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AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO (ARTS.

539-549)

 Na consignação em pagamento a situação atípica é o


ajuizamento da ação pelo devedor com o intuito de cumprir
a obrigação, já que o credor não quer.
 Destaca-se que a consignação em pagamento possui duplo
regramento, uma vez que está prevista no Código Civil e no
Código de Processo Civil. Há, ainda, regras heterotópicas,
ou seja, regras processuais previstas no CC, a exemplo do
local do pagamento (regra de competência – art. 337).
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PAGAMENTO (ARTS. 539-549)
 Obrigações Consignáveis

 Para os civilistas, há apenas a obrigação de fazer ou não fazer e a obrigação de


dar ou entregar. Já para os processualistas, há também a obrigação de dar
quantia.

 Com a consignação em pagamento objetiva-se o depósito, a fim de que o


devedor se desincumba da obrigação. Diante disso, perceba que, nos termos dos
arts. 539 do CPC e do art. 334 do CC, ocorrerá a consignação em pagamento
apenas nos casos das obrigações de dar/entregar e na de dar quantia. Portanto,
não caberá nas obrigações de fazer e não fazer, tendo em vista a
impossibilidade fática.
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 Hipóteses de cabimento

 As hipóteses de cabimento da consignação em pagamento são definidas pelo


direito material (art. 335 do CC).

 Mora accipiens

 Trata-se da mora na aceitação da obrigação, sempre que o credor recusar


receber, sumir, for incapaz, negar a quitação, será possível ajuizar uma ação
de consignação em pagamento, nos termos dos arts. 335, I, II e III, do CC.

 Nos casos de mora accipiens, aplica-se o procedimento processual previsto


nos arts. 539 a 546 do CPC.
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 Incognitio
 São os casos em que há dúvida acerca de quem
seria o credor ou quando ocorre litígio em relação
ao objeto da obrigação (art. 335, IV e V, do CC).
 Nesses casos, o procedimento segue o disposto nos
arts. 547 a 548 do CPC.
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 Cumprimento de sentença às avessas
 Em regra, a consignação é feita quando as obrigações são
derivadas de títulos extrajudiciais, ou seja, de obrigações não
impostas pelo Estado-Juiz. Contudo, tratando-se de
obrigação derivada de título judicial, a ação de consignação
em pagamento é via inadequada, uma vez que o art. 526 do
CPC prevê o cumprimento de sentença às avessas, já que é
lícito ao réu oferecer o pagamento que entende devido.
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 Efeitos da consignação
 A consignação em pagamento, desde que o pedido seja
acolhido, possui dois efeitos que derivam do art. 334 do
CC e do art. 540 do CPC.
 • Efeito imediato – afastamento da mora.
 • Efeito mediato – extinção da obrigação
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 LEGITIMIDADE
 Ativa
 De acordo com a sistemática vigente, há quatro grupos de pessoas
com legitimidade ativa para a ação de consignação em pagamento.
 • Devedor ou devedores – nos casos de obrigação conjunta, é possível
que apenas um devedor ajuíze a ação, a fim de pagar a sua parcela.
Nos casos de devedores solidários, é possível que apenas um ajuíze a
ação de consignação para o pagamento total da obrigação.
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 Terceiro interessado no pagamento da dívida, a exemplo


