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IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE RISCOS

FERRAMENTAS UTILIZADAS PARA A EFETIVA IDENTIFICAÇÃO E


ANÁLISE DOS PERIGOS E RISCOS QUE AFETAM A ORGANIZAÇÃO

• INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES PESSOAIS, MATERIAIS E


INCIDENTES
• CHECKLISTS E ROTEIROS
• INSPEÇÃO TÉCNICA DE SEGURANÇA
• OBSERVAÇÃO PROGRAMADA DE TRABALHO
• ANÁLISE DE RISCOS DE PROCESSOS
• FLUXOGRAMAS
• AUDITORIAS DE GESTÃO DE SEGURANÇA
• AUDITORIAS COMPORTAMENTAIS
IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE RISCOS

PREMISSAS

• A ATIVIDADE INDUSTRIAL APRESENTA RISCOS COM ALTO


POTENCIAL DE DANOS
• AS OCORRÊNCIAS ANORMAIS SÃO REPETITIVAS
• AS CAUSAS DOS ACIDENTES E INCIDENTES SÃO AS MESMAS
• HÁ RELAÇÃO ESTATÍSTICA ENTRE INCIDENTE E ACIDENTE
• PARA TODA OCORRÊNCIA ANORMAL ESTÁ ASSOCIADA UMA
PERDA
• ANÁLISE SISTEMÁTICA DE OCORRÊNCIAS ANORMAIS ESTÁ
ASSOCIADA A GANHOS (CRESCIMENTO TÉCNICO E PRIORIZAÇÃO
OBJETIVA DE AÇÕES)
IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE RISCOS

PRÉ-REQUISITOS

• DOCUMENTAÇÃO ATUALIZADA

• PROCEDIMENTOS DE TRABALHOS FORMALIZADOS

• PESSOAL HABILITADO NA EXECUÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

• PLANOS DE MANUTENÇÃO ESTABELECIDOS

• PROGRAMAS PREVENCIONISTA BÁSICOS IMPLANTADOS


IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DE RISCOS

ETAPA ENVOLVIDO

IDENTIFICAÇÃO EXECUTANTE

REGISTRO EXECUTANTE/SUPERVISOR

ANÁLISE GRUPO DE TRABALHO


(DETERMINA CAUSAS, CUSTOS, MEDIDAS PREVENTIVAS)

DIVULGAÇÃO COORDENADOR
ESTUDOS DE FRANK BIRD

LESÃO SÉRIA OU INCAPACITANTE, MORTE


Inclui incapacidades e lesões sérias. Ref. ANSI Z-16-1
1 1967 Revisado: Proporção 1-15

LESÕES LEVES
10 Qualquer lesão informada que não seja séria
ou incapacitante

ACIDENTES COM DANOS À PROPRIEDADE


30 De todas as classes

INCIDENTES QUE NÃO APRESENTARAM


600 DANOS PESSOAIS E/OU MATERIAIS VISÍVEIS
Mas com potencialidade (quase acidentes)
CAUSAS DOS ACIDENTES

OS ACIDENTES QUE AFETAM O DESEMPENHO GLOBAL DA


EMPRESA NÃO ACONTECEM, SÃO CAUSADOS

AS CAUSAS DOS ACIDENTES PODEM E DEVEM SER PRÉ-


DETERMINADAS E CONTROLADAS

FATORES GERADORES DOS ACIDENTES:


• PESSOAS
• EQUIPAMENTOS
• MATERIAL
• AMBIENTE

“ OS ACIDENTES COM E SEM LESÃO E OS INCIDENTES TEM AS


MESMAS CAUSAS”
INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

“SÓ OS BOBOS APRENDEM COM A EXPERIÊNCIA PRÓPRIA. OS


INTELIGENTES APRENDEM COM A EXPERIÊNCIA DOS OUTROS”
BENJAMIM FRANKLIN

ETAPAS PARA INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES


• COMUNICAÇÃO/REGISTRO
• ISOLAMENTO DA ÁREA/EQUIPAMENTO
• DEFINIÇÃO DO ACIDENTE
• OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES DOS FATOS (ACIDENTADO E
TESTEMUNHAS)
• CONSOLIDAR CAUSAS IMEDIATAS
• CONSOLIDAR CAUSAS BÁSICAS
• CONSOLIDAR FALTA DE CONTROLE
• RECOMENDAR AÇÕES PARA EVITAR REPETIÇÕES
ADMINISTRATIVO ORIGEM SINTOMA CONTATO PERDAS

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PÓS
CONTATO
PRÉ CONTATO
CONTATO
CAUSAS IMEDIATAS - SINTOMAS

UM ATO OU CONDIÇÃO ABAIXO DO PADRÃO ACEITO COMO


SEGURO. ENVOLVE TANTO O COMPORTAMENTO/ATITUDE DAS
PESSOAS COMO AS CONDIÇÕES DE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS E
AMBIENTE DE TRABALHO

