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O Utilitarismo

A ética utilitarista de Stuart Mill

É uma teorias consequencialista.


O utilitarismo

O utilitarismo surgiu no século XVIII com David Hume


No entanto a tese só foi formulada por Jeremy Bentham no século XIX
Jeremy influenciou Stuart Mill na sua educação
Mais tarde Stuat Mill com a sua esposa Harriet Taylor reformulam a tese utilitarista
Além de filósofos os primeiros utilitaristas
foram reformadores sociais.
Para os utilitaristas o bem
supremo é a felicidade.
O que é a felicidade?
A felicidade é o prazer e a
ausência de dor.
Para os utilitaristas há um principio que resume todos
os deveres morais.
Principio de utilidade
ou
Principio de maior felicidade
Que nos diz…
Devemos de fazer aquilo que, presumivelmente,
produza maiores benefícios possíveis para todos os
que serão afectados pela nossa ação.
É a partir desta máxima que os utilitaristas avaliam a
moralidade da ação.
O utilitarismo guia-se por três pressupostos

Consequencialismo

Henodismo

Imparcialidade
Consequencialismo

As nossas ações devem de ser tomadas a pensar nos melhores resultados


possíveis.
Hedonismo

As nossas ações devem de ser tomadas de forma a causar o máximo de prazer


possível e minimizar as dores (ao conjunto de pessoas que forem afetadas
pelas dita ação).
Imparcialidade

Ao pensarmos na maior soma de felicidade global, a felicidade de cada


indivíduo vale exactamente o mesmo.
A moral utilitarista reconhece nos indivíduos a
capacidade de abdicar da sua felicidade em prol da
felicidade de todos.
Mas…
Só é aceitável recusar a felicidade pessoal se a soma
total de felicidade for maximizada.
Para Stuart Mill
Enquanto que o vivermos numa sociedade política, social e
economicamente imperfeita a prontidão de alguns em
renunciar ao seu prazer será a sua maior virtude.
Para os utilitaristas a moral é a maximização da
felicidade
Ao avaliarmos uma ação temos sempre de avaliar a
quantidade e a qualidade do resultado
Por isso…
Os prazeres são hierarquizados

Para Bentham os prazeres só variam na quantidade, ou seja, na duração


e na intensidade.

Para Stuart Mill os prazeres variam consoante a quantidade e a


qualidade.
Para Stuart Mill a qualidade prevalece sempre
sobre a quantidade
Os prazeres superiores e inferiores

Os prazeres intelectuais e morais, que são os prazeres superiores porque


só os homens têm acesso a eles.

Ou podem ser prazeres físicos, que são os prazeres inferiores porque são
comuns a todos os animais.
Ou seja…
Mesmo que o prazer fisico seja mais intenso e
duradouro o que vai sempre prevalecer vai ser o prazer
intelectual.
Como é que numa situação de equidade
sabemos que prazer escolher?
Utiliza-se o Veredicto dos únicos juízos competentes
Que nos diz…
Aqueles que podem escolher entre dois prazeres são
aqueles que têm conhecimento sobre os dois e
preferem claramente um deles.
Caso isso não aconteça…
Prevalece a opinião da maioria
O utilitarismo rompe com a ideia de que a
moralidade está ligada à fidelidade a deus.
O objetivo da moral utilitarista é
a realização de cada homem no
mundo.
Objeções à ética utilitarista

Dificuldade em quantificar a felicidade


Impossibilidade de prever todas as consequências
Pode levar a consequências moralmente inaceitáveis - “objeção do bode
expiatório”

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