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VIAS DE ACESSO DO JOELHO

PROGRAMAÇÃO TEÓRICA

Orgulho de ser HFA!


VIAS DE ACESSO DO JOELHO
Thiago Viegas – R4

Orgulho de ser HFA!


INTRODUÇÃO
VIAS DE ACESSO AO FEMUR DISTAL
• PRINCÍCPIOS DA ARTROSCOPIA DO JOELHO
•ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR DISTAL
• AO JOELHO E SUAS ESTRUTURAS DE
•ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR DISTAL
APOIOACESSO PARAPATELAR MEDIAL
VIAS DE ACESSO AO PLANALTO TIBIAL
• ACESSO MEDIAL
•ACESSO ANTEROLATERAL AO PLANALTO TIBIAL • ACESSO PARA MENISCECTOMIA LATERAL
•ACESSO POSTEROMEDIAL AO PLANALTO TIBIAL • ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS DE APOIO
•ACESSO POSTERIOR AO PLANALTO TIBIAL • ACESSO POSTERIOR AO JOELHO
•ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO FEMUR DISTAL
(HOPPENFELD)

Orgulho de ser HFA!


ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Anatomia Cirúrgica
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Princípios e indicações
• Redução e fixação de fraturas articulares simples do fêmur distal.
Fraturas complexas (sobretudo se envolver condilo medial), são
melhor visualizadas com o acesso parapatelar lateral.
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Incisão da Pele
• Inicie a incisão na linha médio
lateral da diáfise femoral e curve
anteriormente sobre o condilo
lateral em direção ao tubérculo
anterior (Gerdy).
• O início e termino da incisão
dependem da extensão da fratura.
• Se necessária artrotomia = linha
tracejada
• Se não : interromper incisão a 1-2
cm distal a linha articular.
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Incisão do Trato Iliotibial
• Seccione o trato iliotibial
seguindo a orientação de suas
fibras
• Distalmente as fibras se inclinam
em direção ao tubérculo anterior
de Gerdy
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Elevação do Vasto Lateral
• As fibras musculares do vasto lateral
são mínimas nos 8-10 cm distais do
fêmur.
• Seccione apenas a fáscia muscular
que envolve vasto lateral
anteriormente ao septo intermuscular
lateral e eleve as fibras musculares do
septo, trabalhando de distal para
proximal. Isso é mais facilmente
realizado pelo uso de um grande
afastador.
• 
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Elevação do Vasto Lateral
• Retraia o vasto lateral
anteriormente.
• Artérias e veias femorais
perfurantes profundas podem
ser ligadas para evitar
sangramento excessivo no
campo.
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Secção da cápsula articular
• Se necessário expor superfície
articular, realize artrotomia:
• Seccione a capsula articular sobre
o terço anterior do condilo
femoral lateral até o menisco
lateral.
• Afastador angular no tendão
patelar expõe a articulação –
cuidado com tensão excessiva em
indivíduos com osteoporose.
ACESSO ANTEROLATERAL AO FEMUR
DISTAL
Síntese da Ferida
• Síntese da artrotomia, fáscia do vasto e subcutâneo com sutura
absorvível e interrompida.
• Drenos podem ser usados
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
• Versão reduzida do acesso lateral ao fêmur distal (com e sem
artrotomia)
• 2 janelas :
• Proximal : acesso lateral ao corpo do fêmur
• Distal: acesso parapatelar lateral ao joelho
• Permite visualização da superfície articular do joelho
• Indicação
• Redução e fixação de fraturas do fêmur distal
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Espaço potencial sob o vasto lateral
• A placa é deslizada de uma
maneira submuscular em um
espaço potencial natural abaixo
do vasto lateral.
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Incisão
• Versão menor do acesso lateral
ao fêmur distal e a extensão da
incisão vai depender da
necessidade de artrotomia e da
extensão da fratura.
• Vale as mesmas orientações
para o acesso lateral
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Secçao da Banda Iliotibial
• Divida a banda iliotibial (trato) de
acordo com a incisão da pele.
• Distalmente, as fibras se inclinam
anteriormente em direção ao
tubérculo tibial.
• A incisão através da banda iliotibial
deve seguir a orientação das fibras
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Exposição distal do condilo femoral lateral
• A retração da banda com
afastadores expõe o aspecto
lateral do fêmur distal sem a
secção das fibras do vasto. Nos
8-10 cm distais do fêmur essas
fibras são escassas.
•  Ramos da artéria / veia
genicular lateral superior
precisarão ser cauterizados.
• 
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Artrotomia (opcional)
• Se necessário visualizar
superfície articular
• Incisão da pele (linha tracejada
slides anterires)
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Artrotomia

