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UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES

Educação Física

AULA 03: Lógica Interna do Voleibol

8° ano – Ensino Fundamental

LEONARDO DE DE
LEONARDO ARRUDA DELGADO
A. DELGADO
UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física

Lógica Interna

• A lógica interna é o produto da dinâmica funcional entre


o sistema de obrigações impostas pelas regras do
jogo e as ações motrizes dos jogadores decorrentes
das suas habilidades táticas, técnicas e físicas, tratam
dos “aspectos peculiares de uma modalidade que
exigem aos jogadores atuarem de um jeito específico”.

PROF. LEONARDO DE A. DELGADO


UI MARIA LENIR ARAÚJO MENESES
Educação Física

Elementos da Lógica Interna do Voleibol

De uma forma geral, o jogo de voleibol é caracterizado por


possuírem:
•Uma estrutura formal, constituída por um regulamento
de jogo e todas as ações de jogo por ele impostas.
•Uma estrutura funcional englobando as estruturas
básicas do esporte, do jogo e equipe.

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Estrutura Formal do Jogo de Voleibol


(Plano Regulamentar)
• A estrutura formal está relacionada as características
dos jogos evidenciadas nos manuais com as regras
da modalidade, sendo então constituída por uma série
de características que tendem a ser comuns a todos os
esportes coletivos e aspectos específicos da
modalidade.
• As regras em todos os esportes são estabelecidas para
garantir uma disputa justa entre competidores e
promover um caráter organizacional, além de ambiente
de boa esportividade.

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Plano Regulamentar

• As regras em todos os esportes são estabelecidas para


garantir uma disputa justa entre competidores e
promover um caráter organizacional, além de ambiente
de boa esportividade.
• Sabendo que as regras foram criadas e muitas vezes
são adaptadas através da evolução com o tempo do
esporte, podemos concluir que estas regras são feitas
para a melhor prática desses esportes.

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Elementos da Estrutura Formal do


Voleibol
• Descrição da modalidade;
• Bola ou implemento central a ser manipulado;
• Local de jogo ou Terreno demarcado;
• Equipamentos utilizados no jogo;
• Presença de rede que divide o campo em dois:
• Objetivo do jogo:
• Jogo ou Partida:
• Participação Alternada;
• Pontuação.

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Descrição do Voleibol

• Voleibol ou Vôlei é um desporto olímpico coletivo,


jogado por duas equipes de até seis jogadores em
cada lado, dispostos em uma quadra dividida em duas
partes por uma rede, que delimita o espaço de ação de
cada equipe, onde ocorre uma disputa indireta pela
bola, com até três toques por equipe, de forma
alternada, utilizando principalmente as mãos, sendo
regulamentada pela Federação Internacional de Voleibol
(FIVB).

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Objetivo do Jogo

• O objetivo da modalidade é fazer a bola passar sobre a


rede de modo a que a bola toque no chão dentro da
quadra adversária, ao mesmo tempo que se evita que
os adversários consigam fazer o mesmo.

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Equipamentos do Jogo

• No voleibol, há um conjunto de objetos e materiais


necessários à realização da partida.
• Dentre os equipamentos, encontram-se aqueles objetos
que estão fixos na quadra (rede e antenas), os
materiais utilizados pela equipe de arbitragem, os
uniformes e a bola.

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Espaço Livre de jogo

• O espaço livre de jogo é o espaço sobre a área de jogo


a qual é livre de qualquer obstáculo.
• O espaço livre de jogo deve medir no mínimo de 7 a
12,5m de altura a partir da superfície de jogo.

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Terreno de Jogo – Quadra de Voleibol

• É um espaço composta por


uma área de jogo e um espaço
livre de jogo, que pode ou não
ser coberta, com superfície
plana, horizontal, simétrico e
retangular.
• Em quadras cobertas, a altura
mínima pode variar de 7 a
12,5m e a superfície de jogo
deve ser de cor clara.

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Dimensões ou Medidas Oficiais da


Quadra
• A quadra de voleibol tem
uma forma retangular e tem
de medida 18 metros de
comprimento e 9 metros de
largura.
• Ela é depois dividida a meio
no comprimento, ficando
cada equipe com uma
metade em forma de
quadrado na qual pode jogar.

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Superfície da Área de Jogo

• A superfície da área de jogo deve ser plana, horizontal e


uniforme, não apresentando nenhum perigo aos jogadores.

• É proibido jogar em áreas escorregadias ou rugosas.


• Para as competições Mundiais e Oficiais da FIVB, somente
as superfícies de madeira ou sintética são permitidas.
• Qualquer outra superfície deve ser previamente, aprovada
pela FIVB.
• Em quadras cobertas, a superfície da área de jogo deverá
possuir cores claras.

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Linhas da Quadra de Jogo

• Linhas Delimitadoras
(Lateral e Fundo)
• Linha Central
• Linha de Ataque
• Linhas de Restrição do
Técnico

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Zonas de Jogo

• Cada quadra é por sua vez dividida em duas zonas de


tamanhos diferentes (usualmente denominadas “zona
de ataque" e “zona defensiva") por uma linha que se
localiza, em cada lado, a três metros da rede ("linha de 3
metros").

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Zona de Ataque

• Também chamada zona de


frente, é onde transcorre
quase todo o jogo ofensivo e
onde começa a defesa.
Zona de Ataque
• Em cada campo a zona de
ataque é delimitada pela linha Zona de Ataque
central e pela linha de ataque
traçada a 3m da linha central.

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Zona Defensiva

• A zona posterior,
delimitada pela linha de Zona de Defesa
frente ou linha de 3
metros, também
chamada de zagueiros.
• Sua largura é de 6
metros.
Zona de Defesa

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Espaço ou Zona Livre de Jogo


• O espaço livre de jogo é o
espaço sobre a área de jogo a
qual é livre de qualquer
obstáculo.
• A área fora da quadra é
chamada de zona livre, e esta
zona deve ter no mínimo 3,5
metros em todas as direções.
• Em quadras cobertas, a altura
mínima pode variar de 7 a
12,5m.

