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Roteiro Aula 2

5 Outros tipos de SI:

  • 5.1 ERP

  • 5.2 SIG

  • 5.3 CRM

  • 5.4 Sistema de Informação Móvel

  • 5.5 E-business;

  • 5.6 E-gov;

  • 5.7 E-learning

  • 5.6 Sistema Especialista

• Exercício em Grupo

ERP (Planejamento de Recursos Empresariais)

ERP ( Planejamento de Recursos Empresariais )

OO que

que éé EERRPP

Os

ERPs

em

termos

gerais, são uma plataforma

de

software

desenvolvida

para integrar os diversos

departamentos

de

uma

empresa, possibilitando a

automatização

e

armazenamento de todas

as informações negócios.

de

AAnntteses dodo EERRPP

Problemas

de

pedidos

perdidos,

armazenamento distribuído.

atrasos

e

A A n n t t es es do do E E R R P P

Para que serve o ERP

• Controlar, integrar e fornecer suporte a todos os processos de uma empresa – operacionais, produtivos, administrativos e comerciais.

• Possibilita um fluxo de informações único, contínuo e consistente por toda a empresa, o que permite administrar os negócios em uma única base de dados.

• Permite aos gestores das empresas visualizarem as transações efetuadas, o impacto delas em cada área da empresa, desenhando um amplo cenário dos negócios.

Para que serve o ERP

Empresa com ERP

Para que serve o ERP Empresa com ERP

Evolução do ERP

Evolução do ERP

Evolução do ERP

Evolução do ERP

Evolução do ERP

A melhor escolha

• A escolha de uma solução de ERP tem muito mais a ver com a quantidade de informações que precisam ser sistematizadas do que com o porte da empresa.

• Grandes empresa pedem tudo sob encomenda e querem uma solução de ERP que atenda pelo menos 80% de suas necessidades.

• As pequenas empresas não têm essa condição. Para elas é mais fácil aceitar pacotes de ERP já prontos.

Alguns motivos que levam uma

empresa a usar ERP, podem ser

citados:

Permanecer competitivas Melhorar a produtividade Melhorar a qualidade Melhorar os serviços prestados aos clientes Reduzir custos, estoques

Melhorar o planejamento e alocação de recursos

Os componentes típicos de um ERP

. Finanças . Contabilidade . Planejamento e Controle da Produção . Recursos Humanos . Custos . Vendas . Marketing . Etc.

Distribuição do Mercado

Distribuição do Mercado

Todos Precisamos de

Gerenciamento de Dados

BD Geográfico Institucional

Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro
Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro

SIG

Individual

Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro
Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro

Banco de Dados Geográfico

Centro de Dados Global

Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro
Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro
Todos Precisamos de Gerenciamento de Dados BD Geográfico Institucional SIG Individual Banco de Dados Geográfico Centro

Organização lógica de dados em um SIG

• Organização por níveis (planos) de informação – cada nível = dado específico • Atributos de
• Organização por níveis (planos) de
informação
– cada nível = dado específico
• Atributos de objetos
divisão
– armazenados em tabelas
política
elevação
rios

Organização de Dados em um SIG

• Plano de informação (nível, camada, layer)

– contém informações referentes a um único tipo de dados

– restrição: área geográfica definida – ex:

Organização de Dados em um SIG • Plano de informação (nível, camada, layer ) – contém
País PIB Pop Brasil 800 159 Argentina 300 34 Chile 45 14

País

PIB

Pop

Brasil

800

159

Argentina 300

 

34

Chile

45

14

     

• geologia de uma área • conjunto de lotes (objetos)

PI com Campo (Geologia)

PI com Objetos (Países)

Diferentes Arquiteturas de SIG

GIS “desktop”

– Ambiente monousuário – Ênfase em interfaces amigáveis e funções de análise

SIG distribuído

– Ambiente multiusuário

• Compartilhamento de dados

– Ênfase em controle de acesso e manutenção de integridade

Servidores Web

– Uso da Internet para disseminar dados – Ênfase em eficiência de acesso e interfaces de navegação

Banco de Dados Geográfico

Elemento fundamental do sistema

Componentes

– Tratamento dos dados geométricos (mapas e imagens) – Tratamento dos dados descritivos (tabelas)

• Responsabilidades

– Armazenar os dados e controlar o acesso

Decisão básica

– Que tipo de uso faremos da informação (desktop, distribuído, web)?

• O armazenamento/recuperação dos dados depende do tipo de uso

Qual é o problema real quando

lidamos com Bancos de Dados?

É um problema de controle de acesso?

Ou é um problema de escolher a representação certa?

Ou ainda uma questão de escolher a tecnologia certa (servidor de mapas x dados, software livre x proprietário)?

Como o fato de usarmos um banco de dados interfere no fluxo de informação da instituição?

Tecnologia de Informática ou

Tecnologia de Informação?

Tecnologia de informática

– Construir banco de dados – Desenovolve um software GIS – Implementar um servidor WebGIS – Competência – programação (Ciência da Computação)

Tecnologia de informação

– Caracterização da instituição – Fluxos de informação – Processos gerenciais da instituição – Como a informática modifica a informação?

– Competência – Engenharia de Sistemas Humanos (“engenharia de gente”) - ???

Diferentes Arquiteturas de SIG

GIS “desktop”

– Ambiente monousuário – Ênfase em interfaces amigáveis e funções de análise

SIG distribuído

– Ambiente multiusuário

• Compartilhamento de dados

– Ênfase em controle de acesso e manutenção de integridade

Servidores Web

– Uso da Internet para disseminar dados – Ênfase em eficiência de acesso e interfaces de navegação

Tratamento de Dados Geométricos

Como armazenar linhas, pontos, polígonos, matrizes, imagens?

