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UNIGRAN

DIREITO TRIBUTÁRIO

Taciana Mara Corrêa Maia


IMPOSTOS FEDERAIS
Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI
Durante muito tempo, a doutrina se referiu ao IPI como um
tributo de finalidade precipuamente extrafiscal.
Na esteira deste entendimento, da mesma forma que o II, o lE
e o lOF, o legislador constituinte originário optou por possibilitar
ao Poder Executivo alterar as alíquotas do IPI, atendidas as
condições e os limites estabelecidos em lei, sem necessidade de
obediência ao princípio da anterioridade para a cobrança, em
havendo majoração.
No entanto, a arrecadação do IPI é a segunda entre os
impostos federais (só é menor que a do IR), o que demonstra
que a finalidade fiscal ganhou grande relevância, justificando o
pleito de que se estendesse ao tributo alguma garantia que
protegesse o contribuinte contra a elevação repentina da carga
do imposto.
Ao editar a Emenda Constitucional 42/2003, o legislador
constituinte derivado atendeu aos pleitos dos contribuintes,
estendendo a noventena aos tributos em geral e não
excetuando o IPI.
IMPOSTOS FEDERAIS
Em síntese, no que concerne ao princípio da não-surpresa, o IPI
é exceção à anterioridade do exercício financeiro, embora seja
submetido à noventena, conforme predispõe o art. 150, § 1.°,
da CF/1988.
Seletividade
O imposto sobre produtos industrializados é necessariamente
seletivo, de forma que suas alíquotas devem ser fixadas de
acordo com a essencialidade do produto, sendo menores para
os gêneros considerados essenciais e maiores para os
supérfluos (CF, art. 153, § 3.°, I).
O objetivo final do princípio é conseguir, de maneira indireta,
graduar a carga tributária do imposto de acordo com a
capacidade contributiva dos consumidores, uma vez que os
produtos essenciais são consumidos por todas as classes
sociais, devendo, justamente por isso, estar sujeitos a uma
suave ou inexistente carga tributária. Já os gêneros supérfluos
são presumidamente consumidos apenas (ou, ao menos,
principalmente) pelas pessoas das clas­ses sociais mais
privilegiadas, devendo ser tributados de uma maneira mais
gravosa.
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Não-cumulatividade
Outro princípio a ser obrigatoriamente obedecido pelo IPI é o
da não- cumulatividade, permitindo-se a compensação do que
for devido em cada operação com o montante cobrado nas
anteriores (CF, art. 153, § 3.°, II).
A não-cumulatividade é técnica que tem por objetivo limitar a
incidên­cia tributária nas cadeias de produção e circulação mais
extensas, fazendo com que, a cada etapa da cadeia, o imposto
somente incida sobre o valor adicionado nessa etapa. Assim, ao
final da cadeia, o tributo cobrado jamais será maior que o valor
da maior alíquota, multiplicado pelo valor final da mercadoria.
É justamente por isso que na maioria dos países do mundo o
imposto é chamado de IVA, imposto sobre o valor agregado (ou
adicionado). No Brasil, numa atécnica tentativa de dividir renda,
o IVA foi dividido em três pedaços, criando-se o IPI federal, o
ICMS estadual e o ISS municipal. Nos casos de incidência sobre
circulação de bens (ICMS e IPI), a Constituição Federal
determinou a não-cumulatividade.
No Código Tributário Nacional, a não-cumulatividade do IPI está
disciplinada no art. 49, nos seguintes termos:
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"Art. 49. O imposto é não-cumulativo, dispondo a lei de forma
que o montante devido resulte da diferença a maior, em
determinado período, entre o imposto referente aos produtos
saídos do estabelecimento e o pago relativa­mente aos produtos
nele entrados".

A sistemática, portanto, funciona mediante o sistema de débitos


e créditos a seguir explicado. Ressalte-se que a terminologia a
ser utilizada na explanação é a juridica e não a contábil, visto
que os bens e direitos em contabilidade são registrados como
"débitos", e as obrigações como "crédi­tos", sentido exatamente
contrário ao que é aqui adotado.

A cada aquisição tributada de insumo, o adquirente registra


como cré­dito o valor do tributo incidente na operação. Tal valor
é um "direito" do contribuinte, consistente na possibilidade de
recuperar o valor incidente nas operações subseqüentes (é o
"IPI a recuperar").
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A cada alienação tributada de produto, o alienante registra
como débito o valor do tributo incidente na operação. Tal valor
é uma obrigação do con­tribuinte, consistente no dever de
recolher o valor devido aos cofres públicos federais ou
compensá-lo com os créditos obtidos nas operações anteriores
(trata-se do "IPI a recolher").

