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Universidade Federal do Amapá

Curso de Bacharelado em Direito


Direito Indigenista

Docente: Daize Fernanda Wagner Silva


Discente:
1. Jean Carlos Dias Conceição
2. Jéssica Araújo do Carmo Direitos Indígenas na Ordem
3. Jhonny Erick Guedes Reis
4. João Marcos Costa da Silva Jurídica Internacional
5. João Paulo da Cunha Mendes
6. Joao Pedro Brito Xavier Goes
7. João Pedro Corrêa Tavares
8. Jonatan Dutra Soledade
9. José Angelo Santos da Costa UNIFAP 2020.3
MACAPÁ/AP - 2021
10. Jucivaldo Martins Ferreira
1. Breve histórico
2. A Convenção 107 da OIT
Direitos Indígenas na 3. A Convenção 169 da OIT
Ordem Jurídica 4. A Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos
dos Povos Indígenas e a Declaração
Internacional 5. Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas
6. Casos levados à Comissão e à Corte
Interamericana de Direitos Humanos
• Nos séculos XVIII e XIX, o direito internacional se preocupa,

1. HISTÓRICO
basicamente, com a relação entre Estados.
• O término da Segunda Guerra Mundial como marco temporal do
início de uma nova concepção do Direito Internacional.
• Os direitos humanos voltados para a proteção do indivíduo.
• Proteção aos grupos vulneráveis fortemente associada ao conceito
de tutela, orientada por um modelo europeu e norte-americano
de sociedade ideal.
• Preocupação da comunidade internacional com os povos
indígenas (assimilacionista e individualista).

Jhonny Erick Guedes Reis


2. CONVENÇÃO • Organização Internacional do Trabalho (OIT)
107 DA OIT • Convenção 107 da OIT, de 05 de junho/1957
• Composição : era composta de 38 artigos,
divididos em oito partes, assim: I – princípios
gerais, II – terras, III – contratação e condições
de emprego, IV – formação profissional,
artesanato e indústrias rurais, V – seguridade
social e saúde, VI – educação e meios de
comunicação, VII – administração e VIII –
disposições gerais
• Principais focos : Proteção e integração

Jonatan Dutra Soledade


• Forte tom tutelar e assimilacionista:
Artigo 2º 1. Competirá principalmente aos governos pôr em
prática programas coordenados e sistemáticos com vistas à
proteção das populações interessadas e sua integração
progressiva na vida dos respectivos países.

2. Tais programas compreenderão medidas para: a) permitir que


as referidas populações se beneficiem, em condições de
igualdade, dos direitos e possibilidades que a legislação
nacional assegura aos demais elementos da população; b)
promover o desenvolvimento social, econômico e cultural das
referidas populações, assim como a melhoria de seu padrão de
2.1 CRÍTICAS A vida; c) criar possibilidades de integração nacional, com
exclusão de toda medida destinada à assimilação artificial dessas
CONVENÇÃO 107 populações.

DA OIT • Não reconhecia a autodeterminação dos povos indígenas;


• Carta da Nações Unidas e os pactos de direitos civis e
políticos e de direitos econômicos, sociais e culturais;
• Pressões grupos de interesse e representantes de povos
indígenas.

Jéssica Araújo do Carmo


1989 - A Convenção n° 169, sobre povos
indígenas e tribais, adotada na 76ª
Conferência Internacional do Trabalho.

1993 – Projeto de
Decreto Legislativo 2004 - DECRETO Nº
(PDL) –Sancionou 5.051, DE 19 DE
o Texto da ABRIL DE 2004.
Convenção. Promulga a
Convenção no 169.

