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Eletricidade

Seção 8 - Divisor de Corrente e Divisor de


Tensão

Prof. (digite seu nome aqui)


Objetivos:
O aluno deverá reconhecer o
funcionamento do divisor de tensão e do
divisor de corrente
Polaridade e Queda
de Tensão
 Quando temos queda de tensão através de uma
resistência, uma extremidade deve ser mais
positiva ou negativa que a outra.

 A polaridade da queda de tensão é determinado


pelo sentido da corrente convencional, ou seja, de
um potencial positivo para um potencial negativo.
Polaridade e Queda
de Tensão
 O sentido da corrente através de R1 é do ponto A
para o ponto B.

 Portanto a extremidade de R1 ligada ao ponto A


possui um potencial mais positivo que no ponto B.

 Dizemos que a tensão através de R1 é tal que esse


ponto A é mais positivo que no ponto B.

 Analogamente a tensão no ponto é positiva em


relação ao ponto D.
Polaridade e Queda
de Tensão (continuação)

 Uma outra forma de visualização da polaridade


pode ser feito como a seguir:
 O ponto mais próximo do terminal positivo da
fonte de tensão é mais positivo.
 O ponto mais próximo do terminal negativo da
tensão aplicada é mais negativo.
 Conseqüentemente o ponto A é mais positivo de
B enquanto D é mais negativo que o ponto C.
Polaridade e Queda
de Tensão (continuação)

 Acompanhe o circuito completo abaixo no sentido


de corrente do terminal positivo da bateria ao
ponto A, de A a B, de B a C, de C a D e de D até o
terminal negativo.

Criação DI
Polaridade e Queda
de Tensão (continuação)

 O ponto A é o ponto mais próximo do lado positivo do


terminal, VA= +95 V.

 Há uma queda de tensão no R1 de 10 V. A


tensão em B é VB=95-10= +85 V.

 Há uma queda de tensão no R2 de 25 V. A


tensão em C é VC=85-25= +60 V.

 Há uma queda de tensão no R3 de 60 V. A


tensão em D é VD=60-60= 0 V.
 Se aterrarmos o circuito em D teremos VD= 0 V. Se
tivéssemos um VD diferente então deveríamos ter
Divisor de Tensão
em Circuito Série
 Consiste em um arranjo de resistores
de tal forma a subdividir a tensão total
em valores específicos aplicáveis.
 Cada resistência produz uma queda de
tensão V igual a sua parte proporcional
da tensão aplicada. R1
VR1  E
 Uma resistência R mais alta apresenta R1  R2
uma queda de tensão maior do que
uma resistência mais baixa no mesmo R2
circuito série. VR 2  E
R1  R2
 Resistências iguais apresentam quedas
de tensão iguais.
Criação DI
Circuito Aberto
 Um aberto em qualquer parte de um circuito é na verdade uma
resistência muito alta e implica na ausência no fluxo de corrente
através do circuito.

 Quando houver uma interrupção na linha principal, a corrente não


chegará a nenhum dos ramos em paralelo.
 Quando houver um aberto em um dos ramos não haverá corrente
neste ramo apenas. No entanto as correntes dos ramos 1 e 3
continuarão a fluir quando ligado a fonte de tensão.

Criação DI
Curto-Circuito
 Um curto em qualquer parte de um circuito é na verdade uma
resistência extremamente baixa.
 Então flui uma corrente muito alta pelo curto-circuito.
 Suponha que um fio (como na figura) seja colocado no ponto “a”
entre em contato acidentalmente com o fio no ponto “b”.
 Como o fio é condutor, o curto-circuito oferece um percurso alternativo
com uma resistência praticamente nula.
 Praticamente toda a corrente irá passar por este caminho.
 Como a resistência de curto-circuito é praticamente zero, a queda
de tensão entre ab será praticamente zero.
 Desta forma os R1, R2 e R3 não consumirão a sua corrente
nominal.
Divisor de Corrente
em Circuito Paralelo
 É quando se torna necessário determinar as correntes
em ramos individuais em um circuito paralelo se
forem conhecidas as resistências, a corrente total e
se não for dado a tensão através do banco de
resistências.
 Quando se considera somente dois ramos, a corrente
num ramo será uma fração da corrente total.
 Essa fração é o quociente da segunda resistência
pela soma das resistências onde I1 e I2 são as
correntes dos respectivos ramos.
Divisor de Corrente
em Circuito Paralelo (continuação)

 Observe que a equação da corrente em cada ramo possui o


R oposto no numerador.
 Isto porque a corrente em cada ramo é inversamente
proporcional a corrente do ramo.
 O denominador é o mesmo em ambas as equações e é
igual a soma das resistências nos dois ramos.

R2
I1   IT
R1  R2
R1
I2   IT
R1  R2
Exercícios
1. No circuito abaixo, calcule a queda
de tensão através de cada
resistor.

2. Na figura, uma bateria de 12 V


fornece uma corrente de 2 A. Se
R2=2Ω, calcule R1 e V1.

3. No circuito da figura, calcule a


queda de tensão através de R3.
Criação DI
Exercícios (continuação)

4. Calcule as correntes nos


ramos I1 e I2 para o
circuito da figura.

5. Calcule a potência
dissipada em cada ramo
e a potência total no
circuito.

Criação DI

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