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ESCALA DE MATURIDADE

MENTAL COLÚMBIA

Manual para aplicação e interpretação. São Paulo:


Casa do Psicólogo, 2001.

CMMS
(Colúmbia Mental Maturity Scale)
DESCRIÇÃO GERAL DO
INSTRUMENTO:  
A Escala de Maturidade Mental Colúmbia
é um teste individual, que fornece uma
estimativa da capacidade de raciocínio
geral de crianças com idade entre 3 anos e
6 meses e 9 anos e 11 meses.
Os 92 itens de classificação pictóricos e
figurativos estão organizados em uma série de
oito escalas ou níveis sobrepostos. A criança
realiza um segmento do teste correspondente ao
nível mais adequado para a sua idade
cronológica. Dependendo do nível que está
sendo administrado, são apresentados entre 55 e
66 itens (estes seguem uma tabela que encontra-
se no manual p. 8).
Cada item consiste de uma série de 3 a 5
desenhos impressos num cartão de 6 por 9
polegadas. Os objetos representados estão
dentro do campo de experiências da maioria das
crianças americanas, mesmo daquelas com
experiências ambientais limitadas.
 
Em cada item, solicita-se à criança que olhe
para todas as figuras do cartão e selecione
aquela que é diferente, ou que não se relaciona
com as demais, e indique sua escolha
apontando-a.
As bases para a discriminação variam desde
a percepção de diferenças grosseiras na cor,
tamanho ou forma, ao reconhecimento de
relações muito sutis em pares de figuras, de
modo a excluir uma dentro da série de
desenhos.
 
Nenhum conjunto de dois itens sucessivos
está baseado no mesmo conceito ou emprega
exatamente a mesma regra; portanto, cada
um apresenta um enigma novo e intrigante
para a criança resolver.
Sua aplicação dura de 15 a 20 minutos,
incluindo:
 ensinar à criança a tarefa, usando três itens
de exemplo;
 apresentar os itens do teste incluídos no nível
apropriado à sua idade cronológica e
registrar sua resposta para cada item na folha
de Respostas.
 
Ao término da aplicação o Resultado Bruto
deve ser convertido no Resultado Padrão de
Idade (RPI), com seu percentil e estanino; e
no Índice de Maturidade (IM).
OBJETIVO DO INSTRUMENTO:
Existem muitas situações em que
profissionais como professores,
orientadores,... precisam tomar decisões
relacionadas à seleção adequada de
materiais curriculares e de atividades de
aprendizagem para todos os tipos de
crianças, incluindo as que têm
desvantagem cultural e deficiências
físicas, bem como as crianças normais.
Quando interpretados corretamente, os
resultados obtidos em um teste de
capacidade de raciocínio (envolve tanto
tarefas de classificação perceptiva
simples, como a manipulação abstrata
de nível superior de conceitos
simbólicos) podem fazer parte integral
deste processo de tomada de decisão.
O CMMS não requer uma resposta
verbal e necessita de uma resposta
motora mínima da criança, tornando-o
adequado para o uso com crianças que
tenham paralisia cerebral ou outra lesão
cerebral, retardo mental, deficiência
visual, dificuldades na fala ou perda de
audição. Pode ainda ser usado com
crianças de outra nacionalidade ou que
as habilidades da linguagem não são
reforçadas.
A avaliação da capacidade de raciocínio
geral com um teste como o CMMS se
baseia na suposição básica de que toda
criança tenha tido oportunidades
substancialmente iguais de aprender a
respeito dos tipos de coisas incluídas no
teste e que todas as crianças estão
igualmente motivadas para fazer o melhor
no teste.
Essas considerações são particularmente
necessárias para a interpretação adequada
dos resultados do teste de uma criança que
tenha experimentado severa privação
cultural.
O examinador é responsável por motivar
a criança para fazer bem o teste. Se esta
não está respondendo bem num
determinado momento, será melhor
administrar o teste outro dia, para se obter
uma medida mais precisa da capacidade
da criança.
 Deve ficar entendido que o CMMS não mede a
capacidade inata da criança. O desempenho da
criança é o resultado da interação de muitos
fatores complexos que afetam o
desenvolvimento de sua capacidade de lidar com
os tipos de material apresentados no teste. O
CMMS mede capacidades de raciocínio geral
que são especialmente importantes para o
sucesso na escola, onde é enfatizada a
capacidade para discernir as relações entre
vários tipos de símbolos.
QUALIFICAÇÕES PARA APLICAR O
CMMS:
De acordo com a lei 4.119 de
27/07/1962, que dispõe sobre os cursos
de formação em Psicologia e
regulamenta a profissão de psicólogo, e
Decreto Lei 53.464 de 21/01/1964, que
regulamenta essa lei, a utilização de
testes psicológicos é uma função
privativa do psicólogo.
O CMMS costuma ser usado para uma
triagem rápida, anterior a uma avaliação
diagnóstica mais detalhada.
 
