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IMETRO

Instituto Superior Politécnico Metropolitano de Angola

Disciplina:
Metodologia de Investigação Científica

Prof: Emanuel Domingos dos Santos


923 76 38 99
2.1. A ORGANIZAÇÃO DA VIDA UNIVERSITÁRIA

Ao iniciar essa nova etapa de sua formação escolar, o estudante dar-se-á conta de que se
encontra diante de exigências específicas para a continuidade de sua vida de estudos. Novas
posturas diante de novas tarefas ser-lhe-ão logo solicitadas. Suas posturas de estudo devem
mudar radicalmente, embora explorando tudo o que de correto aprendeu em seus estudos
anteriores.

É preciso que o estudante se conscientize de que doravante o resultado do processo depende


fundamentalmente dele mesmo. As condições de aprendizagem transformam-se no sentido de
exigir do estudante maior autonomia na efetivação da aprendizagem, maior independência em
relação aos subsídios da estruturado ensino e dos recursos institucionais que ainda continuam
sendo oferecidos.
Continuação

Deve o estudante empenhar-se num projeto de trabalho altamente individualizado,


apoiado no domínio e no manejo de uma série de instrumentos que devem estar
contínua e permanentemente ao alcance de suas mãos, organizando e disciplinando
sua vida científica. A assimilação de conteúdos já não pode mais ser feita de maneira
passiva e mecânica: é preciso dispor de um material de trabalho específico de sua
área e explorá-lo adequadamente. A aprendizagem universitária, só se realiza
mediante o esforço individualizado e autônomo do aluno.
2.1.1. OS INSTRUMENTOS DE TRABALHO

A formação universitária exige atividades práticas que vão culminar no fornecimento de habilidades
profissionais próprias de cada área, porém, para isso faz-se necessário um embasamento teórico, pelo qual
responde, fundamentalmente, o ensino superior, isso o estudante vai conseguir atingir através da formação
de sua própria biblioteca. O estudante precisa munir-se de textos básicos que o auxilie na maturação do
próprio pensamento, lançando as linhas mestras do seu pensamento científico organicamente estruturado.
Frise-se, porém, que, na universidade, não se pode passar o tempo todo estudando apenas textos genéricos.
O universitário deve poder passar por um encaminhamento lógico que o inicie ao pensar. Ao professor não
basta ser um grande especialista: é preciso dar-se conta de que é também professor e mestre inserido numa
situação histórico-cultural de um país que não pode desconhecer, conduzindo os estudantes a descobrirem
as vias de aprendizagem.
Continuação

Revistas e repertórios bibliográficos, são valiosos e imprescindíveis instrumentos de


trabalho acadêmico e científico, enquadrando-se na vida intelectual do estudante
enquanto lhe permite acompanhar o desenvolvimento de sua ciência e das ciências a
fins. Além disso, deve-se instigar no universitário a participação em acontecimentos
extraescolares, como participações em simpósios, congressos, encontros, semanas
etc.
2.1.2. O APROVEITAMENTO DAS AULAS

Esse material didático científico deve ser considerado como base para seu estudo pessoal,
documentando a matéria abordada em aula, tornando esta tarefa, como prática, é a maneira
mais adequada e sistemática de “tomar apontamentos”, para mais tarde, em casa, submetê-la a
um processo de correção e contemplação, extraindo as idéias principais.

2.1.3. A DISCIPLINA DO ESTUDO


Pressupõe um mínimo de organização da vida de estudos extraclasse. Isto é indispensável para
um aproveitamento mais inteligente do seu curso de graduação. O essencial é aproveitar
sistematicamente o tempo disponível, com uma ordenação de prioridades, mantendo um ritmo
de estudo.
CONCLUSÃO:

Para que traga bons resultados, a participação na aula precisa ser previamente
preparada, acompanhada no ato e revisada posteriormente, fazendo-se a
documentação dos elementos fundamentais apresentados e discutidos, de forma
articulada à preparação da aula seguinte.
Obrigado pela atenção
Prof. Emanuel Domingos dos Santos

Facebook: Emanuel dos Santos Edosa

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