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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO LUSÍADA DE BENGUELA

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLÓGICAS


CURSO DE INFORMÁTICA
INSTALAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE REDES

CAPÍTULO 6– PLANEAMENTO LÓGICO DAS REDES LOCAIS

Ano Lectivo 2019


Professor: José Antunes Bastos Cameira
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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
Conteúdo
CAPÍTULO 6 – PLANEAMENTO LÓGICO DE REDES LOCAIS
6.1 Bases Numéricas: Decimal, Binária, Ternária, Octal e Hexadecimal
6.2 Conversão Decimal para outras bases.
6.3 Conversão Outras Bases-Decimal
6.4 Fundamentos sobre Endereços IPv4
6.5 Classes de Endereços
6.6 Máscara de Sub-Rede
6.7 Endereço de Rede
6.8 Endereço de Broadcast
6.9 Restrições

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
Objectivos
Objectivos:
• Compreender a s diferentes tecnologias de Redes
• Como planear o endereçamento lógico das redes

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
6.1 Planeamento Lógico da Rede Local
• Uma importante etapa no projecto e instalação de redes de computadores
é o seu planeamento lógico.
• O planeamento lógico envolve o conhecimento dos protocolos da camada
de rede, em especial o protocolo IP, que é o responsável pelo
endereçamento de todos os hosts da rede.
• Estudaremos o IPv4.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
Bases Numéricas: Decimal e Binária
• Para entendermos bem os conceitos que iremos abordar a seguir, vamos
recordar as bases de numeração decimal e binária, bem como a conversão
entre elas.
• A base de numeração decimal, que é aquela que usamos em nosso dia a
dia, contém dez algarismos que vão de 0 (zero) até 9.
• Já a base de numeração binária, a utilizada pelos computadores, tem
apenas dois algarismos: 0 (zero) e 1.
• A base binária é utilizada pelos computadores desde os primórdios da
informática, uma vez que esta representa o estado de um interruptor (0-
desligado, sem corrente eléctrica e 1-ligado, com corrente eléctrica).
• Para entendermos bem estas duas bases, é importante aprendermos a
contar. Sim, contar! Como se conta em decimal, começando pelo zero?

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
. Bases Numéricas: Decimal e Binária

Sistema Base Nº de Algarismos Algarismos

Binário 2 2 0,1
Terciário 3 3 0,1,2
Quaternário 4 4 0,1,2,3

……..
Octal 8 8 0,1,2,3,4,5,6,7

Decimal 10 10 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9

Hexadecimal 16 16 0,1,2,3,4,5,6,7,.8.9.A
,B,C,D,E,F

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.1 Planeamento Lógico da Rede Local. Bases Numéricas:
Decimal e Binária
• Para entendermos bem estas duas bases, é importante aprendermos a
contar. Sim, contar! Como se conta em decimal, começando pelo zero?

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.1 Planeamento Lógico da Rede Local. Bases Numéricas:
Decimal e Binária
• Sim! O último algarismo da base decimal é o 9. Portanto, quando você
soma 1 em 9, não existe um algarismo que represente este valor. Aí
dizemos que “ACABA a base e vai 1”.
• Ou seja, a representação do próximo valor será 10 (começa novamente em
0 na casa da unidade e soma-se 1 na casa da dezena).
• E quando chegar em 19 + 1, o que ocorrerá? A mesma coisa! A casa da
unidade retorna a 0 e soma-se 1 na casa da dezena. Como agora já há o 1,
passará a 2, resultando em 20. Simples, não?
• O mesmo princípio é aplicado para se contar com números binários. Vamos
praticar:

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.1 Planeamento Lógico da Rede Local. Bases Numéricas:
Decimal e Binária
• O mesmo princípio é aplicado para se contar com números binários. Vamos
praticar:

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.1 Planeamento Lógico da Rede Local. Bases Numéricas:
Decimal e Binária
• Para que esta contagem dê sempre certo, basta não se esquecer que:

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.2 Planeamento Lógico da Rede Local. Conversão Decimal-
Binário
• Para converter um número decimal em binário utiliza-se a regra das
divisões inteiras sucessivas por 2. Por exemplo, para converter o número
decimal 53:

