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XXIII CONGRESSO METODISTA DE

INICIAÇÃO E PRODUÇÃO CIENTÍFICA


POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA:
a aplicação das políticas públicas na realidade de duas
escolas do ABCDRMM.

Claudia de Matos Pereira – Graduada em


Administração Geral, Docente Especialista dos Cursos
de Tecnólogos da UMESP e Mestranda em Educação,
Bolsista funcional pela UMESP.

Orientadora:Profa. Dra. CRISTINA MIYUKI


HASHIZUME – U MESP
RESUMO
As políticas públicas educacionais inclusivas sofrem mudanças ao longo
dos anos, exemplo a LBDEN, que desde 1961 fundamenta o atendimento a
pessoas com deficiencia, as leis tem como proposito atender os alunos
com deficiência de forma efetiva nas escolas, apesar disso, muitos alunos
com deficiências seguem não tendo os seus direitos garantidos na sua
totalidade. Neste projeto, pretende-se verificar a efetividade das políticas na
inclusão dentro do ambiente escolar. Existem políticas públicas de formação
dos professores, um exemplo é a formação continuada, essas ações têm
como objetivo a garantia de uma escola inclusiva, mas, não é a realidade
das escolas no país.

Palavras-chave: Gestão educacional. Políticas Públicas. Políticas afirmativas.


Inclusão
TEMA
POLÍTICAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: a aplicação das políticas
públicas na realidade de duas escolas do ABCDRMM.

PROBLEMA DE PESQUISA
Por que a efetivação das políticas publicas para o atendimento de alunos com
deficiência está tão longe da realidade no Brasil?

OBJETIVO GERAL
Refletir sobre as políticas afirmativas e a importância da gestão escolar para sua
aplicação nas escolas e apontar os diversos desafios para a efetivação das políticas
afirmativas na educação inclusiva.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1) Mapear as políticas públicas existentes entendendo o papel da gestão escolar na
sua implantação;
2) Relacionar evolução no número de matrículas do Censo escolar com as políticas
educacionais afirmativas que discriminam positivamente alunos com deficiência de
dois municípios da Grande ABCD;
3) Analisar, na visão dos professores as estratégias usadas pela gestão para
operacionalizar as políticas educacionais afirmativas relacionadas à inclusão. O
Corpus deste trabalho é a legislação pertinente ao atendimento especializado
selecionado.
EMBASAMENTO TEÓRICO
O arcabouço teórico que sustenta este trabalho são os estudos que
priorizam as características de uma escola inclusiva com base no
direito à educação proposto pelos dispositivos legais nos quais se
pautam os princípios da Escola Inclusiva nas reflexões de autores como
Mantoan (2003, 2006), Booth; Ainscow (2010), Duarte (2004),
Hashizume (2020) e Sanches, (2011).

CONCEITO
O pressuposto analítico que regeu a constituição e a consolidação dos estudos sobre políticas
públicas é o de que, em democracias estáveis, aquilo que o governo faz ou deixa de fazer é
passível de ser (a) formulado cientificamente e (b) analisado por pesquisadores independentes.
A trajetória da disciplina, que nasce como subárea da ciência política, abre o terceiro grande
caminho trilhado pela ciência política norte-americana no que se refere ao estudo do mundo
público. O primeiro, seguindo a tradição de Madison, cético da natureza humana, focalizava o
estudo das instituições, consideradas fundamentais para limitar a tirania e as paixões inerentes à
natureza humana. O segundo caminho seguiu a tradição de Paine e Tocqueville, que viam, nas
organizações locais, a virtude cívica para promover o “bom” governo. O terceiro caminho foi o
das políticas públicas como um ramo da ciência política para entender como e por que os
governos optam por determinadas ações. (SOUZA, 2006, p.22)
POLÍTICAS AFIRMATIVAS NO BRASIL
De acordo com Hashizume (2020), a constituição de 88 representa um marco
legal de fortalecimento de movimentos da educação no Brasil, as cotas para
pessoas com deficiências no serviço público foram consagradas pela
constituição de 88., onde também se assegura o direito dos povos indígenas,
em 2007, o Governo Federal instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento
Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, que reconhece
formalmente as especificidades desses grupos e garante seus direitos
territoriais e socioeconômicos e a valorização de sua cultura.

