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Grupoterapia

Psicanalítica

Zimerman
Grupoterapia Base Psicanalítica Dirigida ao Insight

• Grupos homogêneos com pessoas em intenso sofrimento ps´quico


• Mesma categoria patogênica
Orientações

1.Maioria do grupo ter uma estruturação psíquica mais sólida


2.Seleção Inicial do grupo
3.Boa seleção: 1 ou mais entrevistas
4.Avaliar o nível e o grau de patogenia
5.Perceber a motivação do futuro integrante do grupo
6.SIGILO

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GRUPOTERAPEUTA

• Actings = Quebra do Sigilo ∕ Envolvimento sexual


• Seleção e Composição Adequadas
• Permanente atenção
• Escuta apropriada
• Assinalamento e Interpretações
• Criação do Espírito de grupo
• Confiança
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“Hoje entendo que a melhor maneira de minimizar os riscos de actings
daninhos consiste em uma seleção e composição adequadas e, acima
de tudo, em uma permanente atenção e escuta apropriadas do
grupoterapeuta para que, no curso dos acontecimentos relativos ao
momento da dinâmica grupal, por meio dos assinalamentos e
interpretações das emergentes ansiedades inconscientes, possa ir,
implicitamente, estabelecendo as necessárias regras mínimas e
promovendo a profilaxia do risco das aludidas atuações, mercê da
construção de um “espírito de grupo” alicerçado no crescimento dos
núcleos básicos de uma recíproca confiança (p. 384).

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“Por que o novo sempre vem”

• Enquadre grupal: Novo espaço


• Ressignificação: que possibilite a reconstrução do grupo da família
que está interiorizada de forma patogênica dentro de cada um

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TERAPEUTA: ADEQUADO CONTINENTE ATIVO

• Destarte, postulo que a figura do terapeuta quer na sua função


profissional, quer como pessoa real, é parte essencial do setting
grupal, notadamente no que tange a uma capacidade que
obrigatoriamente ele deve possuir: a de ser um adequado continente
ativo (é muito diferente de “recipiente” passivo) para as maciças
identificações projetivas, de cada um e de todos do grupo. Tais
identificações projetivas constituem o conteúdo, tanto de
necessidades básicas, como também de desejos, demandas,
angústias, fantasias, pulsões libidinais e agressivas, atuações,
sentimentos depressivos, etc (p. 384-385)”.
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O Grupo
• O enquadre grupal pode funcionar como continente;
• Resistência;
• Pactos Corruptos:
1. Negação Coletiva;
2. Fascinação Narcisista;
3. Dependência (necessária no sentido de regressão);
4. Luta-fuga: Bodes Expiatórios;
5. Conluio de acomodação;
6. Desistência.

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O Grupo
“Costumo enfatizar que enquanto houver a presença de “resistência”
existe uma vontade de viver; o funesto é quando a resistência cede
lugar à acomodação de uma “desistência”, que, em graus exagerados,
pode chegar aos níveis de que o “único desejo é nada desejar” ou até
o de um namoro com a morte, biológica ou psíquica (p.385)”.

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O grupo
1.Aquele que nunca se expõe
2.Grupo pode ajudar na quebra da resistência
3.Contratransferência: Comunicação primitiva do que não é
expresso pela linguagem verbal

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Comunicação
• Transmissão: Tonalidade e modo de expressar-se
• Recepção
• Distorções paranoides
• Atenção ao não verbal
• Linguagem postural, gestural, somatização, actings e
silêncio.

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Pequenas e sutis diferenças
• Ouvir e escutar
• Olhar e enxergar
• Falar e dizer

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Atuações
• Não conseguir recordar experiências traumáticas
• Negação das verdades dolorosas externas e internas
• Não conseguir pensar nas verdades dolorosas
• Não conseguir verbalizar

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INTERPRETAÇÃO

• Estilo coloquial dialético: capacidade de pensar de


cada um e liberdade para interpretar os colegas
• Hipótese
• Síntese
• Análise do consciente

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Atividade Interpretativa
• clareamentos,
• confrontos,
• assinalamentos de paradoxos,
• problemas da comunicação,
• valorização dos momentos transferenciais vividos no “lá fora”
da vida cotidiana de cada um,
• perguntas que instiguem a reflexão de todos acerca de
idéias e sentimentos que estão compartilhando.

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Insights
• 1. o intelectivo: talvez não mereça o nome de insight, pois ele pode estancar em uma mera intelectualização;
• 2. o cognitivo: refere a uma tomada de conhecimento, por parte dos pacientes, de atitudes características
suas que até então estavam egossintônicas;
• 3. o afetivo: a cognição vem acompanhada por vivências afetivas, tanto as atuais como as evocativas,
possibilitando o estabelecimento de correlações entre elas, dentro de cada um, e de uma comparação com
similares vivências, vindas de outros;
• 4. o reflexivo: além de entender, tomar conhecimento e sentir as experiências emocionais despertadas pelo
grupo, é importante que cada um reflita, aprenda a pensar, dentro de um marco inerente à “posição
depressiva” (M. Klein), de modo a tirar um aprendizado com as experiências, as boas e, principalmente, as
más;
• 5. o insight pragmático: as mudanças psíquicas propiciadas pela aquisição de insights, e a elaboração dos
mesmos, devem necessariamente ser traduzidas na praxis de sua vida real exterior, além de que a mesma
esteja sob o controle de seu ego consciente, com a respectiva assunção da responsabilidade pelos seus
atos.

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Elaboração
• Aquisição de um insight
• Elaboração mais difícil e penosa: renúncia a ideais narcísicos e um
verdadeiro projeto de vir a ser
• Franqueza natural sem agressividade

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Benefícios Terapêuticos • Resultados Analíticos
• Resolução de crises emocionais agudas • Mudança caracterológica mais profunda e mais
estável
• Remoção de sintomas
• Mudanças na estrutura psíquica interior
• Melhor adaptação
• Liberdade interna

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Aspectos importantes
• Relação indivíduo e grupo
• Especularidade
• Lugares, posições, funções e papéis
• Configurações vinculares
• Continente
• Reparações verdadeiras
• Vínculo do reconhecimento
• Re-significações
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• Desidentificações
OBRIGADO
Allan Mattsson

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