do adquirente do bem gravado com ônus real. O terceiro
interessado se sub-roga no crédito contra o devedor, não
podendo este se opor ao pagamento (art. 304 CC)
 Terceiro não interessado – não há sub-rogação e o
devedor poderá opor-se (art. 305 CC)
 Credor – são os casos de litígio sobre o pagamento (art.
345 CC)
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 Passiva
 Podem ser sujeitos passivos da ação de consignação em pagamento:
 O credor certo. Quando há mais de um credor, deve entrar contra
todos, salvo no caso de credores solidários, em que será permitido
entrar contra apenas um.
 Credores incertos (art. 547 do CPC) – haverá um litisconsórcio
necessário, por força de lei. Com isso, a ação de consignação será
ajuizada contra todos.
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 COMPETÊNCIA MATERIAL E TERRITORIAL
 A competência material é o local do ajuizamento da ação, do
ponto de vista da distribuição da justiça. Ou seja, visa definir em
qual órgão do Poder Judiciário a ação de consignação em
pagamento será ajuizada. Em regra, segue as regras previstas na
CF, na CE, no CPC, nas Leis de Organização de Justiça.
 Assim, por exemplo, uma ação de consignação em pagamento em
face da Caixa Econômica Federal será ajuizada na Justiça
Federal.
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 Tratando-se de competência territorial, o art. 540 do CPC e o art. 337
do CC (norma heterotópica) preveem que a consignação em pagamento
será ajuizada no lugar do pagamento, definido pelo direito material.
 Nos casos em que não é possível, pela análise da obrigação, determinar
o local que deveria ser cumprida a obrigação, deve-se seguir a regra
geral do art. 327 do CC.
 Por fim, salienta-se que os arts. 540 do CPC e art. 337 do CC
contemplam hipótese de competência territorial relativa.
Consequentemente, no caso de violação, deverá ser alegada pelas
partes, bem como poderá haver foro de eleição, pactuado pelas partes.
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 PROCEDIMENTOS
 A consignação em pagamento da mora accipiens segue o
disposto nos arts. 539 a 546 do CPC, dividindo-se em
judicial e extrajudicial.
 Tratando-se de consignação em pagamento de incognitio
aplicam-se os arts. 547 e 548 do CPC
 Consignação em pagamento extrajudicial (art. 539)
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 a) Facultativa
 Em regra, a consignação extrajudicial é facultativa, o devedor poderá ajuizar a ação de
consignação em pagamento diretamente. Contudo, os arts. 33 e 38, §1º, da Lei nº
6.766/79 preveem que se tratando de imóvel adquirido em loteamento irregular ou em
vias de regularização, os adquirentes devem efetuar o pagamento dos valores devidos
no cartório de registro de imóveis do local em que o imóvel está sendo loteado.
 b) Autotutela
 A consignação em pagamento extrajudicial é uma espécie de autotutela, uma vez que
uma parte, unilateralmente, resolve o conflito. Lembrar que, em regra, a autotutela é
vedada, podendo ser considerada crime de exercício arbitrário das próprias razões ou
de abuso de autoridade. Há, contudo, algumas hipóteses de autotutela permitidas, a
exemplo do desforço imediato da posse (usa-se a forma) e da consignação em
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 c) Apenas nas obrigações por quantia

 Não cabe consignação extrajudicial para entrega de coisa, tendo em vista que o banco recebe apenas
dinheiro.

 d) Não cabe contra a Fazenda Pública

 A inércia da Fazenda Pública em não levantar o valor não pode implicar em pagamento, por isso não
se admite.

 e) Apenas quando o credor for certo e de endereço conhecido

 Destaca-se que o procedimento extrajudicial de consignação em pagamento, como já visto, aplica-se


apenas para os casos de mora accipiens, o que inclui aquela em que o credor está em local incerto ou
não sabido. Contudo, para que funcione o procedimento de consignação em pagamento extrajudicial é
necessário que o credor seja notificado por meio de carta. Obviamente, só será possível quando o
credor for certo e o seu endereço conhecido. Portanto, conclui-se que a consignação em pagamento
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 f) Procedimento e reações do credor

 O devedor, em uma agência bancária oficial, mediante o pagamento de tarifa, irá fazer
o depósito da quantia que entende ser devida. O Banco irá notificar o credor, mediante
carta AR (Resolução 2.814/2001 do BACEN), que terá o prazo de 10 dias para:

 • Comparecer à agência bancária e levantar o valor devido – ocorrerá a quitação. Não


poderá cobrar a diferença de valores, posteriormente.

 • Não comparecendo a agência bancária, a lei presume que o valor irá quitar por
inteiro a obrigação. Desta forma, a omissão do credor leva a aceitação da consignação.
Não poderá também ajuizar ação para cobrar o valor que entender devido.

 • Encaminhar recusa ao banco – não precisa motivar.


