Universidade de Brasília ± UnB Disciplina: Enf.

Medico- Cirúrgica 1

Processo de Enfermagem Aplicado a Uma Paciente Portadora de Artrite Reumatóide e Diabetes Mellitus Tipo 2

Professora: Luciana Bampi Acadêmicas: Bianca Cristine Gazeta dos Santos Mat.: 09/0141610 Mariana Mesquita de O. Silva Mat.: 09/13219 Raphaela Carvalho Mat.: 09/48152

Introdução:
Ciência e arte; y Atuação em todos os níveis da atenção; y Foco no auto-cuidado; y Intervenções biopsicossocial.
y

http://cogitare.forumenfermagem.org/2009/09/02/sindicatos-dos-enfermeiros-protestam-frente-ao-ministerio-da-saudecontra-adiamento-de-reuniao-sobre-salarios/

FISIOPATOLOGIA DA ARTRITE REUMATÓIDE
y y

´ A artrite reumatóide caracteriza-se por inflamação da sinóvia associada à destruição da cartilagem e do osso, com um quadro morfológico sugestivo de uma resposta imune local (...)µ (ABBAS, 2006 p. 435). [...] A fagocitose produz dentro das articulações enzimas que clivam o colágeno, causando edema, proliferação da membrana sinovial levando a destruição da cartilagem e a erosão dos ossos (SMELTEZER, 2009).

y

Edema. Calor. Alinhamento errôneo. Rigidez.MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Sintomas: y y y y y Deformidades: y y y y Dor. Subluxação. Nódulos reumatóides . Eritema. Falta de função.

br/image/reumat/imgerh19.com.htm .http://www.medicinageriatrica.medstudents.com.br/2008/03/20/artrose-dasmaos/artrite-reumatoide-2 http://www.

FISIOPATOLOGIA DA DM TIPO 2 Metabolismo da glicose comprometido (intracelular) Ligação ineficaz da insulina com os receptores. Aumento da produção hepática de glicose Aumento da glicose na corrente sanguínea Diabetes tipo 2 .

Formigamentos. Poliúria . Má circulação. Dificuldade para cicatrização. Diminuição da sensibilidade. Perda ponderal de peso.MANIFESTAÇÕES CLINICAS Sintomas: y y y y y Complicações: y y Polidipsia. .

http://nutricaooebemestar.html .blogspot.com/2009/09/nutric ao-doencas-diabetes-e-anemia.

Medicações Utilizadas y Paracetamol ( Analgésico e Antitérmico).com. Ácido Fólico (Suplemento Nutricional Vitamínico Antianêmico). e y y Metformina (Hipoglicemiante).unimed.br/pct/index.jsp?cd_canal=33714&cd_secao=34473&cd_materia=53813 . Ciprofloxacino (Antibiótico Sistêmico) y http://www.

casada. y Aposentada. onde mora com o esposo em casa de tijolos com água encanada sem tratamento de esgoto.. 76 anos. procedente de formoso-MG. y Internada na clinica médica do HUB desde o dia 06/07/2010 .S.F.INDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE y J. vive com uma renda mensal de um salário mínimo.

dreamstime.HISTÓRICO DE ENFERMAGEM http://pt.com/royalty-free-stock-photography-nurse-with-senior-patientimage6736767 .

HISTÓRICO DE ENFERMAGEM QUEIXA PRINCIPAL y Dor Crônica em articulações. . y Durante a internação foi diagnosticado com Diabetes Mellitus tipo II. HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL y Refere edema e dor em articulações a mais de quatro anos.

HISTÓRICO DE ENFERMAGEM HISTÓRICO DE SAÚDE: y Primeira vez internada. y Sedentarismo. y Dieta inadequada . FATORES DE RISCO: y Tabagismo. y Nega alergias. ou outros problemas de saúde.

o esposo ajuda bastante com essa tarefa.HISTÓRICO DE ENFERMAGEM HISTÓRICO FAMILAR y Mãe morreu muito jovem por causas desconhecidas. y Pai morreu dormindo já com 96 anos. HISTÓRICO MEDICAMENTOSO y encontra-se bem confusa para identificar as medicações usadas em casa. .

uff.br/nepae/siteantigo/bnn041802.Exame Físico http://www.htm .

