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NR

35
Trabalho em
Altura
INDIC
E
O Treinamento

O Norma Regulamentadora NR 35
NRs relacionadas a NR 35

NBRs relacionadas a NR 35
Segurança do Trabalho
Hierarquia no Controle de Risco

Planejamento, Organização e Execução


Condição Impeditivas
Fator de Queda
Síndrome de Arnês
Direto de Recusa
Inspeção de Equipamentos

Sistema de Proteção Individual contra Queda


Nós no Trabalho em Altura
Equipamentos para Trabalho em Altura
Primeiros Socorros
Movimentação, Remoção e Transporte de Vítimas
Fontes e Referências
O
TREINAMENTO
Este material de apoio foi desenvolvido para o Treinamento de NR 35 -
Segurança no Trabalho em Altura.
Sabemos que trabalhar com altura é conviver diariamente com situações de
risco - uma realidade da qual ninguém esta livre mesmo em um momento
relaxado, longe das funções profissionais, em casa ou nas atividades de lazer..

NOSSA PREOCUPAÇÃO
Procuramos direcionar nossa
metodologia de ensino,
recursos
didáticos, atividades e materiais de
apoio, para que você tenha a melhor
experiência em sala e absorva o
NR 35 conteúdo
currículo
em
exigido
atendimento
pela
ao
Norma
Norma Regulamentadora
Regulamentadora.
Trabalho em Altura

LEI 8
de duração
6.514 HORAS
Portaria MTE 593/2014
RESULTADO ESPERADO
Aplicamos este curso à você e
esperamos promover a combinação
indivíduo - cargo -
segurança, alicerçando
implantação
no
treinamento dea conceitos e medidas
2 ANOS
de validade
de prevenção de acidentes do
trabalho

4
LEI 6.514 Portaria MTE 593/2014

NR Trabalho em
Altura
35
A Norma Regulamentadora número 35 - NR 35 destina-se à gestão de
segurança e saúde no trabalho em altura, estabelecendo requisitos
mínimos para a proteção dos trabalhadores aos riscos em trabalhos com
diferenças de níveis, nos aspectos de prevenção dos riscos de queda.

• Construção e reparos;

ATIVDADES •

Pinturas;
Instalações em postes;
REALIZADA • Instalações diversas;
S EM • Limpeza de caixa d'agua;
ALTURA • Limpeza de fachada/janelas;
entre outras.

A NR 35 considera trabalho em
altura toda atividade acima de 2

2 metros. Atividades com essa


diferença de nível e que ofereça

Metros risco de queda, inclusive


acesso e na saída do trabalhador
no

das áreas de risco, devem atender


a essa norma.

5 05
NR RELACIONADAS À
TRABALHO EM
ALTURA
As Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho não
devem ser interpretadas de forma isolada, e sim em conjunto com as
demais que estão relacionados.
Veja abaixo a relação das NR's relacionadas com a NR 35.

NR NR
1 6
Dispositivos Equipamento
Gerais de Proteção
Individual

NR NR
7 9
Programa de Programa de
Controle Médico e Prevenção de Veja as NR’s na
Saúde Opacional Riscos Ambientais integra em:
- PCMSO - PPRA http://trabalho.gov.br

NR NR
10
12
Segurança em
Instalações e Segurança no
Serviços em Trabalho
Eletricidade com
Máquinas e
NR NR
Equipamentos

18 33
Condições e Meio Segurança e no
Ambiente de Trabalho Trabalho com
na Indústria da Espaços
Construção Civil Confinados

6
NORMAS
TÉCNICAS
BRASILEIRAS - NBR
Existem Normas Brasileiras (NBR's) da Associação Brasileiras de Normas
Técnicas (ABNT), que também estão relacionadas à NR 35. São elas:

NBR 1 4626 Trava quedas de linha fl exível-cabo


NBR 14627 Travaquedas de linha rígida-corda
NBR 14628 Trava quedas retrátil
NBR 14629 Absorvedor de energia
NBR 18165 Cordas para trabalho em trava-
quedas
NBR 15834 Talabartes
NBR 15837 Conectores
NBR 15836 Cinturões

