Métodos diagnósticos em parasitologia

Exame parasitológico de fezes (EPF)
y Grande importância para o diagnóstico de parasitoses

intestinais, causadas por helmintos e protozoários y EPF não é o nome de uma técnica, e sim do pedido para a realização de um exame de fezes em busca de parasitos y Grande desafio do diagnóstico na parasitologia é a baixa sensibilidade das técnicas quando não realizadas corretamente y Falta de conhecimento sobre a coleta da amostra, os fundamentos de conservação e da execução do método, levam frequentemente a resultados falso-negativos!!!

Exame parasitológico de fezes (EPF)
y Outro erro y y y y

indicação de anti-helmínticos sem solicitar EPF para verificar a real necessidade O profissional responsável por escolher a técnica deve ter claramente delimitado o objetivo do exame Pacientes assintomáticos técnica capaz de detectar o maior número possível de espécies Existem técnicas preferenciais para a busca de determinadas estruturas É fundamental que o médico indique a suspeita clínica e, se possível, a técnica desejada

.

do odor. Pode ser quantitativo ou qualitativo. por meio da pesquisa das diferentes formas parasitárias que são eliminadas nas fezes. y O exame macroscópico permite a verificação da consistência das fezes.Exame parasitológico de fezes (EPF) y Tem como objetivo diagnosticar os parasitos intestinais. e de vermes adultos ou partes deles. trofozoítos ou oocistos de protozoários. y O exame microscópico permite a visualização dos ovos ou larvas de helmintos. como muco ou sangue. da presença de elementos anormais. . cistos.

avaliar a intensidade do parasitismo. pois a dose dos medicamentos antiparasitária não leva em conta a carga parasitária e sim o peso corporal do paciente. permitindo. assim. Estudos epidemiológicos e/ou controle de cura .Exame parasitológico de fezes (EPF) y A grande maioria dos métodos é apenas QUALITATIVO = apenas indica a presença do parasita ou não y Existem métodos QUANTITATIVOS (Kato-Katz) = se faz a contagem dos ovos nas fezes. y Métodos QUALI rotina y Métodos QUANTI pouco utilizados.

isentos de água (pode conter microorganismos de vida livre). urina (destrói a mobilidade e os trofozoitas) ou outro material que possa contaminar pinico fim de não contaminar laboratório y Jornais e outros tipos de papéis também devem ser evitados a y Transferir a amostra para o frasco coletor cedido pelo .Coleta da amostra y Deve ser colhida sem contato com o vaso sanitário y Utilizar recipientes limpos.

indicando nome do paciente. data e hora da coleta lápis (não borrar com o conservante) y Tempo de entrega do material depende da suspeita clínica  Fezes diarreicas ± Giardia 30 min ± estrongiloidíase com exame de larvas vivas imediatamente após a emissão das fezes y De preferência ± coleta pela manhã no laboratório ou enviada rapidamente y Caso não seja possível enviar imediatamente o material será necessário conservar o material .Coleta da amostra y Identificar o frasco com letra legível.

proibição do mercúrio Formol tamponado SAF (acetado de sódio.Conservantes y MIF (mercúrio. iodo e formol) ± mais y y y y popular Formol 10% . ácido acético glacial. formol e água destilada) ± bom para trofozoítos em fezes diarreicas Embrulhar em papel e armazenar na geladeira (5-10ºC) ou isopor com gelo ± até 48hs Semanas .

a amostra.Conservantes y Colocar o conservante. homogeneizar bem e colocar mais conservante y Quando são feitas várias coletas em dias alternados. elas podem ser misturadas no mesmo recipiente .

identificando corretamente y Usar material descartável evita falso-positivos .Cuidados fundamentais y Usar luvas y Trabalhar com calma.