• Divida o número 53 por 2 até chegar em um quociente igual a 1. O número


binário será composto pelos 1’s e 0’s, lendo-se do último quociente até o
primeiro resto: 110101.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.2 Planeamento Lógico da Rede Local. Conversão Decimal-
Binário
• Mais um exemplo:

• Aqui podemos observar a conversão do número decimal 86 em binário, que


resulta em 1010110. Mas esta figura também nos mostra uma informação
importante: o MSB e o LSB.
• MSB significa Most Significant Bit, ou bit mais significativo, e LSB significa
Least Significant Bit, ou bit menos significativo. O MSB é aquele que fica
mais à esquerda de um número binário e o LSB o que fica mais à direita.
• Para praticar, converta mais alguns números decimais em binário!

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Conversão Binário-Decimal

• Fazer a conversão de um número binário para decimal é muito simples. Como


um número binário é um número cuja base é 2, então basta guardarmos que:

• Aí, é só somar os valores equivalentes em decimal das posições do número


binário que contiver o valor 1, que são: 1 + 2 + 16 = 19. Simples!

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Conversão Binário-Decimal

• Perceba que o equivalente em decimal começa em 1 no bit menos significativo e


vai dobrando em direcção ao bit mais significativo (1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128).
• É claro que é importante que você saiba esta teoria. Mas, se quiser executar
estes cálculos de modo mais rápido, basta utiliza a Calculadora do Windows em
modo Programador.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Conversão Binário-Decimal

• Acessando a calculadora, clique em Exibir -Programador. Você verá uma tela


como esta da figura anterior.
• Se observar no círculo vermelho, verá que lá existem as quatro principais bases
numéricas. Para fazer uma conversão, basta digitar o número desejado e depois
clicar na outra base para a qual deseja converter.
• Por exemplo, para converter o binário 10011100 para decimal, clique em Bin,
depois digite este número binário, depois clique em Dec.
• Será apresentado no visor o número 156.
• Existem outras bases de numeração utilizadas na computação, como a octal e a
hexadecimal..

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Fundamentos sobre Endereços IPv4.

• Um endereço IP é um número de 32 bits divididos em 4 octetos (4 bytes). A


representação numérica binária é:

• É muito importante que conheçamos esta representação binária, pois mais à


frente teremos que utilizá-la para fazer o cálculo das sub-redes.
• Bem, se um endereço IP tem quatro octetos (octeto = 8 bits = 1 byte), e pelo que
estudamos no item anterior, o maior número binário que pode ser formado com
8 bits é 11111111 que equivale a 255 na base decimal.
• Portanto, um endereço IP pode variar entre 0.0.0.0 e 255.255.255.255*.
• Veremos mais à frente que existem diversas regras e excepções para se
determinar um endereço IP. Esta demonstração é apenas numérica, não
devendo ser assumida como uma definição real.
• Mas, sempre quando configuramos um host na rede, utilizamos a notação em
decimal, e não a binária.
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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Fundamentos sobre Endereços IPv4.

• Então, um exemplo de endereço IP seria:

• Na figura a seguir podemos observar a configuração deste endereço IP em


um computador rodando Windows.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.3 Planeamento Lógico da Rede Local. Fundamentos sobre Endereços IPv4.

• Um endereço IP é um número único para uma determinada NIC na rede.


• Não podem existir duas NIC’s com o mesmo endereço.
• E por que NIC?
• Porque um host pode possuir mais do que uma NIC (placa de rede).
• E a configuração de endereços IP é atribuída à placa e não ao computador!

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços
• Um endereço IP, apesar de ser um número único, representa duas informações
fundamentais:
• Qual é a rede que está sendo configurada.
• Qual é a identificação do host dentro desta rede.
• Ou seja, são duas informações em um mesmo número. Dentro deste contexto
que estamos trabalhando, é importante que entendamos que uma rede é um
conceito lógico.
• É comum pensarmos em uma rede como sendo vários computadores
interligados em um mesmo switch (configuração física).
• Mas, é possível que tenhamos computadores fisicamente conectados em um
mesmo switch e mesmo assim estejam em redes diferentes! Vamos entender
isto...
• Quando foram concebidos, os endereços IP foram divididos em cinco classes,
chamadas de A, B, C, D e E. Esta divisão ocorreu para facilitar o roteamento de
pacotes.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços

• Observando a tabela a seguir, podemos perceber que é possível distinguir as


classes de endereços apenas pelo primeiro bit (o mais significativo, à esquerda).
• Assim, todos os endereços IP que começarem com um valor entre 0 e 127 são de
classe A; os que começarem com valores entre 128 e 191 são de classe B; e
assim por diante:

Classe MSB Fixos - 1º Octeto Inicio Fim


A 0XXXXXXX 0.0.0.0 127.255.255.255
B 10XXXXXX 128.0.0.0 191.255.255.255
C 110XXXXX 192.0.0.0 223.255.255.255
D 1110XXXX 224.0.0.0 239.255.255.255
E 11110XXX 240.0.0.0 247.255.255.255

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços

• Para a configuração de hosts na rede utiliza-se apenas os endereços de classe A,


B ou C.
• Os endereços de classe D são para multicast e os de classe E são reservados
para implementações futuras. Portanto, vamos estudar os endereços das
classes A, B e C.
• Existe uma explicação binária para estes intervalos. Veja:
• Os endereços de classe A têm o bit mais significativo do primeiro byte fixo
em 0.
• Os endereços de classe B têm os dois bits mais significativos do primeiro
byte fixos em 10.
• Os endereços de classe C têm os três bits mais significativos do primeiro
byte fixos em 110.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços

• Para a configuração de hosts na rede utiliza-se apenas os endereços de classe A,


B ou C.
• Os endereços de classe D são para multicast e os de classe E são reservados para
implementações futuras. Portanto, vamos estudar os endereços das classes A, B
e C. Existe uma explicação binária para estes intervalos. Veja:
• Os endereços de classe A têm o bit mais significativo do primeiro byte fixo
em 0.
• Os endereços de classe B têm os dois bits mais significativos do primeiro
byte fixos em 10.
• Os endereços de classe C têm os três bits mais significativos do primeiro
byte fixos em 110.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços

• Para entender, vamos exemplificar usando a classe B. Os endereços da classe B


têm os dois bits mais significativos do primeiro byte fixos em 10:

• Se os dois primeiros bits são fixos, então não podem ser alterados. Se um byte
tem oito bits, significa que sobram seis bits deste byte para todas as possíveis
combinações de endereços da classe B, certo?

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.4 Planeamento Lógico da Rede Local. Classes de Endereços
• Para entender, vamos exemplificar usando a classe B. Os endereços da classe B
têm os dois bits mais significativos do primeiro byte fixos em 10:

• Se os dois primeiros bits são fixos, então não podem ser alterados. Se um byte
tem oito bits, significa que sobram seis bits deste byte para todas as possíveis
combinações de endereços da classe B, certo?

• Fazendo a conversão destes números para decimal eles são:


• 128 até 191

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.5 Planeamento Lógico da Rede Local. Máscara de Sub-Rede

• Para configurar correctamente um host em uma rede, além do endereço IP é


obrigatória a configuração da máscara de sub-rede.

• A sua correcta configuração é tão importante quanto a do próprio endereço IP,


pois é ela quem define qual “porção” do endereço determina a rede e qual
determina a identificação do host nesta rede.
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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.6 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Rede

• Perceba que na figura anterior a máscara utilizada foi 255.255.255.0 certo?


• Se convertermos o número decimal 255 para binário, obteremos 11111111. Isto
significa que, no endereço IP, todos os bits onde na máscara esteja 1, pertence à
rede, e onde for zero, pertence ao host. Vamos exemplificar.
• Observando a configuração do host na figura anterior, vamos converter cada um
dos valores decimais para binário:

• Isto significa que o host com endereço 192.168.0.45 com máscara 255.255.255.0
pertence à rede 192.168.0.0 (bits em vermelho), ok?
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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.6 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Rede
• Operação AND , E , ^ :

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.6 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Rede

• Vamos fazer mais um? Vamos supor que um determinado host da rede está
configurado com o endereço IP 172.16.20.19 e com máscara 255.255.0.0 ok?
• Qual é a rede onde este host se encontra?