Periodicamente, faz-se uma comparação entre os débitos e


créditos. Caso os débitos sejam superiores aos créditos, o
contribuinte deve recolher a diferença aos cofres públicos. Caso
os créditos sejam maiores, a diferença pode ser compensada
posteriormente ou mesmo, cumpridos determinados requisitos,
ser objeto de ressarcimento.

Perceba-se que se o insumo adquirido for isento, não tributável


ou sujeito à alíquota zero, aparentemente não haveria direito a
crédito do adquirente. Quando este aliena um produto, o valor
incidente teria de ser integralmente recolhido aos cofres
públicos, dada a inexistência de créditos para efeito de
compensação.
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Nesta situação o beneficio da isenção seria praticamente
anulado, de for­ma a tomar inócuo o incentivo que a lei
provavelmente tentou dar à cadeia produtiva daquele produto.

Entendendo dessa forma, o Supremo Tribunal Federal


inicialmente de­cidia pela existência do direito a crédito do IPI,
mesmo quando os insumos adquiridos tinham sido beneficiados
por isenção ou alíquota zero, conforme demonstra o pedagógico
excerto abaixo transcrito:

"O Plenário do Supremo Tribunal Federal reconheceu, em favor


da empresa contribuinte, a existência do direito ao creditamento
do IPI, na hipótese em que a aquisição de matérias-primas,
insumos e produtos intermediários tenha sido beneficiada por
regime jurídico de exoneração tributária (regime de isenção ou
regime de alíquota zero), inocorrendo, em qualquer desses
casos, situação de ofensa ao postulado constitucional da não-
cumulatividade. Precedentes" (STF, 2." T, RE-AgR 293.511/RS,
Rei. Min. Celso de Mello, j. 11.02.2003)”
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Entretanto,em sessão realizada no dia 15 de fevereiro
de 2007, a Corte, por seis votos contra cinco, mudou seu
entendimento e decidiu pela impossibilidade de
compensação de créditos de IPI relativos à aquisição de
matéria-prima não tributada ou sujeita à alíquota zero.

Assim, havendo aquisição de insumo não tributado ou


sujeito a alíquota zero, não existe direito a crédito. Não
houve mudança do entendimento do Tribunal nos casos em que
os insumos adquiridos sejam isentos, de forma a ser possível
afirmar que, nessas hipóteses, há o direito a crédito (quanto
a este ponto, o STF está reavaliando a matéria, conforme se
pode verificar nos fiindamentos da decisão da AC 1.886 QO/BA -
rei. Min. Celso de Mello, julgada em 04.12.2007). O motivo da
diferenciação é que, se o legislador optou por desonerar a
cadeia produtiva de determinado bem, concedendo isenção na
aquisição dos respectivos insumos, seria um despautério
transformar tal intento num mero diferimento do pagamento do
tributo, o que inevitavelmente aconteceria caso não se
reconhecesse a possibilidade de creditamento no caso de
aquisição de matéria-prima isenta.
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Imunidades
Como é de amplo conhecimento, a política é exportar
mercadorias, não impostos.
Seguindo a máxima, o legislador constituinte resolveu imunizar
as exportações de produtos industrializados á incidência do IPI
(CF, art. 153, § 3.°, III).
Por força de outros dispositivos constitucionais, são também
imunes ao IPI os livros, jornais, periódicos e o papel destinado a
sua impressão (CF, art. 150, VI, d)-, o ouro, quando definido
em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial (CF, art.
153, § 5.°); energia elétrica, derivados de pe­tróleo,
combustíveis e minerais no País (CF, art. 155, § 3.°).
IMPOSTOS FEDERAIS

Incentivo na aquisição de bens de capital


Com o advento da EC 42/2003, passou-se a prever que o IPI
terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital
pelo contribuinte do imposto, na forma da lei.

O objetivo do benefício foi incentivar a aquisição de bens de


capital (primordialmente as máquinas) por parte do industrial,
principal contribuinte do imposto.

Os destinatários são aqueles que têm dúvidas entre manter


seus recursos investidos no sistema financeiro ou aplicá-los na
chamada "economia real". O que se tenta é estimulá-los a
decidir por seguir a segunda opção, fomen­tando o
desenvolvimento.
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Fato gerador
O fato gerador do IPI está disciplinado pelo art. 46 do CTN,
abaixo transcrito:
"Art. 46. O imposto, de competência da União, sobre produtos
industriali­zados tem como fato gerador:
I- o seu desembaraço aduaneiro, quando de procedência
estrangeira;
II- a sua saída dos estabelecimentos a que se refere o
parágrafo único do art. 51;
III- a sua arrematação, quando apreendido ou abandonado
e levado a leilão.
IMPOSTOS FEDERAIS
O Decreto 4.544/2002 (Regulamento do IPI - RIPI) define
produto industrializado:

Art. 3.° Produto industrializado é o resultante de qualquer


operação defi­nida neste Regulamento como industrialização,
mesmo incompleta, parcial ou intermediária.