Pons e Janer e o os métodos de centrifugação (MIFC. Ritchie e Coprotest). permitindo o diagnóstico de vários parasitos intestinais. indicados para um parasito em especial. pois será feita a pesquisa dos vários parasitos intestinais e não apenas daquele solicitado. é feito por um dos métodos gerais. todas as formas parasitárias. outros são métodos específicos. . acima citados. y Na maioria dos pedidos de EPF. a suspeita clínica não é relatada. ao mesmo tempo. y Alguns métodos são mais gerais.Escolha do método y Não existe um método capaz de diagnosticar. e o exame y Quando é solicitada a pesquisa de um parasito que exige a execução de um método específico método específico e método geral devem ser executados o EPF ficará mais completo. y Métodos gerais método de Hoffman.

y Procedimento é inviável .Escolha do método y Execução de vários métodos com cada amostra fecal    um método geral um específico para larvas de helmintos um específico para cistos de protozoários. ou pelo elevado número de exames a serem realizados por dia Interação médico-laboratório contribuiria para que o EPF fosse o mais exato possível. Automação ± ainda não é uma realidade na parasitologia Testes imunológicos Testes moleculares .quantidade insuficiente de y y y y fezes.

Escolha do método y Imunoenzimáticos .EIA ou ELISA  Entamoeba histolytica/ dispar  Giardia lamblia  Cryptosporidium y Imunofluorescentes-IFAs  Cyclospora  Isospora y PCR  detecção e subtipagem  Cryptosporidium .

. algumas espécies de parasitos só são evidenciadas por técnicas especiais. um exame isolado. y 3. sendo recomendável a sua repetição com outra amostra. y 2. a produção de cistos. ovos ou larvas não é uniforme ao longo do dia ou do ciclo do parasito. não deve ser conclusivo.Escolha do método y A fim de obter mais qualidade no EFP. devemos sempre ter em mente que y 1. onde o resultado é negativo.

Muitas vezes o número de formas parasitárias eliminadas com as fezes é pequeno. havendo necessidade de recorrer a processos de enriquecimento para concentrá-las.Métodos y Exame de fezes direto a fresco y Técnicas de concentração . baseadas no mesmo fundamento. além de permitir o diagnóstico de vários parasitos intestinais. Espontânea ou por centrifugação Flutuação ou sedimentação   y Técnicas para buscas de larvas y Existem diversas técnicas semelhantes. quando. com nome diferente y Um método será mais ou menos utilizado na rotina do EPF. é também de fácil execução e pouco dispendioso. .

(proglotes) Enterobius vermicularis .Formas evolutivas eliminadas via anal y OVOS          y LARVAS  Ascaris lumbricoides Trichuris trichiura Enterobius vermicularis Ancylostoma duodenale Necator americanus Taenia solium Taenia saginata Hymenolepis nana Schistosoma mansoni Strongyloides stercoralis y VERMES ADULTOS    Ascaris lumbricoides Taenia sp.Helmintos .

dispar  Entamoeba coli  Endolimax nana  Iodamoeba bütschlii  Chilomastix mesnili  Blastocystis hominis (apenas cisto) .Formas evolutivas eliminadas via anal y CISTOS/TROFOZOÍTOS  Giardia lamblia  Entamoeba histolytica/E.Protozoários .

maior sensibilidade . pouco material (falso-negativo) mais y Métodos de concentração são melhores amostra.Método direto y Procedimento simples y Permite visualizar trofozoítos vivos y Obtida diretamente da amostra fecal. sem conservante.

Método direto y Recolhe-se uma porção bem pequena (cabeça do y y y y palito de fósforo) e coloca-se sobre a lâmina Adiciona-se salina Homogeiniza Coloca lamínula Análise em microscópio em 10 e 40X .