A Constituição Federal de 1988 traz como um dos seus


objetivos fundamentais, “promover o bem de todos, sem
preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer
outras formas de discriminação” (art.3º inciso IV).(…)No seu
artigo 206, inciso I, estabelece a “igualdade de condições de
acesso e permanência na escola” , como um dos princípios
para o ensino e, garante, como dever do Estado, a oferta do
atendimento educacional especializado, preferencialmente
na rede regular de ensino (art. 208).
EDUCAÇÃO E AS AÇÕES AFIRMATIVAS

A educação... tem por finalidade o pleno


desenvolvimento do educando, seu
preparo para o exercício da cidadania e
sua qualificação para o trabalho. (Art. 2º -
LDB/96)

Educação direcionada para os quatro tipos fundamentais de educação: aprender a


conhecer (adquirir instrumentos de da compreensão), aprender a fazer (para poder
agir sobre o meio envolvente), aprender a viver juntos (cooperação com os outros
em todas as atividades humana), e finalmente aprender a ser (conceito
principal que integra todos os anteriores). (UNESCO, 1999)
Políticas e ações afirmativas
Podem ser definidas como um conjunto de políticas públicas e privadas
de caráter compulsório, facultativo ou voluntário, concebidas com vistas
ao combate à discriminação racial, de gênero, por deficiência física e de
origem nacional, bem como para corrigir ou mitigar os efeitos presentes
da discriminação praticada no passado, tendo por objetivo a
concretização do ideal e efetiva igualdade de acesso a bens
fundamentais como educação e emprego. (GOMES, 2003 p. 27)

As ações afirmativas podem ser entendidas como


medidas públicas e privadas, coercitivas ou
voluntárias, implementadas na promoção/integração
de indivíduos e grupos sociais tradicionalmente
discriminados em função de sua origem, raça, sexo,
opção sexual, idade, religião, patogenia
física/psicológica etc. (CRUZ, 2003, p.1985)
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
O combate às injustiças praticadas em nosso país, produzidas pela discriminação
e pelo preconceito, demanda a implementação de ações e de políticas mais
efetivas. As políticas afirmativas aparecem neste contexto como uma das
alternativas que precisam ser debatidas e experimentadas. (PANIZZI, 2004, p.7)

A despeito da situação de exclusão social


pelos portadores de deficiência, não há
como negar a existência de um número
expressivo de normas de conteúdo
afirmativo em seu favor, o que [...] não
ocorre com as demais minorias. Todavia, o
mais comum é que essas normas não
tenham reconhecimento pelo Estado de
sua efetividade jurídica [...]. (CRUZ 2003,
p. 248).
Educação para Alunos Pcds
O artigo 208, que trata da Educação Básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17
anos, afirma que é dever do Estado garantir “atendimento educacional
especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular
de ensino”. Nos artigos 205 e 206, afirma-se, respectivamente, “a Educação
como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o
exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho” e “a igualdade de
condições de acesso e permanência na escola”. (BRASIL, CF, 1988)

A Educação Inclusiva era um sistema de educação em que todos os alunos com


necessidades “educacionais especiais” frequentavam escolas comuns, públicas
ou privadas, juntamente com alunos sem necessidades ou deficiências. O
Atendimento Educacional Especializado - AEE tinha função complementar
e/ou suplementar à formação dos alunos e foi especificamente definido que
“o atendimento educacional especializado tem como função identificar,
elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as
barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades
específicas”. (BRASIL, 2010 p.130).

O decreto 10.502/2020, que incentiva a criação de escolas


especializadas para atender pessoas com deficiência que "não se
beneficiam" da educação regular, contraria a Constituição
Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), de 1996.
Gestão e Planejamento
Segundo Barbara et al (2008), o termo gestão vem do latim “gestio-gestionis”, que significa
executar, obter sucesso com meios adequados. Com uma gestão de boa qualidade pode-se
obter êxito em tudo o que se propõem na vida. A gestão é um meio pelo qual se consegue,
também com planejamento, resultados de qualidade e, definitivamente a gestão leva a
conseguir os objetivos propostos.

Moreira, Perrotti e Duner (2003, p.328),


planejamento corresponde ao “ato ou
efeito de planejar, elaborar por etapas,
como bases técnicas; planificações”.