Art. 4." Caracteriza industrialização qualquer operação que


modifique a natu­reza, o funcionamento, o acabamento, a
apresentação ou a finalidade do produto, ou o aperfeiçoe para
consumo, tal como (Lei 4.502, de 1964, art. 3.°, parágrafo
único, e Lei 5.172, de 25 de outubro de 1966, art. 46, parágrafo
único):
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- a que, exercida sobre matérias-primas ou produtos intermediários,
importe na obtenção de espécie nova (transformação);
- a que importe em modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma,
alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência
do produto (beneficiamento);
- a que consista na reunião de produtos, peças ou partes e de que
resulte um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a
mesma classificação fiscal (montagem);
- a que importe em alterar a apresentação do produto, pela
colocação da embalagem, ainda que em substituição da original,
salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao
transporte da mercadoria (acondicionamento ou
reacondicionamento); ou
- a que, exercida sobre produto usado ou parte remanescente de
produto deteriorado ou inutilizado, renove ou restaure o produto
para utilização (renovação ou recondicionamento).
Parágrafo único. São irrelevantes, para caracterizar a operação como
indus­trialização, o processo utilizado para obtenção do produto e a
localização e condições das instalações ou equipamentos
empregados".
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IMPOSTOS FEDERAIS
Contribuintes

O CTN traz o seguinte rol de contribuintes do IPI:


"Art. 51. Contribuinte do imposto é:
I- o importador ou quem a lei a ele equiparar;
II- o industrial ou quem a lei a ele equiparar;
III- o comerciante de produtos sujeitos ao imposto, que os
forneça aos contribuintes definidos no inciso anterior;
IV- o arrematante de produtos apreendidos ou abandonados,
levados a leilão.

Parágrafo único. Para os efeitos deste imposto, considera-se


contribuinte au­tônomo qualquer estabelecimento de importador,
industrial, comerciante ou arrematante".
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Lançamento

O IPI é lançado por homologação, pois é o próprio sujeito


passivo que, a cada periodo de tempo determinado na lei,
respeitando a sistemática de débitos e créditos, calcula o valor
do imposto devido e antecipa o pagamento sem prévio exame
da autoridade administrativa, cabendo a esta verificar a
correção do procedimento e, se for o caso, homologá-lo,
podendo, ainda, lançar de ofício as diferenças porventura
devidas.
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Imposto sobre Operações Financeiras - IOF
A Constituição Federal, no seu art. 153, V, atribui à União
competência para instituir o imposto sobre operações de
crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores
mobiliários.

Trata-se do famoso lOF, assim denominado em virtude de


as operações sujeitas à tributação possuírem natureza
ineludivelmente financeira.

O imposto possui clara finalidade extrafiscal, pois possibilita


à União intervir no funcionamento do mercado financeiro,
"aquecendo-o" ou "esfriando-o", de acordo com a
necessidade.

Se, a título de exemplo, o excesso de demanda está


gerando um surto inflacionário, uma das alternativas viáveis
é o aumento da alíquota do lOF incidente sobre as operações
de crédito.
IMPOSTOS FEDERAIS
 O acesso a financiamentos se tornará mais oneroso, e a
tendência passa a ser a desaceleração do consumo,
conforme desejado nas circunstâncias.

Percebe-se que é necessário conceder à União agilidade na


alteração da alíquota do tributo, o que levou o legislador a,
seguindo o regime jurídico do II e do lE, excluir o lOF do
princípio da legalidade, no tocante à alteração de alíquotas, e
dos princípios da anterioridade e da noventena.

lOF sobre o ouro


No mundo dos negócios, o ouro é encontrado basicamente
de duas formas, quais sejam: a) como mercadoria (uma
jóia, por exemplo); b) como meio de pagamento
(pagamento em barras de ouro, por exemplo).

Quando o ouro é mercadoria, não há qualquer


especificidade digna de nota, pois sobre ele incidirão os
tributos que ordinariamente incidem sobre as mercadorias
(ICMS, IPI, II, lE).
IMPOSTOS FEDERAIS
Já nos casos em que o ouro é o próprio meio de
pagamento, como se fora moeda, não há que se falar em
cobrança de tributos que incidem sobre mercadorias, pois, a
título de exemplo, se não incide ICMS sobre a circulação dos
reais usados para pagar determinado débito, também não
pode incidir sobre o ouro utilizado para quitar débito
semelhante.