7 05
SEGURANÇA Acidentes
do
DO TRABALHO Trabalho

350
Segurança do Trabalho é conjunto de
medidas e ações aplicadas

mil
para
prevenir acidentes nas atividades das
empresas, preservando a integridade
física do trabalhador e os bens
materiais da Empresa.
Registrados
Acidentes envolvendo pessoas que
executam Trabalhos em Altura são em 2017
extremamente danosos à saúde dos
trabalhadores.
Conceito
Conceito Legal de
Prevencionista de
Acidente do
Acidente do Trabalho
Trabalho
Conforme a Lei n.º 8.213, de 24 de julho Conceito legal de acidente do
de 1991, no seu artigo 19, acidente do trabalho que possui um cunho
trabalho é conceituado da seguinte único para atender a legislação
forma: previdenciária, a NBR 14280:2001
Acidente de trabalho é o que
ocorre pelo exercício do trabalho
a serviço de empresa ou de empregador O acidente do trabalho pode ser
doméstico ou pelo exercício do definido como uma ocorrência
trabalho não programada inesperada ou
dos segurados referidos no inciso não, que interrompe ou interfere
VII do art. 11 desta Lei, provocando no processo normal de uma
lesão corporal ou perturbação atividade, ocasionando perda de
funcional que cause a morte ou a perda tempo útil ou lesões aos
ou redução, permanente ou temporária, trabalhadores e/ou danos
da capacidade para o trabalho. materiais. Portanto, mesmo
O acidente de trabalho no conceito ocorrências que não resultem
legal é caracterizado quando dele lesões ou danos materiais, devem
ser encaradas como acidente do
decorre uma lesão física, perturbação
trabalho.
funcional ou doença, levando à morte
ou à perda total ou parcial, permanente
ou temporária, da capacidade para o
trabalhador.

8
EVITANDO
ACIDENTES
SUAS RESPONSABILIDADES
A NR 35 relaciona uma série de itens com as diversas competências, tanto
do empregador como dos empregados, para realização das atividades em
altura com segurança:

a)cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura,


inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador;

b)colaborar com o empregador na implementação das exigência da NR 35;

c)interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que


constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e
saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu
superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;

d)zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser
afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

9 05
EVITANDO
ACIDENTES
RESPONSABILIDADES DA
EMPRESA
a)garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas na
Norma Regulamentadora - NR 35;
b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a
emissão da Permissão de Trabalho - PT;
c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de
trabalho em altura;
d)assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do
trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implementação das ações
e das medidas complementares de segurança aplicáveis;
e)adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento
das medidas de proteção estabelecidas na NR 35 pelas empresas
contratadas;
f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as
medidas de controle;
g)garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas
as medidas de proteção definidas na NR 35;
h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar
situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou
neutralização imediata não seja possível;
i)estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para
trabalho em altura;
j)assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja
forma será definida pela análise de riscos de acordo com as
peculiaridades da atividade;
k)assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista na
NR 35.

1
0
HIERÁRQUIA DE CONTROLE
DE
RISCO CONTRA QUEDAS
As medidas de controle derivam das várias linhas de ação tomadas para
combater os agentes de risco. Existe uma série de medidas de controle que
podem ser elaboradas com base no projeto, enquanto outras atuam no meio
ambiente e/ou no trabalhador. Essas medidas formam procedimentos,
determinando as obrigações que devem ser observadas na execução do
trabalho.

Cabe à empresa adota-las e ao supervisor da tarefa verificar o seu


cumprimento.

Essas medidas devem seguir uma hierarquia confome ilustrada abaixo:

Trabalhar na altura do chão


Eliminar

Restringir o acesso
Prevenir Usar EPC

Amenizar os danos
Proteger da Queda
Usar SPIQC

1 05
1
PLANEJAMENTO,
ORGANIZAÇÃO
E EXECUÇÃO
VAMOS CONHECER AGORA O PLANEJAMENTO
NECESSÁRIO PARA REALIZAÇÃO DA SUA ATIVIDADE

ANÁLISE DE RISCO
A Análise Preliminar de Risco (APR) é a avaliação dos riscos potenciais,
suas causas, consequências e medidas de controle.
Com a aplicação da Análise Preliminar de Risco – APR é possível identificar
as etapas de trabalho e adotar medidas que possam eliminar ou controlar o
risco.

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP)


O Procedimento Operacional Padrão (POP) é uma descrição detalhada de
todas as medidas necessárias para a realização de uma tarefa, elaboradas
para todas as atividades de cumprimento obrigatório por aqueles que vão
executar o trabalho.
Os procedimentos devem ser escritos, divulgados, conhecidos, entendidos e
cumpridos por todos os trabalhadores e demais pessoas envolvidas,
devendo assegurar a interrupção imediata de trabalho, caso ocorram
condições potencialmente perigosas à integridade física e psíquica dos
trabalhadores.