• Incisão da cápsula sobre o terço


anterior do côndilo femoral.
Pode ser extendida até a porção
anterior do menisco lateral.
• Evitar tração excessiva no
tendão patelar com o afastador
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO A DIÁFISE
FEMORAL
Incisão da Pele
• Faça uma pequena incisão ao
longo de uma linha imaginária
(linha tracejada) entre o
epicôndilo femoral lateral e o
grande trocanter.
• O ponto de partida e o
comprimento da incisão
dependem dos requisitos
operacionais para o
procedimento minimamente
invasivo.
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Incisão da Fáscia Lata
• Seccione a fáscia lata para expor
o vasto lateral
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Exposiçao do Femur
• Dissecção romba do vasto lateral
até a diáfise femoral
• O ventre muscular é dividido em
linha nas suas fibras
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Exposição da Diáfise
• Retratores Hohmann (anterior e
posterior) para exposição segura
do eixo femoral.
• DICA:
• Certifique que o orifício do
parafuso mais proximal esteja
centralizado na placa antes de
inserir quaisquer outros parafusos
ACESSO MÍNIMAMENTE INVASIVO AO FEMUR
DISTAL
Incisão por punção para inserção de parafusos percutâneos
• Incisão 1 a 1,5cm de largura em linha com o orifício do parafuso da
placa. Erro comum é realizar incisão muito pequena.
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
• Utilidade • No trajeto desse acesso, a pele não
• Redução e fixação de fraturas cobre diretamente o osso. Isso é
platô lateral importante porque o envelope de
tecidos moles da tíbia proximal é fino
• Coleta de enxerto ósseo
(pele e fascia).
• Osteotomia da tíbia proximal • Por isso o acesso anterolateral é melhor
• Excisão/biopsia tumores que o anterior.
• Tratamento de osteomielite • É comum haver problemas (edema e
bolha) nessa região após traumas de
alta velocidade.
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
Posição do paciente
• Decúbito dorsal
• Bolsa sob a nádega para corrigir
a rotação lateral normal do MI
• Cunha embaixo da coxa para
flexionar o joelho em 60º
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
Pontos de Reparo e Incisão
• Identifique a linha articular
• Palpe o tubérculo de Gerdy
• Incisão :
• Início
• Epicondilo lateral (Master Technique)
• 2 a 3 cm distal a linha articular (Hoppenfeld)
• Extremidade proximal e lateral da linha obliqua no
côndilo tibial lateral
• Segue o trajeto da linha oblíqua e encurve
anteriormente no tubérculo de Gerdy e extenda 1cm
longitudinal na margem lateral ao tendão patelar.
Ampliação se necessário.
• Não existe plano internervos
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
Pontos de Reparo e Incisão
• Início da incisão – Epicondilo
lateral
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
Dissecção Cirúrgica: Superficial

Proximal

Secção transversal do retiná abaixo
da linha articular – exposição da
superfície do platô e menisco lateral

Levantar o flap proximal de
espessura total e destacar o
ligamento coronário do menisco
larteral

Distal

Secção longituginal da fácia do M.
tibial anterior
ACESSO ANTEROLATERAL AO PLATO
TIBIAL
● Dissecção
Seccione a Profunda

Fáscia profunda anterior ao trato
iliotibial/retináculo – 2cm abaixo da linha articular

Cápsula / Lig. Coronário

Plato superfície articular/menisco

Sutura de reparo na periferia do menisco
para facilitar a reinserção no fechamento

Destaque quantidade suficiente do menisco
para permitir a visualização da superfície do
platô.

Cuidado para não destaca-lo completamente
ACESSO ANTEROLATERAL AO
PLATOTIBIAL
ACESSO ANTEROLATERAL
Artrotomia submeniscal

Para expor a articulação
faça uma capsulotomia
entre a borda inferior do
menisco e a tíbia. Ao
final, é necessário a
reinserção do menisco e
da cápsula.
ACESSO ANTEROLATERAL
Como ampliar o acesso
• Proximal em direção ao
epicôndilo lateral do fêmur
• Distal
• Longitudinal 1cm lateral a margem
anterior da tíbia
ACESSO ANTEROLATERAL
Síntese da ferida

Feche o trato iliotibial e se necessário reinsira o tubérculo de Gerdy.