eupnéica. OLHOS: acuidade visual prejudicada. acianótica. ausência de nódulos. higiene preservada.. CABEÇA: couro cabeludo com boa higiene. sendo necessário falar em voz mais alta para compreensão. PA: 120X70 mmhg.EXAME FÍSICO y SINAIS VITAIS E DADOS ANTROPOMÉTRICOS: 08/07/2010 TAX: 37°C. orientada. PESCOÇO: presença de bócio. ausência de lesões visíveis. OUVIDO: acuidade auditiva prejudicada. Pulso: 88 bpm. pupilas isocoricas foto reagentes. usa prótese dentaria total bem ajustada. Deambula com muita dificuldade.Paciente em ar ambiente. plano visual preservado. BOCA: higiene oral prejudicada. anictérica.56 m. Apresentou perda ponderal de peso nos últimos meses (conforme relato + ou . necessitando de ajuda com auxilio locomoção bengala. . adenóides não visíveis. com queda de cabelo. 09/07/2010 TAX: 35. leve desidratação 2+/4+ e turgor prejudicado. Pulso: 88 bpm. afebril. corada. NARIZ: ausência de desvio de septo. e conjuntiva corada.5kg no ultimo mês). FR: 19 mrpm PA: 110X80 mmhg.900 kg e altura: 1. linfonodos palpáveis porém indolor em maxilar inferior.5°C. PELE: Corada. Peso: 51. abaulamentos e depressões. Ativa e reativa. FR: 20 mrpm.

fígado e baço não palpável. não usa músculos acessórios para a respiração. Apresenta lesão em falange distal do 5º dedo da mão direita com fibrina em todo leito. ausculta: ritmo cardíaco regular com bulhas normofonéticas em 2T. . ausência de lesão ou cicatriz cirúrgica. com edema em MIE com cacifo ++/4+ e MID +++/4+. MÚSCULO ESQUELETICO: apresente cifose com postura projetada para frente. ausência de ruídos adventícios. demais quadrantes maciço. Apresentando fezes de aspecto pastoso mais de 3x no dia.EXAME FÍSICO y TÓRAX: ausência de lesões. muita dificuldade para deambular. ausência de massas ou nódulos. MMII: joelhos e tornozelos com articulações da artrite reumatóide como nódulos. percussão: claro pulmonar ausculta: murmúrios vesiculares. apresentando dor. ABDOMEM: plano. joelho direto em processo inflamatório ativo. ELIMINAÇÕES: polaciúria. usando como cobertura purilon. percussão: QID timpânico. palpação: Refere leve sensibilidade em QIE região íleo sacral. usa bengala. urina de cor clara. rigidez e edema. ausculta: RHA presentes em todo o abdômen. CORAÇÃO: pulso periférico palpável. filiforme. calor e rubor. nega dor em coluna. com curativo oclusivo. boa expansibilidade. MMSS: apresenta alteração em articulações típicas da artrite reumatóide como nódulos e rigidez principalmente em punho e ombro com restrição de movimentos e dor local.

com/2010/05/assisten cia-de-enfermagem-em. Intervenção e Fundamentação Científica: http://medicaldownload.blogspot.PLANO DE CUIDADOS y Diagnósticos de Enfermagem.html .

informenoticia1.blogs pot.http://www.html .com/?p=11086 http://arsaudavel.com/2009/10/qued a-no-idoso_4182.

prejuízo musculoesqueléticos e com a artrite reumatóide. alivia a pressão sobre as articulações redistribuindo o peso. que deveram ser prescritos por profissionais especializados (fisioterapeuta e educador físico). . os músculos quadríceps. y Orientar sobre o uso correto de dispositivo auxiliar (bengala ou andador). evidenciado por movimentos lentos e dificuldade de marcha. META: O paciente deverá ser capaz de manter ou recuperar a mobilidade e amplitude de movimentos nas articulações comprometidas pela artrite reumatóide Intervenção y Estimular deambulação pelo menos 3 X dia.Mobilidade física prejudicada relacionada à dor. prevenindo assim a síndrome do desuso nos MMSS e MMII. vai favorecer a recuperação da força muscular e da mobilidade articular. seu uso correto proporcionará segurança e apoio ao paciente estimulando a deambulação e o evitando a síndrome do desuso. y Realizar exercício de amplitude de movimentos em MMSS e MMII 3 X dia. A bengala ajuda o paciente a ter maior equilíbrio e apoio.Diagnóstico de Enfermagem 1. y y y y Encaminhar para a avaliação com o educador físico. o andador proporciona maior suporte e estabilidade que uma bengala ou muletas. Fundamentação O estimulo a deambulação e os exercícios de amplitude. que estabilizam a articulação do joelho. y Encaminhar para avaliação com a fisioterapia. Para a deambulação. e os músculos glúteos devem ser fortalecidos. utilizando-se de exercícios específicos e individualizados.