Nessa linha, o art. 153, § 5.°, da CF/1988 afirma que o


ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou
instrumento cambial se sujeita exclusivamente à incidência do
lOF, devido na operação de origem; a alíquota será de um
por cento, assegurada a transferência do montante da
arrecadação nos seguintes termos:

I - trinta por cento para o Estado, o Distrito Federal ou o


Território,conforme a origem;
II - setenta por cento para o Município de origem.
IMPOSTOS FEDERAIS
Como afirma o dispositivo, a incidência do lOF-ouro
só é possível na operação de origem, ou seja, na
primeira operação, que é o desembaraço aduaneiro,
quando oriundo do exterior, ou a aquisição por
instituição autorizada, não sendo legítima a
tributação das operações subseqüentes.

Esse foi o motivo que levou o STF a declarar


inconstitucional o inciso II do art. 1.° da Lei
8.033/1990, que previa a incidência do lOF sobre "a
transmissão de ouro definido pela legislação como
ativo financeiro" (RE 190.363).

Ora, a incidência somente é legítima sobre a


primeira operação, não podendo se dar sobre as
transmissões posteriores. Perfeita, portanto, a
decisão do STF.
IMPOSTOS FEDERAIS
Não obstante a decisão do STF ter-se verificado em sede de
controle difuso de constitucionalidade, cujos efeitos são apenas
entre as partes que integram a lide, o Senado Federal editou a
Resolução 52/1999 suspendendo a aplicação do dispositivo em
todo o território nacional.

Repise-se que, apesar de o lOF ser um imposto federal, no


caso da tri­butação do ouro ativo financeiro ou instrumento
cambial, toda a arrecadação é transferida aos Estados (30%) e
Municípios (70%).
Fato gerador IMPOSTOS FEDERAIS
"Art. 63. O imposto, de competência da União, sobre operações
de crédito, câmbio e seguro, e sobre operações relativas a títulos
e valores mobiliários tem como fato gerador:
I- quanto às operações de crédito, a sua efetivação pela entrega
total ou parcial do montante ou do valor que constitua o objeto
da obrigação, ou sua colocação à disposição do interessado;
II- quanto às operações de câmbio, a sua efetivação pela entrega
de moeda nacional ou estrangeira, ou de documento que a
represente, ou sua colocação à disposição do interessado em
montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue
ou posta à disposição por este;
III- quanto às operações de seguro, a sua efetivação pela
emissão da apólice ou do documento equivalente, ou recebimento
do prêmio, na forma da lei aplicável;
IV- quanto às operações relativas a títulos e valores mobiliários, a
emissão, transmissão, pagamento ou resgate destes, na forma da
lei aplicável.
Parágrafo único. A incidência definida no inciso I exclui a definida
no inciso IV, e reciprocamente, quanto à emissão, ao pagamento
ou resgate do título representativo de uma mesma operação de
IMPOSTOS FEDERAIS
O STF entende que os saques realizados em caderneta
de poupança não se equiparam a operação de crédito
para efeito de cobrança do lOF, tendo declarado
inconstitucional dispositivo legal que previa tal
incidência.

O entendimento está hoje cristalizado na Súmula 664


do Tribunal, conforme se pode verificar da transcrição
abaixo:

STF- Súmula 664 - "É inconstitucional o inciso V do art.


1da Lei 8.033/1990, que instituiu a incidência do imposto
nas operações de crédito, câmbio e seguros - lOF sobre
saques efetuados em caderneta de poupança".
IMPOSTOS FEDERAIS
Base de cálculo
Conforme art. 64 do CTN, a base de cálculo do
imposto é:
I - quanto às operações de crédito, o montante da
obrigação, compreendendo o principal e os juros;
II - quanto às operações de câmbio, o respectivo
montante em moeda nacional, recebido, entregue ou
posto á disposição;
III- quanto às operações de seguro, o montante do
prêmio;
IV- quanto às operações relativas a títulos e valores
mobiliários:
a)na emissão, o valor nominal mais o ágio, se
houver;
b)na transmissão, o preço ou o valor nominal,
ou o valor da cotação em Bolsa, como
determinar a lei;
c)no pagamento ou resgate, o preço.
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Contribuintes
O art. 66 do CTN determina que contribuinte do
imposto é quaisquer das partes na operação tributada,
como dispuser a lei.

Lançamento
O lOF é lançado por homologação, pois incumbe ao
sujeito passivo antecipar o pagamento sem prévio
exame da autoridade administrativa, cabendo a esta
verificar a correção do procedimento e, se for o caso,
homologá-lo, podendo, ainda, lançar de ofício as
diferenças porventura devidas.
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