Você está na página 1de 39

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E CIÊNCIA DE ALIMENTOS


DISCIPLINA ENGENHARIA DO PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS

SECAGEM ARTIFICAL DE MILHO EM LEITO FIXO


ANA CLAUDIA ARAÚJO (143684)
BRUNO ROSWAG (143685)
JACINTA LUTÉCIA (143687)
THYAGO AMARAL (143691)
INTRODUÇÃO

- A necessidade da preservação, armazenar de Preservação por calor, preservação por frio,


alimentos, preservação por fermentação, preservação por
- sobrevivência aditivos, preservação por salga e defumação

AN et al., 2020; KONG; SINGH, FELLOWS, 2006; VASCONCELOS; MELO,


2016 2016 LEONARDI; AZEVEDO, 2018

- Alterações indesejáveis
- retardar as alterações indesejáveis
- métodos de conservação dos alimentos
INTRODUÇÃO

- Com o milho, o processo de secagem através do


emprego de calor Desenvolver um projeto visando a implantação de
- Garante qualidade dos produtos agrícolas uma indústria de secagem artificial de milho.

PORTELLA; EICHELBERGER, FEPARDE; JAYAS; WHITE,


2001 2003 O objetivo

- Secagem: remoção de grande parte da água


inicialmente
-após seu amadurecimento fisiológico, a um nível
máximo de umidade no qual possa ser armazenado
-condições ambientais por longos períodos
- sem a perda de suas propriedades nutricionais e
organolépticas
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O MILHO

 O milho é um dos cereais mais consumidos no mundo e tem umas das culturas mais importantes, tanto do ponto
de vista social como no ponto de vista econômico;

 Alimentação humana e animal;

 É um ingrediente indústrias de alimentos, químicas, farmacêuticas, papéis, têxtil e outras

(CONAB, 2018; PAES, 2006).


REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

PRODUÇÃO DE MILHO

Cenário mundial Nas safras

 Maior cultura agrícola;  Nas últimas 20 safras, a produção quase dobrou de


valor. 2000/2001 alcançou 601,7 milhões de toneladas,
 Produção de 1 bilhão de toneladas;
já na safra 2019/20, estimou-se o valor de 1,1 bilhão de
 Estimativa obtém cerca de 3.500 aplicações toneladas de milho produzido ;
 Na safra 2016/2017, o Brasil alcançou o terceiro lugar
como o maior produtor mundial, nesse ano o país
atingiu uma produção estimada em 98,5 milhões de
toneladas.

(MIRANDA, 2018) (CONAB, 2018) (CONAB, 2019).

10/31/2021
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

MÉTODOS EMPREGADOS NA SECAGEM DE GRÃOS

Natural Artificial
• Ação do vento e da luz solar para • Métodos mecânicos, elétricos ou
remover a umidade das sementes; eletrônicos para forçar a passagem do ar
• Baixo custo; pelas sementes;
• Baixos rendimentos;
• Depende condições climáticas; • Controle de temperatura, fluxo de ar seco e
o tempo que as sementes ficam expostas ao
• Mão-de-obra pesada. ar quente;

• Recomendado para grãos.

6
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

MÉTODOS EMPREGADOS NA SECAGEM DE GRÃOS

• SECAGEM ARTIFICIAL

 Quanto a movimentação de ar e carga:


 Quanto a temperatura do processo:
Estacionário: os grãos permanecem estáticos e
apenas o ar é movimentado (ar em fluxo axial e
em fluxo radial); - Alta temperatura;
-Baixa temperatura;
Convencional: ar e grãos se movimentam durante -Combinado.
a operação (contínuos e intermitentes);

Sistema misto: os grãos passam inicialmente, por


uma secagem convencional seguida por uma
etapa de secagem estacionária.