• Fazendo a conversão do resultado da operação AND, concluímos que este host se


encontra na rede 172.16.0.0.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.6 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Rede

• E esta regra é válida para qualquer combinação IP/máscara! Suponha agora


que alteremos a máscara deste último exemplo para 255.255.240.0:

• Agora, este host passa a pertencer à rede 172.16.16.0, que é a conversão para
decimal do resultado da operação AND.
• O primeiro endereço de uma rede representa A PRÓPRIA REDE, como acabamos
de estudar. Este endereço de rede NÃO PODE ser utilizado na configuração de
um host desta rede.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.6 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Rede

• E esta regra é válida para qualquer combinação IP/máscara! Suponha agora


que alteremos a máscara deste último exemplo para 255.255.240.0:

• Agora, este host passa a pertencer à rede 172.16.16.0, que é a conversão para
decimal do resultado da operação AND.
• O primeiro endereço de uma rede representa A PRÓPRIA REDE, como acabamos
de estudar. Este endereço de rede NÃO PODE ser utilizado na configuração de
um host desta rede.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.7 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Broadcast

• O primeiro endereço de uma rede não pode ser utilizado na configuração de um


dos hosts, pois é utilizado pelos algoritmos de roteamento para encontrar esta
. rede.
• Assim como o primeiro endereço e o último endereço de uma rede também
não pode ser utilizado, pois este representa o seu endereço de broadcast*.
• O endereço de broadcast é aquele utilizado por um host quando precisa enviar
um pacote de dados para todos os outros hosts da rede. É um endereço
reservado e não pode ser usado para configuração de hosts. Como calcular o
endereço de broadcast? Vamos pegar o último exemplo acima.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.7 Planeamento Lógico da Rede Local. Endereço de Broadcast

• Nós descobrimos que o host com endereço IP 172.16.20.19 pertence à rede


. 172.16.16.0, certo? O endereço de broadcast não é o último endereço desta
rede?
• Então, basta pegar o resultado da operação AND e trocar por 1 todos os zeros
que não são da porção de rede (não podemos mexer nos bits da rede!).

• Convertendo para decimal, descobrimos que o endereço 172.16.31.255 é o


último endereço possível da rede 172.16.16.0, sendo portanto o endereço de
broadcast.
• Concluímos que qualquer endereço entre 172.16.16.0 e 172.16.31.255 pode ser
utilizado para configuração dos hosts.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.7 Planeamento Lógico da Rede Local. Restrições.

• Nós estudamos que os endereços IP foram divididos em classes, conforme a


tabela a seguir. Porém, existem diversas excepções e restrições que devem ser
observadas.

• Porém, existem redes que são reservadas para propósitos específicos, cujos
endereços não podem ser utilizados. A seguinte tabela mostra estas redes.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.7 Planeamento Lógico da Rede Local. Restrições.

• A seguinte tabela mostra estas redes.

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CAPÍTULO 6 – Planeamento lógico das redes locais
3.5.7 Planeamento Lógico da Rede Local. Restrições.

• A seguinte tabela mostra estas redes.

• (*) As redes privadas, assinaladas em negrito, são as redes que podem ser
utilizadas nos projectos de redes locais.
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Capítulo III- Planeamento lógico
3.6 Trabalhos

Grupo Trabalho

I Determinar para cada Rede Local configurada na rede do seu grupo:


1. Redes Locais.
2. IP, Endereços das Redes, Broadcast e IP addressses dos Hosts e
respectivas máscaras.
3. Calcular para cada rede local os respectivas endereços mediante o AND.

II Determinar para cada Rede Local configurada na rede do seu grupo:


1. Redes Locais.
2. IP, Endereços das Redes, Broadcast e IP addressses dos Hosts e
respectivas máscaras.
3. Calcular para cada rede local os respectivas endereços mediante o AND.

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Capítulo III- Planeamento lógico
3.7 Bibliografia

• TANENBAUM, Andrew S. Redes de Computadores. 4ªed.


• HALSALL, FRED. Computer Networking and the internet. 5ªed.
• STALLINGS, WILLIAM. Data and Computer Communications. 10ªed.

<<<Todos os livros disponíveis aos alunos>>

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