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Fundação Universidade Federal de Rondônia ² Unir

Núcleo de Saúde
Departamento de Enfermagem

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Discentes:
Gicéli Daian Nunes dos Santos
Jarina Paloma Ferreira
Jéssica Gonçalves Serra
Junniene Beckman Barbosa
Maria Fernanda Cardozo Marcelino
Natâne dos Santos Santiago
Tharles Maia de Castro

Docente:
Drª. Adailde Miranda da Silva Carvalho
ÈNTRODUÇÃO
] Paradigma histórico: A definição de espaços
de liberdade e poder para os homens e o
espaço de obediência e submissão para as
mulheres;
] Joan Scott : [...] ´as desigualdades sociais não
são somente de classe, de raça/etnia ou de
religião, elas trazem a forte marca das
relações de gênero definidas segundo
atributos culturais impostos ao masculino e
ao feminino que fazem a mulher ser vista
como cidadã de segunda classeµ.
] Joan Scott, gênero tem como núcleo a
conexão de duas proposições: "o gênero
é um elemento constitutivo de relações
sociais baseado nas diferenças percebidas
entre os sexos, e o gênero é uma forma
primeira de significar as relações de
poder".
] ´O poder que se exerce nas relações de
gênero é resultante de representações
sobre homens e mulheres, presentes no
imaginário social a partir das diferenças
biológicas existentes entre os sexos.µ
] ´Os homens vão sendo direcionados para
o mundo público e da produçãoµ;

] ´As mulheres são direcionadas para o


espaço privado e da reproduçãoµ.

] A subjetividade da mulher só poderá


ocorrer em função do único sujeito
socialmente reconhecido: o homem.
§ual a relação entre gênero e
enfermagem?
] As práticas de cuidado sempre estiveram
associadas ao sexo feminino.
] A enfermeira é o espelho em que se reflete
a situação da mulher através dos tempos.
] Na enfermagem, encontramos inúmeros
exemplos de estereótipos que retratam o
que se espera de uma enfermeira:
å ü /üü a enfermeira era o anjo;
å ü/ü a enfermeira era a heroína;
å ü/ü a enfermeira representava a mãe;
å ü/ü  símbolo sexual.
] Recomendação de Florence Nightingale;

] ´A base da arte da enfermeira é o instinto


materno bem desenvolvido, entendido ser
esse bastante aguçado na mulher
brasileiraµ;
O sexo masculino na enfermagem
] ´Critérios para a inserção na profissão,
constituiu obstáculo ao ingresso de
homens na enfermagemµ;

] ´Preconceitos de gênero restringiram a


participação dos homens na profissão.
Mas, embora a enfermagem seja
construída culturalmente como prática
sexuada, feminina, os homens na profissão
são uma realidade cada vez mais presente.
] A partir da entrada de homens nos
cursos de enfermagem, a situação
começou gradativamente a se
transformar. Esses homens passaram a
assumir cargos de direção e chefias nas
instituições de saúde e entidades de
classe e, também, o termo enfermeiro
passou a ser utilizado na linguagem da
profissão e nos textos escritos sobre
enfermeiras e enfermeiros.
] As enfermeiras, na sua quase totalidade,
são mulheres e, historicamente, têm sido
sujeitas a lugares de inferioridade,
parecendo ter suas raízes na religião e no
patriarcalismo. As enfermeiras enfrentam
a dualidade de se libertarem de sua
opressão e ao mesmo tempo de se
sentirem receosas em assumir um
comportamento de poder.
] ´Construir consciência de gênero vem
provocando mudanças na formação e nas
práticas profissionais, fazendo com que
enfermeiras e enfermeiros passem a ser
sujeitos também de uma outra história.µ
] Os maiores desafios da enfermagem são:
å ü ampliar a consciência de gênero;

å  ampliar a participação dos profissionais em


espaços políticos e a parceria com outros
campos do saber;

å 3 investir na qualidade da relação


profissionalusuárias(os dos serviços de
saúde.
Referências bibliográficas
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