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 Aqui, o CPC prevê que o devedor deverá, no prazo de


um mês, ajuizar a ação judicial de consignação em
pagamento.
 Não haverá perda do direito, mesmo que o devedor não
ajuíze a ação no prazo de 30 dias. Apenas haverá a
incidência de mora.
 Consignação em pagamento judicial
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 Trata-se da verdadeira ação de consignação em pagamento,
podendo ser utilizada nos casos em que:
 • O devedor não quiser usar a faculdade do art. 539 do CPC;
 • O devedor não puder usar a faculdade do art. 539 do CPC, a
exemplo dos casos em que envolvam a Fazenda Pública, o credor
estiver em lugar incerto e não sabido, obrigações de entrega de
coisas;
 • For frustrada a consignação extrajudicial por recusa do credor.
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 a) Petição inicial

 Devem ser observados os requisitos do art. 319 do CPC, devendo requer o


depósito e a citação do credor (art. 542 do CPC).

 Em regra, o depósito não é feito com a petição inicial, uma vez que se espera a
aceitação do juiz. Quando é ajuíza após o prazo de um mês, por recusa do
credor, a petição inicial será acompanhada do depósito.

 É possível que haja cumulação de pedidos com a consignação em pagamento?

 Pertinente, aqui, analisar como ocorre o procedimento no âmbito tributário e


no âmbito cível.
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PAGAMENTO (ARTS. 539-549)
 • Em matéria tributária – prevista no art. 164 do CTN. O STJ
entende que, como há regramento próprio, não é possível a
cumulada de consignação em pagamento com outros pedidos
(revisão contratual, por exemplo), já que é necessário o depósito
integral do valor devido.
 • Em matéria cível – antes do CPC/15, o STJ (AgRg 619.154/RJ)
admitia a consignação em pagamento com revisional. O CPC/15
admite a cumulação de pedidos (art. 327, § 2º), devendo seguir o
rito comum, com a possibilidade de uso de técnicas especiais.
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 b) Admissibilidade da petição inicial

 Ao exercer seu juízo de admissibilidade, o juiz poderá:

 • Mandar emendar a petição inicial (art. 321)

 • Indeferir a petição inicial (art. 330)

 • Admitir o processamento da ação de consignação em pagamento,


determinando a citação do réu, bem como autorizando que o depósito seja
feito no prazo de cinco dias.
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 Em se tratando de obrigação por quantia, o depósito será feito em instituição financeira.

 Tratando-se de depósito de coisa, o juiz deverá nomear depositário que irá ser
remunerado. Salienta-se que o próprio devedor poderá ser nomeado como depositário,
não haverá mais mora e será isento de responsabilidade em caso de danos.

 Caso a ação de consignação tenha ocorrido quando frustrada a consignação


extrajudicial, não há necessidade de autorização do depósito, uma vez que já foi feito.

 O STJ entende que compete ao depositante requerer ao banco depositário da


consignação extrajudicial a transferência para a conta de depósito judicial, tendo em
vista que a conta judicial possui os mesmos rendimentos da poupança (não havendo
tanta desvalorização da quantia depositada)
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 c) Tutela antecipada

 Admite-se a tutela antecipada em ação de consignação em pagamento. Assim é


perfeitamente possível a quitação antecipada do débito para fins de obtenção de
certidão negativa de débitos.

 d) Citação e contestação

 A citação segue a regra geral, podendo ser feita por meio eletrônico, por carta,
por mandado, por hora certa ou por edital.

 Em relação à contestação, há uma limitação de cognição (questões que serão


analisadas pelo juiz), assim o credor (réu) só poderá alegar as matérias
constantes no art. 544 do CPC, nenhuma outra questão poderá ser alegada.
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 Ao alegar que o depósito não é integral, ocorrerá quatro fenômenos (art. 544,
parágrafo único e art. 545 ambos do CPC):

 O réu só poderá alegar quando indicar o valor devido;

 • O valor incontroverso poderá ser levantado de imediato;

 • Concede-se o prazo de dez dias para que o devedor (autor) complemente o


depósito. O ônus de sucumbência será do devedor (autor), mesmo com a
procedência da consignação.