Não feche a fáscia para evitar Síndrome Compartimental.

Feche os demais tecidos de maneira rotineira.
ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO ANTEROLATERAL DA
TÍBIA PROXIMAL


Fraturas que não envolvam a superfície articular da tíbia ou que a
redução e fixação dos elementos intra-articulares possam ser
realizadas sem exposição formal da superfície articular

Comentários: exige maior experiência.
ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO ANTEROLATERAL DA
TÍBIA PROXIMAL


Incisão cutânea proximal “S
suave” igual ao acesso
anterolateral – 5 a 6 cm

Incisão distal :

Longitudinal a 2cm lateral e
paralelo a crista tibial
ACESSO MINIMAMENTE INVASIVO ANTEROLATERAL DA
TÍBIA PROXIMAL
Dissecção

Proximal:

Secção da retináculo patelar e fascia
em linha com a incisão (cuidado com
menisco lateral)

Dissecção epiperiosteal (rebater flap
de espessura total ) para expor a tibial
proximal

Distal

Secção da fascia tibial anterior seguido
de dissecção romba epiperiosteal
(destacar as fibras musculares) para
expor corpo da tíbia.
ACESSO POSTEROMEDIAL DA TÍBIA
Indicação
• Fraturas bicondilares ou do platô medial
• A inserção de placas na face pósteromedial da tíbia previnem a principal
deformidade após essas fraturas :
• VARO (lado medial é de compressão do osso)
• Osteotomia da tíbia proximal
• Bíopsia de tumores, drenagem de abscessos
• Fasciotomia :
• Posterior, superficial e profundo da perna
ACESSO POSTEROMEDIAL DA TÍBIA
Posição do paciente e pontos de reparo
• Decúbito dorsal
• Coxim no quadril contralateral
induz a rotação externa da tíbia
afetada e traz para frente a face
posteromedial
• Palpe o aspecto posteromedial
da diáfise tibial
ACESSO POSTEROMEDIAL
Incisão na pele

• Com o joelho em ligeira flexão, faça uma


incisão reta ou ligeiramente curva que
vai do epicôndilo medial em direção à
borda póstero-medial da tíbia.
• A incisão pode ser estendida, conforme
necessário, tanto proximalmente quanto
distalmente, conforme indicado pela
linha tracejada.
ACESSO POSTEROMEDIAL
Exposição focal do menisco medial

• Incisão cutânea
• Incisão cutânea longitudinal 3cm
• Borda posterior do LCM
• Dissecção
• Seccção da fascia
• Dissecção romba
• Cabeça medial do gastrocnemio e o
semimembranáceo
• Afastadador
ACESSO POSTEROMEDIAL
Dissecção Superficial
• Identifique a V.safena magna e
N. safeno na região anterior do
acesso paralelo e contíguo aos
tendões da pata anserina
• Rebater anteriormente
• Secção da fáscia da pata
anserina (sartório) em linha com
incisão
• Sartório/gastrocnêmio
ACESSO POSTEROMEDIAL
Dissecção profunda
• Dissecção epiperiosteal romba
(Coob) da pata anserina e e
cabeça medial do gastrocnêmio
medial para liberar essas
estruturas e expor o aspecto
pósteromedial da tíbia.
ACESSO POSTEROMEDIAL

Acesso à borda medial do platô da
tíbia

Retraia a pata anserina
anteriormente e o gastrocnêmio
posteriormente e distalmente.
Identifique a borda medial do
planalto tibial.
ACESSO POSTEROMEDIAL
Acesso à borda medial do platô da tíbia

Identifique o menisco e incise a
cápsula entre o menisco e a borda
do planalto tibial, obtendo assim
acesso à articulação do joelho.