mantendo assim a integridade física do paciente. no caso a paciente tem prejuízo intenso no equilíbrio relacionado à artrite reumatóide e a inflamação ativa y A bengala ajuda o paciente a ter maior equilíbrio e apoio. alteração do equilíbrio. o andador proporciona maior suporte e estabilidade que uma bengala ou muletas. alivia a pressão sobre as articulações redistribuindo o peso. y Encorajar a evitar em casa o uso de tapetes ou excesso de móveis pela casa. META: O paciente deverá ser capaz de evitar quedas. o paciente deverá utilizar sapatos confortáveis e bem ajustados para evitar escorregar. y Orientar a fazer higiene corporal (banho/ intima). y Orientar sobre o uso correto de dispositivo auxiliar (bengala ou andador).Risco de queda relacionada à mobilidade física prejudicada. uso de bengala. sentada em cadeira ou acompanhada. Fundamentação y Quando há risco de queda a enfermagem deve dispor de todos os mecanismos disponíveis para evitá-la. y Quando há muitos obstáculos no cami y nho somados a mobilidade física prejudicada a deambulação torna-se um risco eminente de queda por esse motivo a paciente deve ser encorajada a retirar tapetes e excesso de tapetes e móveis pela casa. dificuldade auditiva e visual.Diagnóstico de Enfermagem 2. idade acima de 65 anos. Intervenção y Proporcionar segurança e a comodidade para paciente deambular. .

geralmente se apresenta sem respostas neurovegetativas associadas ao sintoma. e assim avaliar e registrar a dor e suas características. que causam dor contínua ou recorrente. A sua função biológica não é mais de alertar que algo no organismo está errado. terapias térmicas. é mal delimitada em tempo e pode causar ansiedade e depressão. musicoterapia. y Usar a escala de avaliação da dor. y Ensinar estratégias adicionais ao paciente com intuito de aliviar dor e desconforto. o que lhe dará tranqüilidade. dentre outras. pode ser a massagem. Os objetivos da avaliação da experiência dolorosa são: mensurar os elementos que podem justificar manter ou exacerbar a dor e sofrimento. verificar o impacto desta na vida do indivíduo nos aspectos biopsicossocial e verificar a eficácia das intervenções terapêuticas propostas. estimulação cutânea.Dor crônica relacionada à incapacidade física crônica e atrofia muscular. evidenciado por relato verbal de dor e respostas mediadas pelo sistema nervoso simpático. META: O paciente deverá ter alivio da dor.Diagnóstico de Enfermagem 3. fora do equilíbrio. Intervenção y Facilitação a expressão dos sentimentos pelo paciente. Essas estratégias que não são medicamentosas devem ser usadas de forma conjunta com a analgesia para ajudar a aliviar a dor e tranqüilizar a paciente para um melhor enfrentamento dessa situação estressante que é a dor crônica. e a possível incapacidade gerada. y y . Fundamentação A dor crônica é aquela que persiste após um tempo superior á seis meses para curar uma lesão ou está associada a processos patológicos crônicos.

. doença crônica. e o retardamento natural no processo de cicatrização dos tecidos. principalmente as que ocorrem no sistema imunológico que apresenta os mecanismo de defesa inatos e adquiridos diminuídos. dentre outras que tornam o risco de adquirir infecção muito grande. META: O paciente deverá ser capaz de evitar o surgimento da infecção. y Oferecer aporte nutricional. Os sinais vitais (principalmente temperatura) indica a existência de algum processo inflamatório porque um dos sinais da inflamação é o calor.Diagnóstico de Enfermagem 4. como as punções venosas. A própria hospitalização predispõe um alto risco para adquirir as infecções cruzadas. mesmo que não ocorram estes procedimentos. Intervenção y Observar aspecto da pele quanto a rupturas e no local do acesso venoso. A hospitalização expõe o paciente idoso a procedimentos invasivos.Risco de infecção relacionado á defesas primárias inadequadas. y Monitorizar sinais vitais. desnutrição e procedimentos invasivos. y Manipular locais que constituem como porta de infecção de maneira asséptica Fundamentação y As alterações fisiológicas inerentes do processo de envelhecimento.