Segundo Oliveira (2004), o planejamento consiste em


identificação, análises estruturação, coordenação de missão,
propósitos, objetivos, desafios, metas, estratégias, políticas
internas e externas, programas, projetos e atividades, a fim de
alcançar de modo mais eficiente, eficaz, efetivo o máximo do
desenvolvimento possível, com a melhor concentração de
esforços e recursos.
INSTRUMENTOS

O método utilizado será a averiguação através de pesquisa


bibliográfica e documental (o mapeamento das politicas públicas
públicas se baseará em 3 municipios do ABCDMRR) através dos
dados coletados do Censo escolar (INEP) com vistas a estudar
as matrículas (salas regular e de recursos) no período de 2016 a
2021 e uma abordagem qualitativa que usará questionários e
entrevista semiestruturada por meio da plataforma Teams com
professores que se dispuseram a participar através do formulário
preenchido previamente em escolas públicas municipais do
Grande ABCDMRR.

Através de pesquisas bibliográfica, documental e eletrônica


e Entrevista e questionário semi-estruturadas.
Resultados
Resultados: para o congresso Metodista iremos
apresentar o levantamento e a comparação entre
os Planos Municipais de Educação (inclusiva) e
relacionar com a evolução de matrículas dos
respectivos municípios. Mais adiante os
resultados esperados serão: descrição das
políticas educacionais de inclusão e análise dos
questionários e entrevistas a serem coletados ao
longo da pesquisa de mestrado.
Matriculas - Municipais
Matrículas Rede Municipal - Região Sudeste
Alunos em Salas Total de matriculas
Idade Ano Alunos PcDs %
Especiais na Região Sudeste

2016 17.324 99 522.060 3,34%


05 a 19 anos

2020 18.732 394 471.705 4,05%


Fonte: INEP (2016, 2020)

Matrículas de alunos PcD's no Ensino Fundamental na Rede


Municipal (2016 a 2021- dados Preliminares).

ANO 2016 2017 2018 2019 2020 2021


BRASIL 430.721 472.742 517.496 553.136 568.717 583.432
3 Munícipios 2.120 2.224 2.160 2.491 2.660 2.711
Representividade 0,5% 0,5% 0,4% 0,5% 0,5% 0,5%
Nacional

Fonte: INEP (2016 a 2021)


Planos Municipais
LEI Nº 6447, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015-PROJETO DE LEI Nº
São Bernardo do Campo 59/2015 - EXECUTIVO MUNICIPAL – PREFEITO LUIZ MARINHO

1.9) promover a formação inicial e continuada, em parceria com


IES, com reconhecido renome, dos (as) profissionais da
Educação Infantil, garantindo, progressivamente, o atendimento
por profissionais com formação superior e especialização na
área de atuação;

Relatório Anual de Monitoramento de São Bernardo do


Campo - 2017
O Censo 2016 demonstra que 3.457 alunos são atendidos
na Educação Básica, incluindo a Educação de Jovens e
Adultos do município. Desse total 84,1% encontram-se nas
classes comuns e 15,9% são atendidos em classes
exclusivas. Contudo, não é possível mensurar o percentual
da população residente com deficiência, transtornos globais
do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação
atendida pela educação do município. Conforme apontado
no Observatório do Plano Municipal de Educação, “não há
dados para o monitoramento desta meta. As pesquisas do
IBGE não levantam informações completas que permitam
diagnosticar a situação”.
LEI Nº 3584, DE 12 DE ABRIL DE 2016- PLANO
MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO - PME. PREFEITO
Diadema LAURO MICHELS SOBRINHO

1.10) Garantir o acesso à Educação Infantil e a oferta do


atendimento educacional especializado complementar e
suplementar aos (às) alunos (as) com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação, assegurando a educação
bilíngue para crianças surdas e a transversalidade da
Educação Especial nessa etapa da Educação Básica,
criando condições favoráveis de apoio aos profissionais e
de estrutura para sua execução.
2.8) Aplicar e ampliar recursos pedagógicos e das atividades
didáticas entre a que combinem, de maneira articulada, a
organização do tempo escola e o ambiente comunitário,
considerando as especificidades da Educação Especial.