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Zona de Saque ou Serviço

• A zona de saque ou
serviço é uma zona
após a linha de fundo
situada a 9m da linha
central;
• Em profundidade, a
zona de serviço
estende‐se até ao fim da
zona livre.

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Zona de Substituição

• Onde se realizam as mudanças dos jogadores, cada


equipe pode realizar até 6 substituições, com
algumas limitações, das que outro dia falaremos.
• As mudanças se realizarão pela linha lateral dentro
da zona de ataque próxima à posição dos
banquinhos.
• A zona de substituição é delimitada pelo
prolongamento das linhas de ataque até a mesa do
apontador.

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Zona de Substituição do Líbero

• A zona de substituição Líbero é parte da zona livre do


lado dos bancos das equipes, limitada pela extensão da
linha de ataque até a linha de fundo.

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Linhas da Quadra de Jogo

• Linhas Delimitadoras
(Lateral e Fundo)
• Linha Central
• Linha de Ataque
• Linhas de Restrição do
Técnico

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Rede Voleibol

• Colocada
verticalmente sobre
a linha central
instala-se a rede
cuja parte superior é
ajustada a 2,43m
para os homens e
2,24m para as
mulheres.

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Antena

• O par contendo duas antenas é um equipamento


indispensável para as partidas de voleibol pois são
consideradas como parte integrante da rede e delimitam
lateralmente o espaço de cruzamento no jogo.
• A Antena Profissional para Rede de Vôlei é um
bastão/vara flexível com 1,80m de comprimento e
aproximadamente 10mm, fabricada com fibra de vidro.
• São instaladas na extremidade superior esquerda e
direita da rede, sendo fixadas verticalmente e opostas
uma da outra.

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Bola

• Circunferência é de 65 - 67 cm e o seu peso de 260 -


280 g.
• A pressão interna deve ser de 0,423 a 0,45 libras;
podem ser usadas até três bolas em uma partida oficial,

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Regras Essenciais

• A bola não pode ser retida.


• O número de toques é limitado a 3, sendo o terceiro jogador
obrigado a reenviar a bola para o campo adversário.
• É interdito a um jogador tocar a bola duas vezes seguidas
(exceto um bloqueio).
• É obrigatória a passagem de cada jogador por todas as
posições (exceto o líbero).
• Há 3 jogadores avançados (1ª linha) e 3 jogadores da defesa
(2ª linha). Estes últimos não podem atacar senão quando
solicitados na zona recuada.

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Pontuação

• A partida é ganha pela equipe que vence três sets.


• Um set é ganho pela equipa que marca primeiro 25
pontos, com um avanço de pelo menos 2 pontos sobre a
outra equipe.
• No caso de uma igualdade a 24 pontos, o jogo prolonga-
se até que se obtenha uma diferença de 2 pontos
(26/24, 27/25…).

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Estrutura Funcional do voleibol

8° ano – Ensino Fundamental

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Elementos da Estrutura Funcional

Alguns autores sustentam a existência de três dimensões no


âmbito competitivo da estrutura funcional:
•A Estrutura funcional básica do esporte, com elementos
comuns ao funcionamento de todos os jogos desportivos.
•A Estrutura funcional do jogo, incluem-se as sub-
estruturas do jogo e a especialização dos jogadores;
•A estrutura funcional da equipe, que configura o jogo e é
protagonizada pelo contributo do desempenho individual e
coletivo dos jogadores e das equipes.

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Estrutura Funcional Básica do Voleibol

• Modalidade desporto olímpico coletivo;


• O espaço de ação de cada equipe é separado por rede,
sem invasão do terreno adversário;
• Disputa de oposição indireta pela bola;
• Definição de zonas de jogo;
• Tem exigências de ordem de execução técnica
diretamente ligadas com o resultado.

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Estrutura Funcional Básica do Voleibol

• Troca do objeto no meio aéreo por cima da rede;


• Intervenção espacial do jogador limitada ao espaço
frontal e lateral;
• Número de contatos com a bola limitados, sendo um
por atleta e até três por equipe, de forma alternada,
utilizando principalmente as mãos;
• Impossibilidade de retenção da bola e de contato direto
entre jogadores;

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Estrutura Funcional Básica do Voleibol

• Sistema de pontuação limite sem a existência de


empates;
• Tempo de jogo indefinido;
• Todo espaço é alvo para o adversário;
• Bola no chão implica a interrupção do rally(jogo)
• Rotação dos jogadores importa pelas regras do jogo
• Irregularidade técnica punida pelas regras;

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Estrutura Funcional do Jogo de Voleibol

• A Estrutura funcional do jogo consiste em entender o


jogo como resultado das interações entre jogadores de
uma mesma equipe, com ou sem a bola, estando a
equipe atacando ou defendendo, com a finalidade de
atingir os objetivos propostos.
• Neste sentido, a funcionalidade do jogo de Voleibol é
regida por compartimentos de jogo designados de
Complexos, os quais determinam, entre outros
aspectos, a maior ou menor estabilidade das condições
iniciais de organização das ações de jogo.

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Elementos da Estrutura Funcional do


Jogo
• Modelo de Jogo;
• Momentos do Jogo;
• Subestruturas nos Jogos
• Interações Motrizes do Jogo;
• Princípios Táticos do Jogo;
• Esquema e Sistemas de Jogo;
• Manobras de Jogo;

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Modelo de Jogo

• O modelo de jogo consiste no mapeamento de um


conjunto de referências necessárias para balizar a
organização dos processos ofensivos e defensivos da
equipe, nomeadamente no que respeita aos princípios,
aos métodos e aos sistemas de jogo.
• Barbosa (2003), diz que o Modelo de Jogo engloba em
si um conjunto de ideias sobre o modo de jogar de uma
equipe.

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Fases ou Momentos do Jogo de Voleibol

De maneira geral, é possível diferenciar quatro fases


fundamentais no jogo do voleibol:
•Inicio do Jogo
•Recepção do Saque
•Armação do Ataque
•Ataque
•Defesa

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Inicio do Jogo

• O jogo é iniciado por uma das equipes que dão o saque,


lançando a bola para o lado da equipe adversária.
• Após o saque, a bola deve ultrapassar a rede, onde os
jogadores adversários evitam que caia em seu campo,
utilizando no máximo três toques.