y Realizar curativo oclusivo em lesão usando agente desbridante autolitíco (hidrogel). melhorando o turgor da pele. nutrição desequilibrada e doença crônica. META: O paciente deverá ser capaz de manter a hidratação da pele e recuperar tecido lesado. o que torna a cicatrização do paciente muito lentificada. Fundamentação y A hidratação periódica da pele proporciona a umidificarão do tecido. evidenciado por mudanças no turgor da pele.Diagnóstico de Enfermagem 5. y Evitar o debridamento mecânico. destruição de camada na pele. Intervenção y Realizar hidratação da pele com AGE periodicamente para evitar novas lesões.Integridade tissular prejudicada relacionado à circulação prejudicada. y O desbridamento mecânico nesse caso pode proporcionar lesão em tecido o que no caso da paciente é contra indicado devido a diabetes mellitus tipo 2. o surgimento de tecido de granulação e o fechamento da ferida. lesão em MSD com fibrina em todo o leito. . y O curativo diário com uso do debridante autolitico (hidrogel) vai agir proporcionando ou facilitando a retirada do tecido desvitalizado (fibrina).

META: O paciente deverá ser capaz de manter o controle do regime terapêutico. Houve o abandono das medicações para a artrite nas fases de remissão acreditando já estar tratada. deve-se entender que o seu uso deve ser contínuo para se obter um maior sucesso no tratamento.Diagnóstico de Enfermagem 6. y Mostrar a importância da adesão ao regime terapêutico. como os medicamentos. evidenciado pela não adesão do regime terapêutico. justificativa do regime e mudanças necessárias no estilo de vida. y Explicar o processo da doença (artrite reumatóide e diabetes mellitus). regime de tratamento. Fundamentação y O padrão de condutas e atitudes de vida diária usadas pelo paciente para tratar doenças e prevenir seqüelas torna-se insatisfatório para atingir os objetivos do regime terapêutico (programa de tratamento ou de prevenção) e ter bem-estar e qualidade de vida no programa de tratamento ou de prevenção. Isso ocorre porque não há conhecimento sobre as doenças que possuem e conseqüentemente não sabe como seguir o tratamento proposto. dieta ajustada e o programa de exercícios para a artrite.Controle ineficaz do regime terapêutico relacionada à falta de conhecimento de sua patologia e quadro evolutivo. . Intervenção y Identificar os fatores causadores ou contribuintes que impedem o controle eficaz e os que podem impedir o aprendizado.

Como a terapia nutricional. Orientar sobre a importância da dieta hiperglicêmica e os riscos da não aderência a proposta nutricional.Diagnóstico de Enfermagem 7. A monitoração é a preda fundamental do tratamento. Para pacientes que fazem uso de hipoglicemiantes orais é recomendado que a automonitoração da glicemia seja feita pelo menos 3 X por semana. A atividade física é de extrema importância para o controle da diabetes. Fundamentação No diabetes mellitus tipo ligação da insulina com os receptores especiais é diminuída tornando a insulina menos eficaz. y y . incluindo um teste pós. Os planejamentos das refeições assim como o controle do peso constituem como base no tratamento da diabetes uma das principais metas da terapia nutricional consiste em evitar os aumentos agudos e rápidos dos níveis glicêmicos. esse pode variar conforme os hábitos alimentares e o uso das medicações. A metformina vai agir na inibição da produção de glicose pelo fígado. META: O paciente deverá ser capaz de conhecer sobre a Diabetes Mellitus y y y y y Intervenção Manter glicemia dentro dos valores da normalidade (< 110 mg/dl em jejum). pois é através dela que o paciente vai alterar consideravelmente o cuidado do diabetes. e de atividades físicas. e o estresse físico e emocional afetam o controle da glicemia o paciente deve aprender a equilibrar esse fatores (dieta hipoglicemia.prandial. pois seu efeito está relacionado a diminuição da glicemia e na redução de fatores de risco cardiovasculares. diminuindo a síntese hepática de colesterol e controle dos níveis glicêmicos. atividade física e o controle do estresse). Orientar sobre a importância o uso do hipoglicemiante oral e os possíveis efeitos adversos. Os hipoglicemiantes (metformina) são prescritos como um complemento do tratamento que deve ser feito através a dieta apropriada e atividade física. Orientar sobre automonitoração da glicemia e a importância desse controle 3 X semana. a atividade física. aumentando a sensibilidade dos tecidos orgânicos à insulina. e a dieta adequada é muito importante também para evitar o excesso da glicose no sangue. O exercício diminui os níveis glicêmicos aumentando a captação da glicose pelso músculos. por esse motivo o organismo vai precisar de outros mecanismos para eliminar o excesso de glicose no sangue como os hipoglicemiantes orais.Risco de Glicemia instável relacionado a conhecimento deficiente sobre o controle do diabetes.

