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HERANÇA MULTIFATORIAL

DISCENTES:
CAMILLE OLIVEIRA
DÉBORA MIRANDA
LUCINEIA SANTOS
SANDRA KÁTIA REZENDE
SILVIA BASTOS

DOCENTE: VÂNIA MACHADO


INTRODUÇÃO

As heranças multifatoriais são resultantes de complexas interações


entre fatores genéticos e ambientais. Denominadas Doenças
Complexas (...)
Além do componente genético, o ambiente interfere de modo decisivo
no código genético, promovendo alterações como ativação ou
desativação no funcionamento dos genes, que podem atenuar
sintomas ou provocar adoecimento (...)

(Gabriela Bossoni e Alessandra Oliveira. VI Encontro


Internacional de Produção Cientifica Cesumar)
JUSTIFICATIVA

Procurar conhecer as heranças multifatoriais, considerando de


grande importância para o aprendizado e avaliação da disciplina
de Genética Humana Aplicada à Psicologia.
OBJETIVOS

Geral: Apresentar alterações resultantes da herança


multifatorial.
Específico: Apresentar alterações resultantes da herança
multifatorial, com suas características, sintomas, diagnóstico e
tratamento.
METODOLOGIA

•Pesquisa Bibliográfica com leitura de artigos;


•Entrevista com Psicóloga;
•Trabalho de Campo;
•Análise de Estudo de caso.
TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA
(TEA)

Os cincos tipos de TEA:

•Transtorno autístico ou autismo


•Transtorno desintegrativo da infância

•Transtorno de Asperger

•Transtorno de Rett

•Transtorno invasivo ou global


TRANSTORNOS DO ESPECTRO
AUTISTA (TEA)
O que é Autismo?
É uma síndrome caracterizada por alterações que se manifestam
sempre na interação social, na comunicação e no comportamento.

Causas:
Os estudos ainda não são conclusivos, porém existem vários
relatos de anormalidades orgânicas, neurológicas, biológicas, além
de fatores genéticos, imunológicos e perinatais, achados
bioquímicos e neuro-anatômicos relacionados ao autismo.
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SOCIALIZAÇÃO
TEA

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TRANSTORNOS DO ESPECTRO
AUTISTA (TEA)
Sintomas:
1- Ausência completa de qualquer contato interpessoal,
incapacidade de aprender a fala, incidências de movimentos
estereotipados e repetitivos, deficiência mental.
2- O portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato
visual com as pessoas, nem com o ambiente.
3- Domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior,
menor dificuldade de interação social que permite aos portadores
levar vida próximo do normal.
TRANSTORNOS DO ESPECTRO
AUTISTA (TEA)

DIAGNÓSTICO: É essencialmente clínico. Leva em conta o


comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos
critérios estabelecidos pelo DSM-5 e pelo CID – 10.
TRANSTORNOS DO ESPECTRO
AUTISTA (TEA)
Tratamento:
Os objetivos do tratamento consistem em diminuir os sintomas
comportamentais;
O ambiente estruturado em sala de aula parece ser o mais eficaz
para as crianças autistas;
Medicamentos são utilizados;
Os pais precisam de apoio e aconselhamento

Razão entre os sexos:


Afeta 3 a 5 vezes mais os meninos do que as meninas. Mas as
meninas tendem a ser mais seriamente afetadas.
TRANSTORNO DE ASPERGER
É uma condição psicológica do espectro autista caracterizada por
dificuldades significativas na interação social e comunicação
não-verbal, além de padrões de comportamentos repetitivos e
interesses restritos.
Muitas vezes é considerado como um autista de bom
funcionamento
PREVALÊNCIA:
Muitas pessoas não foram ainda diagnosticadas ou foram
erroneamente
Acredita-se que seja mais comum do que o autismo clássico
Ocorre na proporção de 4 homens para 1 mulher
TRANSTORNO DE ASPERGER