O material do CMSS deve ser apresentado
de maneira amigável e positiva pelo
examinador.

Se a criança não compreender a natureza da


tarefa ou responder depois de um tempo
razoável com encorajamento adequado, o
teste deve ser interrompido.
Para interpretar os escores do CMSS
usando as normas fornecidas, as
instruções para aplicação devem ser
seguidas rigorosamente, a fim de garantir
condições controladas de teste, similares
àquelas usadas no programa de
padronização.
HISTÓRICO:
Tentando fornecer um instrumento mais
satisfatório para estimar a capacidade
mental de crianças com paralisia cerebral
ou outras disfunções que envolvam
prejuízo de funções motoras ou verbais, os
autores começaram, em 1947, o trabalho
que levou ao desenvolvimento do CMMS.
A primeira edição do teste, que foi
publicado em 1954, e a segunda edição,
publicada em 1959, provaram ser
adequadas, não só para as crianças com
deficiências, mas também para crianças
normais e têm tido amplo uso desde
então.
Autores:
 Bessie B. Burgemeister
 Lucille Hollander Blum
 Irving Lorge.
O primeiro problema para desenvolver o
CMMS foi a seleção de um tipo de item
que pudesse não só ser realizado
satisfatoriamente por crianças com
deficiências, mas que também fornecesse
um índice confiável da capacidade geral
para todas as crianças.
O tipo de item mais adequado exigiria um
mínimo de resposta verbal ou motora e
seria uma tarefa que pudesse ser
facilmente comunicada para a criança.
 
 Autores:
 Bessie B. Burgemeister
 Lucille Hollander Blum
 Irving Lorge.
 
Depois de alguma pesquisa, o tipo de
exercício de classificação pictórica foi
selecionado como o melhor para satisfazer
ambos os requisitos.
Após pesquisa e testes de campo, a edição
de 1954 do CMMS foi publicada. Fornecia
QIs que eram baseados em idades mentais
derivadas da relação entre os escores do
CMMS e as idades mentais da Escala de
Inteligência Stanford-Binet e vários outros
testes de capacidade mental bem conhecidos.
 
A segunda edição, publicada em 1959,
incluía 17 novos itens.

Ampla pesquisa começada em 1969 resultou


no desenvolvimento da terceira edição do
CMMS. Mudanças importantes foram
introduzidas, principalmente no que diz
respeito aos procedimentos normativos e de
desenvolvimento de testes recomendados
atualmente.

