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Série – Grandes Obras
Avaliação da Aprendizagem Escolar Estudos e Proposições.

Carlos Cipriano Luckesi


Para início de conversa

LUCKESI COLOCA UM SUBTÍTULO, NO MÍNIMO


SUGESTIVO: SOBRE A NECESSIDADE DO
EDUCADOR APRENDER A AVALIAR A
APRENDIZAGEM. OU SEJA, PRIMEIRO TEMOS
QUE APRENDER A AVALIAR PARA, SÓ MAIS
TARDE, AVALIARMOS A APRENDIZAGEM.
Ralph Tyler
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM É
RECENTE. SOMENTE EM 1930, COM RALPH TYLER,
COMEÇOU-SE A PENSAR EM AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM, BUSCANDO SUA COMPREENSÃO E
DIVULGAÇÃO. EM CONTRAPARTIDA, A HISTÓRIA DOS
EXAMES ESCOLARES QUE AINDA HOJE PRATICAMOS É
UM TANTO MAIS LONGA, DATANDO DOS SÉCULOS XVI E
XVII. Talvez por esse motivo, Raph Tyler, depois de séculos de
consolidação do sistema de exames escolares, preocupou- se
com o fato de que, com esse sistema de avaliação por exames,
a cada cem crianças que ingressavam na escola, somente
trinta eram aprovadas, ficando sempre um resíduo de setenta
crianças reprovadas na escola, a cada ano. E para Tyler essa
perda era excessiva.
Propostas de Ralph Tyler

TYLER PROPÔS, ENTÃO, UM SISTEMA DE ENSINO


QUE:
1. ENSINASSE ALGUMA COISA;
2. DIAGNOSTICASSE SUA CONSECUÇÃO;
3. NO CASO DA APRENDIZAGEM SATISFATÓRIA,
SEGUISSE EM FRENTE;
4. NO CASO DA APRENDIZAGEM INSATISFATÓRIA,
HOUVESSE UMA REORIENTAÇÃO, TENDO EM VISTA
A OBTENÇÃO DO RESULTADO SATISFATÓRIO,
DESTINO EVIDENTE DA ATIVIDADE PEDAGÓGICA
ESCOLAR.
E nós ainda não entendemos...
Segundo LUCKESI, nesses oitenta anos que se passaram, essa
proposta óbvia, singela e consistente de Tyler não conseguiu
ainda ter vigência significativa nos meios educacionais. No Brasil,
o tema “avaliação da aprendizagem” começa a ser abordado no
final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970 do século XX.
Conforme LUCKESI, antes disso falávamos apenas em exames
escolares. A LDB DE 1961 AINDA CONTINHA UM CAPÍTULO
SOBRE OS EXAMES ESCOLARES. A LEI 5.692 DE 1971
REDEFINIU O SISTEMA DE ENSINO NO PAÍS, DEIXANDO DE
USAR A EXPRESSÃO “EXAMES ESCOLARES”,
SUBSTITUINDO-A POR “AFERIÇÃO DO APROVEITAMENTO
ESCOLAR.” A ATUAL LDB, EDITADA EM 1996, FINALMENTE
USOU A EXPRESSÃO “AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM”,
EM SEUS ARTIGOS DE LEI.
E nós ainda não entendemos...