CAUSAS:
Parece que, como no autismo, o quadro clinico seja provavelmente
influenciado por muitos fatores, inclusive genéticos de modo que
não há uma causa única identificável na maioria dos casos.
CARACTERISTICAS:
Atraso na linguagem é mínimo ou inexistente;
Tendência ao isolamento;
Interesses focados em coisas como: mecânica, eletrônico e não em
gente;
Não apresenta atraso cognitivo significativo, alguns podem ter
inteligência acima do normal;
Pouca habilidade para iniciar e sustentar conversa;
Preferem trabalhar sozinhos do que em grupos;
TRANSTORNOS DO ESPECTRO
AUTISTA
APAE
OBESIDADE
É o acúmulo de gordura no corpo, geralmente causado pela grande
ingestão de alimentos calóricos.
OBESIDADE

CONSEQUÊNCIAS:
O excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças:
Cardiovasculares
Diabetes mellitus
Apnéia do sono
Osteoartrite
Médicos e cientistas concordam que homens com, mas de 25% de
gordura e mulheres com, mas de 30% são considerados obesos.
OBESIDADE

ESTILO DE VIDA:
O aumento da obesidade se dá a fatores principais:
O Consumo excessivo de nutrientes calóricos
Sedentarismo
Estresse
Sono insuficiente
OBESIDADE
CAUSAS:
Fatores ambientais: Hábitos diários de consumo excessivo de
gordura e açucares (associado a rotina familiar) mas inatividade
física.
Genética: A condição genética exerce apenas 5% dos casos
Doenças físicas e mentais
DIAGNÓSTICO
 O parâmetro mais utilizado é o do IMC:
 -18,5 Abaixo do peso

 18,6- Peso normal

 25,0- 29,9 Acima do peso

 30,0- 34,9 Obesidade grau I

 35,0- 39,9 Obesidade grau II

 +40,00 Obesidade grau III


OBESIDADE

TRATAMENTO:
Dieta hipocalórica e rotina de exercícios físicos;
Terapia farmacêutica: indicado apenas em alguns casos, com
orientação médica;

EPIDEMIOLOGIA:
A Obesidade caracteriza-se por um problema de natureza estética e
psicológica, além de ser um grande risco para a saúde;
Atualmente existem cerca de 500 milhões de adultos obesos;
A OMS considera a obesidade um dos 10 principais problemas de
saúde pública no mundo, classificando- o como EPIDEMIA
ESQUIZOFRENIA- CONCEITO
 A esquizofrenia é um distúrbio psíquico que afeta a
consciência do próprio eu, as relações afetivas, a
percepção e o pensamento.
ESQUIZOFRENIA- SINTOMAS
 Delírio;
 Alucinações;

 Discurso desorganizado;

 Comportamento grosseiramente desorganizado ou


catatônico.
ESQUIZOFRENIA- DIAGNÓSTICO
 Não há lesões característicos;
 Anaminese;

 Predisposição: genética, fisiológica e ambientais.

Tipos:
 Esquizofrenia paranóide;

 Esquizofrenia heberfrênica ou desorganizada;

 Esquizofrenia catatônica;

 Esquizofrenia simples.
ESQUIZOFRENIA- TRATAMENTO
 Medicação;
 Acompanhamento psiquiátrico;

 Acompanhamento psicológico.
TOC- CONCEITO
 O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é
caracterizado pela presença de obsessões e/ou de
compulsões.
TOC- CAUSAS
 Biologia;
 Genética;

 Meio ambiente.
TOC- SINTOMAS
 Obsessão por limpeza;
 Fixação por uma organização rígida;

 Pensamentos agressivo;

 Pensamentos indesejáveis;

 Comportamentos repetitivos.
TOC- DIAGNÓSTICO
 Exame físico;
 Testes de laboratório;

 Avaliação psicológica.
TOC- TRATAMENTO
 Psicoterapia;
 Medicamentos;

 Prognósticos.
TRANSTORNO DO PÂNICO
TRANSTORNO DO PÂNICO

 Caracterização: Ataques súbitos de Ansiedade Antecipatória


e evitações de lugares e situações.
 Complicações: Agarofobia
 Prevalência: MULHERES - Final da Adolescência e Inicio
da Fase Adulta.
 Etiologia: Fatores Genéticos, Psicológicos e Ambientais
 Diagnóstico: Clínico
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICO
A. São necessários os critérios 1 e 2:

1. Ataques de pânico recorrentes e espontâneos (inesperados).

2. Pelo menos um ataque foi seguido, durante um mês ou mais, das


seguintes características:
a) preocupação persistente em relação a ataques adicionais;
b) preocupação em relação às implicações do ataque ou às suas
consequências (perder o controle, ter um ataque cardíaco,
enlouquecer, etc.);
c) alteração significativa do comportamento relacionada às crises
de pânico.
B. Deve-se especificar se há ou não agorafobia associada.
C. Os ataques de pânico não se devem aos efeitos fisiológicos
diretos de uma substância (por exemplo, abuso de droga ou
medicamento) ou a uma condição médica geral (por exemplo,
hipertireoidismo).

