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Ministros

Extraordinários
da Sagrada
Comunhão
Eucarística

Prof. Rudy Albino de Assunção


O que é a
Liturgia?
Com razão, portanto, a
liturgia é considerada
como exercício da função
sacerdotal de Cristo. Ela
simboliza através de
sinais sensíveis e realiza
de modo próprio a cada
um a santificação dos
homens; nela o corpo
místico de Jesus Cristo,
cabeça e membros,
presta a Deus o culto
público integral.
(SC, n. 7).
A Eucaristia
Ao instituir o sacramento da
Eucaristia, Jesus antecipa e
implica o sacrifício da cruz e a
vitória da ressurreição; ao mesmo
tempo, revela-se como o
verdadeiro Cordeiro imolado,
previsto no desígnio do Pai desde
a fundação do mundo...

(Bento XVI, Sacramentum Caritatis, n. 10).


O Senhor imola-se de
modo incruento no
Sacrifício da Missa,
que representa o
sacrifício da cruz e lhe
aplica a eficácia
salutar, no momento
em que, pelas
palavras da
consagração, começa
a estar presente,
como alimento
espiritual dos fiéis,
sob as espécies do
pão e do vinho (Paulo
VI, Mysterium Fidei)
Liturgia:
Celebração do
Mistério Pascal
de Cristo
POSTURAS DOS FIÉIS
DURANTE A MISSA
POSTURA DOS FIÉIS:
SEU SIGNIFICADO

“A posição comum do corpo, que todos os


participantes devem observar é sinal da
unidade dos membros da comunidade cristã,
reunidos para a sagrada Liturgia, pois exprime
e estimula os pensamentos e os sentimentos
dos participantes”. (IGMR, n. 42)
DE PÉ
Os fiéis permaneçam de pé, do
início do canto da entrada, ou
enquanto o sacerdote se aproxima
do altar, até a oração do dia
inclusive; ao canto do Aleluia
antes do Evangelho; durante a
proclamação do Evangelho;
durante a profissão de fé e a
oração universal; e do convite
Orai, irmãos antes da oração
sobre as oferendas até o fim da
Missa, exceto nas partes citadas
em seguida. (IGMR, n. 43)
Sentem-se durante as
leituras antes do
Evangelho e durante o
salmo responsorial;
durante a homilia e
durante a preparação
das oferendas; e, se
for conveniente,
enquanto se observa o
silêncio sagrado após a
Comunhão. (IGMR, n.
43)
Ajoelhem-se, porém, durante
da consagração, a não ser
que, por motivo de saúde ou
falta de espaço ou o grande
número de presentes ou
outras causas razoáveis não o
permitam. Contudo, aqueles
que não se ajoelham na
consagração, façam inclinação
profunda enquanto o
sacerdote faz genuflexão após
a consagração. (IGMR, n. 43)
Compete, porém, à Conferência dos Bispos
adaptar, segundo as normas do direito, à índole
e às legitimas tradições dos povos, os gestos e
posições do corpo descritos no Ordinário da
Missa. Cuide-se, contudo, que correspondam ao
sentido e à índole de cada parte da celebração.
Onde for costume o povo permanecer de joelhos
do fim da aclamação do Santo até ao final da
Oração eucarística e antes da Comunhão quando
o sacerdote diz Eis o Cordeiro de Deus, é
louvável que ele seja mantido. (IGMR, n. 43)
COMENTÁRIO DO
DEPARTAMENTO DE CELEBRAÇÕES
LIÚRGICAS DO SANTO PADRE
• Não se sustenta hoje que o homem adora a
Deus com todo o seu ser? Quer dizer com a alma
e com o corpo. Por isso, na Bíblia toda "obra de
Deus é bênção" (cf. CIC, 1079-1081) é a
dimensão cósmica que inerva a Sagrada
Escritura, do Gênesis ao Apocalipse, e também a
liturgia. Se abençoar quer dizer adorar, a bênção
ou adoração na Escritura está documentada
pela prostração e pelo dobrar os joelhos
fisicamente e metafisicamente o coração. Só o
diabo não se ajoelha, porque - dizem os Padres
do deserto – não tem os joelhos.
• Assim, São Paulo vê diante de Jesus a
consonância entre história sagrada e o cosmos:
todo joelho se dobre, no céu, na terra e debaixo
da terra. Consequência concreta: o gesto do
ajoelhar-se deve voltar a ter a primariedade no
rito da Missa, no desenvolvimento, inspiração e
sabor da música sacra, nos objetos sagrados:
uma igreja sem genuflexórios não é uma igreja
católica. Por que prostrar-se? Porque a bênção
divina se manifesta especialmente com “a
presença de Deus no templo” (CIC, 1081): diante
da Sua presença, o primeiro e fundamental gesto
é a adoração.
Não se diga que o templo foi abolido, enquanto
que Jesus o purificou substituindo-o com o seu
corpo no qual habita corporalmente a
divindade: dessa forma, a presença divina é
então aquela do Corpo de Cristo e coincide
maximamente com o Santíssimo Sacramento.