 
CARACTERÍSTICAS DA TERCEIRA
EDIÇÃO:
1. Oito escalas ou níveis que se sobrepõem medem
aproximadamente a mesma amplitude de
capacidades que era medida pelas edições
anteriores em um único nível. A criança irá
responder somente a um subconjunto de 55 a 66
itens, considerando os mais adequados para
crianças de sua idade cronológica. O uso do nível
mais adequado para determinada criança ajuda a
garantir que a criança não fique, nem entediada
com muitos itens fáceis, nem frustrada com
muitos itens difíceis.
2. A obtenção das normas foi
rigorosamente controlada para garantir
que uma amostra representativa da
população fosse testada em cada nível de
idade.
3. Dois novos tipos de escores derivados
aumentam a utilidade dos resultados do
CMMS para uma variedade de usuários.
As dificuldades de derivação de Qis são
bem conhecidas por educadores e
psicólogos,foi então decidido que o novo
CMMS não forneceria nem encorajaria o
uso de QI de razão, pois este não descreve
com precisão um escore-padrão dentro de
um grupo de idade.
O escore derivado de referência à idade
no novo CMMS é designado “Resultado
Padrão de Idade”(RPI). Esse é um escore
padrão dentro de um grupo de idade, que
indica desvio do escore “típico” ou médio
para crianças de uma idade cronológica
específica.
O segundo tipo de escore derivado
fornecido pelo novo CMMS é o Índice de
Maturidade (IM). Esse índice designa o
grupo etário de padronização mais
semelhante ao da criança, em termos de
desempenho de teste. O IM será de grande
ajuda para educadores e psicólogos que
precisem de um indicador do estágio de
desenvolvimento para ajudar a
classificação, o diagnóstico e a
remediação educacional.
4. A Folha de Respostas foi desenvolvida
para facilitar a aplicação e avaliação do
teste. Possui espaços para anotações de
dados biográficos da criança, escores
brutos, escores derivados, assim como
um espaço para anotações que possam
ser úteis para a interpretação dos escores
derivados.
5. Dos 92 itens do novo CMMS, 50 são
inteiramente novos e não aparecem em
nenhuma edição anterior. Todos os itens,
tanto novos como antigos foram testados
em pelo menos um dos programas de
pesquisa de análise de itens, antes de
serem incluídos na forma final do
CMMS.
 
 
 

APLICAÇÃO DA ESCALA DE
MATURIDADE MENTAL COLÚMBIA

INSTRUÇÕES GERAIS:
É necessário que o examinador esteja
totalmente familiarizado com as
instruções detalhadas para a aplicação do
CMMS. Como em qualquer outra situação
de teste individual, o examinador precisa
estimular o máximo interesse e motivação
na criança. As instruções devem ser
seguidas cuidadosamente.
 
O teste deve ser aplicado em uma sala bem
iluminada, silenciosa e livre de distrações. A
sala deve estar preparada para se evitar
interrupções. 
Os equipamentos necessários são uma mesa e
uma cadeira de alturas adequadas para a criança
e o examinador. A mesa deve ter o tamanho
adequado para acomodar uma pilha de cartões
na frente da criança e outra pilha na frente do
examinador, além da Folha de Respostas. A
criança deve estar sentada na frente do
examinador, voltada para ele, e no lado oposto
da mesa.
O examinador deve se certificar de que a
criança entende o que ela deve fazer no
teste. É permitido responder perguntas
relativas às instruções ou às respostas nos
itens de exemplos, mas NUNCA
responder perguntas sobre um item
específico do teste ou dizer à criança se
respondeu corretamente ou não.
Quando os cartões sujarem pelo uso, eles
podem ser limpos com um pano úmido. É
importante manter limpos os cartões, uma
vez que a sujeira acumulada pode dar à
criança uma indicação de qual desenho foi
escolhido anteriormente pela maioria das
crianças que fizeram o teste.
PREPARAÇÃO PARA O TESTE:
Antes de começar a aplicação computar a
idade cronológica da criança em anos,
meses e dias, subtraindo os algarismos da
data de nascimento dos algarismos
correspondentes à data do teste. A
interpretação dos escores do teste depende
da exatidão dessa informação.
a) O examinador deve completar o Quadro
de Dados do Examinando na parte da
frente da Folha de Respostas e no verso,
a letra correspondente ao nível a ser
administrado.
b) Selecionar o conjunto de cartões para o
nível a ser administrado, conforme
indicado na tabela na Folha de Resposta
do teste. OBS: os três itens de exemplo
devem ser aplicados a todos os níveis.
Os cartões que não estiverem sendo
usados devem ser deixados na caixa do
teste.
c) O conjunto de cartões deve estar arrumado em
ordem numérica do maior para o menor, de
modo que fiquem na seqüência apropriada
quando colocados com a frente voltada para
baixo. Para facilitar a aplicação do teste, os três
cartões do exemplo e o primeiro e o último
cartões de cada nível contêm um lembrete
apropriado impresso no verso de cada cartão.
Os cartões devem ser colocados com o lado da
frente voltado para baixo defronte ao
examinador com o primeiro cartão de exemplo
em cima. 
 