PERMISSÃO DE TRABALHO (PT)


A Permissão de Trabalho (PT) é um documento que formalizar a
autorização para executar a atividades não rotineiras, ou seja, uma garantia
de que o local de trabalho, os recursos e o pessoal se encontram em
conformidade com a Análise de Risco e, portanto, é permitida a sua
realização.
Seu encerramento e arquivamento deve ser realizado ao final da atividade
de forma a permitir sua rastreabilidade.
A validade é limitada à duração da atividade e restrita ao turno de trabalho.

1
2
CONDIÇÕES
IMPEDITIVAS
VOCÊ JÁ PAROU PARA ANALISAR QUAL SERIA A SITUAÇÃO QUE
LHE IMPEDIRIA DE INCIAR SUAS ATIVIDADES?
Condições impeditivas são situações que impedem a realização ou
continuidade do serviço por colocar em risco a saúde ou a integridade
física do trabalhador. São todas as condições abaixo do padrão e atos
abaixo do padrão que precisam ser informados aos empregados.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

Chuva e Vento Sol e


tempo forte calor
nublado excessivo
PROCEDIMENTOS E s
EQUIPAMENTOS

Ausência de AR, Ausência de Ausência de EPI Ausência de


PO, e/ou PT Supervisão Inspeção no SPIQ Sinalização e
Isolamento
OUTRAS CONDIÇÕES

Ausência de Ausência de Trabalhador não


acompanhament treinamento autorizado
o médico

1 05
3
FATOR DE
NOSSO PRINCIPAL OBJETIVO QUEDA
É EVITAR QUE A
QUEDA
ACONTEÇA. MAS SE ELA ACONTECER? COMO PODEMOS
MINIMIZAR SEUS DADOS?

Ao avaliar os riscos em determinado trabalho em altura, deve-se levar em


consideração o impacto que o trabalhador receberá se ocorrer uma queda.
Esse impacto é amenizado por meio de equipamentos absorvedores de
choque e da correta instalação dos equipamentos de proteção individual.

Cabe lembrar, que em uma queda, deve-se ter em vista alguns pontos-
chave: tipo do dispositivo trava-quedas, peso do trabalhador, envolvido e
fator de queda, gerado pelo ponto de fixação do dispositio trava-quedas.
Fator de quada indica a relação entre a altura da queda e do comprimento
da corda ou do talabarte, disponivel para absorver a energia da queda
Defini-se o fator de queda como a razão entre a altura da queda e o
cumprimento do talabarte que absorve essa queda. Esse valor é obtido
através da divisão de um pelo outro.
Para explicar o fator de queda, toma-se como exemplo o uso do talabarte
em Y no trabalho em altura.

Considerando que um trabalhador esteja executando um trabalho em


altura com risco de queda, usando como EPI o cinto paraquedista e um
talabarte com 1 metro de cumprimento, observam-se diferentes situações
de fator de queda.

Veja na ilustração abaixo:

1
4
SÍNDROME DE
ARNÊS
SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE

Síndrome de Arnês é uma doença que exige dois pré-requisitos para sua
ocorrência: Suspensão e imobilidade.

Os membros inferiores do corpo do trabalhador suspenso sofrem um


represamento de sangue, pois as fi tas do cinto acabam comprimindo a
passagem do sangue pelas veias e artérias, fazendo com que o sistema
circulatório entre em colapso, o que gera alterações pelo corpo. Essas
alterações vão desde a falta de oxigenação dos membros inferiores à
oxigenação deficiente para o cérebro, entre inúmeros outros fatores
(pressão, arritmia cardíaca, etc).

O tempo decorrido até o surgimento dos sintomas da síndrome da


suspensão inerte varia de acordo com cada pessoa. Cada organismo
responde de uma forma diferente. Normalmente, os primeiros sintomas
acontecem a partir de cinco minutos de exposição, progredindo
perigosamente a cada segundo.

CONSEQUÊNCIAS
• Formigamento, amortecimento;
• Tonturas, náuseas, hipertemia;
• Inconsciência;
•Choque circulatório, reações
fisiológicas;
• Traumas irreversíveis, óbito.

1
5
DIREITO DE
Todo colaborador
RECUSA
tem o direito de interromper suas atividades
exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de riscos
graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas,
comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que
diligenciará as medidas cabíveis.

Direito de recusa não é


recusar de fazer uma
atividade, mas recusar
de se expor ao risco!

1
6
INSPEÇÃ
OOCÊ CONFERE E INSPECIONA SEUS
V
EQUIPAMENTOS?
Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de
todos os elementos do Sistema de Proteção Individual contra Queda -
SPIQ.