ENTRETANTO, EM TODOS OS NÍVEIS DE ENSINO NO


BRASIL, UTILIZAM-SE MUITO MAIS EXAMES
ESCOLARES DO QUE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM,
APESAR DA EXPRESSÃO “AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM” ESTAR CONTIDA NA PRÓPRIA LEI DE
DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO. NESSE
SENTIDO, LUCKESI ASSEVERA QUE O NOSSO SENSO
COMUM, NA VIDA ESCOLAR, TEM SIDO DE
EXAMINADORES E NÃO DE AVALIADORES; SENDO
QUE, EM NOSSA VIDA ESCOLAR, FOMOS SEMPRE
MUITO MAIS EXAMINADOS DO QUE AVALIADOS.
Aprender a Avaliar
LUCKESI EXPLICA QUE O EDUCANDO NÃO VAI PARA A
ESCOLA PARA SER SUBMETIDO A UM PROCESSO
SELETIVO; E, SIM, PARA APRENDER. INTERESSA,
PORTANTO, O SISTEMA ESCOLAR EM QUE O EDUCANDO
APRENDA, E NÃO AQUELE EM QUE ELE SEJA
MERAMENTE REPROVADO. NÓS, EDUCADORES, TEMOS
QUE INVESTIR NA “APRENDIZAGEM DA AVALIAÇÃO”,
POIS, NA MAIORIA DAS VEZES, REPETIMOS O QUE
ACONTECEU CONOSCO, OU SEJA, FOMOS EXAMINADOS
POR NOSSOS PROFESSORES, ATRAVÉS DE EXAMES
ESCOLARES E AGORA SOMOS EXAMINADORES DE
NOSSOS ALUNOS, UTILIZANDO-NOS DOS MESMOS
INSTRUMENTOS.
Como Aprender a Avaliar ?
APRENDENDO OS CONCEITOS TEÓRICOS SOBRE
AVALIAÇÃO, MAS APRENDER TAMBÉM A PRATICAR
ESSA AVALIAÇÃO EM ATOS DO COTIDIANO ESCOLAR.
Mas de que forma podemos aprender a avaliar a
aprendizagem de nossos educandos, incluindo a nossa
autoavaliação como educadores e avaliadores, questiona-se
LUCKESI, ao mesmo tempo em que responde a questão,
afirmando que em primeiro lugar importa estar aberto a
aprender essa prática. Em segundo lugar, afirma que
devemos observar se estamos satisfeitos (ou não) com os
resultados da aprendizagem de nossos alunos. Se os
resultados não são satisfatórios, devemos investigar o que
estaria por trás dessa defasagem, inclusive em nossa ação
pedagógica.
Mudamos o nome mas não á prática
INICIEMOS PELOS EXAMES ESCOLARES.
 EM PRIMEIRO LUGAR, ELES OPERAM COM DESEMPENHO
FINAL. AO PROCESSO DE EXAME NÃO INTERESSA COMO O
RESPONDENTE CHEGOU A ESSA RESPOSTA, IMPORTA
SOMENTE A RESPOSTA.
 EM CONSEQUÊNCIA DESSA PRIMEIRA CARACTERÍSTICA, VEM
A SEGUNDA: OS EXAMES SÃO PONTUAIS, O QUE SIGNIFICA
QUE NÃO INTERESSA O QUE ESTAVA ACONTECENDO COM O
EDUCANDO ANTES DA PROVA, NEM INTERESSA O QUE
PODERÁ ACONTECER DEPOIS.
 EM TERCEIRO LUGAR, OS EXAMES SÃO CLASSIFICATÓRIOS,
OU SEJA, ELES CLASSIFICAM OS EDUCANDOS EM
APROVADOS OU REPROVADOS, OU COISA SEMELHANTE,
ESTABELECENDO UMA ESCALA CLASSIFICATÓRIA COM
NOTAS QUE VÃO DE ZERO A DEZ. SÃO CLASSIFICAÇÕES
DEFINITIVAS SOBRE A VIDA DO EDUCANDO.
Mudamos o nome mas não á prática