Arquitetura dual (“modelo geo-relacional”)

– Dados geométricos armazenados fora do banco de dados (em arquivos)

– Solução mais comum

• usada em SIG “desktop”

Arquitetura em camadas (“modelo objeto-relacional”)

– Dados geométricos armazenados dentro do banco de dados – Solução mais recente

usada em SIG distribuídos

Arquitetura Dual

• Organização

– dados geométricos - sistemas de arquivos – tabelas de atributos - SGBD relacional

id label população 22 Maine 3,5 M 34 N.Mexico 1,2 M
id
label
população
22
Maine
3,5 M
34
N.Mexico
1,2 M

Arquitetura Dual: como funciona?

Cada elemento geométrico

– Identificador único

Cada linha das tabelas descritivas

– Identificador único

Software

– Verifica quais geometrias correspondem a que linhas na tabela

Problema

– O que fazer com os casos em que não há correspondência?

Arquitetura Dual

Arquitetura Dual

Arquitetura Dual: Exemplos

• SPRING

– Dados descritivos: SGBD relacional (DBase, Access)

– Dados geométricos: Arquivos com formato específico

• ArcView

– Dados descritivos: SGBD relacional – Dados geométricos: “shapefiles”

• IDRISI

– Dados descritivos: SGBD relacional – Dados geométricos: matrizes

ArcView: Exemplo de Arquitetura Dual

Banco de Dados de São Paulo

– Arquivos:

sampa.sh

p,

sampa.db

f,

sampa.sh

x

Arquitetura Dual

• Vantagens

– acesso externo aos atributos (SQL) – conexão a dados existentes – ferramentas (gerador de formulários)

• Problemas

– SQL não permite consultas espaciais

• apenas operações sobre tabelas

– Controle dos objetos espaciais

• Fora do gerenciador de banco de dados

– Não permite ambiente multiusuário

Consequências da Arquitetura Dual

• Apropriada para SIG “desktop”

– Cada usuário gerencia seus dados

• Compartilhamento de dados

– Exige duplicação dos dados

• Atualização da informação

– Requer nova cópia para todos os usuários

TerraCrime

O Problema do Usuário Corporativo

Perfil Típico

– Prefeitura – cadastro urbano – Concessionária de serviços públicos - gerenciamento

Requisitos

– Ambiente multiusuário – Suporte a operação em tempo real – Integração a bancos de dados existentes – Coleta de Dados em Campo

Alternativas

– TerraLib – PostgresSQL/PostGIS – GeoTools/mySQL

SIG Distribuído

• Componentes

– Clientes – Servidor de Dados

• Operação

– Ambiente multiusuário – Atualizações

• Visíveis para todos os clientes

– Controle de acesso

• Banco de Dados

servidor Ambiente Cliente-Servidor clientes
servidor
Ambiente Cliente-Servidor
clientes

Arquitetura em camadas (objeto-relacional)

• Modelo “objeto-relacional”

– Tratar objetos (e.g. áreas) como partes de relação – Colocar os dados geométricos no banco de dados

• Extensões do modelo relacional

– Usar uma coluna como um registro binário (“campo longo”)

Arquitetura em camadas

• Vantagens

– Permite construir SIG distribuídos (multiusuários) – Tem controle de integridade dos dados espaciais – Permite accesso e atualização multi-usuário

• Problemas

– complexidade de implantação e uso – soluções proprietárias

• Cada fabricante tem solução distinta

Arquitetura em Camadas (Objeto-

relacional)

Banco de dados (alternativas)

– Apenas suporte para campos longos (Access)

– Interface para tipos de dados espaciais (ORACLE)

Camada de Acesso

– Bibliotecas de funções

• TerraLib, ArcSDE

Interface

– Integrada com camada de acesso

• TerraView

– Cliente-Servidor

• SIGMUN, ArcGIS 8.0

Interface
Interface
Camada de acesso

Camada de acesso

Camada de acesso

Banco de Dados

Exemplos de Arquitetura em Camadas

• TerraLib/Terr aView

– Access, ORACLE, Postgres

ArcInfo 8

– Access, ORACLE

Arquitetura em camadas:

componentes

Exemplos – TerraView/TerraLib

Banco de dados

Interface

– Access

– Access

Camada de Acesso

Camada de acesso

– TerraLib

– TerraLib
 

Banco de Dados

Interface

– TerraView

Geoprocessamento e Políticas Públicas: Ordenamento Territorial
Geoprocessamento e Políticas
Públicas: Ordenamento Territorial

Arquitetura em camadas:

componentes

• Exemplos – SIGMUN (cadastro urbano para prefeituras)

• Banco de dados

– ORACLE

• Camada de Acesso

– TerraLib (com programa servidor)

Interface
Interface
Camada de acesso

Camada de acesso

Camada de acesso

Banco de Dados

Recadastramento de Unidades (102.000)

Recadastramento de Unidades (102.000)
Palm-top
Palm-top

Geoprocessamento e Políticas

Públicas: Cadastro Urbano

Geoprocessamento e Políticas

Públicas: Cadastro Urbano

Geoprocessamento e Políticas Públicas: Cadastro Urbano

TerraLib no Palm-top

TerraLib no Palm-top

O Problema da Disseminação Web

Perfil Típico

– Usuário individual que quer disseminar dados – Empresa que deseja publicar – Serviços Públicos