(Departamento de Celebrações Litúrgicas do


Sumo Pontífice)
ALGUNS DOCUMENTOS QUE TRATAM DO MINISTÉRIO
EXTRAODINÁRIO DA COMUNHÃO

• Instrução acerca de algumas questões sobre a


colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos
sacerdotes (1997).

• Instrução Geral sobre o Missal Romano (2002).

• Instrução Redemptionis Sacramentum sobre alguns


aspectos que se deve observar e evitar acerca da
Santíssima Eucaristia (2004).
CRITÉRIOS DE ESCOLHA
O fiel leigo que é chamado para prestar uma
ajuda nas Celebrações litúrgicas e deve estar
devidamente preparado e ser recomendado por
seu vida cristã, fé, costumes e sua fidelidade para
o Magistério da Igreja. Convém que haja
recebido a formação litúrgica correspondente a
sua idade, condição, gênero de vida e cultura
religiosa. Não se eleja a nenhum cuja designação
possa suscitar o escândalo dos fiéis. (RS, n. 45)
O MINISTRO EXTRAORDINÁRIO DA
SAGRADA COMUNHÃO EUCARÍSTICA
• Um fiel não-ordenado, se o sugerirem motivos de
real necessidade, pode ser deputado pelo Bispo
diocesano, com o apropriado rito litúrgico de
bênção, na qualidade de ministro extraordinário,
para distribuir a Sagrada comunhão também fora
da celebração eucarística, ad actum vel ad
tempus, ou de maneira estável. Em casos
excepcionais e imprevistos, a autorização pode ser
concedida ad actum pelo sacerdote que preside a
celebração eucarística. (Colaboração, art. 8, § 1)
SUAS FUNÇÕES
• Distribuição da Comunhão na Missa.

• Distribuição da Comunhão fora da Missa, aos doentes


(Viático) ou a outras pessoas que com razão o solicitem.

• Distribuição da Comunhão na Celebração da Palavra.

• Exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos


fiéis (sem bênção).
• Trata-se de um serviço litúrgico que responde
a necessidades objetivas dos fiéis, destinado
sobretudo aos enfermos e às assembleias
litúrgicas nas quais são particularmente
numerosos os fiéis que desejam receber a
sagrada comunhão (Colaboração, art. 8, § 1)
A NOMENCLATURA CORRETA
Como já se tem lembrado, “só o sacerdote validamente
ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da
Eucaristia, atuando in persona Christi”. Pois o nome de
“ministro da Eucaristia» só se refere, propriamente, ao
sacerdote. Também, em razão da sagrada Ordenação, os
ministros ordinários da sagrada Comunhão são: o Bispo,
o presbítero e o diácono, aos que correspondem,
portanto, administrar a sagrada Comunhão aos fiéis
leigos, na celebração da santa Missa. Desta forma se
manifesta adequada e plenamente sua tarefa ministerial
na Igreja, e se realiza o sinal do sacramento. (RS, n. 154)
A NOMENCLATURA CORRETA
Neste ministério, entendendo-se conforme o
seu nome em sentido estrito, é um ministro
extraordinário da sagrada Comunhão, jamais
um «ministro especial da sagrada
Comunhão», nem «ministro extraordinário da
Eucaristia», nem «ministro especial da
Eucaristia»; com o uso destes nomes, amplia-
se indevida e impropriamente o seu
significado. (RS, n. 156)
A NOMENCLATURA CORRETA
Além dos ministros ordinários, está o acólito instituído
ritualmente, como ministro extraordinário da sagrada
Comunhão, inclusive fora da celebração da Missa.
Todavia, só o aconselham em razões de verdadeira
necessidade, conforme às normas do direito, o Bispo
diocesano pode delegar também outro fiel leigo como
ministro extraordinário, quer seja por um momento,
quer seja por um tempo determinado, recebida na
maneira devida a benção. (...) Só em casos especiais e
imprevistos, o sacerdote que preside a celebração
eucarística pode dar um permissão ad actum. (RS, n. 155)
A NOMENCLATURA CORRETA
• A disciplina canônica sobre o ministro
extraordinário da sagrada comunhão deve,
porém, ser corretamente aplicada para não
gerar confusão. Ela estabelece que ministros
ordinários da sagrada comunhão são o Bispo,
o presbítero e o diácono, enquanto é ministro
extraordinário o acólito instituído ou o fiel
para tanto deputado conforme a norma do
cân. 230, § 3. (Colaboração, art. 8, § 1)
MINISTROS DA EUCARISTIA
Bispo Padre
MINISTROS ORDINÁRIOS DA COMUNHÃO