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Recepção do Saque

• A recepção é o primeiro contato de uma equipe com a


bola após o saque.
• A recepção tem como objetivo fazer com que a bola perca
força e velocidade, facilitando, assim, o levantamento.
• Os jogadores tendem a escolher a técnica de recepção de
acordo com o tipo de saque ou ataque utilizado pelo
adversário.
• As principais técnicas utilizadas são: Manchete, Toque e
Recursos.

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Armação do Ataque (ou Levantamento)

• O levantamento no Voleibol consiste essencialmente em


preparar as ações do ataque, onde prevalece à
cooperação entre passadores–levantador e levantador-
atacantes, acompanhada pela oposição direta em
relação ao bloqueio adversário e, eventualmente, com a
defesa adversária no caso de um ataque do levantador.
• O Levantamento no Voleibol é feito, preferencialmente,
com uma técnica chamada “Toque” ou Voleio.

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Ataque

• O ataque é uma ação realizada próximo à rede e


consiste em acertar a bola a fim de marcar um ponto.
• O ataque é, em geral, o terceiro contato de um time com
a bola.
• Esta fase, na maioria das situações, é o resultado de
uma sucessão de fatores como sejam a preparação
para o ataque, a execução do ataque e a cobertura ao
ataque (Fraser, 1988).

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Defesa

• A defesa é uma ação que tem como objetivo impedir que


o ataque da equipe adversária resulte em ponto, pode ser
realizado com qualquer parte do corpo, inclusive os pés.
• O bloqueio pode ser considerado uma ação defensiva
quando tem o objetivo de amortecer o ataque adversário
e, assim, facilitar a recepção.
• O líbero é um jogador que executa apenas ações
defensivas, valendo-se de manchete e de toque para
realizá-las.

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Subestruturas do Jogo de voleibol

• As subestruturas do jogos de voleibol é formada pelo


procedimentos técnicos táticos, realizados durante as
fases ou momentos do jogo, e cujas funções e relações,
tem por objetivo reduzir a complexidade da estrutura do
jogo a níveis que não lhe desvirtue a natureza
fundamental

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Elementos que Compõe as Subestruturas


do Jogo de Voleibol
• Saque;
• Recepção de saque;
• Levantamento;
• Cortada;
• Bloqueio
• Coberturas;
• Defesa;

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Ações de Jogo

• Quando se fala em ações do jogo é tudo aquilo que se


faz durante o jogo.
• No contexto do jogo de voleibol, várias habilidades
motoras específicas, também chamadas de
fundamentos são utilizadas para realizar as ações
técnico táticas que envolvem uma partida de voleibol.
• As ações de jogo ou mais precisamente as ações
técnico táticas do jogo, podem ser classificadas em
ações táticas individuais, de grupo e coletivas.

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Ações Táticas Individuais

• As ações táticas individuais dizem respeito à ação de um


jogador, que, por meio da aplicação de uma técnica, visa
atingir um determinado objetivo.
• Por isso alguns autores utilizam o termo Ações técnico
táticas individuais.
• Essas ações individuais se desenrolam num processo
diferenciado de raciocínio, denominado raciocínio tático.
• Pode ser exemplificada na busca do ponto direto na
execução do saque no voleibol.

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Ações Técnico táticas Individuais do


Jogo de Voleibol
Podem ser divididas em três grandes grupos:
•Gerais: Posição Básica, Deslocamentos, Recursos
•Ataque: Saque, Levantamento, Cortada, Cobertura
ofensiva.
•Defesa: Recepção de saque, Bloqueio defensivo, Defesa
de ataque, Cobertura defensiva.

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Interações Motrizes do Jogo de Voleibol

• É um tipo de ação que ocorre entre dois ou mais sujeitos


ou mais entidades quando a ação de uma delas provoca
uma reação da outra.
Tipos de Interações nos esportes
– Interações entre os Jogadores
– Interação com a ação motriz (tarefa)
– Interações com os materiais
– Interações com o espaço
– Interações com o tempo
– Interação com o desempenho

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Interação Entre os Jogadores

• As interações entre os jogadores estão diretamente


relacionadas com as situações motrizes do jogo,
implicado em modos de agir/jogar.
• As interações implicam em modos de agir/jogar, ou seja,
na interação com o/a parceiro/a ocorre as estratégias de
cooperação e na interação com o/a adversário/a ocorre
as estratégias de oposição, podendo ocorrer de forma
concomitante, em jogos de oposição-cooperação, bem
como, o entendimento da lógica interna do jogo.

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Interação entre os Adversários

• O Voleibol caracteriza-se ainda pela ausência de


confronto direto (corpo a corpo) na luta pela posse da
bola, pela impossibilidade de invasão do campo
adversário e pela circulação da bola decorrer no espaço
aéreo

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Relações entre equipe e adversário

• Na concretização do objetivo do jogo, as equipes e os


atletas desenvolvem tarefas de cooperação e
oposição, tanto no ataque como na defesa.
• Cooperação constante entre os jogadores da mesma
equipe para poder atingir os objetivos a que se propõe.
• Numa situação de oposição, os jogadores coordenam
as suas ações no sentido de recuperar, conservar e
fazer progredir a bola a fim de atingir o objetivo do jogo

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Tipos de Interações Motrizes entre os


Jogadores
Parlebas (2001) descreve-a a partir de duas categorias:
•a Comunicação Práxica Direta (Comunicação e
Contracomunicação); e
•a Comunicação Práxica Indireta (Gestemas e
Praxemas).

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Interação com a Tarefa (Ação Motriz)

• A interação com a tarefa diz respeito as habilidades


motoras que as ações de determinada prática motriz
exige. Assim como a forma de relacionar-se com o
material, as ações são condicionadas pelas regras da
prática, balizando as condutas dos jogadores.
• Salienta-se que essas ações estarão diretamente
vinculadas com os momentos que se estabelecem na
lógica interna da prática motriz, como uma resposta do
jogador à situação-problema demandada.