Requisitos

– Publicação de mapas na Web – Interatividade e atualização remota

Alternativas

– MapServer – TerraLib/Java ou TerraLib/php – Aplicativos com suporte OGC (veja mais em freegis.org)

Exemplos de Produtos Web

TerraLib – Interface Web

TerraLib – Interface Web

Evolução da Tecnologia

Tecnologia Uso princ. Ambiente Sistemas

CAD, Cartografia Desenho de Mapas Projetos isolados Pacotes separados

Evolução da Tecnologia Tecnologia Uso princ. Ambiente Sistemas CAD, Cartografia Desenho de Mapas Projetos isolados Pacotes

BDados, Imagens Análise Espacial Cliente-servidor Software integrado

Evolução da Tecnologia Tecnologia Uso princ. Ambiente Sistemas CAD, Cartografia Desenho de Mapas Projetos isolados Pacotes

Sist. Distribuídos Centro Dados Multi-servid., WWW Interoperabilidade

Bibliotecas Digitais

Cenário 1 : (“banco de dados da Amazônia”)

• temas básicos ( vegetação, geomorfologia) • ocupação humana • zoneamento econômico-ecológico

• Cenário 2: (“prefeitura de Curitiba”)

• cadastro urbano • redes de água/esgoto, luz, telefonia

• Suporte a múltiplas escalas • Acesso a comunidade de usuários

Servidor de Mapas Remotos

Cliente Servidor Servidor WWW Documentos HTTP Browser Web Display INTERNET Servidor de Mapas URL Servidor Solicita
Cliente
Servidor
Servidor
WWW
Documentos
HTTP
Browser
Web
Display
INTERNET
Servidor de Mapas
URL
Servidor
Solicita Img
Mostra Imagem
URL/Parâmetros do Mapa
Mapa / Imagem
Página HTML
HTTP
Gerador
Dados
de Mapas
Espaciais

Servidores de Mapas

• Vantagem

– não é necessário carregar, instalar ou manter qualquer software ou dados especiais

– Permite diferentes tipos de acesso aos dados (servidor inteligente com um banco de dados bem-organizado)

• Desvantagem

– Cada nova pesquisa, gera um novo mapa

Servidores de Mapas: exemplos

• SIGMUN

– Cadastr o urbano

– Acesso do cidadão a seus dados

Evolução da Geotecnologia

Centro de Dados Global

BD Geográfico Institucional

SIG

Individual

Evolução da Geotecnologia Centro de Dados Global BD Geográfico Institucional SIG Individual
Evolução da Geotecnologia Centro de Dados Global BD Geográfico Institucional SIG Individual
Evolução da Geotecnologia Centro de Dados Global BD Geográfico Institucional SIG Individual
Evolução da Geotecnologia Centro de Dados Global BD Geográfico Institucional SIG Individual
Evolução da Geotecnologia Centro de Dados Global BD Geográfico Institucional SIG Individual

O Sucesso do CRM!

“O Sucesso da implantação de sistema informatizado de CRM está intimamente ligado ao planejamento de processos de uma organização”.

“Por isto é necessário ter uma metodologia definida na implantação”

“Você pede praticar CRM com uma cardeneta de anotações, CRM é filosofia”

Áreas de Aplicação

Call Centers e Centros de Atendimento; Entidades Associativas; Distribuidores; Importadores; Indústrias; Lojas de Varejo (porte pequeno e médio); Prestadores de Serviços; (temos o melhor sistema) Operadoras de Turismo; Construtoras; Empresas Públicas e Prefeituras; Hotéis; Hospitais

CRM - customer Relationship Management

Gerenciamento do Relacionamento com o Consumidor (Cliente); A Arte de Encantar o Cliente;

CRM é uma Filosofia de Trabalho, e não simplesmente um novo software;

“É a união da Tecnologia com o Marketing, utilizando-se do database para gerar negócios e fidelizar clientes”.

Integração Total

Integração Total

Objetivos do CRM

Por que o Marketing Tradicional tem que ser revisto;

Estamos vivendo a era do Marketing de Relacionamento;

É cinco vezes mais econômico fidelizar clientes do que conquistar novos;

Controle dos processos de relacionamento;

Melhorar a imagem da empresa perante o mercado, com melhores serviços, no que tange a informações.

Objetivos do CRM

• Retenção de Clientes Fiéis marca/empresa;

• Foco no Consumidor, que é razão de ser de qualquer negócio.

• Transacional, Relacional e Estratégico; • Livrar-se dos clientes profissionais.

• Escolher Clientes e Fornecedores que tragam resultados positivos (lucro);

• Margem Elevada, Positiva, Zerada ou Negativa;

CRM Operacional

WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; Telemarketing; Gerenciamento de Campanha.

WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. • • •
WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. • • •
WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. • • •
WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. • • •
CRM Operacional WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. •
CRM Operacional WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. •
CRM Operacional WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. •
CRM Operacional WEB; Call Center; Automação de Força de Vendas; • Telemarketing; Gerenciamento de Campanha. •

CRM Gerencial

• • • • • • • Segmentação de Clientes; Análise de Campanha; Análise de Vendas;
Segmentação de Clientes;
Análise de Campanha;
Análise de Vendas;
Análise de Fidelidade;
Lucratividade;
Desempenho de Negócios;
Análise de Atendimento ao Cliente.