 EM QUARTO LUGAR, OS EXAMES SÃO SELETIVOS OU


EXCLUDENTES. PORQUE CLASSIFICATÓRIOS, OS
EXAMES EXCLUEM UMA GRANDE PARTE DOS
EDUCANDOS. MUITOS FICAM DE FORA
 EM QUINTO LUGAR, OS EXAMES ESCOLARES TÊM
SERVIDO NA MAIOR PARTE DAS VEZES PARA
DISCIPLINAR EXTERNA E AVERSIVAMENTE OS
EDUCANDOS. TÊM SIDO UTILIZADOS LARGAMENTE
COMO UM RECURSO DE CONTROLE DISCIPLINAR
IMPOSITIVO SOBRE OS ALUNOS .
Características de uma Avaliação
 PARA A AVALIAÇÃO INTERESSA O QUE ESTAVA
ACONTECENDO ANTES, O QUE ESTÁ ACONTECENDO
AGORA E O QUE ACONTECERÁ DEPOIS COM O
EDUCANDO, NA MEDIDA EM QUE A AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM ESTÁ A SERVIÇO DE UM PROJETO
PEDAGÓGICO CONSTRUTIVO, QUE OLHA PARA O SER
HUMANO COMO UM SER EM DESENVOLVIMENTO, EM
CONSTRUÇÃO PERMANENTE.
 PARA UM VERDADEIRO PROCESSO DE AVALIAÇÃO, NÃO
INTERESSA A APROVAÇÃO OU REPROVAÇÃO DE UM
EDUCANDO, MAS SIM SUA APRENDIZAGEM E,
CONSEQUENTEMENTE, O SEU CRESCIMENTO; DAÍ ELA SER
DIAGNÓSTICA, PERMITINDO A TOMADA DE DECISÕES
PARA A MELHORIA; E, CONSEQUENTEMENTE, SER
INCLUSIVA, ENQUANTO NÃO DESCARTA, NÃO EXCLUI, MAS
SIM CONVIDA PARA A MELHORIA.
Avaliar é...

 ATRIBUIR UM VALOR A FATOS, OBJETOS E


DESEMPENHOS;
 JULGAR DADOS RELEVANTES PARA TOMAR UMA
DECISÃO;
Instrumentos de Avaliação
A auto avaliação

AUTO AVALIAÇÃO É O ATO DE JULGAR SEU


PRÓPRIO DESEMPENHO NAS ATIVIDADES
PROPOSTAS. ANTIGAMENTE NA
CONCEPÇÃO TRADICIONAL A AUTO
AVALIAÇÃO NÃO TINHA RAZÃO DE SER,
POIS O PROFESSOR ERA O “DONO” DA
NOTA DO ALUNO.
Características de uma prova objetiva
1. CONSIDERAR OS OBJETIVOS DO CURSO QUE SERÁ
AVALIADO;
2. ABRANGER ASSUNTOS DE REAL IMPORTÂNCIA E NÃO
APENAS A MEMORIZAÇÃO DE DETALHES;
3. ELIMINAS ASSUNTOS CONTROVERTIDOS;
4. EVITAR PERGUNTAS CAPCIOSAS (CILADAS);
5. PREVER SOMENTE UMA RESPOSTA CERTA, CONFORME
O TIPO DA QUESTÃO;
6. COLOCAR A QUESTÃO CENTRADA NO CONTEÚDO E NÃO
NA FORMA DE APRESENTÁ-LA (EVITAR PALAVRAS
DIFÍCEIS, ORDEM INDIRETA);
7. CONSTRUIR AS QUESTÕES DE MODO QUE POSSAM
DIFERENCIAR OS DIVERSOS GRAUS DE APRENDIZAGEM;
Características de uma prova objetiva
8. EVITAR AMBIGÜIDADE DE SENTIDO NAS PALAVRAS USADAS PARA
FORMULAR AS QUESTÕES;
9. EVITAR O EMPREGO DE PALAVRAS MUITO INCLUSIVAS COMO:
SEMPRE, TODOS, NUNCA, JAMAIS, ETC.;
10. REDUZIR AS NEGATIVAS. QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL, DEVE-SE
GRIFAR A NEGATIVA (GERALMENTE ESTAMOS INTERESSADOS EM
VERIFICAR O QUE É E NÃO AQUILO QUE NÃO É) E USAR NÃO OU
EXCETO COM DESTAQUE;
11. EXCLUIR DADOS INÚTEIS PARA A RESPOSTA (EVITAR “ENFEITAR” A
QUESTÃO). QUANDO SE TRATAR DE VERIFICAR A HABILIDADE DE
SELECIONAR DADOS PARA A RESPOSTA, LEMBRAR-SE QUE OS
DADOS NÃO USADOS DEVEM SER PERTINENTES OU TER RELAÇÃO
COM O PROBLEMA;
12. EVITAR REDAÇÕES EXATAMENTE IGUAIS ÀS DOS LIVROS E
APOSTILAS, PARA NÃO FAVORECER O HÁBITO DE “DECORAR” A
MATÉRIA.
Características de uma prova operatória
AS PROVAS OPERATÓRIAS SÃO UM INSTRUMENTO
FORMULADO COM QUESTÕES ABERTAS,
INTENCIONALMENTE PREPARADAS PARA ESTABELECER
UM DIÁLOGO COM AS APRENDIZAGENS EM PROCESSO,
ENVOLVENDO QUESTÕES DISSERTATIVAS, VOLTADAS
PARA PROVOCAR O DESENVOLVIMENTO DA
INTELIGÊNCIA ATRAVÉS DAS OPERAÇÕES MENTAIS
COMO A ANÁLISE, A COMPARAÇÃO, A CRÍTICA, A
GENERALIZAÇÃO, A INTERPRETAÇÃO. É uma prova que
demanda do aluno mais leitura e escrita e do professor, mais
tempo para ler e comentar. É um bom instrumento para avaliar
a construção conceitual, desde que associado a outros
instrumentos de observação e auto avaliação.
A Observação e o Registro