d) Os itens de teste são aplicados um de
cada vez. O examinador deve virar
sucessivamente os cartões, colocando-os
na mesa em frente à criança, cada cartão
sobre o anterior. Assim, a criança não se
distrairá vendo mais de um item de cada
vez e os cartões ficarão na ordem
correta. Quando um desenho é virado
para cima, os desenhos ficarão voltados
para a criança e os números do cartão,
para o examinador.
e) Consideram-se as alternativas como se
fossem numeradas da esquerda para a
direita em relação ao examinador, embora
os números das opções não apareçam nos
cartões, eles estão na Folha de Respostas.
À medida que a criança responde a cada
item, o examinador deve registrar sua
escolha traçando uma linha diagonal
sobre o número correspondente.
Caso a criança altere a sua resposta,
marcar a segunda escolha com duas
linhas diagonais. Se houver novas
escolhas, assinalar a última circulando o
espaço correspondente ao número. As
respostas corretas estão indicadas na
Folha de Respostas, marcadas com o
número em preto.
 
 
INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS
PARA APLICAÇÃO:

Encontram-se no Manual p. 10 e 11.


AVALIAÇÃO:
A opção correta para cada item está impressa no
círculo rosa com números pretos, enquanto as
opções incorretas estão impressas em branco. O
escore bruto é o total de itens respondidos
corretamente. Contar o número de opções corretas
marcadas e anotar o total de pontos no local
apropriado.

 As tabelas para converter os escores brutos em


escores derivados são apresentadas nas páginas 18
a 26.
INTERPRETAÇÃO E USO DOS
RESULTADOS DO TESTE

SIGNIFICADO DOS ESCORES DERIVADOS:


A interpretação começa com a obtenção do
escore bruto, que é o total de pontos ou número
de itens respondidos corretamente em um
determinado nível da Escala. Fornecem pouca
informação sobre o nível ou qualidade do
desempenho de uma criança; entretanto, pode-se
fazer inferências a esse respeito quando os
escores brutos são traduzidos em um ou mais
escores derivados. Esses são baseados nos
desempenhos de crianças de uma idade
específica testadas no programa de
padronização.
A seleção das crianças para inclusão no
programa de Padronização Brasileira do
CMMS foi feita a fim de obter, tanto
quanto possível, uma amostra
representativa de crianças de cada um dos
treze níveis de idade cronológica,
provenientes de escolas públicas
(estaduais e municipais) e particulares.
Resultado Padrão de Idade (RPI):
Indica o quanto o desempenho de uma criança
no CMMS desvia o desempenho típico ou
médio das crianças de sua idade cronológica
testadas no programa de padronização.
É um índice numérico que mostra o status da
criança quando sua capacidade de raciocínio
geral é comparada com as de outras crianças da
mesma idade testadas na amostra normativa. 
Em termos estatísticos, é um escore
padrão que varia de um mínimo de 50 a
um máximo de 150, com a média de 100,e
o desvio padrão de 16 unidades para cada
grupo de idade cronológica que produziu
os dados normativos.
 
Esses escores significam o mesmo grau
relativo de excelência independente da
idade cronológica da criança ou do nível
do CMMS administrado.
 
Erro Padrão de Medida do RPI:
É importante para os usuários considerar o erro
padrão de medida ao interpretar o RPI. Nenhum
teste está livre de erros de medida que resultam
das flutuações do dia a dia nos desempenhos
individuais. O uso do conceito de erro padrão de
medida sublinha o fato de que os resultados do
teste não podem ser tomados como indicadores
absolutamente precisos, infalíveis; eles devem ser
considerados com certa reserva, levando-se em
consideração a ação de erros de medida.
 
Percentis para o RPI:
O percentil é uma das formas mais populares de
interpretar o desempenho em testes
padronizados. Indica a classificação de
determinada criança quando seu escore é
comparado com aquele obtido pelas crianças em
um grupo de referência específico ou grupo
normativo. Indica o número de crianças num
grupo típico de 100 com resultado igual ou
inferior a um dado RPI.
Exemplo: uma criança de 8 anos com um
RPI de 102 no CMMS tem um percentil
de 55. Isso significa que 55% do grupo
normativo de 8 anos de idade alcançaram
no CMMS um RPI igual ou inferior a 102,
enquanto 45% alcançaram um RPI
superior a 102. Os percentis variam de um
mínimo de a a um máximo de 99, com 50
representando o desempenho central ou
médio para cada grupo etário do CMMS.
 