3. CONVENÇÃO 169 DA OIT

Jucivaldo Martins Ferreira


• Parte I – Política Geral (art. 1º a 12);
• Parte II – Terras (art. 13 a 19);
• Parte III – Contratação e condições de emprego (art. 20);
• Parte IV – Indústrias rurais (art. 21 a 23);
• Parte V – Seguridade Social e Saúde (art. 24 e 25);
• Parte VI – Educação e meios de comunicação (art. 26 a 31):
• Parte VII – Contatos cooperação através das fronteiras (art. 32);
• Parte VIII – Administração (art. 33);
• Parte IX – Disposições Gerais (art. 34 a 35);
• Parte X – Disposições Finais (art. 36 a 44).

3. CONVENÇÃO 169 DA OIT


Jucivaldo Martins Ferreira
• Autoidentificação;
• Não Discriminação;
• Medidas Especiais;
• Especificidades Culturais;
• A Consulta e a Participação dos Povos Interessados;
• Decisão sobre Prioridades Para seu Desenvolvimento.

3.1 CONVENÇÃO 169 DA OIT – PRINCÍPIOS

Jucivaldo Martins Ferreira


• Ausência de reconhecimento expresso do direito à autodeterminação dos indígenas
• Proibição da remoção de terras
• Limitação do texto quanto ao controle pelos indígenas dos recursos naturais de seus territórios
• Pontos relativos ao Princípio da consulta aos povos interessados (art. 6º da Convenção 169)
 Abrangência da necessidade de consulta (mesmo para legislações que não apenas tratam dos índios? –
Exemplo da ADI nº 6.062. ADI nº 5905)
 Quem são “suas instituições representativas”? (CNPI – Decreto nº 8.593/2015)
 Há zelo pela efetiva opinião dos indivíduos representados?

• Outros pontos objeto de discussão

3.2 CRÍTICAS À CONVENÇÃO 169 DA OIT


Joao Pedro Brito Xavier Góes
ASPECTOS HISTÓRICOS
- Anos 70 e 80: Estudo Pioneiro ( relator: Jose Mertinez Cabo);
NAÇÕES UNIDAS SOBRE OS
4. DECLARAÇÃO DAS

DIREITOS DOS POVOS


INDÍGENAS
- 1982: Grupo de Trabalho da ONU sobre Populações Indígenas;
- 1993: Ano Internacional das Populações Indígenas do Mundo;
- 2002: Primeiro Período de sessões do Fórum Permanente da ONU para
assuntos indígenas;
-1993: Assembleia Geral da ONU proclamou a Primeira Década Internacional
dos Povos Indígenas do Mundo para o período entre 1995 e 2004;
-2004: Pressão por uma segunda década (2005 a 2014);
- 29 de junho de 2006: Consenso em relação ao teor da Declaração, sendo
aprovada na Comissão de Direitos Humanos;
-2009: Governo Australiano manifesta aprovação a Declaração;
- 2010: Nova Zelândia também concorda com a Declaração;
-2010: em pronunciamento, a embaixadora americana Suzan Tive anuncia
Jean Carlos Dias
que o país também está revendo seu posicionamento perante a Declaração.
Conceição
NAÇÕES UNIDAS SOBRE OS
4. DECLARAÇÃO DAS

DIREITOS DOS POVOS


INDÍGENAS
PRINCÍPIOS ESCULPIDOS
- Autodeterminação;
- Direito ao consentimento livre, prévio e informado;
- Direto a reparação pelo furto de suas propriedades;
- Direito de manter suas culturas;
- Direito a comunicação.

Jean Carlos Dias


Conceição
NAÇÕES UNIDAS SOBRE OS Considerações Gerais
4. DECLARAÇÃO DAS

DIREITOS DOS POVOS


INDÍGENAS 1. Estrutura da Declaração;
2. Valor normativo amplo.

“Afirmando que os povos indígenas são iguais a todos os


demais povos e reconhecendo ao mesmo tempo o direito de
todos os povos a serem diferentes, a se considerarem
diferentes e a serem respeitados como tais”.