A OBSERVAÇÃO E O REGISTRO AJUDA O PROFESSOR,


ATRAVÉS DE UMA TÉCNICA, A APREENDER DADOS
SOBRE ACONTECIMENTOS, ENQUANTO ESTÃO
OCORRENDO, SEMPRE SEGUIDA DE REGISTROS. O
PROCESSO É SOBRE A APRENDIZAGEM DOS ALUNOS. O
PROFESSOR, OBSERVANDO A PARTIR DE REFERÊNCIAS
QUE O AJUDAM A VER O QUE PRETENDE, ESTÁ SE
TRANSFORMANDO NUM PESQUISADOR. QUANTO MAIS
UM PROFESSOR INSERE A OBSERVAÇÃO EM SUA
PRÁTICA AVALIATIVA, MAIS ELE CONSEGUE SE ABRIR
PARA TENTAR ENTENDER O COMPLEXO PROCESSO DE
APRENDIZAGEM.
Portfólio
PORTFÓLIO É UMA AUTO AVALIAÇÃO QUE SUBSTITUI O
BOLETIM PELO PORTFÓLIO. OS REGISTROS SOBRE AS
APRENDIZAGENS DOS ALUNOS, PARA AQUELA ESCOLA,
SERIAM AQUELES SELECIONADOS PELOS ALUNOS,
ARQUIVADOS NUMA PASTA DE AVALIAÇÃO, COM SEUS
COMENTÁRIOS PRÓPRIOS, REPRESENTANDO UMA
SÍNTESE DE UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM. Para optar
pelo portfólio, a escola deve ter exercitado (1) a reflexão sobre a
importância da auto avaliação, (2) de o aluno aprender a regular a
sua aprendizagem, (3) do desenvolvimento da autonomia, (4) da
relação de confiança entre professores e alunos em um processo
de aprendizagem, estando, portanto, privilegiando a função
formativa da avaliação. Ex: (artefatos, produções, reproduções;
atestados; anotações).
Registro

VÁRIAS FORMAS DE REGISTRO:


