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Teoria do

Apego

John Bowlby
Trabalho apresentado à disciplina Psicologia
do Desenvolvimento Humano
• Adriana Almeida de Carvalho
• Alena Freitas Freire de Carvalho Cairo
• Cauana Costa
• Fabiana Souza das Virgens
• Felipe Augusto dos Santos
• Gabriella Tosta Pereira da Silva
• Jorge Henrique dos Santos Novaes
Docente Tiago Jordão de Freitas Pinheiro Gomes • Kelle Santos do Carmo
• Mauricéia Maria
• Raniely Reis Ramos
• Silvonei das Neves Oliveira
John Bowlby

• Nasceu em 1907, em Londres, e morreu em


1990
• Psiquiatra e psicanalista
• Universidade de Cambridge
• Relações objetais insuficientes
• Teoria do Apego
•A teoria do apego é um estudo interdisciplinar que
A Teoria do Apego abrange os campos das teorias psicológica, evolutiva e
etológica.
Etologista

• Observação dos bebês gansos que


desenvolviam o comportamento de
considerar a mãe qualquer animal que
deles cuidasse, inclusive humanos.
• Estampagem e ansiedade da separação.
Cunhagem, Imprinting ou Estampagem, em Psicologia, é uma resposta de comportamento adquirida no início
da vida, não reversível e normalmente provocada por uma certa situação ou estímulo que a desencadeia.
O conceito foi desenvolvido por Konrad Lorenz ao observar aves.
Se o bebê não for
suficientemente
estimulado, não receber
afeto e não for acariciado,
não haverá estimulação
vestibular para
desenvolvimento do
sistema nervoso pelas
interconexões neurais.
John Bowlby define que inicialmente o comportamento ocorre como
reflexo inato, à medida que se estabelecem conexões entre suas ações e
o que ocorre ao seu entorno, começam a se desenvolver as relações de
apego ao seu cuidador.
Esses comportamentos são divididos em três classes:

1. Orientativos: a criança se utiliza de recursos visuais, olfativos que a


guiam à figura do apego;

2. Sinalizadores: a criança emite seus primeiros sons para assim


despertar o interesse da figura do apego;

3. Executores: a criança começa a regular seu distanciamento ou


proximidade da figura do apego.
O comportamento
infantil associado ao
apego é
principalmente a
busca por
proximidade a uma
figura de apego.
Estudo com bebês primatas
Os bebês primatas passam por uma sequência clara

Ansiedade da separação

Estágio do protesto

Estágio do desespero

Estágio do desapego
4 Fases do Desenvolvimento do Apego
1. Pré-apego (0-2 meses) ocorre apenas por ações
reflexas, sem discriminação de figuras, reconhece
apenas o cheiro, voz do cuidador, prefere estímulos
humanos, como o rosto;
2. Apego ao processo de formar-se (2-6 meses) já
discrimina entre pessoas conhecidas e desconhecidas,
já direciona sua atenção para o indivíduo de sua
relação;
3. Apego bem definido (6-18 meses) já se percebe a
ocorrência de comportamentos direcionados e
intencionais da criança à figura do apego, ocorre a
ansiedade da separação, a busca pelo conhecido e
refúgio no seu cuidador.
4. Formação de relação recíproca ( a partir de 18
meses) a interação se torna maior com a figura do
apego, graças à evolução linguística da criança.
Referências bibliográficas
Dalbem, Juliana Xavier; Dalbosco Dell'Aglio, Débora. Teoria do apego: bases conceituais e
desenvolvimento dos modelos internos de funcionamento. In: Arquivos Brasileiros de
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www.psicologia.com.pt. Acessado em 30/09/2020.
Referências

• https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/201
8/05/inteligencia-artificial-ajuda-proteger-primatas-da-extincao.html
acesso em 03/10/2020 às 17h41
• https://primatasnaohumanos.wordpress.com/ acesso em 03/10/2020
às 20h34
• Banco de imagens https://www.shutterstock.com/pt/ acesso em
03/10/2020

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