7
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

EQUIPAMENTOS EMPREGADOS NA SECAGEM DE GRÃOS

 Secador de fluxos cruzados;


 Secador de fluxos concorrentes;
 Secador de fluxos contracorrentes;
 Secador em cascata;
 Secador rotativo;
 Secador em leito fluidizado ;
 Secador em leito fixo

8
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

EQUIPAMENTOS EMPREGADOS NA SECAGEM DE GRÃOS

 Secador de fluxos cruzados;


 Secador de fluxos concorrentes;
 Secador de fluxos contracorrentes;
 Secador em cascata;
 Secador rotativo;
• Minimiza impactos mecânicos;
 Secador em leito fluidizado ;
• Proporciona controle do processo;
 Secador em leito fixo • Baixo investimento inicial,
• Secagem e o armazenamento realizados no mesmo
silo;
• Produz materiais de alta qualidade.

9
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

SECADOR DE LEITO FIXO

 A secagem em leito fixo, consiste em forçar um


fluxo de ar através de uma camada de produto que Figura 1: Secador de leito fixo
permanece estática no interior do secador;

 O equipamento é composto por coluna cilíndrica


com a base de material perfurado, acoplada a um
ventilador;

Fonte: Silva, 2008


10
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

PROCESSO DE SECAGEM

É definido como o processo de transferência simultânea de calor e massa (umidade)


entre o produto e o ar de secagem.

10/31/2021
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

OBJETIVOS DO PROCESSO DE SECAGEM

 Reduzir a umidade dos grãos a níveis:


 Seguros para armazenagem;
 Ideais para o processamento/comercialização;
 Reduzir o crescimento de fungos e bactérias;
 Reduzir o peso a ser transportado;
 Preservação de nutrientes e sabor;
 Reduzir riscos decorrentes de fatores ambientais (clima);
 Permitir um período maior de comercialização.

10/31/2021
FLUXOGRAMA DA PLANTA

10/31/2021
LAYOUT DA PLANTA
Figura 2 – Layout do processo de secagem do grão de milho.

10/31/2021
LAYOUT DA PLANTA
Figura 3 – Esquema do layout do processo de secagem do grão de milho.

10/31/2021
DIMENSIONAMENTO DO SECADOR
Tomando como hipótese o dimensionamento de um sistema de secagem para a colheita
de um produtor de milho:
Quadro 1: Valores de produção fornecidos pelo proprietário rural.
Hectares (he) 10000
Produtividae esperada por hectar (Kg he-1) 10
Capacidade de colheita (kg dia-1) 200
Temperatura média (°C) 25
Umidade média (%) 25
Período de colheita (meses) 3 (75 dias úteis)

Assumindo altura de leito de milho de 0,40 m e massa específica do milho de 1330


kg/m3, podemos estimar a volume de milho total e volume de milho por dia.
16
 Volume de milho a ser produzido por hectar (Vh):

Vh = Volume de milho por hectare, m3/he


Pe= Produtividade esperada, kg/he
ρm= massa específica do milho, kg/m3

 Volume de milho obtido em toda a extensão do terreno (he):

Vt = Volume total de milho, m3


Vh= Volume de milho por hectare, m3/he
Nº hectares = hectares plantados
17
 Volume de milho a ser colhido diariamente no período de colheita

Vd = Volume de milho por dia, m3/d;


Vt = Volume total de milho, m3;
Dias = dias de colheita (75 dias úteis).

 Área ocupada do secador para suportar o volume de milho a passar pelo processo por dia:

Vd = Volume de milho por dia, m3/d;


h= altura do leito (m).

18
 Diâmetro do secador:

Ds = Diâmetro do secador (m);


A = Área do secador (m2).

 Assumindo altura 1 m para o secador volume do equipamento pode ser calculado:

Vs = volume do secador;
r = raio do secador;
h= altura do secador (m).

19
 Carga máxima de milho para o volume estabelecido:

Cs = Carga máxima de secagem (Kg);


Vs = Volume do secador (m3);
ρm= massa específica do milho, kg/m3.