D. Os ataques de pânico não são mais bem explicados por outro


transtorno mental como fobia social (que ocorre, por exemplo, em
situações de exposição a eventos sociais, como falar em público),
fobia específica (por exemplo, na presença de um animal
específico), transtorno obsessivo compulsivo (por exemplo,
quando exposto à sujeira), transtorno de estresse pós-traumático
ou transtorno de ansiedade de separação (por exemplo, em
crianças, em resposta a estar afastado do lar).
TRATAMENTO

 Manejo do Ataque de Pânico – Tranquilização


 Psicoterapia – Ressignificação das Vivências e Psicoeducação
 Psicofármacos:
• Inibidores de Recaptação da Serotonina (ISRS) e da
Noradrenalina (IRSN) - 1ª Escolha
• Tricíclicos - Eficazes - Menos tolerados que os ISRS - podem
ser Letais (superdose) – 2ª escolha
• Benzodiazepínicos – Controverso – Risco de Dependência.
CASO DE TRANSTORNO DE PÂNICO

Maria, jovem senhora, 45 anos, separada do 1º marido - 03 filhos,


com idades de 12, 15 e 19 anos - moram com ela. Casou-se pela 2ª
vez. Desde adolescência, depende de sua mãe para levá-la a
qualquer lugar - não se sente segura sem sua presença. Sofreu o 1º
ataque de pânico ainda na adolescência, não sabe dizer o
porquê. Desde então sua vida se transformou num emaranhado de
tristeza e angústia. Só sente-se segura com a mãe, nem mesmo
com os filhos e esposo se sente segura.
TRANSTORNO DO DÉFICIT DE
ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE - TDAH
TDAH

Caracterização: Transtorno
Neurobiológico de causas genéticas.

Sintomas: Desatenção, Hiperatividade


e Impulsividade.
Dificuldade de Regular o próprio
Comportamento – Prejuízo de
Sociabilidade.

Prevalência: > Meninos

Crianças – 3 a 5% e persiste em
Adulto – 30 a 50 %.
TDAH

CAUSAS:

•Interação Gene-ambiente - Não secundário a Fatores


Culturais
•Hereditariedade – predisposição ou influência genética -
70 a 80%
•Alteração na região frontal e suas conexões com o cérebro
– Inibição de Comportamento Inadequados
•Substâncias ingeridas na Gravidez – Nicotina e Álcool.

•Sofrimento Fetal – Mãe TDAH


DIAGNÓSTICO
Crianças e Adolescentes: Entrevista, Questionário SNAP IV

Critérios a serem verificados:


Critério A: Sintomas
Critério B: Alguns sintomas devem estar presentes antes dos 7
anos
Critério C: Existem problemas causados pelos sintomas em pelo
menos 2 contextos diferentes (na escola, no trabalho, na vida
social e em casa).
Critério D: Problemas evidentes na vida escolar, social ou familiar
por conta dos sintomas.
Critério E: Existe outro problema - Depressão, Deficiência
Mental, Psicose - Sintomas não podem ser atribuídos.
DIAGNÓSTICO
Adultos: Entrevista, Questionário ASRS-18

Critérios a serem observados:


Critério A: Sintomas
Critério B: Alguns desses sintomas devem estar presentes desde
precocemente (até 12 anos).
Critério C: Existem problemas causados pelos sintomas em pelo
menos 2 contextos diferentes (no trabalho, na vida social, na
faculdade e no relacionamento conjugal ou familiar).
Critério D: Há problemas evidentes por conta dos sintomas.
Critério E: Existe um outro transtorno - Depressão, Deficiência
Mental, Psicose - Sintomas que não podem ser atribuídos.
TRATAMENTO