CRM & Business Intelligence

Coleta de Da

dos CRM CRM analítico operacional DW
dos
CRM
CRM
analítico
operacional
DW

Integração e Análise de Dados

Requisitos Básico para Implementar CRM

Colaboradores Motivados; Padrinhos Apoiadores (diretores); Ambiente Tecnologico Favorável;

Política clara do que se quer atingir com o CRM, com cronogramas definidos e possíveis de serem cumpridos “Passo a Passo”;

Conhecimento do Negócio (processos definidos).

Motivação - Enquadramento

Navegação Pessoal

Mundo Espaço-Temporal
Mundo
Espaço-Temporal
Metáfora da Vida
Metáfora
da Vida
Telecomunicações
Telecomunicações

Mobilidade da Sociedade

Motivação - Enquadramento Navegação Pessoal Mundo Espaço-Temporal Metáfora da Vida Telecomunicações Mobilidade da Sociedade Ubiquidad e
Ubiquidad
Ubiquidad

e

Motivação - Enquadramento Navegação Pessoal Mundo Espaço-Temporal Metáfora da Vida Telecomunicações Mobilidade da Sociedade Ubiquidad e

Conhecimento Posição Espacial

Nova dimensão Nova classe aplicacional Serviços Dependentes da Posição -LBS
Nova dimensão
Nova classe aplicacional
Serviços Dependentes da Posição -LBS
Modelo Conceptual dos LBS Dispositivos Móveis Estação Base Telemóvel, PDA, etc. Equip. Determinação Localização SIG Centro
Modelo Conceptual dos LBS
Dispositivos Móveis
Estação Base
Telemóvel, PDA, etc.
Equip. Determinação
Localização
SIG
Centro Posicionamento
Móvel
Contéudo Geográfico
Tecnologia Baseada
na localização
Conteúdo dependente
da localização
Modelo Conceptual dos LBS Dispositivos Móveis Estação Base Telemóvel, PDA, etc. Equip. Determinação Localização SIG Centro
Modelo Conceptual dos LBS Dispositivos Móveis Estação Base Telemóvel, PDA, etc. Equip. Determinação Localização SIG Centro

Mobilidade

Mobilidade

uma qualidade ou propriedade daquilo que é móvel ou que obedece às leis do movimento.

Existe facilidade de se mover, Inconstância, aptidão para mudar

A Mobilidade é normalmente relacionada mediante a combinação dos seguintes sistemas básicos:

Veículos de todo o tipo

Infra-estruturas físicas

Redes que suportam a infra-estrutura de informação

Estrutura operacional

processos políticos, regras e regulamentos.

LBS - Navegação

LBS – Serviços Dependentes da Posição

são serviços que podem ser facilmente encontrados com base na descrição da sua localização, com a ajuda de vários métodos de

indexação e serviços de orientação.

LBS = f (Telecomunicações, Internet, SIG)

Navegação Pessoal

determinação de uma localização individual,

orientação no caminho fornecido e seleccionado,

modo de transporte para o destino desejado,

em recintos fechados ou espaço aberto,

utilizando informação baseada na posição e respectivos serviços.

Técnicas de Determinação da Localização

O cálculo da posição espacial
O cálculo da posição espacial

Modelo Geomético Triletaração

Modelo Propagação do Sinal

Modelo de redes Neuronais

Técnicas

Determinação

Posição

Técnicas de Determinação da Localização O cálculo da posição espacial Modelo Geomético Triletaração Modelo Propagação do

Estação Móvel - Métodos baseados na Estação Móvel

Estação Fixa – Métodos Baseados na Rede
Estação Fixa – Métodos Baseados na Rede

Técnicas de Determinação da Localização

Mobilidade Macro

Mobilidade Micro

Rede Estação Móvel Id. Cél. Active Badges GPS Id.+TA Bluetooth RX Lvl A-GPS RTT TOA TDOA
Rede
Estação Móvel
Id. Cél.
Active Badges
GPS
Id.+TA
Bluetooth
RX Lvl
A-GPS
RTT
TOA
TDOA
OTD
AOA
E-OTD

Híbridos

LBS – A Localização Espacial

A Localização Espacial, tem duas características que a tornam única na sua integração com os mais diversos aspectos da

sociedade:

LBS – A Localização Espacial A Localização Espacial , tem duas características que a tornam única
LBS – A Localização Espacial A Localização Espacial , tem duas características que a tornam única
LBS – A Localização Espacial A Localização Espacial , tem duas características que a tornam única

Papel Úbiquo

Capacidade Modelar a Realidade

Mapa Imagem Código Postal Endereço Ponto Referência Número Telefone

A Localização Espacial é contextualmente simples e Intuitiva

LBS – Evolução

1ª Geração

LBS – Evolução 1ª Geração - Interface dependente utilizador - Acesso de computador fixo 2ª Geração
  • - Interface dependente utilizador - Acesso de computador fixo

2ª Geração

  • Extraem informação da localização através da rede

- -
-
-

São iniciados pelo utilizador – (“modo procura”)

3ª Geração

-
-
  • Podem ser iniciados automaticamente

-
-

Estão permanentemente “atentos” a condições da localização geográfica da unidade móvel, activando-se ao cumprimento das mesmas (“modo alerta”).