Capsulotomia/Artrotomia
submeniscal
ACESSO POSTEROLATERAL AO
JOELHO

Pontos de referência anatômica

Epicondilo lateral

LCL

Cabeça da fíbula

Linha articular lateral
ACESSO POSTEROLATERAL AO
JOELHO
Incisão Cutânea

Opção 1: Exposição focal do menisco
lateral para sutura Inside-out

Incisão longitudinal de 3cm imediatamente
posterior ao LCL com 1/3 acima da linha
articular e 2/3 abaixo
VIAS AMPLIADAS

Opçao 2: longitudinal

Epicondilo lateral até Tuberculo de Gerdy

Opção 3: em S

Epicondilo lateral até aspecto posterior da
cabeça da fíbula
ACESSO POSTEROLATERAL AO
JOELHO
Dissecção

Opção 1 e 3:

Explora o plano entre a

Anteriormente: cabeça curta do bíceps
femoral e LCL (ambos inseridos na cabeça
fibular)

Posteriormente: cabeça lateral do
gastrocnêmio (mais aderida a cápsula
pósterolateral que a cabeça medial)

Dissecção romba com tesoura

Opção 2

Secção longitudinal ao longo das fibras do
ITB ou entre o ITB e a cabeça curta do bíceps
ACESSO POSTEROLATERAL AO
JOELHO
Dissecção

ATENÇÃO:

Artéria genicular lateral inferior está
próxima ao menisco lateral

Nervo fibular comum acompanha o
aspecto posterior do tendão do bíceps
até a cabeça da fíbula onde ele se
encurva anteriormente ao nível do colo
fibular

Afastadores poplíteos (henning) para
rebater estruturas neurovasculares
em suturas Inside-out do menisco
ACESSO POSTERIOR
ANATOMIA CIRÚRGICA
ACESSO POSTERIOR
ANATOMIA CIRÚRGICA
ACESSO POSTERIOR
Incisão Cutânea
• Com o paciente em decúbito ventral,
fazer uma incisão de pele em forma
de S suave na fossa poplítea.
• A incisão deve se estender cerca de 8
cm proximal e distalmente da linha
articular.
ACESSO POSTERIOR
Abertura da Fascia
• Abra a fáscia crural. Identifique e
proteja a veia safena parva e o
nervo cutâneo medial sural.
ACESSO POSTERIOR
Dissecção profunda
• Identifique o músculo semimembranoso e
retraia medialmente.
• A inserção da cabeça medial do
gastrocnêmio torna-se visível.
ACESSO POSTERIOR AO JOELHO
DISSECÇÃO CIRÚRICA PROFUNDA
• 2 caminhos para acessar
articulação
• POSTEROMEDIAL
• Destaca a inserção da cabeça medial
do gastrocnêmio e afasta
inferolateralmente
• POSTEROLATERAL
• Destaca a cabeça lateral e explora o
plano entre o gastrocêmio e o bíceps
femoral
ACESSO POSTERIOR
Exposição da cápsula póstero-medial do joelho
• Identifique a borda anterior do
gastrocnêmio e transecte-o próximo a sua
inserção e retraia o músculo liberado
lateralmente.
• O músculo irá proteger o importante feixe
neurovascular.
• A cápsula póstero-medial aparece. Pode
ser incisado, quando necessário, para
expor as linhas de fratura.
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
• Posição do paciente
• Pontos de reparo e incisão
• Incisão
• Planos internervos
• Dissecção cirúrgica superficial
• Dissecção cirúrgica profunda
• Riscos
• Como ampliar o acesso
• Medidas de extensão
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
Posição do Paciente
• Decúbito dorsal mesa radiotransparente

• Almofada sob a coxa


• Joelho 30º flexão

• Obter imagens com intensificador do joelho e


do corpo antes do drapejamento.
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
Pontos de Reparo e Incisão
1) Palpe a linha articular lateral do joelho, a
face anterior do côndilo lateral e a margem
lateral da patela. O corpo do fêmur é
percebido como uma resistência embaixo
do trato iliotibial.
2) 1ª Incisão longitudinal de 6 a 8cm sobre a
metade anterior do côndilo lateral a partir
da linha articular.
3) 2ª incisão sobre a face lateral do corpo do
fêmur. A extensão vai depender do
implante a ser usado e o local pode ser
definido por meio de intensificador.
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
Dissecção Cirúrgica Superficial
Janela distal
•Extremidade Proximal
• Secção da fascia crural entre vasto lateral (anteriormente) e
TIT (posteriormente)
•Extremidade Distal
• Seccione o retináculo lateral da patela para visualizar a
cápsula articular
CUIDADOS
• Artérias e veias geniculares superiores laterais estão
aderidas ao periósteo. Identifique e ligue-as (risco de
hematoma pós-operatório).