Multimodal – Medicamentos e Orientação aos Pais e


Professores

Psicoterapia – TCC

Fonoaudiólogo – Dislexia (Leitura) e Disortografia


(Aprendizagem e Linguagem Expressiva) – alguns casos
CASOS DE TDAH

“(...)Tenho 30 anos sofrendo, não paro quieto 1 minuto, não consigo


estudar, parei na 5ª serie, embora eu seja muito inteligente, aprendi a
tocar saxofone em 12 aulas de 2 hs cada, já aprendi só autocad 3dmx,
photoshop, coreldraw entre outras coisa, já tive 2 empresas e parei ,já fiz
muitas coisas, mas sempre paro na metade (...) não por falta de dinheiro
(...), já abandonei 3 firmas, já tive 2 negócios próprios, mas sempre (...),
nunca entendi o porque, (...) recentemente eu fechei uma empresa de
comunicação visual que tinha 3 anos de funcionamento, o lucro estava
ótimo , arrumei briga com a mulher, voltei a trabalhar numa empresa de
segurança ganhando 10 Vezes menos do que eu arrecadava (...)”
(William, 30 anos)
CASOS DE TDAH

“Tenho uma filha (...), hoje com 9 anos, portadora de


TDHA. Estou achando dificílimo lidar com ela, (...) .Ela
estudava na Escola Arco-Iris, (...), ótima escola para
crianças com especialidades, só que após quatro anos
nesta escola, tive que trocá-la para uma outra, pois sua
professora não a compreendia, e a coordenadora
pedagógica também. Tenho inclusive laudo médico. (...)”
(Ercilia)
TRANSTORNO BIPOLAR

O Transtorno Bipolar (TB) caracteriza-se pela alternância de episódios


depressivos e eufóricos (também denominados de maníacos), além
do humor, afeta várias outras áreas como o sono, apetite, atividade
motora, atenção e concentração. Entre as causas da doença estão os
fatores genéticos e biológicos, mas o tipo de personalidade e os
estresses que a pessoa enfrenta desempenham também um papel
relevante no desencadeamento das crises.

Fonte: Clemente (2015)


DIAGNÓSTICO

Devido sua complexidade é comum erros no diagnóstico do Transtorno


Bipolar, ocorrendo muitas vezes a média de 10 anos e 3 médicos para
que haja o diagnóstico e tratamento corretos.
Equívocos comuns no diagnóstico da bipolaridade são:
 Depressão unipolar;
 Ansiedade;
 Déficit de atenção e hiperatividade;
 Transtornos de personalidade;
 Drogadição.

Fonte: Lara, 2004


SINTOMAS

Transtorno bipolar é mais comum em países com pessoas com renda


elevada do que com renda mais baixa (1,4 vs. 0,7%).

História familiar de transtorno bipolar é um dos fatores de risco mais


fortes e mais consistentes para transtornos dessa categoria. Há, em
média, risco 10 vezes maior entre parentes adultos de indivíduos com
transtornos bipolar tipo I e tipo II.

Fonte: Lara, 2004


Transtorno Bipolar Tipo I - Apresenta toda a intensidade de variação
do humor, indo do pico mais alto da mania até graves depressões.
Transtorno Bipolar Tipo II - Os sintomas maníacos se apresentam de
forma mais branda e curta, denominada de hipomania.

Transtorno Bipolar Tipo III - É uma classificação usada quando a fase


maníaca ou hipomaníaca é induzida por um antidepressivo ou
psicoestimulante.
Transtorno Bipolar Tipo IV - Nunca desenvolveram o quadro de mania
ou hipomania, mas têm uma história de humor um pouco mais vibrante.
Ciclotimia O padrão oscilatório do humor é marcante, mas não chega
aos extremos de mania ou depressão, podendo se manifestar mais
tarde de forma mista e ansiosa.
Fonte: Lara, 2004
TRATAMENTO

O tratamento do transtorno bipolar pode envolver abordagens em vários


níveis, como:

•Psicoeducação - discute assuntos de forma positiva e tratamentos


sobre o transtorno bipolar.

•Psicoterapia – avalia as atividades praticadas e o estilo de vida


adequados ao temperamento.