João Paulo da
Cunha Mendes
Texto Legal em dispositivos.
Artigo 1
Os indígenas têm direito, a título coletivo ou individual, ao pleno
desfrute de todos os direitos humanos e liberdades
fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, a
Declaração Universal dos Direitos Humanos e o direito
internacional dos direitos humanos.

Artigo 2
Os povos e pessoas indígenas são livres e iguais a todos os demais
povos e indivíduos e têm o direito de não serem submetidos a
nenhuma forma de discriminação no exercício de seus direitos, que
esteja fundada, em particular, em sua origem ou identidade
indígena.

João Paulo da Cunha Mendes


Texto Legal em dispositivos.
Artigo 3
Os povos indígenas têm direito à autodeterminação. Em virtude
desse direito determinam livremente sua condição política e
buscam livremente seu desenvolvimento econômico, social e
cultural.

Artigo 7

2. Os povos indígenas têm o direito coletivo de viver em liberdade,


paz e segurança, como povos distintos, e não serão submetidos a
qualquer ato de genocídio ou a qualquer outro ato de violência,
incluída a transferência forçada de crianças do grupo para outro
grupo.

João Paulo da Cunha Mendes


Texto Legal em dispositivos.
Artigo 8
1. Os povos e pessoas indígenas têm direito a não sofrer assimilação
forçada ou a destruição de sua cultura.

Artigo 10
Os povos indígenas não serão removidos à força de suas terras ou
territórios. Nenhum traslado se realizará sem o consentimento
livre, prévio e informado dos povos indígenas interessados e sem
um acordo prévio sobre uma indenização justa e equitativa e,
sempre que possível, com a opção do regresso.

Artigo 14
1. Os povos indígenas têm o direito de estabelecer e controlar seus
sistemas e instituições educativos, que ofereçam educação em seus
próprios idiomas, em consonância com seus métodos culturais de
ensino e de aprendizagem.

João Paulo da Cunha Mendes


Texto Legal em dispositivos.

Artigo 26
1. Os povos indígenas têm direito às terras, territórios e recursos
que possuem e ocupam tradicionalmente ou que tenham de outra
forma utilizado ou adquirido.

Considerações Finais sobres os dispositivos normativos

João Paulo da Cunha Mendes


Contexto Histórico
• 1953: Reconhecimento do Instituto Indigenista
Interamericano como órgão autônomo para
pautar as causas indígenas.
5. Declaração
Americana sobre os • 1989: Solicitação da Assembléia Geral da OEA
Direitos dos Povos à Comissão Interamericana de Direitos
Indígenas Humanos para que preparasse um instrumento
jurídico de proteção aos indígenas.
• 1997: Apresentação do projeto da “Declaração
Americana sobre os Direitos dos Povos
Indígenas”.
• 2016: Aprovação da Declaração Americana
sobre os Direitos dos Povos Indígenas”.

João Pedro Corrêa Tavares


Basicamente, três pontos podem ser destacados em relação
5.1 Declaração da ONU x Declaração
Americana
aos dois instrumentos:
I) A Declaração da ONU constitui um aporte mínimo na fixação
dos direitos indígenas e, portanto, a Declaração americana não
pode reduzir o seu alcance;
II) a Declaração americana deve desenvolver e aprofundar os
padrões estabelecidos pela Declaração da ONU, incluindo uma
articulação mais detalhada de direitos que contemplem as
especificidades dos povos americanos;
III) as Declarações devem ser congruentes e complementares.

João Pedro Corrêa Tavares


• A Declaração Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas trata
5.2 Estrutura da Declaração de quatro temas novos, não contemplados pela Declaração da
Americana ONU. Estes estão nos artigos II, IX, XVII e XXVI, todos com
respaldo na legislação brasileira.
• Artigo II
• Os Estados reconhecem e respeitam o caráter pluricultural e
multilíngue dos povos indígenas que fazem parte inte­grante de suas
sociedades.
• Artigo IX Personalidade jurídica
• Os Estados reconhecerão plenamente a personalidade jurídica dos
povos indígenas, respeitando as formas de organização indígenas e
promovendo o exercício pleno dos direitos reconhecidos nesta
Declaração.

