Você está na página 1de 22

ALZHEIMER

Andressa Pelizzer
Antônio Vinícius de Lima
Emanuelle Scherbai
Julia Farion
Julia Sarmento
Rayssa Habitzreuter

Orientadora: Dra Ana Maria Moser

1
Alzheimer
¹ SMITH (1999); ² OLIVEIRA et al (2005); ³ ABRAZ (2018); ⁴ BERTOLUCCI (2013).

• Alois Alzheimer (1907);¹

• Afecção neurodegenerativa progressiva e


degenerativa;¹

• DA de acometimento tardio; DA de acometimento


precoce;¹

• No Brasil, cerca de 1,2 milhão de pessoas possuem a


doença;³

• No mundo, há um aumento de 4,6 milhões por ano. ⁴

2
O agir no cérebro
¹¹ ABRAZ (2018).

• Morte das células nervosas e perda de tecido


em todo o cérebro. ¹¹

4
O agir no cérebro
¹¹ ABRAZ (2018).

• Encolhimento do córtex e do hipocampo;¹¹


• Expansão dos ventrículos.¹¹

5
O agir no cérebro
¹¹ ABRAZ (2018).

• As placas, depósitos
anormais de fragmentos de
proteína, se agrupam entre
as células nervosas;¹¹

• As células nervosas mortas e


prestes a morrer contém
emaranhados
neurofibrilares, que são
formados por filamentos
torcidos de outra proteína. ¹¹

6
O agir no cérebro
¹¹ ABRAZ (2018).

7
Causas
³ ABRAZ (2018); ⁵ MAYO CLINIC (2017).

• Causa desconhecida; ⁵

• Fatores genéticos e, ou, ambientais ou


comportamentais, responsáveis por afetar o
cérebro ao longo do tempo. ³ ⁵

7
Fatores de risco
⁵ MAYO CLINIC (2017).

• Idade: risco aumentado após 65 anos; ⁵


• Histórico familiar e genética: pode estar ligada
a apolipoproteína e4 (APoE4) e risco para
desenvolver a doença, se um parente de
primeiro grau a desenvolve; ⁵
• Comprometimento cognitivo leve: tendem a
piorar com o avanço da idade, contudo
estratégias para a compensação ou estilo de
vida podem retardar ou impedir a demência; ⁵

8
Fatores de risco
⁵ MAYO CLINIC (2017).

• Estilo de vida: mesmos riscos de doenças


cardiovasculares são riscos para o Alzheimer, como:
obesidade, pressão alta, colesterol alto etc; ⁵
• Escolarização: quanto mais anos de educação formal,
ocorrem mais conexões neuronais, permitindo assim
que o cérebro faça o uso de rotas alternativas de
comunicação entre os neurônios; ⁵
• Traumatismo craniano: o risco de desenvolver a doença
é aumentada após um traumatismo craniano
moderado ou grave. ⁵

9
Manifestação da doença
² OLIVEIRA et al (2005).

• Manifestação particular e flexível; ²

• Padrão geral de evolução, dividido em três


estágios. ²

1
Manifestação da doença
² OLIVEIRA et al (2005).

Estágio Inicial – Doença de Alzheimer leve ²

• A pessoa consegue viver de forma relativamente


independente, apesar do prejuízo objetivo nas
atividades;
• A perda de memória é leve;
• Raciocínio relativamente preservado.

1
Paciente Família

12
Manifestação da doença
² OLIVEIRA et al. (2005); ¹¹ ABRAZ (2018).

Estágio Intermediário - Doença de Alzheimer


moderada ²
• Já há risco na vida independente e certo grau de
supervisão é necessário;
• Perda de memória moderada;
• Prejuízo no raciocínio;
• Dificuldade de orientação espacial;
• Dificuldade para comunicar-se.