Devem-se registrar os resultados das inspeções:


a) na aquisição;
b) periódicas e rotineiras quando os elementos do SPIQ forem recusados.

Esta é uma ação que pode servir como medida preventiva e corretiva, já
que evita riscos e garante a eliminação de erros e falhas assim que eles
são detectados.

INSPEÇÃO DO SISTEMA
DE
ANCORAGEM
Inspeção periódica do sistema de
ancoragem deve ser efetuada de
acordo com o procedimento
operacional, considerando o projeto
do sistema de ancoragem e o de
montagem, respeitando as
instruções do fabricante e as normas
regulamentadoras e técnicas
aplicáveis, com periodicidade não
superior a 12 meses.

1
7
SPI
Q
SISTEMA DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL CONTRA QUEDA

Quando não for possível evitar o trabalho em altura ou adotar sistemas de


proteção coletiva, torna-se obrigatório à implantação de sistemas de
proteção individual contra quedas. A elaboração destes tipos de sistemas
de trabalho é responsabilidade do profissional legalmente habilitado.

O Sistema de Proteção Individual contra


Quedas é composto de:

• Sistema de A ncoragem;
• Elemento de L igação;
• Equipamento de Proteção
Individual.

Fonte: Divulgação Honeywell

1
8
EP
CQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
E
Equipamentos de Proteção Coletiva - EPCs são dispositivos utilizados à
proteção de trabalhadores durante realização de suas atividades. O EPC
serve para neutralizar a ação dos agentes ambientais, evitando acidentes,
protegendo contra danos à saúde e a integridade física dos trabalhadores,
uma vez que o ambiente de trabalho não deve oferecer riscos à saúde ou à
a segurança do trabalhador.

D e v e - s e s e m p r e ser
r e alizados o
isolamento e a
sinalização no
entorno da área de
trabalho

1 05
9
PONTO DE
ANCORAGEM
Entende-se por sistemas de ancoragem os componentes definitivos ou
temporários, dimensionados para suportar impactos de queda, os quais o
trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual,
diretamente ou através de outro dispositivo, de modo que permaneça
conectado em caso de perda de equilíbrio, desfalecimento ou queda. Além
de resistir a uma provável queda do trabalhador, a ancoragem pode ser
para restrição de movimento.

O sistema de restrição de movimentação impede o colaborador de atingir


os locais onde uma queda possa vir a ocorrer. Sempre que possível este
sistema que previne a queda é preferível sobre sistemas que buscam
minimizar os efeitos de uma queda

Os pontos de ancoragem devem ser projetadas por profissional legalmente


habilitada.

Todo trabalho onde não haja pontos para fixação do cinto de segurança,
deverá ser instalado cabo de aço ou corda guia em toda a extensão do
trabalho posicionado acima da cabeça do usuário, com objetivo de reduzir
impacto em uma possível queda.

20
FITAS E CINTAS DE
ANCORAGEM
ACESSÓRIO PARA ANCORAGEM TEMPORÁRIA

Fitas e cistas de ancoragem são acessórios para instalação de ancoragens


temporárias, fabricadas de poliéster, facilmente transportáveis com
possibilidade de ajustes ou com a escolha do comprimento.

Podem ser encontradas nas categorias planas e tubulares e possuem


carga de ruptura de 18kN, 22 kN e 35 kN.

Existem cintas que possuem elementos metálicos nas extremidades ou


laço de poliéster, chamadas sling. Quando possuem emenda costurada,
recebem o nome de anel.

MODELO UTILIZAÇÃO
S

2 05
1
LINHA DE
VIDA CABO DE
ANCORAGEM
AÇO

A ancoragem constituída de cabos


metálicos devem suportar uma
força de 15 kn no mínimo. Devem
possuir sapatilhas embutidas nos
terminais fabricadas de material
dúctil e, se não forem de aço
inoxidável devem ser galvanizadas
de acordo com a ABNT NBR 2408.

Utilizado em sistemas de linha de


TRAVA vida vertical flexível (cabo de aço)
para proteção contra queda em
QUEDAS trabalhos em altura. O dispositivo
DESLIZANTE trava automaticamente ao sofrer um
- CA BO DE impacto e impede a movimentação.

A ÇO

CUIDADOS COM O USO


•Evite que o equipamento entre em
contato com substâncias químicas que
possam causar danos ao produto;
• Não realize reparos ou modificações no
equipamento;
•Realize inspeções periódicas
no equipamento;
• Evite que o equipamento caia no chão.