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Interação com o material do Jogo (bola)

• A partir da relação com o material do jogo, geralmente a


bola surge às duas fases fundamentais do jogo, o
ataque (que é a situação organizacional para pontuar) e
a defesa (situação organizacional para impedir o
adversário de atingir o seu objetivo), a existência de
compartimentos que configuram a sua funcionalidade.
• Dessas fases ou momentos de jogo, são evidenciadas
as subfases e sub papeis: jogador com bola, jogador
sem a bola da equipe que tem a posse de bola e jogador
da equipe sem a posse de bola.

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Interações com o espaço

• Para Hernández Moreno (1998), uma das características


mais expressivas do desporto está representada pelo
espaço de ação ou também denominado espaço de
jogo.
• Como se trata de um jogo em que é preciso invadir o
campo adversário para conseguir oportunidades de
finalização e, ao mesmo tempo, é preciso impedir que
os adversários invadam seu campo, a conquista de
espaço é fundamental para que se tenha êxito.

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Tipos de Interações com espaço

• Espaço formal ou físico, que é aquele definido pelo


regulamento do jogo;
• Espaço conformacional, que corresponde a posição
dos jogadores no campo de jogo;
• Espaço configuracional ou informacional,
relacionado com as atitudes dos jogadores em função
da sua experiência e das diferentes situações que
enfrentam no decorrer do jogo.

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Interação com o tempo

• O tempo é considerado como um constrangimento que


pode obstruir ou facilitar os comportamentos individuais
e/ou coletivos inerentes as ações realizadas no âmbito
dos JDC.
• Para Garganta (1997), o tempo, além de estar
estreitamente ligado ao espaço, também se associa à
quantidade e qualidade das tarefas de jogo. Para o
autor, esta temporalidade relaciona-se com a velocidade
e quantidade das ações desenvolvidas no ambiente de
jogo.

LEONARDO DE A. DELGADO
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Interações com o tempo

• Tempo total de jogo


• Tempo das partes do jogo
• Tempo de posse de bola
• Tempo de contra-ataque

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Interação com o Desempenho

• Na verdade, as causas relacionadas ao desempenho de


alto nível são extremamente complexas, dependentes
de um conjunto de fatores genéticos e ambientais, que
interagem, influenciando-se mutuamente.
• Entre os fatores ambientais cabe destacar a dieta, o tipo
de treinamento e preparação, as condições
atmosféricas, entre outros.

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Princípios Táticos do Voleibol

• Três momentos
• Equilíbrio de forças
• Diagonais
• Coletividade
• Do simples para o complexo
• Do amplo para o restrito
• Inter-dependência entre os fundamentos e também com
a regulamentação:

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Manobras do Jogo de voleibol

• Entre as principais manobras de jogo utilizadas no


voleibol temos as trocas de posição, as armações
ofensivas e defensivas e as infiltrações.
• Pode-se dizer que a infiltração ocorre quando os
jogadores de vôlei que estão no fundo da quadra entram
em direção a rede para fazer o levantamento da bola,
em contrapartida, eles não podem fazer alguns
movimentos como o de atacar perto da rede, nem
bloquear e nem passar a bola pro outro lado.

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Troca de Posições

• Mudança de posição L P
entre os jogadores da M
mesma zona (ataque e
defesa) com o objetivo P M L
de atingir a posição
ideal à realização das
ações ofensivas e
defensivas.

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Infiltração

• É a situação de jogo, onde um jogador da defesa


penetra a zona de ataque para auxiliar na finalização da
ação ofensiva.
• No voleibol Infiltração é a forma pela qual um jogador
(levantador) situado numa das posições 5,6 e 1
(defesa), após o saque, desloca-se para "frente"
(ataque) a fim de preparar o ataque

LEONARDO DE A. DELGADO
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Armação Ofensiva

• É a distribuição dos jogadores que visa, colocando os


ataques na melhor posição possível para atacar, frente a
uma estrutura de bloqueio, dificultando as armações
defensivas.
• A armação ofensiva coloca os jogadores nas regiões em
que há maior probabilidade de ataques fortes; bloqueio
e linhas de ataque; e ainda favoreçam a pronta ação
para outros tipos de ataque, como largadas, exploradas,
ataques de meia força etc

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Armação Defensiva

• É a distribuição dos jogadores para ações defensivas de


recepção de saque, cobertura e defesa de ataques.
• Temos então o que podemos chamar de POSIÇÃO
PREPARATÓRIA, POSIÇÃO BÁSICA, POSIÇÃO DE
ESPERA ou POSIÇÃO DE PARTIDA para a defesa. Existem
basicamente duas situações definidas bem claramente, e
uma terceira que é intermediária entre as duas:
• • Centro Avançado
• • Centro Recuado
• • Centro em Linha

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Estrutura Funcional da Equipe

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Estrutura Funcional da Equipe

• As estruturas funcionais da equipe caracterizam-se


pela distribuição dos jogadores no campo e pelas
relações que estabelecem entre si (MOUTINHO,
1998).
• Os elementos da estrutura funcional de uma equipe
pode ser analisar sobre uma perspectiva individual e
outra coletiva.

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Elementos da Estrutura Funcional das


Equipes na Perspectiva Individual
• Capacidade Biotipológica
• Capacidade Motora
• Capacidade Volitiva
• Habilidade Motora
• Elemento Técnico Individual
• Elemento Tático Individual

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Capacidade Biotipológica

• Cada indivíduo é composto por uma somatória de


características genéticas chamado de capacidade
biotipológica, que está dividido em genótipo e fenótipo.
• São as características físicas do atleta, como tamanho,
peso, altura, composição corporal, somatótipo, e outras.

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Capacidade Motora

• Capacidade motora é um traço ou qualidade geral do


indivíduo relacionada ao seu desempenho numa
diversidade de habilidades ou de tarefas.
• Referem-se à potencialidade individual para a execução
de habilidades motoras, que podem ser desenvolvidas
pelo treinamento.
• Em 1968, Gundlach, propôs uma classificação que as
divide em dois grupos fundamentais: as Capacidades
Condicionais e as Capacidades Coordenativas.