Perfis de Utilizador

Entrega personalizada informação e serviços

LBS – Características

Condições de Activação LBS 3G

LBS – Características Condições de Activação LBS 3G Alerta Objecto Object Trigger Alerta Temporal Object Temporal

Alerta Objecto

Object Trigger

Alerta Temporal

Object Temporal Trigger

Alerta Afinidade

Ms-Ms Affinity Trigger

Receber Enviar LBS Pull Push
Receber
Enviar
LBS
Pull
Push
Categorias de LBS Informação Faturação Informação Local Faturação Sensível Localização Safety Segurança Seguimento Monitorização Emergência 112
Categorias de LBS
Informação
Faturação
Informação Local
Faturação Sensível
Localização
Safety
Segurança
Seguimento
Monitorização
Emergência 112 /
Remota
911
Entretenimento
Publicidade
ICQ Localizado
Jogos função do Local
Publicidade
Localizada
Safety
ITS
Turismo
Navegação Veículos
Gestão Tráfego
Serviços
Integrados
de Turismo

LBS e a Navegação Pessoal

NAVEGAÇÃO PESSOAL

É uma evolução do conceito de navegação em veículos,

resultante da especificidade das tarefas envolvidas.

?
?

Qual é a localização do Utilizador ? Onde está o destino desejado ? Quais são os diferentes modos de transporte para o destino ? Onde estão os amigos, clientes, recursos ou património ?

Avaliação de Sistemas no Mercado

PDA
PDA
Gestão Veículos
Gestão
Veículos
Telemóvel Híbrido
Telemóvel
Híbrido
Navegação Automóvel
Navegação
Automóvel

Aplicações Internet e Cd Rom

Mapas.vizzavi.pt
Mapas.vizzavi.pt
Route66
Route66
Geo.sapo.pt
Geo.sapo.pt
Aplicações Internet e Cd Rom Mapas.vizzavi.pt Route66 Geo.sapo.pt Infogeo.oninet.pt Mapas.clix.pt

www.geoweb.pt

Infogeo.oninet.pt
Infogeo.oninet.pt
Mapas.clix.pt
Mapas.clix.pt

Qualidade

Eficácia

Produto Serviço
Produto
Serviço

Desempenho

Qualidade

Indicador

Qualidade Eficácia Produto Serviço Desempenho Qualidade Indicador Excelência Medida da “adequação aos usos”. QIG Rigor Resolução
Qualidade Eficácia Produto Serviço Desempenho Qualidade Indicador Excelência Medida da “adequação aos usos”. QIG Rigor Resolução

Excelência

Medida da “adequação aos usos”.

QIG Rigor Resolução Consistência Completitude
QIG
Rigor
Resolução
Consistência
Completitude

Qualidade dos dados nos LBS

Qualidade Dados Geográficos
Qualidade
Dados Geográficos

Qualidade dados nos LBS

Sistemas Informação Abrangência Serviços Interoperabilidade
Sistemas Informação
Abrangência
Serviços
Interoperabilidade
Actores
Actores

Processo

Qualidade num LBS

Área 1 Área ... (n) Área 2
Área 1
Área ...
(n)
Área 2

Objectivos

Requisitos

LBS Qualidade Final avaliação
LBS
Qualidade
Final
avaliação

complexa

Factor “em tempo real”
Factor “em tempo real”
Factor topologia dinâmica
Factor topologia dinâmica

Avaliação Qualidade num LBS

LBS Dinamism o
LBS
Dinamism
o
Capacidade de : - comunicar - executar programas - transferir dados
Capacidade de :
-
comunicar
-
executar programas
-
transferir dados

Interoperabilidade

Veregin
Veregin

Qualidade QIG

Avaliação Qualidade num LBS LBS Dinamism o Capacidade de : - comunicar - executar programas -
Metodologia
Metodologia
A nova economia E E xi xi s s t t e e um um a

A nova economia

EExixissttee umumaa ""nov

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dustrial"

al"

os, nasc

E- Comércio Eletrônico

Fornecedor Logística de aquisição B2B EMPRESA B2B Atacadista B2B Varejista Logística de distribuição B2B B 2
Fornecedor
Logística de aquisição
B2B
EMPRESA
B2B
Atacadista
B2B
Varejista
Logística de distribuição
B2B
B
2
C
Portal Agregador
B2C
Consumidor

Fonte: Adaptado de Symonds, Mathew. Business and the Internet, Survey.

Nova Economia

Internet Banking

Cerca de 80% das transações no País serão realizadas pela Internet

Há atualmente no Brasil aproximadamente de 10 milhões de computadores pessoais em uso e mais de 40 milhões de contas correntes ativas. Quando a diferença desses números diminuir, a tendência é de que os serviços bancários só

sejam prestados via rede. "Em cinco anos, o Brasil pode chegar a ter 80% das transações bancárias feitas por meio da Internet, como ocorre hoje no Canadá”.

A redução de custos no setor bancário obtida com operações realizadas pela Internet, aliás, incentiva cada vez mais novos investimentos em serviços para os clientes por meio da rede. Para o cliente, o uso deste meio eletrônico garante redução das tarifas bancárias. No caso do banco, os lucros são mantidos, mesmo com menores preços. Os quatro maiores bancos brasileiros em atuação na rede somam mais de 3 milhões de clientes cadastrados na rede. Entretanto somente uma parcela destes clientes realizam todas as suas transações por meio eletrônico.