José Ângelo Santos da Costa


• Artigo XVII Família indígena
5.3 Estrutura da Declaração • A família é o elemento natural e fundamental da sociedade. Os
Americana povos indígenas têm o direito de preservar, manter e promover seus
próprios sistemas de família. Os Estados reconhecerão, respeitarão
e protegerão as diferentes formas indígenas de família, em especial
a família extensa, bem como suas formas de união matrimonial,
filiação, descendência e nome familiar. Em todos os casos, se
reconhecerá e respeitará a igualdade de gênero e geracional.

• Artigo XXVI Povos indígenas em isolamento voluntário ou em


contato inicial
• Os povos indígenas em isolamento voluntário ou em contato inicial
têm direito a permanecer nessa condição e a viver livremente e de
acordo com suas culturas.

José Ângelo Santos da Costa


6. Casos levados à Comissão e à Corte
Interamericana de Direitos Humanos
Competência da Comissão Interamericana:
• Promover estudos e capacitação em direitos humanos.
• Criar relatorias especiais de direitos humanos em temas ou
países.
• Receber petições de vítimas, recomendar reparação de danos aos
Estados e, caso (i) não cumprida a reparação e (ii) caso o Estado
infrator tenha reconhecido a jurisdição da Corte IDH,
encaminhar o caso à Corte.
• Solicitar opiniões consultivas.
• Atuar nos processos perante a Corte IDH como custos legis.

João Marcos Costa da Silva


Competência Corte Interamericana: 
• Julgar casos de violação da Convenção, emitindo
sentenças vinculantes, em casos encaminhados
pela Comissão IDH ou Estados Partes da
Convenção que tenham reconhecido a jurisdição
da Corte.
• Emitir opiniões consultivas, não vinculantes.

João Marcos Costa da Silva


6.1 Casos apreciados pela
Comissão Interamericana
referentes ao direito
indígena e que envolveram
o Brasil
ANO CASO LINKS FATOS SENTENÇA
1985 Caso nº 7.615. Povo http://www.cidh.oas.o Trata-se de petição apresentada em 15/12/1980 A CIDH declarou a omissão do
rg/annualrep/84.85sp/ à CIDH, na qual foram denunciadas diversas Governo do Brasil em adotar
indígena Yanomami Brasil7615.htm
vs. Brasil violações de direitos humanos dos índios medidas oportunas e eficazes em
Yanomami. favor dos índios Yanomami,
Foi relatado que a origem das violações ocorrendo, assim, uma situação que
denunciadas remonta a construção da rodovia resultou na violação de diversos
transamazônica BR-2310, que corta os direitos.
territórios onde vivem os índios. Além disso, Reconheceu, porém, que foram
especificou-se que as violações seriam a não tomadas importantes medidas, a
criação do Parque Yanomami para a partir de 1983, para proteger a
proteção do patrimônio cultural desse grupo segurança, saúde e integridade dos
indígena; a autorização para exploração das índios Yanomami.
riquezas do subsolo das terras indígenas; a Recomendou ao Brasil a
permissão de que estranhos penetrassem continuidade das medidas
maciçamente no território dos índios, preventivas e curativas de saúde, a
transmitindo, assim, diversas doenças conclusão do processo de
contagiosas que causaram múltiplas vítimas demarcação do Parque Yanomami
dentro da comunidade indígena e da não e que os programas educacionais,
prestação de cuidados médicos essenciais às de proteção médica e de integração
pessoas afetadas e, por fim, em proceder social dos Yanomami fossem
deslocamento dos índios de suas terras realizados em consulta a população
ancestrais com todas as consequências indígena afetada e com o
negativas para a sua cultura, tradição e aconselhamento de pessoal
costumes. científico, médico e antropológico
competente.

