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CENTRO

CENTRODE
DETREINAMENTO
TREINAMENTOEE
RESPOSTAS
RESPOSTASAS
ASEMERGÊNCIAS
EMERGÊNCIAS
LOCAL NÃO PROJETADO
PARA A PERMANÊNCIA
HUMANA.
Qualquer área não projetada para ocupação contínua, a
qual tem meios limitados de entrada e saída, e na qual a
ventilação existente é insuficiente para remover
contaminantes perigosos e/ou deficiência/
enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se
desenvolverem.
ESPAÇO CONFINADO
Base Legal:
Lei 6514 – 22/12/77 – Portaria 3214
NR – 18 - Condições e Meio Amb. de Trabalho na Ind.
Da Construção
Item – 18.20 – Locais Confinados

NBR – 14787 – Espaço Confinado – Prevenção de


acidentes, procedimentos e medidas de proteção
NR – 31 – Norma Reg. De Seg. e Saúde nos Trabalhos em
Espaços Confinados
ESPAÇO CONFINADO

CARACTERÍSTICA DO AMBIENTE CONFINADO

Dimensões e formas reduzidas, com via de acesso estreita,


permitindo a entrada de apenas uma pessoa de cada vez

Espaço não projetado para ocupação permanente de pessoas

Contém, pode conter, ou pode ter contido atmosfera perigosa


Públicos : Galerias , caixas de inspeção
reservatórios de água , tubulações
de infra estrutura de estradas,casa de
máquinas etc.
CARACTERÍSTICA DO
ESPAÇO CONFINADO

Contém em seu interior produto ou resíduo de produto que


pode, envolver, sufocar ou paralisar trabalhador que nele
entrar

Suas divisões internas estão dispostas de forma tal que podem


ocasionar o aprisionamento ou asfixia de trabalhador que nele
entrar. O problema pode ser causado pela existência de paredes
convergentes ou piso inclinado que conduza o trabalhador a
um ponto estreito
Vigia:
Trabalhador que se posiciona fora do espaço confinado
e monitora os trabalhadores autorizados, realizando
todos os deveres definidos no programa para entrada
em espaços confinados.

Cabe a este resgatar a vítima quando for possível desde


que não haja necessidade de entrar dentro do Espaço
Confinado e que não esteja agravando a situação da
mesma.
VIGIA
Atribuição
1 – Manter o rádio intercomunicador suportado no seu
tronco e jamais deixá-lo em outro local. Comunicação
Parada
2 – Permanecer sempre do lado externo do equipamento

3 – Jamais se ausentar do equipamento sem deixar


substituto

4 – Somente permitir o acesso das pessoas treinadas


VIGIA
5 – Exigir, quando do acesso dos trabalhadores ao
equipamento, a identificação da autorização no capacete e
no crachá

6 – Entregar o crachá provisório e recolher o crachá do


trabalhador na entrada ao equipamento.
7 – Realizar a troca do crachá provisório do trabalhador na
saída do equipamento
8 – Zelar pela documentação de liberação do
equipamento permaneça na Boca de visita (lado externo)
VIGIA

9 – Zelar para que o painel de crachás permaneça no


lado externo da B.V

10 – Ao soar alarme de emergência, apenas abandonar


o seu posto após certificar-se, através dos crachás, que
todos os trabalhadores saíram do equipamento.

11 – Apito

12 – Colete de identificação
Emergência
Todos devem abandonar o local

Troca de crachá: No local


No Ponto de Encontro

Alarme de abandono de área na parada

Comunicar possíveis ausências a Seg. no Ponto Encontro

Operar Rádios – Treinamento específico


Uso Rádio – Emergência
ACESSO

Ninguém deve entrar sem a presença do vigia

Primeiro a chegar e último a sair do local

Vigias Suplentes

Ambientes separados por seção

BV’s não autorizadas estarão bloqueadas


Ar Mandado
Fornecimento Replan

Equipamento – Conversor

Quebra de coque

Quebra de refratário

Jateamento
Ventilação Forçada
Cuidado para não inutilizar o equipamento

Todos devem verificar – Encarregado atento

Ventilação – Insuflação
RESGATE
Pessoal especializado

10% da força de trabalho da parada

Equipe identificada

Telefone de emergência - 333


Recomendações

Crachá – obrigatório

Crachá provisório fora do espaço confinado ou crachá


normal dentro - Sanções

1º - Orientação / Anotação em livro

2º - Perde validade do curso

3º - ?
Recomendações

Alteração do ambiente – comunica ao vigia

Lanterna
– Deve permanecer no ambiente
- Uso exclusivo em pane elétrica
- Proibido para outras finalidades
IPVS
Flange bloqueado com cadeado