•Farmacoterapia – são medicamentos importantes no tratamento e na


prevenção da depressão e mania.

Fonte: Becker (2011), Lara (2004)


CERÉBRO DE UM BIPOLAR
DEPRESSÃO
CONCEITO

É uma “perturbação do humor "que se


caracteriza por alterações do estado de ânimo e
que acarreta prejuízos para a vida psíquica e para
o funcionamento comportamental do sujeito.
DIAGNÓSTICO
É feito através de exame físico;
 Existem alguns testes e questionários que
apontam para o distúrbio;
 Avaliação apurada do médico, que incluirá
histórico do paciente e da sua família;
 Bem como alguns exames, poderá cravar se o
problema é realmente depressão;
SINTOMAS
 Tristeza profunda
 Pensamentos negativos

 Alterações de peso

 Baixa autoestima

 Falta de concentração

 Insônia

 Choro frequente

 Mudanças de comportamento

 Pensamentos suicidas
ASPECTOS FISIOLÓGICOS
 Alterações no sono
 Alterações no apetite

 Redução do interesse sexual


ASPECTOS GENÉTICOS

 Definitivamente a depressão tem relação com a genética do


indivíduo;
 Estudos apontam que os genes que a pessoa carrega são
responsáveis por 40% das chances de desenvolver a doença;
 Pesquisas descobriram que o cromossomo 3p25-26 estão
fortemente relacionado ao distúrbio;
TRATAMENTO
 Na maioria das vezes, o tratamento é feito em conjunto
pelo psiquiatra e psicólogo;
 Uso de antidepressivo;

 Psicoterapia;
O PAPEL DO PSICÓLOGO
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Percebe-se que interações entre genes e fatores externos,


participam do desencadeamento das Doenças
Multifatoriais. Também percebemos a grande importância
dos achados da Genética Humana para o entendimento das
alterações apresentadas neste seminário.
REFERÊNCIAS

• ABDA. Disponível em: http://tdah.org.br/


• BOSSONI, Maria Gabriela dos Reis; OLIVEIRA, Alessandra Valéria de.
Contribuições dos Fatores Genéticos no Desencadeamento de doenças
Multifatoriais. Disponível em: https://www.unicesumar.edu.br/epcc-2009/wp-
content/uploads/sites/77/2016/07/maria_gabriela_reis_bossoni.pdf
• PEREIRA, Heloisa S.; ARAÚJO, Alexandra P. Q. C.; MATTOS, Paulo.
Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH): aspectos
relacionados à comorbidade com distúrbios da atividade motora. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbsmi/v5n4/27757.pdf
• SALUM, Giovanni Abrahão; BLAYA, Carolina; MANFRO, Gisele Gus.
Transtorno do Pãnico. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0101-81082009000200002
REFERÊNCIAS

TRANSTORNO BIPOLAR E SEU COMPLEXO MECANISMO DE


TRANSMISSÃO.
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/handle/1884/46652/R%20-%20E%20-%20ELIZE
%20PIOVEZAN.pdf?sequence=1&isAllowed=y

TRANSTORNO BIPOLAR - Aspectos Gerais.


http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A1190.pdf

GENÉTICA E FISIOLOGIA DOS TRANSTORNOS DEPRESSIVOS

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44461999000500004

LIVRO DSM-V

https://blogs.sapo.pt/cloud/file/b37dfc58aad8cd477904b9bb2ba8a75b/obaudoeducador/201
5/DSM%20V.pdf
REFERÊNCIAS

• ESQUIZOFRENIA/DOENÇA
https://www.webartigos.com/artigos/esquizofrenia-doenca-mental-fonte-
scielo-brasil/17624.
• Mari, J. A epidemiologia da esquizofrenia. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-
44462000000500006&script=sci_arttext.
• Elkis, E. A evolução do conceito de esquizofrenia neste século,
disponivel em: http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S1516-44462000000500009
• Siveira, R. Psicanálise e psiquiatria nos inícios do século XX: a
apropriação do conceito de esquizofrenia no trabalho de Hermelino
Lopes Rodrigues. Disponivel em:
http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v12n3/v12n3a13
• Oliveira, S. Transtorno obsessivo-compulsivo. Disponivel em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-
44462000000600005.

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