Indivíduos geralmente vivem de 2 a 10 anos. ¹¹

1
Paciente Família

14
Manifestação da doença
² OLIVEIRA et al. (2005); ¹¹ ABRAZ (2018).

Estágio Avançado - Doença de Alzheimer


avançada ²

• Incapacidade para a vida independente;


• Impossibilidade de realizar tarefas cotidianas e,
mesmo, de cuidar-se;
• Impossibilidade de comunicar-se
adequadamente.

Indivíduos podem viver de 1 a 5 anos. ¹¹

16
Paciente Família

16
Sintomas
⁶ ALMEIDA; CROCCO (2000).

• O Alzheimer traz sintomas físicos e cognitivos; ⁶

• Habilidades intelectuais e comportamento da


pessoa afetados. ⁶

18
Sintomas
⁷ LACKS; ROZENTHAL; ENGELHARDT (1995).

Diagnóstico é descoberto a partir do declínio de


áreas das seguintes habilidades: ⁷
Sintomas cognitivos:
• Memória;
• Linguagem;
• Habilidades motoras;
• Percepção;
• Abstração;
• Planejamento; Sintomas psicossomáticos:
• Funções executivas. • Ansiedade;
• Depressão;
• Insônia;
• Agitação; 19
Referências bibliográficas
DOENÇA DE ALZHEIMER

1. SMITH, M. A. C. Doença de Alzheimer. Rev. Bras. Psiquiatr. [online],


São Paulo, vol.21, p.03-07, 1999.

2. OLIVEIRA, M. F. et al. Doença de Alzheimer. 2005. Trabalho de


Licenciatura – Departamento de Psicologia, Universidade Lusíada do
Porto, Porto.

3. Associação Brasileira de Alzheimer. Alzheimer e demência no


Brasil, 2018. Disponível em: < https://www.alz.org/br/demencia-
alzheimer-brasil.asp#symptoms >. Acesso em: 13 out. 2018.

23
Referências bibliográficas
DOENÇA DE ALZHEIMER

4. EXAME. Casos de Alzheimer vão dobrar até 2030, prevê associação,


2013. Disponível em: < https://exame.abril.com.br/brasil/casos-de-
alzheimer-vao-dobrar-ate-2030-preve-associacao/ >. Acesso em: 14 out.
2018.

5. MAYO CLINIC. Alzheimer’s disease, 2017. Disponível em: <


https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/alzheimers-
disease/symptoms-causes/syc-20350447 >. Acesso em: 13 out. 2018.

6. ALMEIDA, O. P.; CROCCO, E. I. Percepção dos déficits cognitivos e


alterações do comportamento em pacientes com doenças de
Alzheimer. Arq Neuropsiquiatr, São Paulo ,v. 58, n.2-A, p. 292-299, 2000.

24
Referências bibliográficas
DOENÇA DE ALZHEIMER

7. LACKS, J.; ROZENTHAL, M.; ENGELHARDT, E. Sintomas psiquiátricos


na doença de Alzheimer e sua relação com o estado cognitivo. Rev.
Bras. Neurol, Rio de Janeiro, v. 5, n. 31, p. 225-234, 1995.

8. ENGELHARDT, E. et al. TRATAMENTO DA DOENÇA DE ALZHEIMER:


Recomendações e sugestões do Departamento Científico de
Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de
Neurologia, Arq Neuropsiquiatr, Rio de Janeiro, v. 63, n. 4, p. 1104-
1112, 2005.

9. Associação Brasileira de Alzheimer. TRATAMENTO. Disponível em:


<http://abraz.org.br/web/sobrealzheimer/tratamento/>. Acesso em:
15 out. 2018.

25
Referências bibliográficas
DOENÇA DE ALZHEIMER

10. Associação Brasileira de Alzheimer. Dentro do cérebro:


Uma viagem interativa. Disponível em: <
https://www.alz.org/br/passeio-pelo-c%C3%A9rebro-
interativo.asp>. Acesso em: 16 out. 2018.

26

Você também pode gostar