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TEMA:

INTERVENIENTES E SEU PAPEL NO


PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

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Introdução

 O presente trabalho cujo tema é


“intervenientes e seu papel no processo de
ensino e aprendizagem”, está inserido na
cadeira de supervisão pedagógica e estágio
pedagógico, com objectivo didácticos. O
trabalho foi elaborado por 5 estudante do
curso

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Cont.
de especialização em ensino turma 4, com
recurso a pesquisas bibliográficas e está
estruturado de seguinte maneira:
intervenientes no PEA, o papel da instituição
de ensino e do supervisor de estagio,
conclusão, bibliografia.

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INTERVENIENTES E SEU PAPEL NO PEA NO
ESTÁGIO

O estágio é o momento de descobrir a


realidade das situações de vida, é o
complemento do ensino escolar, mesmo com
as modalidades pedagógicas mais eficazes,

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CONT
não se pode substituir esse contacto directo
com a realidade, daí a importância do que os
prestadores de cuidados possam mostrar aos
estudantes.

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CONT.
O Estágio, como temos vindo a explanar, é um
momento chave na formação do estudante e,
por isso, quem orienta esses momentos
assume as funções de:
 Acompanhar;
 Conduzir;

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CONT.
 Facilitar e promover a aprendizagem de
acordo com as necessidades e em relação ao
decorrer deste processo em que este se
posiciona, Carvalhal, (2003) cit por MARIA &
DIAS (2010).

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CONT.
 O processo de tutoria deve ser planificado e
organizado para poder facilitar o apoio
necessário ao PEA, no entanto, Cahill, cit por
MARIA & DIAS (2010).
 Refere o processo de acompanhamento do

estudante seja definido e organizado,

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CONT.
pode falhar e não proporcionar ao estudante
o apoio necessário devido ao clima e à
cultura.
Nesta linha de pensamento, podemos referir
Soeiro (1992) cit. por Carvalhal o qual diz
que o sucesso da aprendizagem depende
muito da actuação do tutor expostos.

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CONT.
 Este pode exercer efeitos negativos no
estudante, tornando-o inseguro, passivo e
desinteressado. Os tutores que acompanham
os estudantes, para além da sua intervenção
directa, ajudando a crescer e inspirando o
projecto pessoal da existência.

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Pilares essenciais para o
Supervisor como interveniente
do PEA no Estágio
O Estágio, para Kramer (1976) cit. por Abreu
(2007), na obra de MARIA & DIAS (2010)
devia assentar em três pilares essenciais:
 O conhecimento e a competência;
 O ensino efectivo;
 Relação supervisão adequada.

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CONT.
 Nesta perspectiva, Alarcão e Tavares (1987)
defendem uma relação próxima
estudante/orientador de forma a dar
segurança e responder ao pedido de ajuda do
estudante, criando um clima de confiança de
forma a facilitar o processo formativo.

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INTERVENIENTES DO PEA NO ESTÁGIO

 Para o desenvolvimento dos estágios há que


se identificar os integrantes do estágio que
são:
 Os estudantes;
 As organizações cedentes;
 Os agentes de integração
 As instituições de ensino.

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CONT.
O estudante tem de “assumir uma postura de
empenhamento auto formativo e tem de
descobrir em si as potencialidades que
detém, tem de ir buscar ao passado aquilo
que já sabe e já é, e sobre isso, construir o
presente e o seu futuro (Alarcão 1996:18) cit
por MARIA & DIAS (2010).

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CONT.
 O estudante deve reflectir sobre o que faz e o
que vem fazer, nesta perspectiva o tutor deve
ter uma prática isenta que não contrarie de
princípios orientadores, bem fundamentada e
reflectida.

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O papel da instituição de ensino nos
estágios

 Servem de guardiões dos interesses de seus


alunos, que são os principais protagonistas,
a razão de todo o processo e seu elo fraco, na
condição de estagiários que tem que se
submeter segundo a óptica e a linha dos
interesses diversos de cada um dos atores.

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CONT.
 O papel das instituições de ensino, conforme
a lei deve ser de interveniente co-responsável
pelo zelo didático e pedagógico do
aprendizado complementar, com aderência
ao projeto pedagógico do curso, em qualquer
dos tipos de estágios obrigatórios ou não.

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Papel do supervisor da instituição

 Fazer a orientação inicial de novos tutores e


dos alunos acerca do estágio;
 Fazer visitas nos campos de estágio;
 Orientar e esclarecer eventuais dúvidas tanto

aos estudantes acerca de qualquer especto


do estágio em conformidade com os guiões.

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CONT.
 Garantir uma aprendizagem adequada à
gestão do saber, de modo a fortalecer o
desenvolvimento do estudante.
 Mobilizar não apenas competências técnicas

necessárias a resolução de problemas

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CONT.
 Desenvolver uma disciplina emocional
necessária à gestão de cuidados e à sua
prestação em situações particularmente
difíceis (Abreu, 2007).
 Ajudar o estudante a gerir as emoções de

forma a facilitar a prestação de cuidados.

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CONT.
 Serra (2007:167) refere que os orientadores
da prática clínica devem ajudar o estudante a
lidar com a incerteza do ambiente clínico,
devendo atribuir gradualmente autonomia e
responsabilidade, monitorizando
cuidadosamente o desempenho deste.

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CONT.
 O mesmo autor no seu estudo conclui que
“os orientadores dos serviços onde se
realizam as práticas assumem hoje uma
figura de destaque e de reconhecimento por
parte das escolas. (…) por serem entendidos
como potencializadores do desenvolvimento
pessoal e profissional do estudante”.

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Papel do supervisor do estágio:

 Receber diariamente os alunos e conferir as


presenças, registar os faltosos e os atrasados
no impresso de controlo e assiduidade;
 Orientar os alunos nas actividades diárias e

criar oportunidades para a realização dos


mesmos;

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CONT.
 Explicar, demonstrar e orientar os alunos
acerca das competências incluídas no guião
de estagio;
 Observar sempre na execução de cada
técnica e procedimento usando as listas de
verificação e dar a retro informação os pontos
positivos e pontos negativos incentivando;

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CONT.
 Rever diariamente as actividades realizadas
pelos alunos e com base nelas avaliar a
iniciativa e o dinamismo dos mesmos;
 Avaliar os alunos com base nas fichas de

avaliação do estágio.

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Conclusão

 Após analise desta pesquisa, conclui se que


os intervenientes do estagio possuem visões
individuais sobre os estágios que não são
totalmente coincidentes ou exactamente
complementares. Os diferentes interesses e
objectivos do estagio

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CONT.
devem se ajustar de adequada maneira pelos
variados actores envolvidos em seus
contextos próprios e que todo supervisor deve
ser responsável no seu papel, consciência do
dever de participar no processo de formação
de profissionais, não só para si , assim

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CONT.
como a sociedade que se insere e para o
mercado de trabalho como um todo,
contribuindo complementarmente com os
estágios, aos estudos teóricos e práticos nas
instituições de ensino, com vista a garantir o
desenvolvimento profissional dos estudantes
resultando na qualidade de ensino.
 
 

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Bibliografia
EDITE, Maria & DIAS, Simoes. Supervisao de
estudantes em ensino clinico: A intervencao
do tutor. UADDTE: Aveiro, 2010.

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 OBRIGADOPELA ATENÇÃO
DISPENSADA.

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