 Vazão de ar requerida para a secagem, assumindo fluxo de ar de 10 m3/min m2:

Q = Vazão de ar (m3/min);
q = Fluxo de ar (m3/min m2);
A= Área do secador.

20
A umidade inicial do grão de milho é 25% e o desejado para o armazenamento é de
aproximadamente 15%, portanto, a quantidade de água a ser removida no processo de secagem do
milho pode ser obtida:

 quantidade de água a ser removida no processo de secagem (kg):


Ma= Massa de água a ser removida (kg)
Ui= Umidade inicial do processo;
Uf= Umidade final do processo;
Cs= Carga do secador (kg).
21
 Quantidade de ar (qar) (kg) para remover a massa de água (Ma):

qar = quantidade de ar para remover a massa de água (Ma);


Ma = massa de água contida no milho;
RME= Razão de mistura na exaustão;
RMP= Razão de mistura no Plenum.

 Tempo de secagem (ts): ts = tempo de secagem (h);


qar= quantidade de ar para remover a massa de água (kg);
Q= Vazão de ar (m3/min).

22
 Tempo total de operação de secagem pode ser determinado levando em consideração o tempo de secagem (ts),
tempo de revolvimento (tr), tempo de carregamento do secador (tc) e tempo de descarga do secador.
Considerando que o revolvimento dos grãos no secador foram realizados a cada 3 h durante 20 min o tempo de
revolvimento pode ser calculado

Tt = tempo de operação;
ts= tempo de secagem;
tr= tempo de revolvimento;
tc= tempo carregamento secador;
td= tempo descarga secador.

 Considerando o tc = 2 h e td = 1 h o tempo total de operação pode ser estimado:

23
 Balanço de massa para o secador através dos parâmetros volume total de milho (752 m3), capacidade do secador
(16758 Kg) e a massa específica do milho (1330 Kg/m3)

24
 Eficiência do secador foi calculada considerando o calor latente de vaporização da água (50ºC) de 2382,75 Kj/Kg,
volume do secador de 25,01 m2, potência do secador 60000 W e tempo de secagem 61,3 h:

n = Eficiência do secador (%);


Er = Energia requerida para evaporar a água (Kj);
Ef = Energia fornecida pelo secador.

 Considerando que a composição do milho em massa seja 25% água e 75% sólidos a energia para a remoção
de água de todo milho colhido pode ser calculada:

25
 Eficiência de secagem n = Eficiência do secador (%);
Er = Energia requerida para evaporar a água (Kj);
Ef = Energia fornecida pelo secador.

 Rendimento de secagem R= rendimento de secagem (%);


Te = temperatura entrada do secador;
Ts = temperatura de saída do secador;
Ta = temperatura ambiente.

Sabendo-se que a temperatura de entrada do secador (te), temperatura de saída do secador (ts) e temperatura
ambiente valem 50, 38 e 25 ºC, respectivamente.
26
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO

 O processo de secagem é caracterizado pelo elevado custo, principalmente


àqueles referentes aos equipamentos.

CUSTO TOTAL = CUSTOS FIXOS +


CUSTOS VARIÁVEIS

27
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO

 CUSTOS FIXOS: São aqueles que independem da intensidade de utilização do sistema de


secagem (QUEIROZ, 2003);
 Para a realização do cálculo deve-se considerar:
• .
- Depreciação (D);
- Juros sobre capital investido (J);
- Taxas de impostos/seguro/abrigo (ISA);
- Mão de obra indireta (MDI).