Monitoramento permanente do Técnico de Segurança

Equipamentos utilizados

Controle de CFTV
Cabo guia – cinto seg. cabo espia
Cabo de ar comprimido
Cabo comunicação
IPVS
Sensor traqueal

Sensor de imobilização

Tipo de ambiente – Retirada de catalizador


Atmosfera de risco:

Condição em que a atmosfera, em um espaço confinado,


possa oferecer riscos ao local e expor os trabalhadores
ao perigo de morte, incapacitação, restrição da
habilidade para auto–resgate, lesão ou doença aguda
causada por uma ou mais das causas a seguir.
LIMITE DE INFLAMABILIDADE

Propano: Concentração gás / O2


Faixa de inflamabilidade: 2 – 10

Mistura pobre: 0 – 2

Mistura rica: 10 – 100


Medição em diferentes níveis
de altura

Devido à densidade dos gases.

CH4 = 0,55
CO = 0,97
Ar = 1,00
H2S = 1,20
Gasolina = 3 a 4
GASES PERIGOSOS
CO - MONÓXIDO DE CARBONO – L.T. 39 PPM
O EXPOSTO PODERÁ SENTIR DESDE UMA SIMPLES DOR
DE CABEÇA (200 PPM);
PALPITAÇÃO (1000 A 2000 PPM);
INCONSCIÊNCIA (2000 A 2500 PPM);
MORTE (4000 PPM).

H²S – Gás Sulfidrico - L.T. 8 PPM


EM ALTAS CONCENTRAÇÕES NÓS NÃO PERCEBEMOS SUA
PRESENÇA
IRRITAÇÕES (50 - 100 PPM);
PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS (100 - 200 PPM);
INCONSCIÊNCIA (500 A 700 PPM);
MORTE (ACIMA DE 700 PPM).
Atmosfera de Risco
* Concentração de oxigênio
% O2

23,5 Atmosfera rica em oxigênio.


21,0 Nível de oxigênio.
19,5 Nível mínimo para entrada segura.
12-16 Alteração da respiração e do estado emocional; fadiga anormal em
qualquer atividade; extinção da chama.

10-11 Aumento da respiração e da pulsação; coordenação motora prejudicada;


euforia e possível dor de cabaça.
6-10 Náusea e vômito; incapacidade de realizar movimentos; possível
inconsciência; possível colapso enquanto consciente mas sem socorro.
<6 Respiração fegante; paradas respiratórias seguidas de parada cardíaca;
morte em minutos.
EQUIPAMENTOS
AUTÔNOMOS
AR MANDADO
RESPIRADORES
PRIMEIROS

SOCORROS
ANÁLISE PRIMÁRIA
• Na ANÁLISE PRIMÁRIA, o socorrista
identifica os problemas que colocam a
vítima em risco imediato de vida.
• Na análise primária o socorrista detectará
se a vítima está em parada cárdio -
respiratória para que possa iniciar o
atendimento imediatamente.
ANÁLISE PRIMÁRIA
• 1º. Verifique nível de consciência
• 2º. Libere vias aéreas.
• 3º. Verifique a respiração
• 4º. Verifique a circulação sangüínea.
• 5º. Verifique grandes hemorragias.
ANÁLISE SECUNDÁRIA
• A ANÁLISE SECUNDÁRIA avalia lesões e
problemas que não colocam a vítima em risco
imediato de vida, mas que podem agravar-se
colocando a vítima em risco e, portanto, devem ser
estabilizadas.
• Por isso, quando o socorrista inicia a
ANÁLISE SECUNDÁRIA ele já tem certeza de
que a vítima não morrerá imediatamente. Por isso
ele pode ficar tranqüilo e transmitir segurança ao
paciente.
PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA