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LINHA DE
VIDA
ANCORAGEM COM CORDA
A ancoragem flexível constituída de
corda de fibras sintéticas devem suportar
uma força de 22 kN, no mínimo. As
cordas representam o elemento básico
para trabalho em altura e para
salvamento, Na maior parte das vezes a
corda representa a única via de acesso ao
local onde será realizado determinado
trabalho ou a única ligação do resgatista
a um local seguro, razão pela qual merece
atenção e cuidados especiais. O acesso
por cordas deve atender as exigências do
ANEXO I - ACESSO POR CORDAS da
Norma Regulamentadora NR 35.

Possui as mesmas características do


TRAVA trava-quedas para cabo de aço.
Para identificar se o trava-quedas é
QUEDAS indicado para cabo de aço ou corda
DESLIZANT você deve observar as instruções
E gravadas no corpo do dispositivo.

CORDA

CUIDADOS COM O USO


•Evite que o equipamento entre em
contato com substâncias químicas que
possam causar danos ao produto;
•Não realize reparos ou modificações no
equipamento;
• Realize inspeções periódicas no
equipamento;
• Evite que o equipamento caia no chão.

30
TRAVA-
QUEDAS
RETRÁTIL
O trava queda retrátil é um dispositivo anti-queda que dispõe de uma
função de travamento automático e mecanismo automático de retrocesso
que mantem a linha retrátil em tensão. A linha retrátil pode ser
confeccionada de cabo metálico, fita sintética ou corda sintética.

É utilizado comumente para atividades com movimentação vertical ou


horizontal, com auxílio de troles como em carga e descarga de caminhões
e vagões,

fonte: super epi

CUIDADOS COM O USO


• O trava-quedas deve ser ancorados acima da
sua cabeça;
• Evite ângulo de deslocamento com
perpendicular de 45 graus e uma distância
minima de 1,75 metros do solo
• Realize inspeções no
periódicas fonte: resseg distribuidora

equipamento;
• Evite que o equipamento caia no chão.

24
AUXILIAR
O Mosquetão D deve ser utilizado
como primeira opção em sistemas de

DE
ancoragem, tirolesas, resgate, ou
seja, quando cargas altas são
esperadas, pois sua resistência a
LIGAÇÃO
MOSQUETÕE
ruptura é maior comparado ao
Mosquetão Oval.
S
E xistem alguns tipos de
mosquetões os mais utilizados
para trabalho em altura é o
"Mosquetão D" e "Mosquetão Oval".

Os mosquetões podem ser


fabricados em aço, alumínio ou
inox. O mosquetão em aço, possui
Mosquetão Oval
maior durabilidade sendo a melhor
opção para ambientes como
fábricas, urbano e industrial. São Já o Mosquetão Oval deve ser
mais pesados que o de alumínio e utilizado unto com talabartes duplos,
em contato com a água ou trava-quedas e fechamento de
ambientes muito úmidos peitorais de cintos para trabalhos
enferrujam, o que não acontece em altura e resgate, blocos de polia,
com o mosquetão inox e etc. Deve ser última opção quando é
de alumínio. esperada grande carga sobre ele, ou
seja, se você precisar montar uma
ancoragem e tiver um D e um oval,
Os mosquetões em alumínio
use o D na ancoragem e o oval em
possuem carga de ruptura maior
você, já que seu peso será em média
que os de aço, porém se submetido
80 - 1 0 0 kg e a ancoragem deverá
a atrito constante com corda,
suportar muito mais que
locais inóspitos, substâncias
isso, dependendo da atividade.
químicas corrosivas irá apresentar
sinais de desgastes e dependendo
do caso poderá perder sua
resistência mecânica.

Mosquetão em aço inox são iguais


aos de aço, porém estes são para
uso exclusivo em situações de
Mosquetão Tipo D
contato com agentes químicos que
danificariam o aço ou alumínio.

25 05
ELEMENTO
S
DETALABARTE EM
LIGAÇÃO
Y

O talabarte duplo é utilizado em O absorvedor de impacto pode ser


situações em que exista a no formato de “pacote” onde a fita
necessidade de deslocamento por especial rompe-se após uma queda
estruturas, sem uma linha de vida gerando um mecanismo de
ou através de pontos fixos de desaceleração. Em alguns produtos
ancoragem. esse efeito pode ser alcançado
durante o rasgamento da costura
O talabarte duplo possibilita um em fi tas tradicionais, em outras
deslocamento você permanece situações a absorção de energia se
100% do tempo conectado a um dá em fi tas especiais produzidas
dispositivo de ancoragem para esta finalidade.

