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Eletrônica Digital

Prof.: Azevedo
Sumário
 CIRCUITOS COMBINACIONAIS CLÁSSICOS
◦ Somadores
◦ Comparadores
◦ Multiplexadores
◦ Decodificadores
◦ Codificadores de Prioridade
◦ Buffers de 3 Estados
◦ Drivers em Coletor Aberto
Sumário
 LATCHES E FLIP-FLOPS
◦ Introdução aos circuitos seqüenciais
◦ Latch SR e D
◦ Flip-Flops D, SR, JK e T
◦ Projeto de Flip-Flops
Sumário
 MÁQUINAS DE ESTADOS SÍNCRONAS
◦ Introdução aos circuitos sequenciais síncronas
◦ Modelos de MES
◦ Análise de Máquinas Síncronas
◦ Diagramas de Estados
◦ Projeto de uma Máquina de Estados Sequencial
Circuitos Combinacionais clássicos
 Somadores
◦ Soma dois números binários, representando o
carry.
◦ A tabela verdade do circuito será:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Somadores
◦ É implementado com uma porta AND e uma porta
XOR. Também é chamado half-adder.
Circuitos Combinacionais clássicos
 Somadores
◦ Outra possibilidade é projetar um circuito que
some 3 bits (full-adder). Utilizando mapas de
karnaugh, implemente-o.
Circuitos Combinacionais clássicos
 Somadores
◦ Outra possibilidade é projetar um circuito que
some 3 bits (full-adder). Utilizando mapas de
karnaugh, implemente-o.
Circuitos Combinacionais clássicos
 Comparadores
◦ É um circuito que compara dois números binários
tomando a decisão.
Circuitos Combinacionais clássicos
 Comparadores
Circuitos Combinacionais clássicos
 Comparadores
Circuitos Combinacionais clássicos
 Comparadores
◦ Os mapas de Karnaugh que definem o projeto
combinacional de um comparador de magnitude de
2 números de 2 bits são os seguintes:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Multiplexadores
◦ Um ckt multiplexador é aquele que permite, através
de chaves de controle, que a saída copie uma das
entradas. Observe:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Multiplexadores
◦ Por exemplo, um mux de 4 entradas (D’s) para uma
saída (Y). B e A são os sinais de controle:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Decodificadores
◦ Às vezes chamado de demultiplexador, é aquele
que oferece como saídas todos os mintermos
possíveis associados a um grupo de sinais de
entrada. Exemplo:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Codificadores de Prioridade
◦ Faz o inverso do decodificador, i.e., dado um vetor
de entradas, verifica qual está ativada e oferece
como saída o índice correspondente. Caso haja
mais de uma entrada ativada, o ckt dá preferência a
uma entrada com maior grau hierárquico (por isso
codificador de prioridade). Observe:
Circuitos Combinacionais clássicos
 Buffers de 3 estados
◦ São circuitos muito utilizados em sistemas digitais.
Seu princípio consiste em fazer uma saída copiar a
entrada caso um sinal habilitado esteja ativado.
Caso contrário, o buffer desconecta-se do restante
do ckt.
◦ Logo, o buffer pode gerar as saídas 0, 1 ou “Z” (alta
impedância).
Circuitos Combinacionais clássicos
 Drivers em Coletor Aberto
◦ Em circuitos de família lógica RTL, o estágio de
saída sempre é retirada no coletor de um TBJ.
◦ Como exemplo, seja um inversor RTL.
Circuitos Combinacionais clássicos
 Drivers em Coletor Aberto
◦ Se for retirado o resistor ligado à Vcc, o inversor
passa a apresentar saída em coletor aberto.
◦ Obviamente, para transforma-lo em inversor
comum basta acrescentar uma resistencia externa
ao circuito.
◦ Para indicar coletor aberto, basta colocar um “*”.
◦ Wired-And:
Latches e Flip-Flops
 Introdução aos circuitos sequenciais
◦ CIRCUITOS COMBINACIONAIS : Dependem apenas
de uma combinação de entradas presentes no
momento.
◦ CIRCUITOS SEQUENCIAIS : Dependem também dos
valores passados do circuito.
◦ O estado de um circuito é a forma de concentrar
todas as entradas passadas, permitindo o cálculo
da saída.
◦ Os ckts sequenciais possuem memória.
Latches e Flip-Flops
 Latch SR e D
Latches e Flip-Flops
 Latch SR e D
◦ Embora as saídas sejam rotuladas Q e Q, não são
necessariamente complementares.
Latches e Flip-Flops
 Latch SR e D