. A diarréia infecciosa resulta da hipersecreção de água e eletrólitos pelo enterócito. mas também a microbiota normal existente no intestino. y Evitar alimentos como laticínios. y Esse alimentos são de lenta digestão.Diagnóstico de Enfermagem 8. META: O paciente deverá ser capaz de estabelecer o transito intestinal normal. A antibioticoterapia tem como reação adversa no organismo a diarréia. evidenciado por pelo menos 3 evacuações de fezes liquidas no dia e sensibilidade a palpação da região abdominal (QIE). quando o indivíduo ingeriu água ou alimentos contaminados. Fundamentação y É necessário conhecer o fator desencadeante para explicar o desequilíbrio do trato gastrintestinal.Diarréia relacionada a efeitos adversos de medicações. contribuindo para o hiperperistaltismo e acentuando ainda mais a freqüência de eliminação de fezes líquidas. Intervenção y Investigar os fatores causadores / contribuintes. já que não destrói apenas as bactérias causadoras da patologia de base. frutas frescas e verduras). gordura. Essa alteração desequilibra o funcionamento gastrintestinal. o que requer um maior esforço mecânico do intestino durante o peristaltismo intestinal. alimentos ricos em fibras (grãos integrais. promovida por enterotoxinas bacterianas. tendo como consequência comum à diarréia aguda.

uso de medicação tóxica para os ouvidos ou herança genética. evidenciado mudança na acuidade sensorial e comunicação prejudicada.Percepção sensorial perturbada (auditiva) relacionada à percepção sensorial alterada. usar outras formas de comunicação como gestos. O especialista otorrinolaringologista pode então. Buscar alternativas para o entendimento como falar em voz mais alta. diabetes. Fundamentação O ato de isolar a paciente pode causar um desequilíbrio emocional e aumentar a dependência dela na realização do auto-cuidado. Encaminha paciente para a terapia ocupacional. já que não serão passadas as informações necessárias para que ela execute as AVD mais elementares sem auxílio. por ação de agentes agravantes como a exposição a ruídos. interferindo diretamente na sua qualidade de vida. . e é conhecida como presbiacusia. Intervenção Evitar o isolamento da paciente..y y y y y y y y Diagnóstico de Enfermagem 9. A deficiência auditiva pode ficar mais evidente após os 65 anos de idade. requisitar exames específicos. todas as pessoas apresentam um processo natural de envelhecimento multissistêmico que envolve o aparelho auditivo. META: O paciente deverá ter consciência dos riscos provocados pela diminuição sensorial. Em alguns indivíduos. A terapia ocupacional vai favorecer o desenvolvimento de ações que possam ajudar a paciente á se adaptar a essas perdas da acuidade auditiva para tentar propiciar uma comunicação mais eficaz. em suas vias periféricas e centrais. diagnosticar o problema e sugerir o uso de aparelhos auditivos corretores para amenizar a diminuição da capacidade auditiva. Com o avançar da idade. Encaminhar a paciente para um especialista médico capacitado (otorrinolaringologista). a diminuição da acuidade auditiva na terceira idade torna-se extremamente comprometedora.

Diagnóstico de Enfermagem 10. Fundamentação y A nutrição é um fator primordial para promover. perda de peso e realto de ingesta adequada de alimentos. carboidratos. Intervenção y Determinar as exigências calóricas diárias realistas e adequadas. y Observar a aceitação da dieta. manter e recuperar saúde nas diversas fases de desenvolvimento da vida. do olfato. Ocorrem as alterações fisiológicas que podem acometer órgãos e sistemas acarretando prejuízos em suas funções. minerais e fibras). lipídios.Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais relacionado a não aceitação da dieta e evidenciado por falta de interesse na comida. há perda do paladar. e com o envelhecimento pode haver perda do interesse em ingerir os nutrientes necessários (proteínas. A paciente deve saber a importância de uma dieta adequada para o bom funcionamento das funções metabólicas do organismo e para que tenha mais qualidade de vida. y Explicar a importância da nutrição adequada. pode existir dificuldade na mastigação/deglutição e sensação de plenitude gástrica pela diminuição dos movimentos peristálticos. . vitaminas. y Pesar diariamente. A observação da dieta deve ser feita para verificar se a paciente está ingerindo a quantidade correta de nutrientes e se a medida educativa teve bons resultados ou precisa ser revista e complementada.