Bispo Padre Diácono


MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA
COMUNHÃO
Acólito Instituído Fiel Leigo Designado
Quando recorrer ao
Ministro Extraordinário
• O ministro extraordinário da sagrada Comunhão
poderá administrar a Comunhão somente na
ausência do sacerdote ou diácono, quando o
sacerdote está impedido por enfermidade, idade
avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando
é tão grande o número dos fiéis que se reúnem à
Comunhão, que a celebração da Missa se
prolongaria demasiado. Por isso, deve-se entender
que uma breve prolongação seria uma causa
absolutamente suportável, de acordo com a cultura
e os costumes próprios do lugar. (RS, n. 158)
Quando não recorrer ao
Ministro Extraordinário
Se habitualmente há número suficiente de
ministros sagrados também para a distribuição
da sagrada Comunhão, não se podem designar
ministros extraordinários da sagrada Comunhão.
Em tais circunstâncias, os que têm sido
designados para este ministério, não o exerçam.
Reprove-se o costume daqueles sacerdotes que,
a pesar de estar presentes na celebração,
abstém-se de distribuir a Comunhão, delegando
esta tarefa a leigos. (RS, n. 157).
Concelebrações mais numerosas
Concelebrações mais numerosas
O MINISTRO EXTRAORDINÁRIO DA
COMUNHÃO EUCARÍSTICA
NA
SANTA MISSA
O SEU LUGAR E A SUA VESTE
• Fora do Presbitério, junto à Assembleia (Cf. IGMR,
n. 162).

• “Além disso, nunca é lícito aos leigos assumir as


funções ou as vestes do diácono, ou do diácono,
ou outras vestes similares” (RS, n. 153).

• Não se assemelhe à roupa de profissões


específicas. (Guia Litúrgico-Pastoral da CNBB)
Mini-Casula: não!
Mini-Casula: não!
Modelo Sugerido
Modelo Sugerido
Para que também, “pelos sinais, apareça
melhor que a Comunhão é participação no
Sacrifício que se está celebrando”, é
desejável que os fiéis possam receber as
hóstias consagradas na mesma Missa.
(RS, n. 89)
Em que momento se deve subir
ao Altar?

• Estes ministros não se aproximem do altar antes


que o sacerdote tenha tomado a comunhão,
recebendo sempre o vaso que contém as espécies
da santíssima Eucaristia a serem distribuídas aos
fiéis, da mão do sacerdote celebrante. (IGMR, n.
162).
• Em caso contrário, sugerimos o momento do
Cordeiro (Cf. O Culto Eucarístico fora da Missa).
Quando e onde lavar as mãos?

• Os documentos preveem somente a


purificação das mãos do Sacerdote
celebrante. Portanto, não tratam da
purificação das mãos de concelebrantes,
diáconos, acólitos e ministros extraordinários
da Comunhão.
Como o fiel, inclusive o Ministro da
Comunhão, deve comungar?

Deve receber a comunhão das


mãos do sacerdote. (Cf. IGMR,
n. 162).
Como os fiéis, inclusive o Ministro, NÃO
devem comungar?