Nova Economia

B2C E-Commerce Um pé lá e outro cá

N ova Economia B 2C E-Commerce Um pé lá e outro cá

gráfico e-business: Nova economia

B2C Front end – loja Marketing Logística Fidelização Personalização B2B e-marketplace e-procurement supplay chain Web EDI
B2C
Front end – loja
Marketing
Logística
Fidelização
Personalização
B2B
e-marketplace
e-procurement
supplay chain
Web EDI
ERP
Integração
Empresa
Automatização
Extranet
Globalização

Capital

Venture Capital Angels Bolsas

Conteúdo

Surfer Webwritter Jornalista Produtores de conteúdo

Infraestrutura

Data Center Links Call Center

Tecnologia

Internet Internet 2 Wireless Satélite Rádio WAP TDMA

Desenvolvimento

Programadores Web Designers Comercial

gráfico B2B
gráfico
B2B

B2C

gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS

EMPRESA

gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS

E-BUSINESS

   
gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS
 
gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS
gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS
gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS
gráfico B2B B2C EMPRESA E-BUSINESS
 

Brasil

O Brasil equivale economicamente a:

Suécia + Espanha

Taiwan + Rússia

Dinamarca + Bélgica + Holanda

O Brasil é o 9 o. País do mundo em Poder de Compra com mais de US$1 trilhão de dólares:

EUA, China, Japão, Alemanha, India, França, Inglaterra, Itália, Brasil;

A previsão é que passe para o 5 o. lugar em 2001, atrás da Alemanha.

 

1,3 milhão de lavadoras

82% mais que no Canadá - 4o. Maior mercado do mundo 95,1 milhões de litros de shampu

352% mais que no Canadá 8,02 trilhões de litros de refrigerantes

343% mais que no Canadá - 3o Maior mercado do mundo.

Brasil

1,9 bilhão de fraldas descartáveis

62% mais que na Itália

63,4 mil toneladas de creme dental

456% mais que na Itália

51,4 mil títulos de livros

12% mais que a Itália

US$1,2 bilhão em CD’s

5 o. maior mercado fonográfico do mundo

 

681,9 mil toneladas de biscoito

27% mais que o Japão 2o.maior mercado do mundo

3 milhões de geladeiras

66% maior que o Reino Unido 4o.maior mercado do mundo

126 milhões de escovas de dente

223% mais que o México

Brasil

1,6 bilhão de potes de 250g de margarina

1,9 bilhão de pacotes de macarrão de 500g

118,5 milhões de calças jeans

US$3.8 bilhões em cosméticos

8,6 milhões de usuários da Internet

 

Residências no interior de São Paulo:

97% tem geladeira;

94% tem TV em cores;

91,3% tem Máquina de Lavar;

78,3% tem Videocassete;

33,3% tem Freezer.

SEAD - Pesquisa de Condições de Vida

 

2 o. maior mercado de jatos executivos e helicópteros;

2 o. de microondas;

2 o. de telefones celulares;

2 o. de fax;

2 o. de equipamentos de mergulho e alpinismo ...

Brasil

Representa 42% do PIB da América Latina incluindo o México e seu PIB representa 13,3% do PIB total dos países em desenvolvimento, incluindo a China.

Se o Brasil quebrar ...

O México quebra 30 minutos depois

A Argentina quebra 15 minutos depois

O Chile quebra 5 minutos depois

O Paraguai ...

 

Todo o PIB da Argentina ...

Eqüivale ao Interior do Estado de São Paulo Todo o PIB do Chile ...

Eqüivale ao Grande Campinas (Ernest & Young) Todo o PIB do Uruguai ...

Eqüivale ao bairro de Santo Amaro em São Paulo

Brasil:

  • - Esta desenvolvendo a Infraestrutura, cabos, telefones, links

  • - Apenas 18 % da população possui cartão de crédito

  • - Apenas 10 milhões de usuários de internet (população brasileira 170 milhões, usuários ativos 36 milhões)

  • - O Brasil vem crescendo a taxas impressionantes, no começo do ano existia apenas apenas 3 milhões de usuários de internet.

  • - Os investimentos em B2C foram enormes, os analistas foram levados pela tecnologia e formaram a “Internet Bubble

  • - As ações de tecnologia foram valorizadas a taxas surpreendentes.

  • - Quando as empresas de internet brasileiras começaram a se profissionalizar e necessitar de dinheiro, a ”bolha” estourou.

Nova Economia X Velha Economia

N ova Economia X Velha Economia Velha Economia Nova Economia - As empresas tinham dono. -

Velha Economia

N ova Economia X Velha Economia Velha Economia Nova Economia - As empresas tinham dono. -

Nova Economia

  • - As empresas tinham dono.

  • - O principal ativo é o maquinário ou o estoque.

  • - Os donos das empresas são os fundos de investimento e os donos de ações.

  • - O principal ativo é o capital humano e as informações.

  • - Baixo uso de tecnologia

  • - Investidores tradicionais

  • - Alto uso de tecnologia

  • - Investidores do mundo interiro são capazes de investir na sua empresa através da bolsa eletrônica.

Nova Economia X Velha Economia

N ova Economia X Velha Economia - Bolsa Eletrônica com foco em alta tecnologia - Permite
  • - Bolsa Eletrônica com foco em alta tecnologia

  • - Permite o acesso de empresas pequenas ao mercado acionário (IPO)

  • - É a grande responsável pela Bolha de Internet

  • - Permite que investidores do mundo inteiro comprem ações via internet

  • - Obriga as empresas a fornecerem informações constantes sobre a empresa

  • - Os fundos de investimento fazem análises sofisticadas sobre os mercados setoriais, macroeconomia, globalização para os seus clientes.

  • - Você pode investir em um fundo de tecnologia com recursos a partir de US$ 1000,00.

  • - Os fundos investem em empresas do mundo inteiro e o dinheiro sai de um país para o outro em segundos.

Nova Economia X Velha Economia

Bolsas

Velha economia Nova economia
Velha economia
Nova economia

Nova Economia X Velha Economia

N ova Economia X Velha Economia - As empresas não tem dono, e sim managment team
  • - As empresas não tem dono, e sim managment team (CEO, CIO, CFO).

