Você está na página 1de 19

m m

m
m   m
m
mm 

 m  mm  m


m  mm   
m
mm m

m

 m m 
m
m 
mm m
 
m 
m  mm  m

   m m mmm m   




m
 
  

³O ventilador mecânico é um aparelho de respiração com


pressão positiva ou negativa que podem manter a ventilação e
administração de oxigênio por um período prolongado´
(BRUNNER & SUDDARTH, 2005 p. 649).
  

³Torna-se impensável tentar a manutenção da vida do paciente


agudo e grave sem contar com a ajuda da ventilação mecânica, pois
é um dos principais recursos de suporte a vida, tendo o profissional
Enfermeiro a responsabilidade e direito em participar da assistência
ventilatória, passando o maior tempo com o paciente e
reconhecendo suas necessidades´ (CALL; PARANHOS, 2007).
! 
"#$%&'( $)*+
Avaliar se o Enfermeiro intensivista assistencialista tem buscado
melhorar o conhecimento sobre Ventilação Mecânica Invasiva.
"#$%&'(, $,-$./0&.(,
Enfatizar como o Enfermeiro poderia planejar para prevenir
complicações em paciente sobre Ventilação Mecânica Invasiva;
Descrever as ações do Enfermeiro na assistência ao paciente tendo
em vista o processo de Enfermagem;
Descrever sobre a importância da educação continuada para o
aprimoramento do Enfermeiro acerca da Ventilação Mecânica.
 
 m
Estudo descritivo com método qualitativo.

Critérios de Inclusão

Critérios de exclusão

Coleta de dados

Análise e discussão dos dados


m
   
m
  m m
 mm  m
Sendo o Enfermeiro o responsável pela atenção as
preocupações físicas e psicológicos de um paciente e da
família, as funções principais incluem avaliar uma resposta do
paciente a terapia de ventilação, utilizar práticas e técnicas de
segurança e monitorar com cuidado possíveis complicações
(TAYLOR et al, 2007). Sendo Assim, compete o mesmo a
identificação preventiva de possíveis eventos adversos,
analisando a reação do paciente frente o uso do ventilador.
 m  m mm 
 m 
mmm m

à Testar o ventilador mecânico;


à Conferir parâmetros instituídos do paciente;
à Avaliar adequadamente a cânula traqueal;
à Conter o paciente no leito;
à Manter o paciente em decúbito elevado;
à Monitorar padrões respiratórios;
à Realizar aspiração traqueal (KNOBEL, 2006).
 m mmm  m
 m m m  mm
m  mm  m

A sistematização da assistência de Enfermagem


(SAE) configura-se como uma metodologia para
organizar e sistematizar o cuidado com base nos
princípios do método científico (TRUPPEL,2009). É
composta pelo Histórico de Enfermagem; Exame físico;
Diagnóstico de Enfermagem; Prescrição de
Enfermagem; Evolução da Assistência de Enfermagem;
Relatório de Enfermagem (COFEN, 2009).
m
 mm m  mmm
m  m1m    
m
mm m

Nos serviços de saúde, os processos educativos visam ao


desenvolvimento dos profissionais por uma série de atividades
genericamente denominadas de capacitações, treinamentos e cursos
emergenciais ou pontuais, estruturados e contínuos (SILVA;
SEIFFERT, 2009). De acordo com o estudo, a participação do
Enfermeiro na Educação continuada ainda é baixa, devido à
inadequação da infra-estrutura e a falta de planejamento em parceria
com a equipe de saúde.

Resolução COFEN 311/2007 do Código de Ética de Enfermagem.


Além da elevação do nível de conhecimento do
profissional a Educação continuada contribuirá para a
redução de morbimortalidade, ocorrências iatrogênicas,
riscos de infecção, tempo de internação e
consequentemente a redução de gastos tanto
hospitalares quando do familiar. Devendo o Enfermeiro
trabalhar em parceria com a instituição e a equipe
multiprofissional para o melhor desenvolvimento dos
cursos.
  m2 m
Diante dos resultados obtidos, constata-se que os Enfermeiros
de Unidade de Terapia Intensiva não tem buscado o
aprimoramento do seu conhecimento através da Educação
continuada de forma satisfatória, devendo o enfermeiro
considerar a necessidade das ferramentas Sistematização da
Assistência de Enfermagem e Educação continuada como
suporte para a aquisição da autonomia, considerando que o
desenvolvimento da equipe de Enfermagem é de inteira
responsabilidade e dever do Enfermeiro com o apoio da
instituição, sendo este a peça-chave para um bom andamento
da assistência de Enfermagem.
Espera-se como resultado desta pesquisa o incentivo
dos acadêmicos de Enfermagem na busca do
aprimoramento do conhecimento técnico ± científico
sobre a Ventilação Mecânica Invasiva, através da
disponibilização deste trabalho na biblioteca da
faculdade.
 m 
 m
BARROS, A.L.B. L.de; LOPES, J. de L. m +$3&,+*45( $ *
,&,%$6*%&7*45( 8* *,,&,%9:.&* 8$ $:0$)6*3$6 Revista
oficial do Conselho Federal de Enfermagem agosto, 2010.
pp. 63-64.

BATISTA, M.A.; ALCÂNTARA, E.C.A.; PAULA, L. K. G. de.