Logo:
CF = D + J + ISA + MDI
28
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO
 CUSTOS FIXOS

 Depreciação: Custo fixo referente ao desgaste natural do equipamento e é dada pela seguinte
equação:
PS
D Onde:
L
• . P= valor de aquisição do sistema de secagem, R$/ano;
S=valor de sucata do equipamento, R$/ anos;
L= vida útil do sistema de secagem/anos

Considerando:
P= R$ 150.000,00
S= R$ 15.000,00 150000  15000
D  R$9000,00 / ano
L= 15 anos 15

29
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO

 CUSTOS FIXOS

Juros sobre o capital investido


 Onde:
PS
J  i P= valor de aquisição do sistema de secagem, R$/ano;
2
S=valor de sucata do equipamento, R$/ anos;
• .
i= Taxa de juros ao ano, em decimal

Considerando:
P= R$ 150.000,00
S= R$ 15.000,00
150000  15000
i= 10% J   0,1  R$8250,00 / ano
2

 30
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO
 CUSTOS FIXOS

 Custos com impostos, seguro e abrigo


Tisa
ISA  P
100
Onde:
P= valor de aquisição do sistema de secagem, R$/ano;
• .
Tisa= Taxa de impostos, seguros e abrigos, R$/ano

Considerando:
P= R$ 150.000,00
Ti= R$ 1500,00 (1% de P);
Ts= R$ 375,00 (0,25% de P);
Ta= R$1275,00 (0,85% de P).
ISA= R$ 3.150,00/ ano
31
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DO PROCESSO
 CUSTOS FIXOS

 Custos com mão-de-obra indireta: Corresponde ao custo dos salários de funcionários que
independem de uso de equipamentos.
MDI  FP  f
• .
Onde: FP= Folha de pagamento do pessoal, R$/ano;
f = Faturamento do processo (15% do faturamento total unidade)

Considerando: salário mensal R$1100,00 e que os administradores serão os sócios do local;

32
ESTIMATIVA DOS CUSTOS DE SECAGEM
 CUSTOS FIXOS

Com a folha de pagamento


MDI no  valor
52800 de R$52.800,00,
 0,15  R o custo
$7920 com,00
mão de obra indireta será:

• .
Com todos os parâmetros calculamos, o custo fixo do processo é:

CF= D + J+ ISA+ MDI = 9000 + 8250 + 3150+ 7920 = R$ 28.320,00

33
pl .cl
 Custo da lenha:
100  pl= R$ 65,00 (A tonelada de lenha)
 Cle = cl= 400 Kg/h (Consumo de lenha do secador por hora)
CUSTOS VARIADOS Cle = = R$ 26,00/hora Cle = R$ 75.920,00/ano

 A fábrica funciona por 8


horas; P  prm  P = R$ 250.000,00 (Preço de aquisição)
100  tu
 Custo dos reparos e manutenção:
p = 3% do preço de aquisição
 Todo valor calculado em rm
 C rm =
ano foi considerado 365 tu = 2.000 horas por ano (tempo de utilização)
dias (não retirando os Crm = = R$ 3,75/hora Crm = R$ 10.950,00/ano
finais de semanas e
feriados);
pm = 30 cv (potência demandada)
 Chegando em um valor  Custo com a energia elétrica:
PkWh = R$ 0,50 kW.h (Preço do kW.h)
máximo possível ao ano.  Cel= pm*0,7355*PkWh
Cel = 30*0,7355*0,50 = R$ 11,033/hora
Cel = R$ 32.214,90/ano
10/31/2021
CUSTOS VARIADOS  Custo com a mão de obra direta :
Es
 Cmdo= 1 S
  o = R$ 1.100,00 (Salário do operador)
100  So
 Na produção iram ter 3 176 Es = 40% encargos sociais
pessoas operando esse valor
Cmdo = = R$ 8,75/hora
é multiplicado por 3;
Cmdo = R$ 76.650,00/ano para 3 funcionários
 Todo valor calculado em
ano foi considerado 365  O custo variável total (CV):
dias (não retirando os finais
 Cv= 75.920,00 + 32.214,90 + 10.950,00 + 76.650,00
de semanas e feriados);
Cv = R$ 195.734,90/ano
 Chegando em um valor
máximo possível ao ano.
 Custo total da empresa de secagem de milho

CT= R$ 28.320,00 + R$ 195.734,90


CT = R$ 224054,90/ano

10/31/2021
CONCLUSÃO

A partir desse projeto foi possível realizar o dimensionamento de um secador de leito


fixo para secagem de milho e consolidar os conhecimentos referentes a esse processo.
De acordo com os cálculos, o equipamento deve possuir área de 25,01 m2 para suportar a
carga máxima de milho de 33263,3 kg. Assim, a eficiência energética do secador será de
• .
75,4% e os custos totais do processo serão de R$ 22.4054,90/ano.