  • - Se a empresa não der resultado o managment pode ser trocado.

  • - Os funcionários tem stock option.

  • - O dinheiro entra e sai do caixa com um click do mouse.

  • - A empresa compete com as outras empresas segundo a segundo.

  • - As novas tecnologias estão mudando a forma de fazer negócios: Internet, Wireless, Computadores, Softwares, Inteligência artificial, Datamining, ASP, Celulares, etc ...

5.6 E-gov

Hoje: novos relacionamentos e novos públicos estratégicos Planeta Sociedade governos Mercado clientes clientes ONGs Empresa investidores
Hoje: novos relacionamentos e
novos públicos estratégicos
Planeta
Sociedade
governos
Mercado
clientes
clientes
ONGs
Empresa
investidores
meio
colaboradores
ambiente
fornecedores
parceiros
concorrentes
comunidade

E-gov

E-gov

Administração Pública

Administração Pública

Sistema Especialista

Um sistema é do tipo especialista quando um experto toma decisões que conduzem a resultados mais satistatórios do que um agente não especializado.

Definição de SE

“Expert Systems are a class of computer programs that can advise, analyze, categorize, communicate, consult, design, diagnose, explain, explore, forecast, form concepts, identify, interpret, justify, learn, manage, monitor, plan, present, retrieve, schedule, test, and tutor. They address problems normally thought to require human specialists for their solution”

(Michaelson, Michie, & Boulanger 1985))

Definição de SE

“An intelligent computer program that uses knowledge and inference procedures to solve problems that are difficult enough to require significant human expertise for their solution”

(Feigenbaum 1982)

“Expert System = Knowledge Base + Inference Engine”

(Cowell et al. 1999)

Definições de SEs

“An Expert System is a computer system which emulates the human decision- making ability of a human expert” (Giarratano & Riley 1989)

“An expert system is a computer program that represents and reasons with knowledge of some specialist subject with a view to solving problems or giving advice” (Jackson 1999)

Sistemas Especialistas

versus

Sistemas Convencionais

• Sistemas Especialistas

– manipulam conhecimento

• Programas convencionais

– manipulam dados

Sistemas Especialistas

versus

Sistemas Convencionais

Processamento de Dados

– representação e uso de dados

– algorítmico

– processos repetitivos

– efetiva manipulação de grandes bases de dados

Engenharia de Conhecimento

– representação e uso de conhecimento

– heurística

– processos de inferência

– efetiva manipulação de grandes bases de conhecimento

Propriedade de um especialista

• Conhecimento em assunto restrito • Capacidade de memória • Aprende através de exemplos • Trata situações complexas • Resolve problemas mesmo quando falta informação • Determina o que é importante

Propriedade de um especialista

• Reage rapidamente e corretamente a uma nova situação • Compreende imagens visuais • Processa e manipula símbolos • Criatividade e imaginação • Usa heurística

Table 11.1

Personagens de um Sistema Especialista

DoDonono

Personagens de um Sistema Especialista Do Do no no Po Po r r q q ue
Personagens de um Sistema Especialista Do Do no no Po Po r r q q ue

PoPorr qqueue oouu ppaarara ququee cri

criar?

ar?

EEngngeennhheeiroiro

Personagens de um Sistema Especialista Do Do no no Po Po r r q q ue

Pesquisa

Pesq

uisaddoorr

Personagens de um Sistema Especialista Do Do no no Po Po r r q q ue

CoCommoo mmelho

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CoCommoo iimplem

mplemenenttar?

ar?

Usu Usuááriorio ÉÉ úúttil?il? CoConfiáv nfiável? el? Car Caroo??
Usu
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Características de SEs

• Apresenta comportamento inteligente • Oferece conclusão para relacionamentos complexos • Prover conhecimento portável • Trata com incerteza

Tarefas de um SE

Definir objetivos estratégicos

Planejamento

Projeto

Decisão

Monitoramento e Controle de

Qualidade

Diagnósticos

Tarefas de um SE • Definir objetivos estratégicos • Planejamento • Projeto • Decisão • Monitoramento

[Figure 11.5]

Problemas e Limitações

• Aquisição ainda difícil e está sujeita a um grande número de preconceitos

• Avaliação de desempenho difícil • Desenvolvimento longo e manutenção delicada

• Só trabalham muito bem em domínios restrito

Benefícios do S.E.

• Criação de repositório de conhecimento • Crescimento de produtividade e qualidade • Habilidade de resolver problemas complexos • Flexibilidade e modularidade • Operação em ambientes arriscados • Credibilidade • Habilidade de trabalhar com informações incompletas ou incertas

• Fornecimento de treinamento

Gargalo na construção de SEs

Dificuldade de introspecção

– o especialista quase nunca está ciente de como usa o conhecimento

– Algumas soluções são intuitivas ou “compiladas”.

– o especialista tem dificuldade de verbalizar sob pressão

Uso de vocabulário próprio (jargão)

O conhecimento expresso pode ser

irrelevante

– quantidades enormes de informações supérfluas são coletadas, para em seguida serem organizadas.

– desafio: evitar informação irrelevante sem bloquear a descoberta de conceitos adicionais.

Gargalo na construção de SEs

O conhecimento expresso pode ser incompleto

– o especialista pode não lembrar o

conhecimento aprofundado para resolver um

problema

– especialista pular pontos importantes

O conhecimento expresso pode ser incorreto ou

inconsistente

– Afinal quem garante a qualidade da solução,

já que ela é “coisa de especialista”?

– a racionalidade que se deseja modelar é limitada (H. Simon)!