Usado para a pesquisa de cistos e alguns oocistos de protozoários. o encontro de ovos leves. Indicado para a pesquisa de ovos leves (principalmente ancilostomídeos). .Processos de concentração y Sedimentação espontânea: método de Hoffman. Usados para a pesquisa de ovos e larvas de helmintos. devido ao hidrotropismo e termotropismo positivos: método de Baermann-Moraes e método de Rugai. Coprotest. y Concentração de larvas de helmintos por migração ativa. Pons e Janer. método de Ritchie. também conhecido como método de Lutz. y Sedimentação por centrifugação: método de Blagg (também conhecido por método de MIFC). Indicados para a pesquisa de larvas de Strongyloides stercoralis. y Flutuação espontânea: método de Willis. Permite o encontro de ovos e larvas de helmintos e de cistos de protozoários. também. permitindo. y Centrífugo-flutuação: é o teste de Faust. cistos e alguns oocistos de protozoários.

ovos ou larvas y Procedimento:  Colocar aproximadamente 2g de fezes em um frasco de Borrel (pode ser substituído por copo plástico descartável). por intermédio de tela metálica ou de náilon com cerca de 80 a 100 malhas por cm2. ou gaze cirúrgica dobrada em quatro.  Acrescentar mais 20mL de água.Sedimentação espontânea. com cerca de 5mL de água. Pons e Janer (HPJ) y Método de concentração y Cistos.  Completar o volume do cálice com água.  Filtrar a suspensão para um cálice cônico de 200 mL de capacidade. agitando-se constantemente com o bastão de vidro. os detritos retidos são lavados com mais 20mL de água. Método de Lutz ou de Hoffman. e triturar bem com bastão de vidro (ou "palito de picolé"). oocistos. devendo o líquido da lavagem ser recolhido no mesmo cálice. .

Pons e Janer (HPJ) y Deixar essa suspensão em repouso durante 2 a 24 horas . Método de Lutz ou de Hoffman.Sedimentação espontânea.

no mínimo. Método de Lutz ou de Hoffman. y O uso de lamínulas é facultativo. Deve-se examinar. y Colocar parte do sedimento numa lâmina com uma gota de lugol e fazer um esfregaço. desprezar o liquido sobrenadante cuidadosamente. introduzir uma pipeta obliterada pelo dedo indicador até o sedimento contido no fundo do cálice. retirar o dedo e deixar subir uma pequena porção do sedimento. duas lâminas de cada amostra.Sedimentação espontânea. b. . Pons e Janer (HPJ) y Existem duas técnicas para se colher o sedimento para exame:   a. Examinar com as objetivas de 10x e 40x. pois a gota colhida é mais representativa do sedimento). recolocar o dedo e retirar a pipeta. homogeneizar o sedimento e colher uma gota do mesmo (esse procedimento é melhor.

facilita o procedimento ± paciente coleta já com o conservante e homogeiniza por 2 minutos ± o laboratorista somente continua o procedimento anterior y Paratest ± formol 5% com sistema de filtragem ± eficiência reduzida devido a quantidade pequena de amostra . Método de Lutz ou de Hoffman.Sedimentação espontânea. ovos e larvas de helmintos y Desvantagem: demorado y Coprotest ± formol 10% . Pons e Janer (HPJ) y Método mais utilizado y Barato y Sensível para cistos de protozoários.

com capacidade para 15mL Acrescentar 4 a 5mL de éter sulfúrico e agitar vigorosamente (importante para desengordurar o material). Filtrar a suspensão de fezes em gaze dobrada em quatro ou em filtro descartável. Método de Ritchie.500rpm. Homogeneizar bem. num copo plástico descartável.Centrífugo-sedimentação. de Blagg ou ³formol-éter´ y Baseia-se na sedimentação forçada pela centrifugação y Ovos e larvas de helmintos. cistos e alguns oocistos de protozoários y Procedimento:        Colher as fezes recém-emitidas em liquido conservador de MIF. Transferir 1 a 2mL do filtrado para um tubo cônico de centrifugação. Se formarão 4 camadas ± no fundo está o sedimento com os parasitos . Centrifugar por um minuto a 1.

utilizando um bastão de vidro (ou palito de picolé) contendo algodão na extremidade. Colocar uma gota de lugol Cobrir com lamínula e examinar com as objetivas de 10 e 40X em ³zig-zag´      . Se a quantidade de sedimento for excessiva. mantendo-o com a boca voltada para baixo. Método de Ritchie. Inverter o tubo para desprezar o liquido. Inverter o tubo em uma lâmina.Centrífugo-sedimentação. deixando escoar todo o sedimento. utilizar uma pipeta para colhê-lo e preparar as lâminas. até limpar a parede do mesmo. de Blagg ou ³formol-éter´ Com o auxílio de um bastão. descolar a camada de detritos da parede do tubo.