• Quando cessam os movimentos respiratórios e,


simultaneamente ou após alguns minutos, o coração
para de bater, dizemos que essa pessoa encontra-se
com Parada Cárdio-Respiratória e as manobras de
reanimação devem ser iniciadas.
• ALGUMAS CAUSAS:
• 1º. Infarto. 2º. Angina. 3º. Asfixia. 4º.Afogamento. 5º.
Choque elétrico.
PROCEDIMENTOS
• Coloque as mãos superpostas sobre o alinhamento dos mamilos da
vítima;
• Faça uma vigorosa pressão com a palma da mão sem que os dedos
toquem o tórax.
• Se o socorro estiver sendo realizado por duas pessoas, o ritmo ideal
é de 5 massagens cardíacas para 1 respiração boca- a- boca;
• Se estiver realizando o socorro sozinho, então proceda a 15
massagens cardíacas após 2 respirações boca- a- boca;
• Mantenha esse processo de reanimação cárdio-pulmonar até que a
• vítima recupere os batimentos do coração (reaparecimento da
pulsação);
• Continue apenas com a respiração boca- a- boca, até que a vítima
recupere os movimentos respiratórios. Só então providencie sua
remoção para o hospital.
FRATURAS
• Fratura Externa • Fratura Fechada
CHOQUE ELÉTRICO
É o fenômeno da passagem de corrente elétrica pelo corpo,
quando em contato com superfície eletrificada.

A vítima apresenta:
 Contrações musculares;
 Queimaduras e traumatismos;
 Dificuldade de respiração ou parada respiratória;
 Parada cadíaca;
 Inconsciência.
O que fazer?
 Interrompa imediatamente o contato da vítima com a corrente
elétrica, utilizando material não condutor bem seco (pedaço de
pau, cabo de vassoura, pano grosso), ou desligando a eletricida-
de;
 Certifique de estar pisando em chão seco, se não estiver
usando botas de borracha;
 Controle a hemorragia, se houver;
 Inicie respiração de socorro e massagem cardíaca externa pa-
ra reanimar a vítima em caso de parada respiratória e cardíaca;
 Após normalização das funções vitais (respiração e circulação)
imobilize os locais onde tenha ocorrido fratura;
 Proteja as áreas de queimadura;
 Transporte imediatamente a vítima para o hospital, mantendo
se atento à respiração e ao batimento do coração.
HEMORRAGIAS EXTERNAS
1. Levantar o local:

2. Fazer uma
compressão direta
com gaze ou pano
limpo;

3. Fixar com atadura.


• Torniquete
TORNIQUETE
• Recurso extremo para estancar a hemorragia quando as medidas
• anteriores não forem possíveis.

• Como fazer o torniquete:


• Enrole uma tira de pano largo e forte na parte superior do
• membro que está sangrando;
• Dê meio nó, colocando um pedaço de madeira e depois
• complete o nó;
• Torça o pedaço de madeira até parar a hemorragia
• e prenda-o;
• Desaperte gradualmente o torniquete
• a cada 10 minutos ou 15 minutos;
• Mantenha o torniquete frouxo se a
• hemorragia cessar;
• Aperte-o novamente, se necessário.
IMOBILIZAÇÃO
• Colar cervical;
• Talas:
QUEIMADURAS
• Origem: • Classificação:
– Calor; – 1.º Grau;
– Eletricidade; – 2.º Grau;
– Energia Radiante; – 3.º Grau;
– Químicos;
– Animal;
– Vegetal;
MÉTODO PARA TRANSPORTE DE
VÍTIMA COM DOIS SOCORRISTAS
• Definição: DESMAIO
– Manifestação clínica que se caracteriza por perda da
consciência temporária e de curta duração:
• Causas:
– Jejum prolongado;
– Ambientes abafados;
– Emoções muito fortes;
• Sintomas:
– Perda da consciência com queda do paciente;
– Relaxamento muscular;
– Pupilas dilatadas;
– Palidez;
DESMAIO
• Primeiros socorros:
– Deitar a vítima, elevando as pernas a uma altura maior
do que a cabeça;
– Afrouxar as roupas, se necessário;
– Afastar curiosos;
– Colocar o paciente em local arejado;
• MEDIDAS PREVENTIVAS
– Colocar o paciente sentado em
uma cadeira, com a cabeça baixa.
Segurar a nuca e pedir para a pessoa
forçar a cabeça para levantar.