Embora os percentis sejam indicadores
valiosos de posição ou de classificação
dentro de um grupo de referência
particular, eles não podem ser usados para
comparar diferenças, nem entre os
resultados médios de grupos de crianças.
Um outro tipo de escore padrão ajuda a
evitar dificuldades advindas do uso de
percentis, chama-se estanino.
Estaninos para o RPI:
Estaninos são escores padrão de um dígito
variando de um mínimo de 1 até um máximo
de 9, com o valor central ou médio de 5 para
cada grupo etário do CMMS. Representam
graduações igualmente espaçadas ao longo da
escala de capacidade, eles evitam uma das
dificuldades encontradas no uso dos percentis.
Consultar tabela no Manual do teste p. 17.
 
São úteis em muitas situações em que
existe a necessidade de uma forma
relativamente simples de resumir o
desempenho de uma criança. Compensam
até certo ponto os erros de medida ao usar
uma escala que tem unidades divididas
com menor precisão do que as escalas de
RPI ou de percentis.
 
Índice de Maturidade (IM):
Informação interpretativa adicional é fornecida
aos escores do CMMS sob a forma de Índice de
Maturidade (IM). São indicadores com um
número e uma letra que mostram a qual dos 13
grupos de padronização co CMMS o
desempenho da criança se assemelha. Permite
que o escore de uma criança seja igualado com o
escore típico ou médio de um dos grupos de
idade de 6 meses entre 3 ½ e 9 ½ anos.
Os números 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 designam os
grupos correspondentes aos anos; a letra I
acrescentada designa os 6 meses inferiores de
um dado grupo de anos (0-5 meses), enquanto a
letra S designa os 6 meses superiores de um
dado grupo de anos (6-11 meses).

As tabelas 4 A a 4C apresentam o IM


correspondente aos escores brutos em cada nível
do CMMS. Estas se encontram nas páginas 25 e
26 do Manual do CMMS.
 
PROCEDIMENTOS PARA CONVERTER
ESCORES BRUTOS EM ESCORES
DERIVADOS

Seguir os passos seguintes passos:


1. Registrar o escore bruto ou total de
pontos (número de itens respondido
corretamente) em determinado nível do
CMMS no local indicado na Folha de
Respostas. Somente são contados os
pontos correspondentes ao nível
aplicado.
 
2. Caso não tenha sido computada a idade
cronológica da criança em anos, meses e
dias, fazer isso antes de usar as tabelas
de conversão de normas do CMMS.
 
3. Na Padronização Brasileira foram construídas três tabelas
normativas de RPI, sendo uma para Escola Pública, uma
para Escola Particular e ma para População Geral.
Selecionar entre as Tabelas 2 A a 2C a tabela de normas
apropriada à criança e ao nível administrado. Os escores
brutos estão listados nas colunas da extrema esquerda e
direita da tabela, e as idades cronológicas estão listadas no
topo das colunas. Encontrar a linha apropriada de escores
brutos e a coluna de idades cronológicas (anos e meses)
da criança. A intersecção dessa linha com essa coluna,
fornecerá o RPI da criança. Registrar esse RPI no lugar
apropriado na Folha de Respostas.
 
4. Procurar na Tabela 3 o RPI obtido na
Etapa 3 e ler o percentil e/ou estanino
correspondente a esse RPI. Registrar
esses valores nos locais apropriados na
Folha de Respostas.
5. Nas Tabelas 4 A a 4C, localizar a tabela
apropriada e a coluna para o nível do
CMMS administrado; nessa coluna
encontrar o intervalo de escores brutos
contendo os escore bruto da criança. O
valor composto de número e letra na
coluna da extrema esquerda das Tabelas
4 A a 4C é seu Índice de Maturidade
(IM). Registrar esse valor no campo
apropriado da Folha de Respostas.
6. Nesse momento, os escores derivados
devem ser registrados na frente da Folha
de Respostas, juntamente com qualquer
outra observação, que não seja do teste,
que possa ser considerada pertinente ao
desempenho da criança.

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