Aqui é decorrente da artrite onde a articulação sinovial normal é lisa.Risco para síndrome do desuso relacionada seqüelas da artrite reumatóide e processo inflamatório ativo. só que isso vai a tornando cada vez mais imóvel e rígida. joelhos e calcanhares).Diagnóstico de Enfermagem 11. Intervenção y Promoção de programas de exercícios para propiciar a movimentação das articulações (punhos. ambientais ou maturacionais. Por esses efeitos o paciente vai deixando de movimentar a articulação. posteriormente ocorre a degradação decorrente desses efeitos anteriores. tumor. rubor. Os fatores causadores ou contribuintes são os inerentes ao indivíduo. que torna o indivíduo vulnerável a complicações e incapacidades. Nesse caso os efeitos da artrite reumatóide constitui o principal fator etiológico. elástica e quase sem atrito. porque primeiramente vêm os efeitos inflamatórios que são os de calor. dedos. mas por problemas no sistema imune ocorre o processo inflamatório provocado pelo pannus. . Fundamentação y A síndrome do desuso representa uma pessoa que apresenta. META: O paciente deverá exercitar membros inferiores e superiores. ou está sob risco de apresentar os efeitos adversos da imobilidade. o desuso a tornará sem funcionalidade. vermelhidão e principalmente o de perda da função.

y utilizar sempre os medicamentos prescritos. . y Manter pele hidratada.ORIENTAÇÕES PARA A ALTA Diabetes Mellitus y Evitar alimentos ricos em carboidratos. y Verificar a glicemia periodicamente. dar preferência a frutas e verduras frescas.

as p?ttCD_CHAVE=27857 http://www.df.agecom.br/042/04299003.pt/tabid/526/ctl/Read/mid/3266/NoticiaId/2040/lan guage/pt-PT/Default.mdsaude.http://www. html .madeiraedu.aspx http://www.gov.co m/2010_06_01_archive.

ORIENTAÇÕES PARA A ALTA Artrite Reumatóide y realizar exercício de amplitude de movimento. . y não cruzar as pernas e não sentar em sofás ou cadeiras baixas. y Retirar qualquer tipo de obstaculo prevenindo as quedas.

terra.freeway.vilamulher.com.html http://blog.br/exercicios-regulares-qualidade-de-vida-11-1-68109.tur.br/album/default/ .

y Capacitação do idoso. y Bem estar e qualidade de vida.edu. y Cuidado integral e holístico.CONCLUSÃO Responsabilidade na identificação dos problemas bio-psico-sócio-espiritual.br/?p=blog&id=13&idsecao=14 .asces. para melhor adesão do paciente ao tratamento. y http://www.

Brasília. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. EPUB. Robert M. Abul K. Luigi. 2005 ALMEIDA.. Leila Maria Queiroz.REFERÊNCIAS ABBAS. Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem: AME 2007/2008. Rio de Janeiro. LICHTMAN. BRASIL. 5 ed. 2006. Imunológica Celular e Molecular. Elsevier. Ministério da Saúde. 2006 . 5 ed. 2006 BERNE. Bogliolo Patologia: 7 ed. Andrew H. Elsevier.. Caderno de Atenção Básica nº16: Diabetes Mellitus.et al. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2004 BOGLIOLO. Fisiologia 5° ed.

Rio de Janeiro.REFERÊNCIAS GRACES. Brunner & Suddartan: Tratado de Enfermagem Médico-Cirurgica. POTTER. Porto Alegre. 2007 SALES. & PERRY. 2008. Anne Griffin. 2004. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan.M. Patrícia A. Goiânia. 11 Ed. 2005 SMELTEZER. Suzana C. ET AL. Fundamentos de Enfermagem. RANG. 5ª ed. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificações 2007-2008. Guanabara Koogan. H. AB. 6 Elsevier. Orcélia Pereira. Farmacologia. Leitura e Interpretações de Exames na Enfermagem.P & DALE. Regina Machado. 2009 . Rio de Janeiro. M. Ed .

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