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Combate ao trabalho

análago a escravidão

AL UNO: L E ONARDO SI LVA DOS


SANTOS
T URM A: 3° A
Combate ao trabalho escravo
Quando há submissão de alguém a trabalhos
forçados ou a jornada exaustiva, quer
sujeitando-o a condições degradantes de
trabalho, quer restringindo sua locomoção em
razão de dívida contraída com o empregador
ou preposto, a situação é caracterizada como
trabalho análogo ao de escravo.
De acordo com o art. 149 do Código Penal
Brasileiro, também é punido quem, com o fim de
reter o trabalhador, cerceia o uso de qualquer
meio de transporte por parte do funcionário,
mantém vigilância ostensiva no local de
trabalho ou retém objetos pessoais do
trabalhador.
O Ministério dos Direitos Humanos (MDH) atua na
implementação e fomento da política de combate ao
trabalho escravo, buscando a garantia da dignidade
humana, dos direitos fundamentais previstos na
Constituição Federal e na Declaração Universal de Direitos
Humanos, visto que o trabalho realizado em condição
análoga à de escravo, sob todas as formas, constitui
atentado aos direitos humanos fundamentais e à
dignidade do trabalhador.
Combate ao Trabalho em Condições Análogas às de
Escravo
Considera-se trabalho realizado em condição análoga à de escravo a
que resulte das seguintes situações, quer em conjunto, quer
isoladamente: a submissão de trabalhador a trabalhos forçados; a
submissão de trabalhador a jornada exaustiva; a sujeição de
trabalhador a condições degradantes de trabalho; a restrição da
locomoção do trabalhador, seja em razão de dívida contraída, seja
por meio do cerceamento do uso de qualquer meio de transporte por
parte do trabalhador, ou por qualquer outro meio com o fim de ret ê-
lo no local de trabalho; a vigilância ostensiva no local de trabalho por
parte do empregador ou seu preposto, com o fim de retê-lo no local
de trabalho; a posse de documentos ou objetos pessoais do
trabalhador, por parte do empregador ou seu preposto, com o fim de
retê-lo no local de trabalho.
O objetivo do Ministério do Trabalho e Emprego é erradicar
o trabalho escravo e degradante, por meio de ações fiscais
coordenadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, nos
focos previamente mapeados. A inspeção do trabalho visa
regularizar os vínculos empregatícios dos trabalhadores
encontrados e demais consectários e libertá-los da condição
de escravidão. 
Qual a diferença entre “trabalho escravo”
e “trabalho análogo ao escravo”?
Formalmente, o trabalho escravo está abolido no Brasil desde
1888. Modelo adotado durante o período colonial e
monárquico, a escravidão era permitida e apoiada pelo
Estado. O termo correto a se usar é “análogo ao escravo”,
exploração da mão de obra que ainda acontece em áreas
rurais e urbanas do país. Calcula-se que mais de 54 mil
pessoas já foram resgatadas de situações análogas à
escravidão desde que o Brasil passou a tomar medidas para
combatê-lo.
Como a lei define a “condição análoga à de
escravo”?
O Artigo 149 do Código Penal define trabalho análogo ao
escravo como aquele em que seres humanos estão submetidos a
trabalhos forçados, jornadas tão intensas que podem causar
danos físicos, condições degradantes e restrição de locomoção
em razão de dívida contraída com empregador ou preposto. A
pena se agrava quando o crime for cometido contra criança ou
adolescente ou por motivo de preconceito de raça, cor, etnia,
religião ou origem.

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