Você está na página 1de 11

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À

EDUCAÇÃO DO FUTURO (EDGAR


MORIN)
 Edgar Nahoun (que mais tarde adotará
o sobrenome "Morin") nasce em Paris
no dia 8 de julho de 1921.
 PRINCIPAIS OBRAS
 "Autocritique" (Autocrítica), publicado
em 1959;
 "L’Esprit du Temps" (O Espírito do
Tempo), 1962;
 "Le Paradigme Perdu: la Nature de
l’Homme" (O Paradigma Perdido: a
Natureza do Homem), 1973;
 "La Méthode: La Nature de la Nature, t.1“, 1977 e
de "La Méthode": "La Vie de la Vie, t.2" (A Vida da
Vida), publicado em 1980.
 obras "Jornal de um Livro" e "Para Sair do Século
XX“, 1981,
 "Science avec Conscience" (Ciência com
Consciência), 1982,
 de "La Méthode: Conanaissance de la
Connaissance, t.3" (Método: Conhecimento do
Conhecimento), 1986,
 "Introdução ao Pensamento Complexo“, 1990,
 livro "Terre-Patrie" (Terra-Pátria),1993,
 livro "Os sete saberes para uma educação do
futuro “, 2000,
 "A identidade humana - a identidade da
identidade“, 2001.
OS SETE SABERES NECESSÁRIOS.

CAP.1 AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO: O ERRO E A


ILUSÃO.

CAP. 2 OS PRINCÍPIOS DO CONHECIMENTO PERTINENTE.

CAP. 3 ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA.

CAP. 4 ENSINAR A IDENTIDADE TERRENA

CAP. 5 ENFRENTAR AS INCERTEZAS

CAP. 6 ENSINAR A COMPREENSÃO

CAP. 7 A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO


CAP. 1 AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO: O
ERRO E A ILUSAO.

 É necessário introduzir e desenvolver na


educação o estudo das características
cerebrais, mentais, culturais dos
conhecimentos humanos, de seus
processos e modalidades, das disposições
tanto psíquicas quanto culturais que o
conduzem ao erro ou à ilusão. (pág. 14)
CAP. 2 OS PRINCÍPIOS DO CONHECIMENTO
PERTINENTE

 É necessário desenvolver a aptidão natural


do espírito humano para situar todas essas
infirmações em um contexto e um conjunto.
É preciso ensinar os métodos que permitam
estabelecer as relações mútuas e as
influências recíprocas entre as partes e o
todo em mundo complexo. (pág. 14)
CAP. 3 ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA

 O ser humano é a um só tempo físico,


biológico, psíquico, cultural, social,
histórico. Desse modo, a condição
humana deveria ser o objeto essencial de
todo o ensino. (pág. 14, 15)

INDIVÍDUO MENTE /
CÉREBRO / AFETO
RAZÃO

CÉREBRO /
RAZÃO
ESPÉCIE SOCIEDADE
CAP. 4 ENSINAR A IDENTIDADE TERRENA

 O destino planetário do gênero humano é


outra realidade-chave até agora ignorada
pela educação. O conhecimento dos
desenvolvimentos da era planetária, que
tendem a crescer no século XXI, e o
reconhecimento da identidade terrena, que
se tornará cada vez mais indispensável a
cada um e a todos, devem converter-se em
um dos principais objetos da educação.
(pág. 15)
CAP. 5 ENFRENTAR AS INCERTEZAS

 Seria preciso ensinar princípios de estratégia que


permitiriam enfrentar os imprevistos, o inesperado
e a incerteza, e modificar seu desenvolvimento,
em virtude das informações adquiridas ao longo do
tempo. É preciso aprender a navegar em um
oceano de incertezas em meio a arquipélagos de
certeza. (pág. 16)

“O esperado não se cumpre, e ao inesperado um Deus abre


caminho”
(Eurípedes)
CAP. 6 ENSINAR A COMPREENSÃO

 A compreensão é a um só tempo meio e fim


da comunicação humana. Entretanto, a
educação para a compreensão está ausente
do ensino.

 A compreensão mútua entre os seres


humanos, quer próximos, quer estranhos, é
daqui para frente vital para que as relações
humanas saiam de seu estado bárbaro de
incompreensão. (pág. 16,17)
CAP. 7 A ÉTICA DO GÊNERO HUMANO

 A educação deve conduzir à “antropo-ética”,


levando em conta o caráter ternário da condição
humana, que é ser ao mesmo tempo
indivíduo/sociedade/espécie.

 A ética não poderia ser ensinada por meio de


lições de moral. Deve formar-se nas mentes com
base na consciência de que o humano é, ao
mesmo tempo, indivíduo, parte da sociedade,
parte da espécie. (pág. 17)
CONLUSÃO
 Ao encerrarmos nossa exposição, algumas
conclusões, mesmo que não definitivas podem
ser observadas em relação aos sete saberes
propostos por Edgar Morin. Primeiro, que a
educação deve sempre ser pensada em sua
característica planetária (educação familiar,
social, política, cultural, escolar, universitária,
etc.) para que se possa compreender a relação
todo/partes que permeia a condição humana na
Terra.
 E, finalmente, tomar para si a responsabilidade e
o desafio (incerto) de promover a educação do
futuro, mesmo sem ter tido as bases adequadas
para tal empreendimento.