 • A ação de cognição em pagamento é dúplice, tendo em vista que possui, ao


mesmo tempo, duas características:
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 a) a negativa do direito do autor implica no reconhecimento do direito do réu, com prestação de
tutela jurisdicional e vice-versa;
 b) independentemente de pedido do réu, poderá obter tutela jurisdicional (título executivo judicial),
podendo executar nos próprios autos.
 Imagine, por exemplo, que João (devedor-autor) ajuizou uma ação de pagamento contra Pedro
(credor-réu) para depositar a quantia de R$20.000,00. Pedro, na contestação, alega que o valor
devido é R$25.000,00. João não faz a complementação, pois entende que o valor devido é
R$20.000,00. Caberá ao juiz determinar qual o valor correto. Entendendo que o valor apresentando
por João estava certo, a consignação será julgada procedente e o processo extinto. Entendendo que
o valor correto é R$25.000,00, mesmo que não tenha havido nenhum pedido de Pedro, este terá um
título executivo contra João, podendo fazer o cumprimento de sentença de R$5.000,00 nos próprios
autos. Obs.: Parte da doutrina diferencia ação materialmente dúplice de ação processualmente
dúplice (trata-se do pedido contraposto, como ocorre nos juizados especiais)
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 e) Instrução Havendo necessidade de produção de provas, como não há regra
própria, aplicam as regras do procedimento comum.

 f) Sentença A sentença poderá julgar procedente ou improcedente o pedido


do devedor-autor. Em ambos os casos, prevalece o entendimento da
dominância da eficácia declaratória da sentença da consignação em
pagamento, tendo em vista que a:

 • Improcedência declara que o devedor-autor não possui direito;

 • Procedência também será declaratória, pois declara logo que já acontece,


uma vez que obrigação será extinta com o depósito (que já ocorreu). Por
isso, a sentença tem efeito ex tunc.
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 Destaca-se, por fim, que alguns autores sustentam que na hipótese do art. 545, §2º
(saldo a favor do credor-réu) haverá um pequeno efeito de sentença condenatória.

 Há crítica, tendo em visto que em casos excepcionais, como este, admite-se o


cumprimento de sentença declaratória.

 g) Sucumbência Em regra, a sucumbência será paga pelo credor-réu quando a


consignação for procedente.

 Havendo a improcedência, a sucumbência será paga pelo devedor-autor. Importante o


disposto na Súmula 303 do STJ, a qual, embora refira-se aos embargos de terceiro será
aplicada aqui, o causador do ajuizamento da demanda, mesmo que vencedor, poderá
ter que pagar a sucumbência. É o que ocorre quando o credor-réu alega que o devedor-
autor devia valor maior e fica comprovado.
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 CONSIGNAÇÃO NOS CASOS DE INCOGNITIO


 É o procedimento especial previsto nos arts. 547 e
548 do CPC
 Haverá litisconsórcio necessário simples, por força
de lei, entre os supostos credores, nos termos do art.
547 do CPC.
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 Após a citados dos credores:

 • Comparecimento mais de um credor, se o único fundamento é a disputa


sobre de quem é credor, a obrigação será extinta e o devedor excluído do
processo.

 O processo prosseguirá com o intuito de declarar quem é o credor.

 • Comparecimento de apenas um credor, o juiz irá prosseguir com a


consignação;

 • Não comparecimento de nenhum dos credores, a obrigação será extinta e o


valor convertido em arrecadação de coisas vagas.
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 CONSIGNAÇÃO DE PRESTAÇÕES
SUCESSIVAS
 O art. 541 do CPC prevê que, após autorizada a
primeira consignação, o devedor-autor poderá
consignar as prestações sucessivas, até cinco
dias após o vencimento.
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 CONSIGNAÇÃO NA LEI DE LOCAÇÕES


 A Lei de Locações possui regramento próprio para
as ações de consignação em pagamento, nos
termos do seu art. 67 da Lei nº 8.245/1991
 A apelação, em regra, não possui efeito suspensivo.
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CONSIGNAÇÃO EM MATÉRIA
TRIBUTÁRIA
É possível a consignação em pagamento em
matéria tributária, seguindo o regramento do
art. 164 do CTN, não sendo possível a
cumulação de pedidos.