ATO INSEGURO É A VIOLAÇÃO DE UM PROCEDIMENTO DE


SEGURANÇA ACEITO, QUE PODE OCASIONAR UM ACIDENTE

CONDIÇÃO INSEGURA É UMA CONDIÇÃO OU CIRCUNSTÂNCIA


FÍSICA PERIGOSA EM EQUIPAMENTOS OU INSTALAÇÕES, QUE
PODE OCASIONAR UM ACIDENTE
CAUSAS BÁSICAS – ORIGEM

FATORES PESSOAIS DE INSEGURANÇA EXPLICAM PORQUE AS


PESSOAS NÃO ATUAM COMO DEVEM

FATORES AMBIENTAIS DE INSEGURANÇA EXPLICAM PORQUE


EXISTEM OU SE CRIAM CONDIÇÕES ABAIXO DOS PADRÕES,
RELATIVOS AO TRABALHO, AO PROCESSO OU AO MEIO AMBIENTE

PORQUE AS PESSOAS COMETEM ERROS, SE ACIDENTAM OU


DESEMPENHAM-SE DEFICIENTEMENTE? COMO SE CORRIGE?
- FALTA DE CAPACIDADE FÍSICA, PSICOLÓGICA OU MENTAL
- FALTA DE CONHECIMENTOS TÉCNICOS
- FALTA DE ATITUDES CORRETAS
CAUSAS FUNDAMENTAIS – RAÍZES

SÃO CAUSAS GERADAS PELA FALTA DE CONTROLE


ADMINISTRATIVO

- INEXISTÊNCIA DE POLÍTICA DEFINIDA


- INEXISTÊNCIA DE LIDERANÇA EXEMPLAR VISÍVEL
- FALTA OU INADEQUAÇÃO DE PROGRAMAS SISTÊMICOS
- FALTA OU INADEQUAÇÃO DE NORMAS/REGRAS/PADRÕES
- DESCUMPRIMENTO AOS PADRÕES ESTABELECIDOS
- INEXISTÊNCIA OU FALHA NO GERENCIAMENTO DE ROTINA
- INEXISTÊNCIA OU FALHA DE AUDITORIAS TÉCNICAS
- INEXISTÊNCIA OU FALHA DE AUDITORIAS COMPORTAMENTAIS
- INEXISTÊNCIA DE OBJETIVOS E METAS PREVENCIONISTAS
- INEXISTÊNCIA OU FALHA NA AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS
CAUSAS FUNDAMENTAIS – RAÍZES

“O FUNDAMENTAL PARA PODER REALIZAR A FUNÇÃO DE


CONTROLE É SABER O QUE TEM DE SER CONTROLADO”

QUANDO SE CONHECE OS PADRÕES EXIGIDOS PELA EMPRESA E


SE AVALIA O DESEMPENHO PRÓPRIO E DOS SUBORDINADOS DE
ACORDO COM ESSES PADRÕES, ESTÁ SE EXERCENDO O
VERDADEIRO CONTROLE
O SISTEMA ADMINISTRATIVO NA PRÁTICA

ETAPAS EM QUE SE DEVE DIRIGIR ESFORÇOS


DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS:

- ETAPA DE PRÉ-CONTRATO
- ETAPA DE CONTATO
- ETAPA DE PÓS-CONTATO
MEDIDAS DE CONTROLE
ETAPA DE PRÉ-CONTATO: AÇÕES

• INCLUIR SISTEMAS DE SEGURANÇA NOS PROJETOS,


MÁQUINAS OU INSTALAÇÕES.
•DESENVOLVER NORMAS DE TRABALHO, PADRÕES E NORMAS
DE SEGURANÇA,
• ESPECIFICAÇÕES DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO,

• ATUAR NA MOTIVAÇÃO DO PESSOAL, ELABORAÇÃO DOS


PROCEDIMENTOS DE TRABALHO, INSTRUÇÕES,
TREINAMENTO DO TRABALHO, REUNIÕES DE GRUPO , ETC.
• UTILIZAR FERRAMENTAS COMO ANÁLISE DE RISCOS NO
TRABALHO, INSPEÇÕES E OBSERVAÇOES PROGRAMADAS.
• ELABORAR PROGRAMAS DE HIGIENE INDUSTRIAL.
MEDIDAS DE CONTROLE

ETAPA DE CONTATO: AÇÕES

• MODIFICAÇÕES EM PROCESSOS E MÉTODOS

• SEGREGAÇÃO, ISOLAMENTO, DILUIÇÃO DAS FONTES


POLUIDORAS,
• UTILIZAÇÃO DE EPIs

• RELATO DE ACIDENTES PESSOAIS

• RELATO DE DANOS MATERIAIS

• RELATO DE INCIDENTES
MEDIDAS DE CONTROLE

ETAPA DE PÓS-CONTATO: AÇÕES

• PREPARAÇÃO PARA AUXÍLIO IMEDIATO AO LESIONADO OU


DOENTE, PLANEJAMENTO DE EMERGÊNCIAS E TREINAMENTO
EM PRIMEIROS SOCORROS.
• PREPARAÇÃO PARA CONTROLE DE INCÊNDIOS

• REPARAÇÃO DOS DANOS À PROPRIEDADE

• CONTROLE DO DISPERDÍCIO E/OU RESÍDUOS