 REGISTRO DA PRÁTICA
 ANOTAÇÃO DE OBSERVAÇÕES DO PROFESSOR SOBRE
OS ALUNOS
 COMPREENSÃO DO PROCESSO DOS ALUNOS
 FICHAS
 RELATÓRIOS RETRATANDO UM PERÍODO DE
AVALIAÇÃO, COMO ANOTAÇÕES DOS ALUNOS SOBRE A
SUA APRENDIZAGEM
 ANOTAÇÕES DA ESCOLA SOBRE A HISTÓRIA ESCOLAR
DOS ALUNOS.
Funções de uma avaliação
A avaliação se apresenta em três funções: diagnostica, controle,
classificação.
A FUNÇÃO DIAGNOSTICA tem dois objetivos: presença ou ausência de
habilidades e pré-requisitos para que o estudante possa acompanhar o
ensino; identificar as causas de dificuldades na aprendizagem. Nessa
função, a avaliação diagnostica consiste na investigação de qual é o
“patamar” de desenvolvimento do aluno, tendo em vista orientar a
programação do seu atendimento, ou seja, as atividades de ensino.
A FUNÇÃO CONTROLE tem como objetivo informar o professor e o
estudante sobre o rendimento da aprendizagem durante o desenvolvimento
das atividades escolares, como também localizar deficiências na
organização do ensino, de modo a possibilitar que o mesmo seja
reformulado.
A FUNÇÃO CLASSIFICAÇÃO visa classificar os estudantes no fim de um
semestre, ano, curso ou unidade, segundo níveis de aproveitamento. A
essa função corresponde a avaliação somativa, que ocorre ao final de um
semestre, ano letivo, curso ou unidade de ensino.
Filho de peixe...
 IMPORTA OBSERVAR, EM PRIMEIRO LUGAR, QUE A QUESTÃO
CENTRAL DA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO NA ESCOLA NÃO ESTÁ
NOS INSTRUMENTOS, MAS SIM NA POSTURA PEDAGÓGICA E
CONSEQÜENTEMENTE NA PRÁTICA DA AVALIAÇÃO.
 É IMPOSSÍVEL PRATICAR AVALIAÇÃO DENTRO DE UM PROJETO
PEDAGÓGICO TRADICIONAL, QUE ESPERA QUE O EDUCANDO
“ESTEJA SEMPRE PRONTO”. Neste sentido, para modificarmos
nosso modo de agir em avaliação, necessitamos de mudar nossas
crenças e nossos modos de agir na prática pedagógica. Necessitamos
de romper com crenças parecidas com essas: “Os alunos não querem
nada”; “Os alunos são sempre desinteressados”. Crenças estas que se
parecem com outras, que usamos muito no dia a dia: “Pau que nasce
torno, morre torto”; “Isso vem de berço”; “Filho de peixe, peixinho é”; e
outras. COM ESSAS CRENÇAS, NÃO PODEMOS TRABALHAR COM
AVALIAÇÃO, POIS ESTA CRÊ QUE O SER HUMANO SE MODIFICA,
ELE NEM VEM NEM ESTÁ PRONTO, MAS EM CONSTRUÇÃO.
Instrumentos de Avaliação?

OS DENOMINADOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO, PARA


SER CORRETO, DEVERIAM SER CHAMADOS DE
INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS PARA A
AVALIAÇÃO, NA MEDIDA EM QUE TESTES, PROVAS,
REDAÇÕES, MONOGRAFIAS, ARGUIÇÕES, EM SI, NÃO
AVALIAM, MAS SIM COLETAM DADOS QUE DESCREVEM O
DESEMPENHO PROVISÓRIO DO ALUNO, DANDO BASE
PARA A SUA QUALIFICAÇÃO DIANTE DE DETERMINADOS
CRITÉRIOS. Por exemplo, um teste não avalia um aluno, mas
oferece dados sobre o seu desempenho. Esse desempenho que
pode ser qualificado (avaliado), subsidiando uma tomada de
decisão sobre o que fazer a partir dessa avaliação.

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