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Capacidades Motoras Condicionantes

• Força
• Resistência
• Flexibilidade
• Velocidade

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Capacidade Motoras Coordenativas

• Coordenação;
• Equilíbrio;
• Agilidade;
• Ritmo;
• Descontração.

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Capacidade Volitiva

• É o conjunto dos traços psicológicos particulares


demandados a um individuo ou grupo para atuar de
forma adequada durante um jogo.
• Atitude, entendida como reação ou maneira de ser em
relação a determinadas situações colocadas pelo
confronto esportivo.

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Habilidade Motora

• Magill (1989) define a habilidade motora como sendo um "ato


ou tarefa que requer movimento e deve ser aprendido a fim de
ser executado corretamente".
• Segundo Barbanti (1996) a habilidade motora é uma forma de
movimento específico, dependente da experiência de
movimento que foi automatizado com a repetição.
• Grosser, Starischka e Zimmermann (1988) afirmam que as
habilidades motoras são padrões observáveis do
comportamento considerados fundamentais, básicos tanto para
a prática esportiva quanto para as atividades da vida cotidiana.

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Elemento Técnico Individual

• Uma técnica é um procedimento que tem como objetivo


a obtenção de um determinado resultado.
• Refere-se aos modelos de execução e constitui-se num
dos parâmetros básicos da sua estrutura.
• O elemento técnico está vinculado à dimensão da
execução do movimento.
• Para sua análise, pode ser dividido em técnica
esportiva e habilidade técnica.

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Técnica Esportiva

• A técnica está ligada à aprendizagem motora de cada


pessoa e consiste na execução de movimentos e nas
habilidades necessárias para a prática de um esporte.
• Para Djackov ( 1973,6), a técnica desportiva é definida
como o domínio completo das estruturas motoras
econômicas de exercícios esportivos , considerando o
resultado máximo a ser atingido nas mais difíceis
condições da competição.

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Habilidade Técnica

• A habilidade técnica é definida como a concretização de


respostas para soluções de tarefas ou problemas
motores, de forma econômica, considerando o resultado
máximo a ser atingido nas mais difíceis condições da
competição, de forma racional baseadas na
biomecânica.
• As habilidades técnicas do voleibol ou recursos como
rolamentos e mergulhos.

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O Elemento Tático Individual

• Tática individual é o comportamento do jogador que,


através de ações de coordenação neuromuscular,
permite interpretar, no tempo e espaço, movimentos
dirigidos a um objetivo determinado, geralmente em
concordância com o objetivo do jogo.
• O elemento tático individual está relacionado com as
escolhas feitas pelo jogador durante o jogo, podendo ser
dividido em intenção tática (BAYER, 1994; MARIOT,
2005) ou regras de ação (GRÉHAIGNE, 200 1) e tática
individual.

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Intenção Tática

Intenção
•“Aquilo que uma pessoa espera que aconteça; vontade. O
que se pretende fazer; propósito: não sabia de suas
intenções. O que se almeja; o que se busca; desejo: sua
intenção era brigar.”

Tática
•“Tática é conhecido como o conjunto de métodos
utilizados para conseguir a realização de um objetivo.”

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Regras de Ação Tática

• Uma regra de ação é definida como uma declaração


condicional com a seguinte estrutura “se <condição>,
então <ação>”, na qual, a condição é uma interpretação
lógica que um jogador faz da percepção do contexto do
confronto, enquanto a ação é a seleção de uma ação
que será executada com o objetivo de modificar o
contexto.

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Tática Individual

• A tática individual é entendida como o comportamento


de um jogador que através de sua ação, por meio de
uma técnica, consegue interpretar, no tempo, espaço e
situação, movimentos dirigidos a um determinado
objetivo.
• É o discernimento para se adaptar a situações de jogo
nas quais é preciso escolher entre as diferentes
alternativas em função de seus adversários.

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Elementos da Estrutura Funcional das


Equipes na Perspectiva Coletiva
• Equipe de Jogadores;
• Organização da Equipe
• Estratégia do Jogo;
1. Tática;
2. Sistema Tático;
3. Condutas Motrizes;
4. Ações Motrizes durante o Jogo ou Ações de Jogo;
5. Situações Motrizes;

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Equipe de Jogadores

• Cada equipa é constituída por 6 jogadores de campo,


mais 6 jogadores suplentes (incluindo o jogador libero),
um técnico, um assistente técnico, um preparador
físico e um médico.
• Para as Competições Mundiais e Oficiais FIVB adultas,
uma equipe pode ter, no máximo, quatorze (14)
jogadores (com, no máximo doze (12) jogadores
regulares).

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Organização da Equipe

• Diz respeito também ao balizamento das dinâmicas de


ocupação do espaço, em busca do cumprimento coletivo
das estratégias e referências (explícitas ou implícitas)
que regem o jogar de uma equipe.
• Segundo Teodorescu (1984), a organização reflete a
cooperação entre os elementos da equipe agem
conjuntamente, juntando os seus esforços para atingirem
um fim comum pré-estabelecido; e, a racionalização dos
elementos da equipe optam consciente e se adaptar em
função dos objetivos pretendidos.

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Elementos da Organização da Equipe

• Zonas de jogo;
• Posição dos Jogadores;
• Posicionamento dos Jogadores (Esquema Tático);
• Funções dos Jogadores;
• Esquema Tático

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Zonas de Jogo

• Zona de ataque
compreende o espaço entre
a linha central e a linha de
ataque (3 x9m).
• Zona de defesa é o espaço
compreendido entre a linha
de ataque e a zona de
saque (6x9m)
• Zona de Saque ou Serviço

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Posições

• Posição no dicionário é
definido como: 1 5
"situação espacial de 6
um corpo, definida em
relação a um ou vários 2 3 4
pontos de referência
fora dele" ou 4 3 2
simplesmente "lugar
6
ocupado por um
5 1
corpo".

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Posicionamento

• No momento em que
a bola é colocada em
jogo pelo sacador,
cada equipe deve
estar posicionada
dentro da sua própria
quadra de jogo,
(exceto o sacador)
conforme a ordem de
saque.