Mantenha sempre os dois "grampos" do


talabarte ancorados. Não prenda um
dos grampos em outro ponto, como por
exemplo no seu cinto de segurança,
para que não o incomode. Este é o
problema. Caso venha a ocorrer uma
queda, o absorvedor de energia pode
não abrir-se por completo, o que afeta
diretamente sua performance. Também
pode fazer com que você fique
suspenso pelo ponto do cinto onde o
grampo foi fixado, deixando-o em uma
péssima posição à espera de um
resgate.

26
Fonte: MG CINTO

ELEMENTOS
DE
LIGAÇÃO
TALABARTE DE
POSICIONAMENT
O

O talabarte de posicionamento é O talabarte de posicionamento não


utilizado serve para posicionar o tem a função de evitar a sua queda.
profissional determinado local, Por isso, é necessário que ele seja
deixando-o com as mãos livres utilizado em conjunto com o
para realizar seu trabalho.
Talabarte em Y ou ainda um trava-
quedas (deslizante ou retrátil) para
Este modelo de talabarte não
que você esteja devidamente
permite a movimentação do
usuário, mantendo-o sempre fixo seguro, pois estará
ao local em que vai executar seu posicionado para realizar
corretamente
a sua
trabalho. atividade e também seguro para se
prevenir de possíveis quedas.

CUIDADOS COM O USO


Os cuidados com o tabalarte de posicionamento
deve ser o mesmo utilizado com o talabarte em
Y. Antes do uso sempre verifique:
• As fitas, cordas e costuras não podem ter
cortes ou sinais de ruptura, queimaduras e
desgastes, mesmo que parciais;
• Os componentes metálicos como argolas e
fivelas não podem apresentar ferrugem ou
fissuras;
• Os ganchos dupla-trava devem estar em
perfeito estado de funcionamento;
• Nunca use equipamentos que já sofreram
alguma quedas. Descarte-os..

27
EP
A segurança e a saúde nos
ambientes de trabalho devem ser

I
garantidas por medidas de ordem
geral ou específica que assegurem a EQUIPAMENTO
proteção coletiva dos trabalhadores.
DE
Contudo na inviabilidade técnica de
adoção de medidas de segurança de PROTEÇÃO
caráter coletivo ou quando essas INDIVIDUAL
não garantirem a proteção total do
RESPONSABILIDADES
trabalhador, ou ainda como uma DA EMPRESA
forma adicional de proteção, deve
a) adquirir o EPI adequado ao
ser utilizado EPI, .
risco
de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c)
o fornecer
aprovadoao pelo
trabalhador
órgãonacional
somente
competente em matéria
Norma
segurança e saúde no de trabalho;
Regulamentadora d)orientar e treinar o trabalhador
NR 06 - sobre o uso adequado, guarda e
conservação;
Equipamento e)substituir imediatamente, quando
de Proteção danificado ou extraviado;
Individual f) responsabilizar-se pela
higienização e manutenção
periódica;
g)comunicar ao Órgão Competente
qualquer irregularidade observada.
RESPONSABILIDADES h)registrar o seu fornecimento ao
DO COLABORADOR trabalhador, podendo ser adotaddos
livros, fi chas ou sistema eletrônico.

a) usar o EPI , utilizando-o apenas


para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e
conservação;
c)comunicar ao empregador
qualquer alteração que o torne
impróprio para uso;
d) cumprir as determinações
do empregador sobre o uso
adequado

28
TIPOS DE
EPI
VOCÊ CONHECE OS EPI QUE DEVE
UTILIZAR PARA REALIZAR SUAS ATIVIDADES?

CAPACETE
O capacete de segurança protege a cabeça do
trabalhador contra ferimentos causados por
queda de objetos de níveis elevados, impactos em
objetos fixos e até contra choques elétricos.. Deve
possuir "jugular" que evita a queda do capacete
durante a atividade.

LUVAS

As mãos é a parte do corpo onde com maior


frequência ocorrem lesões. Grande parte dessas
lesões são preveníveis. As luvas evitam, portanto,
um contato direto com materiais cortantes,
abrasivos, quentes ou corrosivos.

CALÇADO

Os calçados de segurança são equipamentos de


proteção individual essenciais para a proteção dos
membros inferiores (pés) dos trabalhadores em
diversas atividades profissionais.

ÓCULOS

São óculos específicos utilizados por


trabalhadores com a finalidade de proteger os olhos.

29
CINTO DE
SEGURANÇ
TIPO A
PARAQUEDISTA

O mais conhecido equipamento de proteção individual para retenção de


quedas é o cinto de segurança tipo paraquedista.