36
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALBINI, G. Reumidificação, caracterização e secagem de grãos de cevada em leito fixo. Dissertação de


Mestrado. Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2015.

ALVES, D. A S. Secagem de Pimenta-do-Reino (Piper nigrum L) em secador de leito fixo. Dissertação de


Mestrado. Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2015.

AN, X., LI, Z.; ZUDE-SASSE, M.; TCHUENBOU-MAGAIA, F.; YANG, Y. Characterization of textural failure
mechanics of strawberry fruit. Journal of Food Engineering, p. 110016, 2020.
BARROS, G.• S..A. C.; ALVES, L. R. A. USP-ESALQ. Visão agrícola.a. Nº13, Piracicaba – SP, Jul/Dez 2015.
Disponível em: Acesso em: 03 Dez. 2020.
BROOKER, D. B.; BAKKER-ARKEMA, F. W.; HALL, C. W. Drying cereal grains. Westport: The AVI
Publishing Company Inc., 265 p., 1974.
 
CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. Séries históricas. 2018. Disponível em:https
://www.conab.gov.br/conteudos.php?a=1252&t=&Pagina_objcmsconteudos=3#A_objcms
CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. Séries históricas. 2019. Disponível em:https
://www.conab.gov.br/conteudos.php?a=1252&t=&Pagina_objcmsconteudos=3#A_objcms
 
DIAS, B. W. et al. Secagem de feijão carioca em secador rotativo. Brazilian Journal of Development, v. 5, n.
3, p. 2356-2365, 2019.

37
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

DIAS, P. J. et al. Análise das condições climáticas dos municípios de marechal cândido rondon e toledo para a
secagem de grãos de soja e milho com ar ambiente. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 7, p. 2306-2314
2020.
 
ELIAS, M.C., OLIVEIRA, M., VANIER, N. L. Tecnologias de pré-armazenamento , armazenamento e
conservação de grãos. Laboratório de pós-colheita, industrialização e qualidade de grãos, Capão do Leão p. 20-
50, 2018. Disponível em:< http://labgraos.com.br/manager/uploads/arquivo/apostila---unidade-i---prova-i.pdf>.
Acesso em 05/12/20
FELOOWS, •P. J.. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática. 2° ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
GARCIA, C. D. et al. A secagem de sementes. Ciência Rural, v.34, n.2, p.603-608, 2004.
 
FUMAGALLI, F. Estudo da secagem das sementes de Brachiaria brizantha. Tese (Doutorado em
Engenharia Química) - Departamento de Engenharia Química, Universidade Federal de São Carlos. 149 p. São
Carlo, 2007.
 
GARCIA, D. C. et al. Secagem de sementes. Ciência Rural, v. 34, n. 2, p. 603-608, 2004.
 
GASQUES, J. G.; SOUZA, G. da S. e; BASTOS, E. T. Tendências do agronegócio brasileiro para 2017-2030.
In: RODIGUES, R. (Org.). Agro é paz: análises e propostas para o Fevereiro 2019 Página 36 de 36 Brasil
alimentar o mundo. Piracicaba: Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz, 2018. p. 31-68.
GIEHL, A. L. et. al. Boletim agropecuário. Epagri/CEPA, Pg 14-18. Florianópolis, SC, dez. 2017. 38
 
 
MUITO OBRIGADO!

• .

39

Você também pode gostar