$:%)*+ 8$ $:%&+*8()$, $.;:&.(, )3*:&7*45(<
$3=)*:4* $ >=*+&8*8$ Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/rbti/v19n4/a08v19n4.pdf, Acesso em:
23 de mar. 2010.

BRUNNER & SUDDARTH. )*%*8( 8$ $:0$)6*3$6


6?8&.(@.&)A)3&.( 10ª ed. Vol. 01. Editora Guanabara
Koogan: Rio de Janeiro, 2005 pp 650, 655.
CALL, A.M; PARANHOS, W.Y.  :0$)6$&)( $ *,
,&%=*4B$, 8$ $6$)39:.&* Editora Atheneu: São Paulo,
2007. pp. 277,280.

CASTRO, J. J. P. de. /"+&* *3)*8* 164ª ed. Editora Ave


Maria: São Paulo, 2005. pp.401.

CINTRA, E.A; NISHIDE, U.M.; NUNES. W.A. m,,&,%9:.&*


8$ $:0$)6*3$6 *( -*.&$:%$ 3)*'$6$:%$ $:0$)6(. 2ª ed.
Editora Atheneu: São Paulo, 2005 pp. 354-355.

CIRINEU, A. A. &,5( $ (:8=%* 8( :0$)6$&)( C*D


*.$).* 8* $:%&+*45( $.;:&.* Disponível em:
http://www.webartigos.com/articles/16441/1/Visao-e-
conduta-do-Enfermeiroa-acerca-da-ventilacao-
Mecanica/pagina1.html, Acesso em: 26 de março, 2010.
Conselho Federal de Enfermagem Resolução Cofen nº
311/2007. E8&3( 8$ F%&.* 8(, )(0&,,&(:*&, 8$
:0$)6*3$6. Disponível em:
http://site.portalcofen.gov.br/node/4394

Conselho Federal de Enfermagem Resolução COFEN


272/2002. &,%$6*%&7*45( 8* m,,&,%9:.&* 8$ :0$)6*3$6
 m@ :*, &:,%&%=&4B$, 8$ ,*A8$ )*,&+$&)*, Disponível
em: http://site.portalcofen.gov.br/node/4309 Acesso em:
22/09/2010.

KNOBEL, E. $)*-&* :%$:,&'* :0$)6*3$6. Editora


Atheneu: São Paulo ± SP, 2006 pp. 137-141.
MENDONÇA, A.F.de. (e col.) $%(8(+(3&* .&$:%&0&.* 3=&*
-*)* $+*"()*45( $ *-)$,$:%*45( 8$ %)*"*+G(,
*.*896&.(,. Editora ALFA, Goiânia: Faculdades Alves
Faria, 2003 pp. 20-21.

MURTA, G.F e col. *"$)$, $ )H%&.*, 5ª ed. Editora


Difusão: São Paulo ± SP vol. 4 pp. 333, 334.

MOREIRA, R.M. & PADILHA, K.G. .())9:.&*,


*%)(39:&.*, .(6 *.&$:%$, ="6$%&8(, I $:%&+*45(
$.;:&.* $6 :&8*8$ 8$ $)*-&* :%$:,&'* Disponível
em: http://www.unifesp.br/denf/acta/2001/14_2/pdf/art1.pdf,
Acesso em: 03 de mar. 2010

NET, A.; BENITO, S. $:%&+*45( $.;:&.* 3º ed. Editora


Revinter: Rio de Janeiro - RJ, 2002. pp. 1-2.
SARMENTO, G. J. V. )&:./-&(, $ -)H%&.*, 8$ '$:%&+*45(
6$.;:&.* 1ª ed. Editora Malone: Barueri-SP, 2010 pp. 1-4.
NET, À.; BENITO, S. $:%&+*45( $.;:&.* 3º ed. Editora
Revinter: São Paulo -SP 2002 pp 1-2

SILVA, G.M. da; SEIFFERT, O. M. L. B. 8=.*45(


.(:%&:=*8* $6 $:0$)6*3$6 =6* -)(-(,%*
6$%(8(+E3&.* Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-
71672009000300005&script=sci_arttext, Acesso em: 08 de
mai. 2009.

TAYLOR, C. et al. =:8*6$:%(, 8$ $:0$)6*3$6 * *)%$ $


* .&9:.&* 8( .=&8*8( 8$ $:0$)6*3$6 5ª ed. Editora
Artmed, Porto Alegre, 2007. pp. 1441,1446.
TRUPPEL, T. C. &,%$6*%&7*45( 8* m,,&,%9:.&* 8$
:0$)6*3$6 $6 :&8*8$ 8$ $)*-&* :%$:,&'*
Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/reben/v62n2/a08v62n2.pdf, Acesso
em 25 de ago. 2010.

VARGAS, D. de & BRAGA, A. L.  :0$)6$&)( 8$


:&8*8$ 8$ )*%*6$:%( :%$:,&'( $0+$%&:8( ,(")$ ,$=
*-$+<
2008.Disponívelem:http://www.fafibe.br/revistaonline/arquiv
os/divani_uti.pdf Acesso em: 24/04/10.

TANNURE, M.C.; GONÇALVES, A. M. P. &,%$6*%&7*45(


8* m,,&,%9:.&* 8$ :0$)6*3$6. 1ª ed. Editora
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2008 pp. 115.
  mJ