◦ Para SR = 00, existem 2 saídas possíveis. Aí nota-


se o funcionamentos sequencial do circuito.
◦ S -> Set / R -> Reset
Latches e Flip-Flops
 Latch SR e D
◦ A tabela característica
resume a operação do
latch
◦ Apresenta 3 entradas:
 S
 R
 Qn
◦ Qn+1 indica o próximo
estado do latch.
Latches e Flip-Flops
 Latch SR e D
◦ Latch D com Gate
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Flip-Flops D, SR, JK e T
Latches e Flip-Flops
 Projeto de Flip-Flops
◦ Projetar um flip-flop de um tipo a partir de outro é
um problema clássico.
◦ Suponha que seja disponível um FF-XY, e que se
queira um FF-AB.
Latches e Flip-Flops
 Projeto de Flip-Flops
◦ Exemplo: FF-JK a partir de um FF-SR.
Latches e Flip-Flops
 Projeto de Flip-Flops
◦ Exemplo: FF-JK a partir de um FF-SR.
Máquinas de Estados Síncronas
 Introdução aos circuitos sequenciais
síncronos
◦ Os ckts sequenciais são divididos em síncronos e
assíncronos.
◦ Seu nome deve-se ao uso do clock.
◦ Mesmo que as entradas mudem, o estado será
alterado apenas nos momentos marcados pelo
clock.
◦ São exemplos de máquinas síncronas: Controlador
de microondas, CD ou DVD player, etc…
Máquinas de Estados Síncronas
 Modelos de Máquinas de Estados Síncronas
◦ Modelo Mealy (as entradas influenciam diretamente
na saída):
Máquinas de Estados Síncronas
 Modelos de Máquinas de Estados Síncronas
◦ Componentes:
 Bloco de memória
 Lógica combinacional de próximo estado
 Lógica combinacional de saída
◦ No modelo Mealy, mesmo que a máquina esteja
estagnada no mesmo estado, podem haver
variações na saída, frutos de variações nas
entradas.
Máquinas de Estados Síncronas
 Modelos de Máquinas de Estados Síncronas
◦ Modelo de Moore (as saídas dependem apenas do
estado presente):
Máquinas de Estados Síncronas
 Análise de Máquinas Síncronas
◦ Tabelar e especificar o comportamento de um ckt.
◦ Exemplo:
Máquinas de Estados Síncronas
 Análise de Máquinas Síncronas
◦ 2 FF -> 4 estados possíveis
◦ 1 variável de entrada e 1 de saída
◦ Por inspeção do ckt:
 DB = HQB+HQA
 DA = HQB+HQA
 T = QBQA
◦ A partir daí buscam-se os estados possíveis e
as condições de transição entre os estados.
◦ Monta-se uma Tabela de transição e de saída.
Máquinas de Estados Síncronas
 Análise de Máquinas Síncronas
Máquinas de Estados Síncronas
 Análise de Máquinas Síncronas
◦ Pode-se também construir um diagrama de
estados, como o seguinte:
Máquinas de Estados Síncronas
 Diagramas de Estados
◦ A preparação de diagramas de estados pode
incorrer em alguns erros não aparentes à primeira
vista.
Máquinas de Estados Síncronas
 Diagramas de Estados
Máquinas de Estados Síncronas
 Diagramas de Estados
Máquinas de Estados Síncronas
 Diagramas de Estados

◦ Exclusão Mútua: para cada combinação de estado atual e


entradas, só pode haver um único próximo estado
◦ Inclusão Completa: é preciso especificar um próximo
estado para toda combinação de estado atual e entradas.
Máquinas de Estados Síncronas
 Projeto de uma Máquina de Estados
Sequencial
◦ Para projetar uma máquina, deve-se seguir a
ordem inversa da análise. Os passos elementares
são os seguintes:
 Especificação do projeto
 Elaboração da tabela ou diagrama de estados
 Minimização ou redução da quantidade de estados
 Designação de estados
Máquinas de Estados Síncronas
 Projeto de uma Máquina de Estados
Sequencial
 Elaboração da tabela de transições e atualização do
diagrama de estados
 Escolha do tipo de flip-flops
 Determinação da lógica combinacional de próximo
estado
 Determinação da lógica combinacional de saída
 Desenho do Ckt
 Revisão e refinamentos do projeto