Fonte: elaboração própria

João Marcos Costa da Silva


ANO CASO LINKS FATOS SENTENÇA

1999 Caso nº 11.516. http://www.cidh.oas.or Trata-se de denúncia apresentada em junho de A CIDH conclui pela responsabilidade
g/annualrep/98span/Fo 1995 à CIDH contra o Estado Brasileiro, na qual do Brasil diante das violações de direitos
Ovelário Tames vs. ndo/Brasil%2011.516. fora alegado que Ovelário Tames, indígena humanos, em relação à morte de Ovelário
Brasil htm Tames, durante sua detenção e custódia,
Macuxí, após ter sido detido e agredido por um
policial civil do Estado de Roraima, morreu além da falta de investigação, processo e
punição eficazes dos responsáveis, bem
dentro da Delegacia de Polícia Civil, no dia
como a falta de reparação aos familiares.
seguinte a ação, como resultado dos ataques Recomendou ao Brasil que procedesse a
sofridos, caracterizando, assim, violações aos uma investigação séria, imparcial e
direitos humanos garantidos na Declaração eficaz dos fatos e circunstâncias em que
Americana dos Direitos e Deveres do Homem. ocorreu a morte de Ovelário Tames,
Além disso, alegou-se que o processo penal para além de processar e punir os
apuração do crime resultou em demora responsáveis.
injustificada, pois a citação dos acusados Além disso, recomendou que a referida
aconteceu somente após 6 anos da data do investigação incluísse as possíveis
ilícito e que estes, estariam na iminência de omissões, negligências e obstruções à
serem absolvidos, apesar de provas em sentido justiça que tenham resultado na falta de
oposto. condenação definitiva dos responsáveis,
a breve conclusão dos processos judiciais
e administrativos resultantes do caso e a
indenização da família pelas violações.

Fonte: elaboração própria

João Marcos Costa da Silva


6.2 Único julgamento da
Corte Interamericana sobre
a temática do direito
indígena que envolveu o
Brasil

João Marcos Costa da Silva


VIOLAÇÕES AO DIREITO À PROPRIEDADE COLETIVA DAS TERRAS /
DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS

Fonte: (Clínica de direitos humanos da UNIFAP, 2020) - (Coletânea)


João Marcos Costa da Silva
BRASIL. Ministério Público Federal. Câmara de Coordenação e Revisão, 6. Manual de
jurisprudência dos direitos indígenas / 6ª Câmara de Coordenação e Revisão, Populações
Indígenas e Comunidades Tradicionais. – Brasília : MPF, 2019.

REFERÊNCIAS
CLÍNICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ.
Coletânea de jurisprudência da corte interamericana de direitos humanos e normativas
internacionais: Direitos dos povos e comunidades tradicionais e direitos das mulheres.
Macapá-AP, 2020. Disponível em: <https://www2.unifap.br/direito/files/2020/12/Colet
%C3%A2nea-de-Jurisprud%C3%AAncia-da-Corte-IDH.pdf>. Acesso em: 03 fev. 2021.

COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS. Relatórios sobre petições e


casos. Disponível em: <http://www.oas.org/es/cidh/indigenas/decisiones/cidh.asp>. Acesso em
03 fev. 2021.

Manual para defender os direitos dos povos indígenas [na ordem jurídica internacional].
Disponível em: http://www.mpf.mp.br/atuacao-tematica/ccr6/documentos-
epublicacoes/artigos/manual_direitos_indigenas1.pdf

ONU. Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Disponível
em:https://www.un.org/esa/socdev/unpfii/documents/DRIPS_pt.pdf.

SILVA, Liana Amin Lima da. Consulta prévia e livre determinação dos povos indígenas e
tribais na América Latina: re-existir para co-existir. Tese (doutorado) – Pontifícia
Universidade Católica do Paraná. Curitiba, 2017.
• Obrigado !!!!!!!!

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