O funcionamento deste dispositivo é bastante simples: o cinto de


segurança distribui 100% de sua força de sustentação, prendendo o corpo
do trabalhador a um ponto fixo e seguro.

A validade do cinto de segurança (cinturão tipo paraquedista e


talabarte) está condicionada à manutenção da certifi cação junto ao
INMETRO. Em caso de ocorrência com uso do cinto de segurança a
empresa deverá substitui-lo imediatamente e submete-lo as tratativas
devidas.

CUIDADOS COM O USO


• Após o uso remova a sujeira, agentes
corrosivos ou contaminantes. As áreas de
armazenamento devem estar limpas, secas
e protegidas da luz solar direta e livre de
exposição a gases ou elementos corrosivos;
• Realize inspeção tanto antes como durante
a utilização do equipamento;
• As fitas, cordas e costuras não podem ter
cortes ou sinais de ruptura, queimaduras e
desgastes, mesmo que parciais;

30
NÓS NO
TRABALHO
EM
TIPOSALTURA
DE NÓS E AMARRAÇÕES

O nó é o entrelaçamento de parte de uma ou mais cordas, formando uma


massa uniforme. Pode ter diversas destinações, como servir para
ancoragem, emenda de cordas, realizar cadeiras improvisadas etc.
Um nós faz uma corda perder a sua resistência e, se o componente que
ele se encontra em contato também ficar se atritando nele, haverá ainda
mais riscos, de forma que poderá haver ruptura da corda.

TIPOS DE NÓS

OITO DUPLO ORELHA COELHO

Utilizado para encordamento Nó realizado no meio


o oito duplo é mais resistente da corda para obter-se
que o volta do fiel em que uma alça a partir da
se obtém uma alça fixa. qual possa partir outra
linha ou ancoragem

BORBOLET PRUSSI
A K
Submetido a tensão,
Nó realizado no meio da
bloquear ou travar e,
corda para obter-se uma alça
aliviada a tensão, ficar livre.
a partir da qual possa partir
Pode ser aplicado em
outra linha ou ancoragem
cordas de maior diâmetro
ou superfícies cilíndricas

VOLTA DO FIEL
Nó de ancoragem que tem por característica
ajustar-se à medida que é submetido a tração.
Pode ser feito pelo seio ou pelo chicote.

3
1
ESCADA
TIPO
MARINHEIR
EQUIPAMENTOS
OPARA TRABALHO EM
ALTURA
Definição: Escadas de mão fixadas em uma estrutura dotada de gaiola de
proteção.

A escada tipo marinheiro em geral é constituída por estruturas metálicas


e utilizada para acesso a lugares elevados ou de profundidade que
excedam 6 metros, com grau de inclinação em relação ao piso variando de
75º a 90º, possuindo gaiola de proteção..

Quando externas devem ser construídas de materiais resistentes às


intempéries; quando externas, construídas de materiais resistentes às
intempéries

RECOMENDAÇÃO

Em todos os momentos Cuidado no transporte Devem ser


da utilização de de materiais em usadas por uma
escadas individuais o escadas que necessitem pessoa de cada
trabalhador deve estar o uso das mãos como vez
apoiado em três pontos ponto de apoio
de apoio.

32
ESCADAS
PORTÁTEI
SQUIPAMENTOS
E
PARA TRABALHO EM Devem ser apoiadas em piso
ALTURA
Apenas para acesso provisório, estável e possuir bases
(sapatas) antiderrapantes,
não podem ter mais de 7 metros
apropriadas à natureza do
de extensão e devem ser ficadas
piso.
nos pisos inferior e superior, ou
serem dotadas de dispositivos que
impeça o seus escorregamento. Ao
utilizar uma escada móvel próxima
a portas, aberturas no piso, áreas
de circulação e vãos
desprotegidos, deve-se isolar e
sinalizar o local informando sobre As escadas individuais
o risco de acidentes. portáteis extensíveis devem
ser dotadas de dispositivo
limitador de curso.

FIX EXTENSIVA
O

Serviços de pequeno porte


de curta duração.

Escadas extensivas devem


ser fixadas em mais de um
ponto.

33
ESCAD
A DE
ABRIR
EQUIPAMENTOS
PARA TRABALHO EM
ALTURA

Deve ser estável e provida de


dispositivos que a mantenham
com abertura constante, devendo
ter comprimento máximo de
6,00m (seis metros), quando
fechada. e em uso deve estar
totalmente aberta e travada.
Nunca a utilizar como
meio de acesso à níveis
mais elevados

Utilizar limitadores de
abertura

Cuidado com o uso


de ferramentas

34
EQUIPAMENTOS PARA
TRABALHO EM
ALTURA
CADEIRA SUSPENSA
A cadeira suspensa não deve ser
improvisada, devendo obedecer à norma
construtiva NBR14751 da ABNT. Deve
dispor de dispositivo que impeça sua
descida acidental, operado por duas travas
de segurança independentes, a cadeira
suspensa deve ser usada em conjunto com
trava-queda em cabo independente e
conter o nome e o CNPJ do fabricante.