Meta 4: Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17


(dezessete) anos e buscar continuidade de expansão no
atendimento também da população fora desta faixa etária,
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e
altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação
básica e ao atendimento educacional especializado,
preferencialmente na rede regular de ensino, com a
garantia de sistema educacional inclusivo, de formação
dos profissionais, de salas de recursos multifuncionais,
classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou
conveniados.
4.1) Contabilizar, para fins do repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, as matrículas dos (as) estudantes da educação regular da rede
pública que recebam atendimento educacional especializado complementar e suplementar, sem prejuízo do cômputo
dessas matrículas na Educação Básica regular, e as matrículas efetivadas, conforme o censo escolar mais atualizado,
na Educação Especial oferecida em instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos,
conveniadas com o poder público e com atuação exclusiva na modalidade, nos termos da Lei nº 11.494, de 20 de
junho de 2007.
LEI Nº 9.723, DE 20 DE JULHO DE 2015- PREFEITO
Santo André CARLOS GRANA
Art. 8º Para garantir a equidade educacional, o município, por meio
dos entes federados das redes municipal e estadual deverá
considerar o atendimento às necessidades específicas da Educação
Especial, assegurando um sistema inclusivo em todos os níveis,
etapas e modalidades de ensino.
2.4 - Desenvolver, em conjunto com os(as) professores(as) e demais
profissionais da educação, tecnologias pedagógicas que considerem,
de maneira articulada, a organização do tempo e das atividades
didáticas entre a escola e o ambiente comunitário, respeitando as
especificidades da educação especial (alunos com deficiência,
transtorno global do desenvolvimento, transtornos do espectro
autista e altas habilidades ou superdotação) e de cada unidade
escolar;
Meta 4 - Universalizar, para a população a partir de 0 (zero) ano, crianças,
adolescentes, jovens, adultos e idosos com deficiência, transtorno global do
desenvolvimento/transtorno do espectro autista e altas habilidades ou
superdotação, o acesso à educação básica e ensino superior na rede regular de
ensino pública e/ou privada, com a garantia de sistema educacional inclusivo e
atendimento educacional especializado, em salas de recursos multifuncionais,
classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados, submetidos
a critérios rigorosos de conveniamento, que levem em consideração a
perspectiva educacional inclusiva.

7.17 - Garantir o acesso dos(as) alunos(as) a espaços para a prática


esportiva, a bens culturais e artísticos e a equipamentos e
laboratórios de ciências e, em cada edifício escolar, garantir a
acessibilidade às pessoas com deficiência, até o 5º (quinto) ano de
vigência deste PME
Santo André
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Com a realização do estudo, espera-se a compreensão da realidade no contexto das escolas e


apontar possíveis caminhos para a permanência de alunos com deficiência nas escolas regulares.
Também averiguar a importância dessas salas, para que haja a socialização destes alunos por meio do
convívio com os demais alunos, mas, que deve-se trazer praticas docentes direcionadas e
individualizadas capazes de suprir as necessidades especiais destes indivíduos. A escola inclusiva não
é uma tarefa fácil, pois demanda muito mais que a vontade dos docentes em ensinar, mas em meios e
condições que devem ser ofertadas por meio do empenho do governo, escola e das famílias, para o
alcance das metas e dos problemas cotidianos que dificultam o desenvolvimento e a aprendizagem
desses alunos em sala de aula. Desta forma, pretende-se detectar as principais falhas na aplicação das
políticas públicas que envolvem o ensino especial, detectando dentre os envolvidos qual é o norte
que deve-se seguir para a aplicação real de uma escola inclusiva. Dando meios para que estes
indivíduos, quando for o caso, possam ingressar nas universidades e desta forma ter realmente seus
direitos garantidos.

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REFERÊNCIAS
 
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SANTOS, B. de S. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitanismo multicultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Introdução: para ampliar o cânone
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SARMENTO, Daniel. A igualdade Étnico-Racial no Direito Constitucional Brasileiro: Discriminação “De Facto”, Teoria do Impacto Desproporcional e Ação
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SISS, Ahyas. Afrobrasileiros, cotas e ação afirmativa: razões históricas. Rio de Janeiro: Quartet; Niterói: PENESB, 2003.

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