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Posicionamento Inicial

• Antes do início de cada SET, o técnico tem que


apresentar a formação inicial dos jogadores de sua
equipe em um formulário de ordem de saque.
• Este formulário, devidamente preenchido e assinado, é
entregue para o 2º árbitro ou para o/a Apontador(a).
• Ele determina que, até o instante da execução de cada
saque, todos os jogadores das duas equipes respeitem
seus posicionamentos de rodízio e estejam ocupando
sempre as suas posições.

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• O posicionamento inicial dos jogadores indica a ordem


de rotação dos mesmos na quadra.
• Esta ordem deve ser mantida durante o SET.
• Os jogadores que não estejam incluídos no formulário
inicial de ordem de saque de um SET, são os jogadores
substitutos deste SET (exceto o Líbero ).
• Após ser entregue a ordem de saque ao segundo árbitro
ou ao apontador, nenhuma troca é permitida sem que
haja uma substituição normal.
• Após o golpe dado pelo sacador, os jogadores
poderão deixar os seus posicionamentos
obrigatórios de rodízio.

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Distribuição dos Jogadores nas Posições

S Lb
Três formam a linha de defesa,
P
ocupando as posições :
•Nº 1 chama-se defesa direita, e é a
posição do saque.
•Nº 6 chama-se defesa central é a
posição do pivô ou central.
•Nº 5 chama-se defesa esquerda é a P
Lb S
posição do líbero.

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Distribuição dos Jogadores nas Posições


Três jogadores na linha de frente (zona de
ataque) e ocupam as posições
•Nº 2 (frente-direita) chama-se saída
de rede é a posição do levantador.
L B P
•Nº 3 chama-se meio de rede é a
posição de bloqueio. P B L
•Nº 4 (frente-esquerda) chama-se
entrada de rede é a posição do
ponteiro.

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Linhas de Correspondência

• É uma linha imaginária, que orienta a


posição em que o jogador se encontra
em relação aos seus companheiros
no momento que uma das equipes vai
sacar, essa posição deve seguir a
ordem correta do rodízio.
• As posições dos jogadores são
determinadas e controladas conforme
a posição do contato de seus pés com
o solo.

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Posicionamento ou Posição Relativa


entre Jogadores
O posicionamento no voleibol ocorre da 1 5
seguinte forma:
•O jogador da posição 1 deverá estar 6
atrás do jogador da posição 2 a direita
do jogador da posição 6; 2 3 4
•O jogador da posição 2 deverá se
posicionar a frente do jogador da 4 3 2
posição 1 e a direita do jogador da
posição 3;
6
•O jogador da posição 3 deverá se
5 1
posicionar entre os das posições 4 e 2
e à frente do jogador da posição 6;

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Posicionamento ou Posição Relativa


entre Jogadores
• O jogador da posição 4 se
posicionará a esquerda do jogador 1 5
da posição 3 e à frente do jogador da 6
posição 5;
• O jogador da posição 5 deverá 2 3 4
estar atrás do jogador da posição 4 e
à esquerda do jogador da posição 6; 4 3 2
• O jogador da posição 6 estará entre
os das posições 5 e 1 e atrás do 6
jogador da posição 3. 5 1

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Discrepâncias entre a ordem de saque e a


posição dos jogadores na quadra
• Quando uma discrepância é descoberta, antes do início
do set, a posição dos jogadores deve ser retificada de
acordo com o formulário de ordem de saque.
• Nenhuma penalidade é aplicada.
• Todavia, se o técnico quiser continuar com este(s)
jogador(es) na quadra, deve solicitar a(s)
substituição(ões) normais que será(ão) então
registrada(s) na súmula do jogo.

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Funções dos Jogadores de voleibol

• Sãos as Interações motrizes realizadas pelos jogadores


durante o jogo de voleibol, que pode estar condicionada
pela regra da rotação de jogadores.
• As ações dos jogadores conforme as subestruturas,
normalmente obedecem a aspectos que se inserem no
cumprimento de funções específicas.

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A Especialização dos Jogadores

• A compreensão do funcionamento de uma equipe é


indissociável da compreensão das funções que
desempenham cada um dos seus elementos.
• Segundo Cloître (1985), estas funções vão evoluindo
desde a indiferenciação nas equipes de formação até à
especialização maximal nas equipes de alto nível.

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Funções dos Jogadores em Quadra

• Levantador:
• Líbero:
• Atacantes
– Oposto:
– Atacante de Ponta (ou velocidade)
– Atacante de meio (Central ou Força)
– Levantador-atacante

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Levantador

• E o distribuidor das jogadas, ele é quem arma a sua


equipe, devendo ser o cérebro do time, do qual depende o
sucesso ou fracasso.
• Não se pode escolher qualquer atleta para levantador.
• Ele deve ter liderança, inteligência, boa visão geral do jogo,
bom diálogo com os atacantes, não se deixando dominar.
• E que seja uma extensão do técnico dentro da quadra.
• Com isto, de preferência, que ele seja o capitão da equipe.

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Características do Levantador

• Possua uma excelente técnica do toque de bola


(levantamento) e defesa;
• Possua uma boa velocidade e equilíbrio;
• Liderança, inteligência, boa visão geral do jogo;
• Bom diálogo com seus atacantes, não se deixando
dominar.

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Oposto

• É o jogador que atua na posição diretamente oposta ao


levantador é decisivo de ataque de força e desafoga o
levantador, principalmente nas bolas de segurança, ele é
o mais especializado em ataque no time, normalmente.
• Ataca normalmente das posições 2 e 4, além das
posições do fundo.
• Para ele que é mandada a "bola de segurança", que
nada mais é que uma jogada simples, feita quando o
passe está ruim ou não se quer arriscar muito.

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Características do Oposto

• Dominar bem os ataques de ponta, meia bola, bola


rápida e de fundo.
• Não precisa passar só se preocupando com o ataque,
bloqueio e defesa, mas a sua jogada principal é o
ataque de saída e fundo.

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Libero

• É um atleta especializado nos fundamentos que são


realizados com mais freqüência no fundo da quadra, isto
é, recepção, passe e defesa.
• Normalmente entra no lugar do jogador de meio que
estiver no fundo de quadra sendo responsável por pelo
menos 50% do passe de sua equipe.

