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Óbito 25

• Pte J.A de 37 anos, GIIIP2A1FF1VA1, admitida no dia 21/4/20 pelas 12h30 min
veio transferido do HR de Nhamatanda com o diagnostico de Peritonite pos
laparatomia, sepses grave com choque, SP em TARV OMS III.NB transfere se por
falta de cuidados intensivos pos lavagem cirurgica. Teve parto cesariana no dia
17/4/20 por Ruptura uterina. Actualmente gravíssimo não colaborante e com
diarreia pastosa.teve 6 consultas pre-natais no CS gorongoso
• EO gravíssimo, ECG 10/15 dispneica mucosas hipocoradas , febril. TA
78/56mmhg, Fr 30mov/min Ta 38ºC, FC 131bat/min
• AP mv mantidos bilat , AC S1S2 regular taquicardica,
• Abd globoso, tenso, com ferida infectada, suja, Blumberg +, canal vaginal limpo.
• Diag: pelviperitonite pos cesariana 4º dia, choque séptico, SP em Tarv
• Solicitado apoio, solic conc de glóbulos vermelhos 2 unidades,
administrado Gentamicina , Metronidazol, Ceftriaxona, L ringer.
Oxigenio 7l/min
• Vai a reanimação enquanto aguarda o apoio
• Hemograma:
• leuc 3.7000/ul
• HB 6.4g/dl,
• plaq 100000/ul
• Neu 81%
Observação do gineco-obstetra
• Pte critico, grave, ECG 4/15, ictérica, Abd distendido, com supuração
na ferida operatória, gaspping, anuria, hipotensa.
• Discutido com anestesista as 16h onde concluiu se que não tem
indicação cirúrgica neste momento.
• OBS ANESTESISTApte grave séptico, polipneica, hipotensa, com apoio
vasoctivo, instável ASA IV. Não tem indicação cirurgica neste
momento.
• Com transfusão de conc glóbulos vermelhos em curso.
21/4
• Pte critico em gaspping, não foi operada por decisão clinica. Porem decidiu
se em colectivo de ginecologistas e intensivistas submeter a laparatomia.
• Protocolo operatório: feita histerectomia total com anexectomia, feita
limpeza com hipoclorito e soro fisiológico e colocados drenos abdominal
• Lesões observadas: necrose uterina acentuada, com extensão da parede
pélvica, vagina, bexiga, anexos. Edema, inflamação acentuada distensão de
alças intestinal. Pus e fibrina em toda cavidade abdominal.
• Diag: peritonite grave com síndrome compartimental abdominal + CID por
sepsis uterina, anaemia grave.
• NB: transcorrida a cirurgia sem sangue e plasma
• 22/4 as 12h22min
• Pos operatório imediato, paciente deprimida, sob efeito de anestesia
geral, saco coletor com 50 ml de urina proveniente da reanimação
• Diag o mesmo.
• Plano: regressa a reanimação , aguarda transfusão
• Observação pelo intensivista
• Hemograma 22/4 as 13h39min
• Hb 11.7g/dl, leuc 5.3000/ul, plaq 358000/ul
24/4/20
• 3º dia pte em coma , oligurica, com marcada icterícia com elementos
de CID, drenagem hemática, TA 89/65mmhg, FC 120bat/min, Ta 37ºC
, ECG 3/15 pupilas não reativas,
• Prognostico desfavorável .
• as 6h teve paragem cardiorrespiratória reanimado sem sucesso e
confirmado óbito
causas
• Sepsis uterina
• Intermediaria hiv/sida
• Basica ruptura uterina
• Evitavel em nhamatanda

• Factores: atraso histerectomia nas primeiras 48 horas


• Demora na transferência
Obito 26
• Pte R.S, 29 anos, admitida no dia 27/4/20 as 13h30min. GIIIP2VA2, IGC
30S+4 dias, veio transferida do HRN com o diag de Meningoencefalite
Bacteriana, SP em Tarv, G 30 semanas. Pte grave, não colabora. Fez 3
consultas pre- natais e com cifras devTA normal. EO grave, ECG 6/15,
mucosas coradas, hidratada, com rigidez nucal, pupilas isocoricas,
fotoreativas,
• TA 107/91mmhg, FC 130bat/min, FR 18mov/min, Ta 36.8ºC,
• Abd gravídico AU 25 cm, DU 0/10, FCF 130bat/min,
• TV colo formado e fechado
• Diag: G 30s+4 dias S/TP, Meningoencefalite, SP em tarv
• Plano: colocar na posição 30º , Dext 30% 60 mil, Pcristalizada 4 milhões .
• Solicitar oberservacao pelo internista,
• Ecografia: útero ocupado, feto único BPD 702=29 semanas, BCF +, placneta
fundica do 2º grau, LA normal.

• Hemograma.
• Leuc 11000/ul
• HB 8.2g/dl
• Plaquetas 72 000
• Neut 92%
Observação do internista as 16h30min
• Pte com quadro de 4 dias de evolução com cefaleia intensa, 3
epsodios de vômitos , tonturas , há 1 dia evoluiu com prostração .
Neste momento paciente esta em estupor ,ECG 12/15 com rigidez
nucal
• TTO ceftriaxona 2g se não tiver P cristalizada 4 milhões/6h,
dextroringer 1000 ml em 2h, SNG para alimentação , algaliar a pte,
Fluconazol transferir a paciente para reanimação .
• Exames solicitados e feitos
• CD4 164, TB LAM negativo, Cr sérico negativo
28/4
• Pte grave, N/C 7/15, com rigidez marcada e desvio do olhar para a
esquerda, hemodinamicamente estável , respiração espontânea com
boa mecânica e boa diurese.
• Diag: SP em TARV, Meningoencefalite, G30S+5 dias.
• Plano TAC urgente
• Plano: associar cloranfenicol +P cristalizada + fluconazol
29/4
• 3º dia na UCI, pte estacioanario , grave, ECG 7/15, rigidez da nuca marcada,
TA 117/76mmhg, FC 80bat/min, FR 18mov/min, SatO2 98% boa diurese.
• AP mv com fervores crepitantes basais
• Diag o mesmo.
• RESULTADO DE TAC: ligeira diminuição do espaço subaracneoideo e dos
ventrículos cerebrais por edema cerebral difuso. Não há hemorragia e nem
desvio da linha media. Não há lesões osseas .Sinusitis maxilar esquerda, e
etmoide-esfenoide-frontal bilat
• ID: encefalites+Sinisitis
• Foi agregado furosemida ao tto e entregue a receita aos familiares.
1/5
• Pte que vinda tendo evolução com mau prognóstico, teve paragem
cardiorrespiratória as 5 horas reanimado sem sucesso.
• Directa : meningoencefalite
• Basica: HIV/sida

• evitável
• Demora na comunidade
• Falta de fármacos essenciais
• Funcao lombar não foi feita

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