Boa Prática

A tarefa não deveria ser muito difícil para

especialistas humanos

Defina a tarefa claramente

Decida antes como você vai avaliar o sistema

Trabalhe bem a representação do conhecimento

Separe conhecimendo de domínio específico de

conhecimento geral

Se as regras são similares, tente unifica-las

Agrupe regras em conjuntos de regras

Adote um estilo de programação

Sacrifique eficiência pela facilidade de manutenção

Últimos desenvolvimentos e tendências

• Ferramentas de desenvolvimento • Integração com outros sistemas

– ex. banco de dados e sistemas de suporte à decisão

• Tratamento de incerteza

– Redes Bayesianas

• Aprendizagem de máquina

Classes de tarefas

Aplicações de SE e IA

Sistemas relacionados à contabilidade

Planejamento de recursos de capital

A análise de pedidos de empréstimos

Gestão financeira

Produção

Aplicações estratégicas e de marketing

Gerenciamento e recuperação de informações

Integração de SE

Como o SE é desenvolvido?

Nível de Conhecimento

Nível Lógico

Nível de Implementação

Como o SE é desenvolvido? Nível de Conhecimento Nível Lógico Nível de Implementação AQUISIÇÃO FORMULAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO
Como o SE é desenvolvido? Nível de Conhecimento Nível Lógico Nível de Implementação AQUISIÇÃO FORMULAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO

AQUISIÇÃO

Como o SE é desenvolvido? Nível de Conhecimento Nível Lógico Nível de Implementação AQUISIÇÃO FORMULAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO

FORMULAÇÃO

Como o SE é desenvolvido? Nível de Conhecimento Nível Lógico Nível de Implementação AQUISIÇÃO FORMULAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO

Como o SE é desenvolvido? Nível de Conhecimento Nível Lógico Nível de Implementação AQUISIÇÃO FORMULAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO

REFINAMENTO

BC
BC

Estrutura de um Sistemas

Especialista

BABASESE DEDE CONHE

CONHECI

CIMEN

MENTTOSOS

ReReggrrasas

FFato

atoss

MMÁÁQQUUIINANA DEDE INF INFERÊ ERÊNCIA NCIA InInfer ferêênnciacia Contr Control olee
MMÁÁQQUUIINANA DEDE INF
INFERÊ
ERÊNCIA
NCIA
InInfer
ferêênnciacia
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Control
olee
Estrutura de um Sistemas Especialista BA BA SE SE DE DE CONHE CONHE CI CI MEN
Estrutura de um Sistemas Especialista BA BA SE SE DE DE CONHE CONHE CI CI MEN
Estrutura de um Sistemas Especialista BA BA SE SE DE DE CONHE CONHE CI CI MEN
Estrutura de um Sistemas Especialista BA BA SE SE DE DE CONHE CONHE CI CI MEN
I n terf ac e us uá ri o
I
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us uá ri o

USUÁÁRIO

USU

RIO

Modulo de aquisição de conhecimento
Modulo de
aquisição de
conhecimento
Estrutura de um Sistemas Especialista BA BA SE SE DE DE CONHE CONHE CI CI MEN
Modulo de explanação
Modulo de
explanação

EnEngen

genheheiiroro dede CCononhehecimcimeento

nto

Atores de um SE

Especialista Equipe de Construtor de Suporte Ferramentas Testa Conhecimento Fornece Documentado Adquire Suporte Constrói Conhecimento Usa
Especialista
Equipe de
Construtor de
Suporte
Ferramentas
Testa
Conhecimento
Fornece
Documentado
Adquire
Suporte
Constrói
Conhecimento
Usa
Sistema
Ferramentas,
Usa
Constrói
Especialista
Linguagens
Engenheiro de
Usa
Conhecimento
Usa
Fornece
Coopera
Construtor
Conecta
Usuário
Vendedor
do sistema
Final

Desenvolvimento ...

1) Construção da base de conhecimento

Aquisição de conhecimento!!! – Representação de conhecimento (formalização)

2) Implementação

– Codificação

Desenvolvimento ... 1) Construção da base de conhecimento – Aquisição de conhecimento!!! – Representação de conhecimento

– Construção do sistema de explicação, interface, etc.

3) Refinamento e validação

Aquisição de Conhecimento

Aquisição/Explicitação de conhecimento

– acumulação, transferência e transformação de

alguma fonte de conhecimento para um

computador (base de conhecimento).

– Espécie de engenharia de requisitos mais

complexa

Pode originar-se de várias fontes:

– especialistas, livros e documentos, filmes, etc.

Principais fases da aquisição

– identificar características do problema

– isolar os conceitos principais e suas relações

(ontologia)

– identificar inferências sobre estes conceitos

Métodos de aquisição

3 categorias: Manual, Semi-automático e

Automático

Manual

– Entrevistas (estruturadas ou não estruturadas)

– Tracking methods (análise de protocolos e

observação)

explicitação especialista codificação Engenheiro de conhecimento Base de conhecimento documentação
explicitação
especialista
codificação
Engenheiro de
conhecimento
Base de
conhecimento
documentação

Métodos de aquisição

Semi-automáticos

– ajuda ao especialista

– ajuda ao engenheiro de conhecimento

(editores, documentadores, etc.)

especialista Ferramentas interativas de entrevista Engenheiro de conhecimento
especialista
Ferramentas interativas
de entrevista
Engenheiro de conhecimento

Base de

conhecimento

•Automático:

machine learning

Casos e exemplos Indução automática Regras
Casos e exemplos
Indução automática
Regras