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Características do Libero

• É o jogador de melhor passe e defesa e que seja


corajoso (normalmente os mais baixos);
• Normalmente, entra no lugar do jogador de meio que
estiver no fundo de quadra, sendo o responsável por
pelo menos 50% do passe de sua equipe.
• No plano tático, deverá defender na posição 5, que é
onde a maioria dos ataques adversários acontecem, e
também porque esta posição não é quase utilizada para
ataque.

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Atacante de Ponta (ou velocidade)

• São responsáveis pelo passe do time, juntamente com o


líbero. Portanto são aqueles que têm o melhor domínio
com a manchete.
• São responsáveis pelo ataque rápido e de força na
entrada (4) e saída de rede (2), onde se fazem
necessárias muita velocidade de deslocamento rápido,
velocidade de braço e muita técnica de ataques de
diagonal e corredor, bloqueia na 3, e quando estiver no
fundo, defende na 6.

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Características do Ponteiro

• Melhor domínio da manchete;


• Alta velocidade de braço;
• Boa técnica no ataque rápido, de diagonal, corredor e de
força.

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Atacante de Meio (Central ou Força)

• É o jogador responsável por atacar na chamada posição


3, e quando estiver no fundo, defende na 6, costumam
ser os mais altos.
• Sua função principal é fazer o bloqueio de meio,
marcando as bola rápidas e de diagonal, e ataques de
bolas rápidas.
• É exigido deles bastante agilidade para puxar as
chamadas bolas "rápidas", lances onde o levantador
manda uma bola muito baixa e veloz.

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Característica do Meio

• São os de maior estatura.


• Sua função principal é fazer o bloqueio de meio,
marcando as bolas rápidas e de diagonal, e ataque de
bolas rápidas.
• Dentre as características físicas principais, são
necessários um bom alcance de braço no ataque e uma
excelente técnica de deslocamento lateral para correr
toda a extensão da rede, a fim de conter os ataques
adversários.

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Atacante Levantador

• Normalmente em times que usam o sistema "4x2 com


infiltração", o levantador quando está nas posições de
rede, vira um atacante.
• Nesses casos ele age exatamente como um oposto,
com a diferença que normalmente não é um especialista
em ataque e não é o responsável maior pelos ataques
do time.

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Estratégia

• De um modo geral, estratégia é a maneira como a


equipe se prepara para o jogo: como irá jogar e como
enfrentará o adversário.
• Para Zakharov (1992) estratégia são as orientações
gerais e os caminhos gerais de obtenção dos objetivos
competitivos.
• A estratégia determina a escolha da tática que, por
sua vez, é realizada com a utilização do volume
necessário de ações técnicas.

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Comportamento Estratégico

• O comportamento estratégico pode ser considerado


como a função resultante na qual incidem a conjunção
dos parâmetros que configuram a estrutura (técnica,
regulamento, espaço, tempo e comunicação).
• Em uma perspectiva de jogo, a equipe de voleibol deve
ter uma estratégia geral para enfrentar seu oponente, a
qual orienta a elaboração das estratégias específicas
para cada fundamento ou, ainda, para cada grupo de
fundamentos, os chamados sistemas ofensivo e
defensivo.

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Esquema de Jogo

• Esquema Tático (ou Formações): também conhecido


como plataforma de jogo ou referência posicional,
são formas, táticas de jogo, as quais o treinador arma,
para desestruturar a equipe adversária.
• É a organização de uma equipe dentro de quadra.

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Tática

• É a totalidade de ações individuais e coletivas, de


ataque e de defesa que, baseadas nas regras e na
maneira de jogar do adversário, determinam a
concepção da estrutura do jogo para obtenção do
melhor resultado.
Horst Baacke
• Conjunto de decisões e ações desenvolvidas no decurso
do jogo

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Sistema Tático

• Sistema de jogo: pode ter como sinônimo sistema


tático, quando o termo sistema é utilizado, está se
pensando em um conjunto ordenado idéia de jogo,
desenho tático, esquematizações, variações,
posturas, sistemas de marcação, detalhes táticos e
estilo de jogo que interagem e tendem a um resultado;
plano, método.
• Ele envolve o posicionamento prévio dos jogadores e
as estratégias programadas para eles durante os
momentos de ataque e defesa.

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Sistema de Jogo

• É a distribuição de funções, posições e áreas bem


definidas para os jogadores em todas as formações de
ataque e defesa, visando facilitar as ações de jogo.
Horst Baacke
• Envolve o posicionamento prévio dos jogadores
(Esquema) e as estratégias programadas para eles
durante os momentos de ataque e defesa.

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Sistemas Utilizados no Jogo de Voleibol

• Sistema Ofensivo
• Sistema de Recepção de Saque
• Sistema de Bloqueio;
• Sistema de Cobertura
• Sistema de Defesa

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Sistema de Jogo Ofensivo

• Os sistemas de jogo ofensivos utilizados nas táticas do


voleibol, levam em consideração a forma com a qual
distribuem-se e divide-se o número de atacantes e
levantadores, entre os seis jogadores e quadra.
• No voleibol, de acordo com o estudo tático, os jogadores
são divididos em cortadores ou atacantes e levantadores.
• Os sistemas aplicados ao voleibol mais desenvolvidos e
utilizados são os 6x6, o 3x3, o 4x2 simples, 4x2 com
infiltração e o 5x1.

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Posição Inicial

• Para cada posição inicial do atleta em cada sistema de


jogo são definidas funções especificas.

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Sistema Defensivo

• Sistemas de Defesa ou Sistemas Defensivos podem ser


entendidos como a forma como uma equipe se organiza
para neutralizar um ataque adversário e na medida do
possível, preparar seu próprio contra ataque.
• É uma ação de tática coletiva que depende da tática
individual, da capacidade de leitura de jogo, pois
trabalha com áreas de responsabilidade específicas e se
possível com a análise da incidência do ataque
adversário.

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Sistema 6x0

• É o sistema mais elementar do voleibol.