Janela Proximal
•Secção da fascia lata sobre o vasto lateral.
•Explore o plano entre vasto lateral (anterior) septo
intermuscular lateral (posterior)
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
Dissecção Cirúrgica Profunda
Distal
•Secção longitudinal da cápsula articular e
membrana sinovial para expor a
extremidade distal do fêmur.
•Rebata a patela com afastador para expor
toda a articulação
Proximal
•Dissecção romba do vasto lateral em linha
com as fibras para acessar a face lateral da
diáfise femoral
ACESSO MÍNIMO AO FEMUR DISTAL
Dissecção Cirúrgica Profunda
• Ligue as duas incisões por meio
de um dissector rombo seguindo
um plano epiperiosteal na face
lateral do fêmur.
ACESSO ARTROSCOPICO AO JOELHO
• Portal anterolateral
• Recesso entre a margem lateral do ligamento
patelar e o espaço articular lateral
• Soft Spot
• Portal anteromedial: técnica similar
• Incisão : Joelho a 90º de flexão
• Dedo indicador no recesso
• Incisão transversal 5 a 8mm lateral ao dedo e 1 a
1,5 cm acima da linha articular
• Como o platô lateral é mais baixo, o portal lateral
tb deve ser um pouco mais baixo que o medial
ACESSO ARTROSCOPICO AO JOELHO
Dissecção cirúrgica
• Joelho a 90º
• Aprofunde a incisão com lâmina de bisturi
pontiaguda
• Insira o artroscópio com introdutor rombo
(trocater) na posição anterolateral
• Extenda o joelho e progrida para o recesso
suprapatelar
• Remova o trocater e introduza a ótica. Acione
a irrigação antes de ligar a fonte de luz para
evitar lesão térmica à sinóvia.
ACESSO ARTROSCOPICO AO JOELHO
Sequência do procedimento artroscópico
Joelho em Extensão
1.Inspeção da bolsa suprapatelar
2.Inspeção da articulação patelofemoral
1. Gire o telescópio para permitir o exame da face femoral
e patelar
2. A mobilização da patelar para medial e lateral pode
facilitar a inspeção

3.Recesso articular lateral e hiato poplíteo (30% dos


corpos livres)
4.Corno anterior do menisco
5.Passe o telescópio para o lado medial e examina o
recesso lateral e o corno anterior do menisco medial
6.Remova o artroscópio para o centro do joelho
ACESSO ARTROSCOPICO AO JOELHO
Sequência do procedimento artroscópico
Joelho em flexão 90º
7.Posicione o artroscópio no centro do joelho
8.Inspeção da cartilagem articular do fêmur e plato
tibial. Observe menisco medial
9.Inspeção do corno posterior do menisco medial
• Valgo com rotação externa
10.Remova o artroscópio para fossa intercondilar e
examine os cruzados
11.Coloque o membro em posição em “8” para
inspeção do menisco lateral
• Joelho fletido um pouco além de 90º
• Maleolo lateral do joelho operado sobre a face anterior
do joelho contralateral
• Varo e rotação medial para aumentar exposição das
estruturas laterais
ACESSO ARTROSCOPICO AO JOELHO
Sequência do procedimento artroscópico
Joelho em flexão 90º
7.Posicione o artroscópio no centro do joelho
8.Inspeção da cartilagem articular do fêmur e
plato tibial. Observe menisco medial
9.Inspeção do corno posterior do menisco medial
• Valgo com rotação externa
10.Remova o artroscópio para fossa intercondilar
11.Coloque o membro em posição em “8” para
inspeção do menisco lateral
• Joelho fletido um pouco além de 90º
• Maleolo lateral do joelho operado sobre a face
anterior do joelho contralateral
ACESSO PARAPATELAR MEDIAL
• Indicações
• Drenagem de artrite séptica
• Artroplastia de joelho
• Fratura do fêmur distal (quando for usada placa medial)
• Posição do paciente
• Decúbito dorsal
• Coxim/anteparo fixado na mesa para manter o joelho flexionado a 90º nas
ATJ
ACESSO PARAPATELAR MEDIAL
Incisão cutânea e Dissecção superficial
• Incisão longitudinal retilínea na
linha média iniciando 5cm acima
do polo superior da patela até
um pouco abaixo da TAT
• Disseque a tela subcutânea em
linha com a incisão (“soltar a
pele do subcutâneo e
hemostasear”)
ACESSO PARAPATELAR MEDIAL
Dissecção superficial
• Secção do tendão do quadríceps
na linha média e contorne a
patela no lado medial entre o
vasto medial e o retináculo e em
seguida avance distalmente
paralelo ao tendão patelar
• Deixar um manguito de tecido
capsular para permitir a síntese
• Continue a incisão através da
cápsula e do tendão do
quadríceps para acessar a
articulação
ACESSO PARAPATELAR MEDIAL
Dissecção cirúrgica profunda
• Desloque lateralmente a patela
e rode-a a 180º
• Cuidado com a avulsão do tendão
patelar da inserção tibial
(reinserção é difícil)
• Flexione o joelho a 90º
ACESSO PARAPATELAR MEDIAL
Ampliação do acesso