• Não está permitido que os fiéis tomem a


hóstia consagrada nem o cálice sagrado “por
si mesmos, nem muito menos que se passem
entre si de mão em mão” (RS, n. 94).
• Não se permita ao comungante molhar por si
mesmo a hóstia no cálice, nem receber na
mão a hóstia molhada. (RS, n. 104)
PROIBIDA, INCLUSIVE PARA O
MINISTRO EXTRAORDINÁRIO!
O Diálogo da Comunhão
Se a comunhão é dada sob
a espécie do pão somente,
o sacerdote mostra a cada
um a hóstia um pouco
elevada, dizendo: O corpo
de Cristo. Quem vai
comungar responde Amém,
recebe o sacramento, na
boca ou, onde for
concedido, na mão, à sua
livre escolha. O
comungante, assim que
recebe a santa hóstia,
consome-a inteiramente.
(IGMR, 161).
A COMUNHÃO DE JOELHOS OU EM PÉ

• “Os fiéis comunguem


de joelhos ou de pé,
de acordo com o que
estabelece a
Conferência de
Bispos”, com a
confirmação da Sé
Apostólica.
(RS, n. 90)
A COMUNHÃO EM PÉ

• “Quando comungarem de
pé, recomenda-se fazer,
antes de receber o
Sacramento, a devida
reverência, que devem
estabelecer as mesmas
normas” (RS, n. 90).
A COMUNHÃO NA MÃO E NA BOCA
• Todo fiel tem sempre direito a escolher se deseja
receber a sagrada Comunhão na boca ou se, o que
vai comungar, quer receber na mão o Sacramento
(...). Sem dúvida, ponha-se especial cuidado em
que o comungante consuma imediatamente a
hóstia, na frente do ministro, e ninguém se
desloque (retorne) tendo na mão as espécies
eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se
distribua aos fiéis a Comunhão na mão. (RS, n. 92).
COMO RECEBER A
COMUNHÃO NA MÃO
COMO DAR A COMUNHÃO NA BOCA
O CUIDADO COM A COMUNHÃO
• A bandeja para a
Comunhão dos
fiéis se deve
manter, para evitar
o perigo de que
caia a hóstia
sagrada ou algum
fragmento (RS, n.
93).
A PURIFICAÇÃO DOS VASOS SAGRADOS

O sacerdote, retorne ao altar depois da


distribuição da Comunhão. De pé junto ao altar
ou na credência, ele purifica a patena ou a
âmbula (cibório ou píxide) sobre o cálice; depois
purifica o cálice, como prescreve o Missal, e
seca o cálice com o purificador. Quando está
presente o diácono, este regressa ao altar com o
sacerdote e purifica os vasos.
A PURIFICAÇÃO DOS VASOS SAGRADOS

Também se permite deixar os vasos para purificar,


sobretudo se são muitos, sobre o corporal e
oportunamente cobertos, no altar ou na credência, de
forma que sejam purificados pelo sacerdote e o diácono,
imediatamente depois da Missa, uma vez despedido o
povo. Do mesmo modo, o acólito devidamente instituído,
ajuda ao sacerdote ou ao diácono na purificação e
arranjo dos vasos sagrados, quer seja no altar, quer seja
na credência. Na ausência do diácono, o acólito
liturgicamente instituído leva os vasos sagrados à
credência, de onde os purifica, seca e arruma, da forma
costumeira. (RS, n. 119)
A PURIFICAÇÃO DOS VASOS SAGRADOS

• Portanto, não cabe ao Ministro da Comunhão


realizar a purificação, dentro ou fora da
Missa!
II. COMUNHÃO AOS
ENFERMOS E VIÁTICO
O sacerdote, ou diácono, ou ministro extraordinário,
quando o ministro ordinário esteja ausente ou
impedido, ao levar ao enfermo a Sagrada Eucaristia
para a Comunhão, irá diretamente, na medida do
possível, desde o lugar onde se guarda o Sacramento
até o domicilio do enfermo, excluído de qualquer
outra atividade profana, para evitar todo perigo de
profanação e para guardar o máximo respeito ao
Corpo de Cristo. Além disso, siga-se sempre o ritual
para administrar a Comunhão aos enfermos, como se
prescreve no Ritual Romano. (RS, n. 133)
A CONSERVAÇÃO DA EUCARISTIA

• Ninguém leve a Sagrada Eucaristia para casa


ou a outro lugar, contra as normas do direito.
(RS, n. 132).
A sagrada
comunhão e o
culto do
eucarístico
fora da Missa
(livro básico
para ministros)
Observação:
A numeração que aparece em parênteses nos
próximos slides referem-se à numeração do
livro “A sagrada comunhão e o culto do
mistério eucarístico fora da Missa”, exceto
quando aparecer a sigla de outro documento;
por exemplo RS (Redemptionis sacramentum).
A COMUNHÃO AOS ENFERMOS
(n. 54-63)
BORSA
TECA
Comunhão aos Enfermos (n. 54-63)
• Sagrada Comunhão
a) Convite + Pai-nosso
• Ritos Iniciais b) Apresentação do
a) Saudação Santíssimo
b) Ato Penitencial c) Comunhão
c) Leitura da Sagrada d) Oração depois da
Escritura Comunhão
• Ritos Finais
a) Invocação da Bênção
Comunhão aos Enfermos
(Rito Breve, n. 64-67)