• Nele, todos os jogadores executam todas
as funções dentro da equipe, não
havendo nenhum indício de
especialização.
• Normalmente o jogador que está na
posição 3 é o responsável pelo A4 L3 A2
levantamento, embora em alguns casos
seja adotado o levantamento pelo D5 D6 D1
jogador da posição 2 (BIZZOCHI, 2004).

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Sistema 6x0

• De acordo com Bizzocchi (2004) é o sistema mais


indicado para os alunos em fase de iniciação, pois todos
podem levantar, atacar e jogar em todas as posições da
quadra.
• Essa participação não especializada oferece a
oportunidade de vivenciar as particularidades de atacar
e defender igualmente em todas as regiões da quadra.

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Armação para Recepção do Saque no


Sistema 6X0
• A zona de levantamento é
a posição 3, dessa forma,
no rodízio de saque,
quando um jogador
estiver nesta posição,
realizará a função de A2
A4 L3
levantador, tendo nas
outras posições da zona
D5 D6 D1
ofensiva a função de
cortador.

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Rotação ou Rodizio

• Durante o decorrer do jogo, os L P


atletas são obrigados a realizar M
uma mudança de posições,
denominada rodízio. P M L
• Quando a equipe que recebe
ganha o direito ao serviço, os
jogadores efetuam uma
rotação, deslocando‐se uma
posição no sentido dos
ponteiros do relógio (horário):

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Sistema 4 x2

• Dois levantadores específicos, já começa determinar as


funções, o levantador fará a jogada no meio de rede, ou
seja na posição 3.
• Sempre terá um levantador na Zona de Defesa e um na
Zona de Ataque.
• O sistema 4x2 pode ser dividido entre o 4x2 simples e
o 4x2 invertido, ou com infiltração.

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Posição Inicial – Sistema 4x2 Simples

• A posição inicial dos


jogadores deve ser
L C P
oposta por funções,
para que tenhamos
sempre, em ambas as
zonas, um levantador,
um atacante de meio C
e um de ponta.

L – Levantador
P L
C – Atacante de Centro ou Central
P – Atacante de Ponta - ponteiro
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Troca com saque da Equipe

L C P P C L

C C
P L P L

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Recepção de Saque – Rodizio 1

L C P

C
P L

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Rodizio 02

L C P

C
P L

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Troca do Rodizio 02

P L C P C L

L L

C P C P

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Recepção Rodizio 2

P L C

C P

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Rodizio 3

P L C

C P

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Troca do Rodizio 3

C P L

P
L C

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Rodizio 4

C P L

P
L C

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Sistema 5x1

• O sistema mais racional, um levantador específico, um


jogador de grande habilidade para coordenar os
ataques, que poderão ser pelas pontas ou pelo meio.
• O levantador fica posicionado entre as posições 2 e 3.

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Características do Sistema 5x1

• Todos são especialistas por função;


• Há um levantador, 1 oposto, 2 ponteiros, 2 centrais e 1
libero;
• Equipes Bem treinadas e profissionais;
• Posicionamento sempre na logica da diagonal;
• Levantador, Oposto e Centrais não devem receber o
saque;
• São responsável pela recepção do saque o libero e os
ponteiros;

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Posição Inicial – Sistema 5x1

O C P L – Levantador
O- Oposto
C- Central
P – Ponteiro Passador
C

P L

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Saque 1° Rodizio

C
O P
O C P

C P C

L L
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LEONARDO DE A. DELGADO
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Recepção de Saque

O C P O C

Lb
P P
Lb
P L L

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Armação do Ataque

• Levantador, no fundo na
posição 1, infiltra e recebe
a bola na 2 ½; O C
• O oposto ataca na
entrada bola alta ou
chutada, o meio ataca P P
uma bola de tempo à C
frente ou metro, ponta L
ataca média na saída de
rede.

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Saque 2° Rodizio

O C P

C
P L
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Saque 3° Rodizio

P O C

L
C P
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Saque 4° Rodizio

C P O

P
L C
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Saque 5° Rodizio

L C P

C
P O
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2º Rodizio – Levantador na Posição 6

O
P O C C
L

P
Lb L P Lb P

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Troca

O
C
L

P
Lb P

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Recepção de saque

P O C

Lb L P

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Posição Inicial – Sistema 5x1

O C P

Lb
P L

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Troca com o saque

O C P

Lb
P L

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Táticas Defensivas

• As táticas defensivas do voleibol podem ser divididas


em:
• Táticas Individuais;
• Táticas Especificas dos Jogadores;
• Táticas Coletivas

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Conduta Motriz

• Parlebas (1996, apud RIBAS, 2005, p. 113) “define


conduta motriz como sendo uma organização do
comportamento motor, mas com significados, sendo
as ações motrizes pessoais dos jogadores”.
• Complementa essa idéia as palavras de During (1981,
1992, apud RIBAS, 2009, p. 217) “toda a conduta
motriz se manifesta por um comportamento motor,
mas não se reduz a este”.

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Condutas Motrizes no Voleibol

• Inicio do Jogo (saque)


• Recepção de Saque (Armações Defensivas)
• Levantamento
• Ataque
• Bloqueio
• Recurso de Defesa
• Contra-ataque

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Ação de Jogo

• É resultante das interações dos seis parâmetros


determinadores da sua estrutura (técnica, tempo,
regulamento, espaço, comunicação e estratégia),
depende do(s) jogador(es) colocá-la em ação; e
• Do desenvolvimento motor, dado que é ele quem decide
em cada momento que ação realizar e como pô-la em
prática de acordo com a análise que se fez da situação
de jogo ou seguindo um esquema previamente
estabelecido

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Tipos de Ações do Voleibol

As ações de jogo no voleibol, podem ser divididas em três


grupos:
•De caráter ofensivo: saque e cortada - que têm a intenção
de enviar a bola ao adversário;
•De caráter defensivo: recursos e manchete (que pode
ser alta, também chamada de bloqueio, ou baixa) - que
têm a intenção de receber a bola vinda do adversário, e
•De caráter transitório: posição básica, deslocamentos e
toque - que tem a função de, após uma ação defensiva,
preparar um ataque.

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PÓLO DE BARRA DO CORDA/MA

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