRAVIDADE (SIMPLES OU DISSEMINADAS) E CURSO EVOLUTIVO
(AGUDAS OU CRÓNICAS). AS CELULITES MANIFESTAM-SE
CLINICAMENTE COMO TUMEFACÇÕES DIFUSAS, DOLOROSAS,
ENDURECIDAS E ERITMATOSAS.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 OS ABCESSOS E CELULITES PÓS EXTRAÇÃO DENTÁRIA ESTÃO
GERALMENTE ASSOCIADOS A FOCOS CRÔNICOS DE INFECÇÃO
DE ORIGEM DENTÁRIA (CÁRIES EXTENSAS).
 DEVIDO A CURETAGEM SEVERA DEMAIS APÓS A EXTRAÇÃO.
 TAMBÉM PODEM OCORRER DEVIDO À PRESENÇA DE CORPOS
ESTRANHOS NO INTERIOR DO ALVÉOLO, NOMEADAMENTE
ESPÍCULAS ÓSSEAS, FRAGMENTOS DE TÁRTARO DENTÁRIO,
RESTOS DE RESTAURAÇÕES
 OS ABCESSOS E CELULITES NORMALMENTE OCORREM EM
PACIENTES COM AS DEFESAS DEBILITADAS, EM PACIENTES
QUE NÃO CUMPREM O TRATAMENTO ANTIBIÓTICO
ESTABELECIDO E EM EXTRAÇÕES COMPLICADAS POUCO
PLANEADAS.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 O TRATAMENTO DOS ABCESSO E CELULITES INCLUI
TERAPIA FARMACOLÓGICA, INCISÃO E DRENAGEM E
CUIDADOS MÉDICOS COMPLEMENTARES
 A TERAPIA FARMACOLÓGICA PASSA PELA ADMINISTRAÇÃO
DE ANTIBIÓTICOS, CONTINUANDO A SER A PENICILINA O
ANTIBIÓTICO DE ELEIÇÃO, PODENDO RECORRER-SE
TAMBÉM A AZITROMICINA, CLINDAMICINA E
METRONIDAZOL, ENTRE OUTROS (LEVOFLOXACINA). PODE
SER TAMBÉM NECESSÁRIA PRESCRIÇÃO DE ANALGÉSICOS
ANTI-INFLAMATÓRIOS E ANTIPIRÉTICOS.
 A INCISÃO E DRENAGEM ESTÃO INDICADAS NO CASO DE
ABCESSOS E CELULITES , SENDO O LOCAL DA EXTRAÇÃO
POR VEZES A ÚNICA VIA ADEQUADA DE DRENAGEM.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
DRENAGEM DE ABCESSO
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 OSTEMIELITE
 OSTEOMIELITE CRÔNICA É MAIS FREQUENTEMENTE
OBSERVADA NA MANDÍBULA E, EM MENOR EXTENSÃO NA
MAXILA, SENDO GERALMENTE LIMITADA A UM ÚNICO SÍTIO
ANATÔMICA
 A PRINCIPAL CAUSA DAS OSTEOMIELITES DOS MAXILARES
RESIDE NA DISSEMINAÇÃO LOCAL DE MICRORGANISMOS
PRESENTES EM PROCESSOS INFECCIOSOS ADJACENTES,
NOTADAMENTE AS INFECÇÕES ODONTOGÊNICAS E, EM
ESPECIAL, AS INFECÇÕES ENDODÔNTICAS. ALGUNS ESTUDOS
REFEREM QUE INFECÇÕES PERIODONTAIS E PERI-
IMPLANTARES, COMO AS GENGIVITES, PERIODONTITES E PERI-
IMPLANTITES, PODEM ATUAR COMO FATORES
PREDISPONENTES.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 O TRATAMENTO DAS OSTEOMIELITES É AINDA
CONTROVERSO,MAS É SABIDO QUE O PRINCIPAL FOCO
SEJA A REMOÇÃO DA CAUSA DA INFECÇÃO ASSOCIADA À
ANTIBIOTICOTERAPIA.
 NORMALMENTE A TERAPÊUTICA COMPREENDE A
REMOÇÃO DOS SEQUESTROS ÓSSEOS,DESBRIDAMENTO DA
LESÃO, DECORTICAÇÃO ÓSSEA, ASSOCIADA AO EMPREGO
SISTÊMICO DE ANTIMICROBIANOS, GERALMENTE DE
AMPLO ESPECTRO DE AÇÃO.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
OSTEOMIELITE CRÔNICA
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 A PARESTESIA
 É UMA LESÃO NERVOSA CARACTERIZADA PELA PERDA DE
SENSIBILIDADE DO NERVO AFETADO, CAUSANDO DESCONFORTO
AO PACIENTE, SENDO DE FORMA TRANSITÓRIA OU PERMANENTE
EM ALGUNS CASOS. PODE SER CLASSIFICADA EM TRÊS NÍVEIS E
SÃO ELES:
 NEUROPRAXIA, É A FORMA MENOS GRAVE DE LESÃO NERVOSA
OCORRE UM BLOQUEIO TRANSITÓRIO DA CONDUÇÃO NEURONAL
DEVIDO A UM LEVE TRAUMA, NÃO HÁ RUPTURA DOS AXÔNIOS.
 TRAUMA CONTUSO OU TRAÇÃO, INFLAMAÇÃO AO REDOR DE UM
NERVO OU ISQUEMIA LOCAL PODEM PRODUZIR UMA NEUROPRAXIA
 A RECUPERAÇÃO DA LESÃO NERVOSA RETORNA
ESPONTANEAMENTE EM ALGUNS DIAS OU SEMANAS.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 Axonotmese- é de forma grave, onde ocorre a interrupção do
axônio sem transecção do nervo, ou seja, a bainha epineural
ainda tem continuidade.
 Esmagamento ou tração extrema de um nervo pode gerar essa
lesão COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
 A função nervosa retorna num período entre 2 a 6 meses.
 Neurotmese- é o tipo mais grave das lesões nervosas,é a perda
completa da continuidade do nervo. Pode sergerada por
projeteis, facas, ou por secção iatrogênica
 O prognostico é ruim, exceto se as extremidades do nervo
ficarem bem próximas e com orientação apropriadas.
 Para esse tipo de lesão se tem a indicação de micro
neurocirurgia.
COMPLICAÇÕES EM EXODONTIA
CONSIDERAÇÕES FINAIS
 REALIZAR CIRURGIAS QUE ESTEJAM DENTRO DAS
LIMITAÇÕES DA HABILIDADE DO CIRURGIÃO DENTISTA.
 TER EM MENTE QUE , RECOMENDAR UM ESPECIALISTA , É
UMA OPÇÃO QUE DEVE SER EXERCIDA CASO O
PLANEJAMENTO CIRÚRGICO ESTIVER ALÉM DE SEUS
LIMITES.
 EM ALGUMAS SITUAÇÕES , NÃO É APENAS UMA
OBRIGAÇÃO MORAL , MAS TAMBÉM UMA PRUDENTE
ADMINISTRAÇÃO DO RISCO LEGAL.

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