a) Antífona
b) Apresentação do Santíssimo
c) Comunhão
d) Oração depois da Comunhão
O VIÁTICO (n. 68-78)
“Provisão para o caminho”
Celebração do Viático (n. 68-78)
• Ritos Iniciais • Viático
a) Saudação a) Convite + Pai-nosso
b) Exortação b) Apresentação do
c) Ato Penitencial Corpo de Cristo
• Breve leitura da c) Comunhão
Palavra de Deus • Ritos Finais
• Profissão de fé a) Oração
batismal b) Bênção
• Preces pelo enfermo
III. ADORAÇÃO AO
SANTÍSSIMO SACRAMENTO (n. 91)
O ministro da exposição do
Santíssimo Sacramento
O ministro ordinário da exposição do Santíssimo
Sacramento é o sacerdote ou o diácono, que, no fim da
adoração, antes de repor o Santíssimo, abençoa o povo
com o mesmo Sacramento.
Porém, na ausência do sacerdote ou do diácono, ou
estando eles legitimamente impedidos, podem expor o
Santíssimo à adoração pública dos fiéis e repô-l’O depois,
o acólito e outro ministro extraordinário da sagrada
comunhão, ou outrem designado pelo Ordinário do lugar.
Todos estes podem fazer a exposição abrindo o
tabernáculo, ou ainda, se for oportuno, depondo a píxide
sobre o altar, ou colocando a hóstia na custódia. No fim da
adoração repõem o Santíssimo no tabernáculo. (n. 91)
A EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO
SACRAMENTO
• A exposição da Santíssima Eucaristia seja feita
sempre como se prescreve nos livros litúrgicos.
Além disso, não se exclua a reza do rosário,
admirável «em sua simplicidade e em sua
profundidade», diante da eucarística encerrada no
sacrário ou do santíssimo Sacramento exposto. Sem
dúvida, especialmente quando se fez a exposição,
evidencie-se o caráter, nesta oração, de
contemplação dos mistérios da vida de Cristo
Redentor e dos desígnios salvíficos do Pai
onipotente, sobretudo utilizando leituras tiradas da
sagrada Escritura. (RS, n. 137)
A EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO
SACRAMENTO

• Sem dúvida, o santíssimo Sacramento nunca


deve permanecer exposto sem suficiente
vigilância, nem sequer por um tempo muito
breve. Portanto, faça-se de tal forma que, em
momentos determinados, sempre estejam
presentes alguns fiéis, ao menos por turno
(RS, n. 138).
A bênção do Santíssimo é
reservada aos Ministros
Ordenados, ou seja, ao
Bispo, aos Padres e
Diáconos! (n. 91)
IV. O PAPEL DO MINISTRO DA COMUNHÃO
NA
CELEBRAÇÃO DA PALAVRA
(n. 26-41)

• Idêntica à Comunhão dos Enfermos.


ESQUEMA DA
CELEBRAÇÃO DA PALAVRA
a) Os ritos iniciais, cuja finalidade é conseguir que os fiéis,
quando se reúnem, constituam a comunidade e se disponham
dignamente para a celebração;
b) a liturgia da palavra, na qual o próprio Deus fala ao seu povo,
para lhe manifestar o mistério da redenção e da salvação; o
povo responde mediante a profissão de fé e a oração universal;
c) a ação de graças, com a qual se bendiz a Deus pela sua
imensa glória (cf. n. 45);
d) os ritos da comunhão, pelos quais se exprime e realiza a
comunhão com Cristo e com os irmãos, sobretudo com aqueles
que, no mesmo dia, participam do sacrifício eucarístico;
e) os ritos da conclusão, através dos quais se indica a relação
que existe entre a liturgia e a vida cristã.
O que o Ministro não pode fazer...
Última observação:

• Ao ministro extraordinário da sagrada


Comunhão nunca lhe está permitido delegar
nenhum outro para administrar a Eucaristia,
como, por exemplo, os pais, o esposo ou filho
do enfermo que vai a comungar. (RS, n. 159)
Santo Tarcísio
INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS

Bons livros para o


Ministro da Comunhão
O próximo slide apresenta o Dicionário
Elementar de Liturgia de José Aldazábal,
disponível na internet.

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