ANDAIME

Plataforma elevada sustentada por meio de


estruturas provisórias ou outros dispositivos
de sustentação com os acessos necessários
para execução de serviços em locais elevados
que sustentam o trabalhador e os materiais
necessários durante a execução do serviço.

PLATAFORMA ELEVATÓRIA

Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é um


equipamento móvel, auto propelido ou não,
dotado de uma estação de trabalho (cesto ou
plataforma) e sustentado em sua base por
haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de
erguer-se para atingir ponto ou local de
trabalho elevado.

35
PRIMEIROS
SOCORROSREANIMAÇÃO CARDIO
VASCULAR - RCP

É um conjunto de manobras destinadas a garantir a oxigenação dos


órgãos quando a circulação do sangue de uma pessoa para (parada
cardiorrespiratória). Nesta situação, se o sangue não é bombeado para
os órgãos vitais, como o cérebro e o coração, esses órgãos acabam por
entrar em necrose, pondo em risco a vida da pessoa.

Acione a emergência;

Verifique a pulsação;

Inicie as compressões no tórax


sendo 1 00 a 120/mim com
profundidade de 5 cm;

Aguarde o socorro

36
MOVIMENTAÇÃO
, REMOÇÃO E
TRANSPORTE

•O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em


resgate (Corpo de Bombeiros, Anjos do Asfalto, outros).

•O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões,


provocando sequelas irreversíveis ao acidentado.

•A vítima somente deverá ser transportada com técnicas e meios próprios,


nos casos onde não é possível contar com equipes especializadas em
resgate.

37
ENCERRAMENT
O
Caro participante, chegamos ao fim do nosso curso NR 35 - Segurança
no Trabalho em Altura, onde conhecemos todas as diretriz da Norma
Regulamentadora - NR 35.
Falamos sobre suas responsabilidades e da empresa na prevenção de
acidentes do trabalho, as medidas de controle e prevenção ao risco, as
condições impeditivas para inicio ou continuidade das atividades.
Você que nenhum atividade em altura deve iniciar antes de ser
realizada a Análise Preliminar de Riscos, o isolamento e sinalização da
área e a inspeção do seu SPIQ.

VAMOS RELEMBRAR?
Do que é composto o
SPIQ?
• Ponto de Ancoragem;
• Equipamentos de
Ligação;
• Equipamentos de
Proteção
Individual.

A partir de quantos
metros a atividade é
considerada Trabalho
em Altura?
É considerado trabalho em altura
atividades realizadas à 2 metros
do solo, em haja risco de queda

Esperamos que o nosso


curso tenha contribuído
com o seu crescimento
pessoal e profissional. Até
a próxima!
38
FONTES E
REFERÊNCIAS
http://www.sesmt.com.br/Artigo/acidentes-do-trabalho-e-medidas-
preventivas
http://www.cursonr35.net/condicoes-impeditivas-ao-trabalho-em- altura
https://www.heart.org/
http://www.guiatrabalhista.com.br
https://
www.ambientec.com/seguranca-do-trabalho-
em-altura-nr-
35-o-que-voce-deve-saber/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reanima%C3%A7%C3%A3o_cardiorres pirat
%C3%B3ria
https://www.maconsultoria.com/blog/curso-nr35-e-nr33-nos-e-
amarracoes
https://conect.online/blog/nr-35-trabalho-em-altura-anexo-i-e-
anexo-ii/
https://www.hercules.com.br/trabalho-em-altura-tudo-o-que-voce- precisa-
saber/
https://www.honeywellsafety.com/BR/Training_and_Support/F
https://www.epi-tuiuti.com.br/blog/quais-os-tipos-de-cintos-de-
seguranca-para-epi/
http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/epi.htm
http://www.salvamentobrasil.com.br/o-fantastico-mundo-dos-
mosquetoes/

Cartilha Trabalho em Altura – SIT Inspeção do Trabalho – Autor Luiz Carlos


Lumbreras Rocha – GRT
Segurança nas Atividades com Trabalho em Altura – SENAI – Autor
Celso Flávio Milan
Cartilha de Segurança Altiseg NR 35

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