• Secção do quadríceps
• Tensão excessiva no tendão
patelar no momento da eversão
ou subluxação
• Ampliação proximal lateral a 60º
(mesmo ângulo das fibras do
vastolateral)
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Posição do paciente
•Decúbito dorsal
•Membro operado em posição “4”
• Joelho fletido a 60º
• Quadril abduzido e rodado
lateralmente
• Pé sobre a canela oposta
Pontos de reparo
•Tubérculo do Adutor
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Posição do paciente
•Decúbito dorsal
•Membro operado em posição “4”
• Joelho fletido a 60º
• Quadril abduzido e rodado
lateralmente
• Pé sobre a canela oposta
Pontos de reparo
•Tubérculo do Adutor
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Incisão Cutânea
• Iniciar a 2cm proximais do
tubérculo do adutor e curvando-
a anteroinferiormente até um 6
cm abaixo da linha articular na
face anteromedial da tíbia.
• O meio da incisão deve ficar a
3cm da margem medial da
patela
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica superficial
• Levante o retalho de pele de
cada lado para expor a fascia do
sartório
• Incisão da fáscia ao longo da
margem anterior do sartório
• O ramo infrapatelar do nervo
safeno é seccionado e sepultado
na gordura (evitar formação de
neuroma)
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
VEIA SAFENA e NERVO SAFENO – ATENÇÃO !
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica profunda
• Anterior ao LCM
• Acessa a face anterior da articulação
• Posterior ao LCM
• Acessa face posterior da articulação
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica profunda: Anterior ao LCM
• Seccione a fáscia do sartório em sua
margem anterior.
• Comece pela secção proximal e na
inserção distal do sartório pois ao nível
da articulação a fáscia é mais difícil de se
identificar
• Flexione ainda mais o joelho para
permitir o rebatimento posterior e
exposição dos demais tendões da pata
anserina
• Rebata todos os 3 tendões para expor
o LCM superficial
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
• Para expor a face anterior da
articulação
• Incisão parapatelar medial
longitudinal acima da linha
articular para evitar lesão ao
menisco
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica profunda: Posterior ao LCM
• Expõe o terço posterior do menisco e
o canto posteromedial
• Incisão da fascia anterior do sartório
• Rebater grácil e semitendíneo
posteriormente
• Separe o semimembranáceo da
cabeça medial do gastrocnêmio para
expor o canto pósteromedial do
joelho.
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica profunda: Posterior ao LCM
• Separe a cabeça medial do
gastrocnêmio da face posterior da
cápsula por dissecção romba
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
Dissecção cirúrgica profunda: Posterior ao LCM
• Cuidado ao levantar o ventre medial do
gastrocnêmio da cápsula
• Artéria inferior medial do joelho
ACESSO MEDIAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
• Esse plano é seguro porque o
semimebranáceo recebe inervação proximal
proximal ao acesso e o gastrocêmio é
inervado mais distal a esse ponto.
• Artéria poplítea
• Linha média da cápsula articular
posterior
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
• Posição do paciente
• Decúbito dorsal
• Coxim sob o glúteo do membro afetado
para rodar o membro medialmente e
expor a face lateral do joelho
• Incisão cutânea
• Inicie a incisão a 3cm lateral a patela (ao
nível da ½ ) em direção ao tubérculo de
Gerdy e extenda até 5cm distal a linha
articular
• Extensão proximal curva até diáfise do
fêmur e dai em diante longitudinal
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO LATERAL AO JOELHO E SUAS
ESTRUTURAS
ACESSO POSTERIOR AO JOELHO

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