Método de Ritchie.Centrífugo-sedimentação. de Blagg ou ³formol-éter´ y Método dos mais recomendados y Rápido y Fácil y Sensível y Desvantagem: necessita de centrífuga .

Homogeneizar bem. e transferir para um tubo de centrífuga. Filtrar através de gaze dobrada em quatro. até que o líquido sobrenadante fique claro. Centrifugar por um minuto a 2. ovos leves de helmintos podem ser detectados algumas vezes y Procedimento       Diluir 10g de fezes em 20mL de água filtrada. num copo plástico.500rpm. .Centrífugo-flutuação ou Método de Faust y Indicado para pesquisa de cistos de protozoários. Repetir as operações 4 e 5 mais duas ou três vezes. Desprezar o líquido sobrenadante e ressuspender o sedimento em água.

estarão na película superficial. Examinar com as objetivas de 10x e 40 x. colocar numa lâmina. especialmente os cistos de protozoários. pois o contato com a solução de sulfato de zinco pode deformar as formas parasitárias. Centrifugar novamente por um minuto a 2. acrescentar uma gota de lugol e cobrir com lamínula. Os cistos e alguns oocistos de protozoários e os ovos leves. y Observação: O material deve ser examinado imediatamente. .18g/mL. presentes na amostra fecal. Recolher a película com alça de platina. densidade de 1.Centrífugo-flutuação ou Método de Faust     Desprezar a água sobrenadante e ressuspender o sedimento com uma solução de sulfato de zinco a 33%.500rpm.

Deixar em repouso por cinco minutos. que deverá estar em contato com o líquido. retirar rapidamente a lâmina. Colocar na boca do frasco uma lâmina. Levar ao microscópio e examinar com objetiva de 1ox e 40x. Findo esse tempo.Flutuação espontânea ou Método de Willis y Bom para pesquisa de ovos leves como de ancilostomídeos y Procedimento:        Colocar 10g de fezes em um frasco Borrel (pode ser usado o próprio frasco no qual as fezes foram enviadas). Diluir as mesmas em solução saturada de açúcar ou sal (NaCl). Completar o volume até a borda do frasco. . voltando a parte molhada para cima.

.Método para demonstração de larvas de helminto y Avaliação de larvas de helmintos y Baseado no hidrotropismo e termotropismo das larvas y Necessidade de fezes frescas e sem uso de conservantes y Importante redobrar os cuidados a fim de evitar contaminação no laboratório.

Método de Baermann-Moraes y Necessário ter preparado o aparelho de Baermann ±suporte de madeira com orifícios para os funis que serão utilizados y Procedimento         Utilizar 8 a 10g de fezes. Obliterar o tubo de borracha com uma pinça de Hoffhan e adicionar. Colocar o material assim preparado sobre um funil de vidro. Findo esse tempo. Caso se detecte a presença de larvas. abrindose a pinça. para identificação .000rpm por um minuto. Colocar numa gaze dobrada em quatro ou em uma peneira. Colher o sedimento. essas deverão ser coradas com lugol e observadas com a objetiva de 40x. colher 5 a 7mL da água. Centrifugar a 1. sem desprezar o liquido sobrenadante e examinar ao microscópio (10x). contendo um tubo de borracha conectado a extremidade inferior de sua haste. em um tubo de centrífuga. ao funil. água aquecida (45°C) em quantidade suficiente para entrar em contato com as fezes. Deixar uma hora em repouso.

Método de Baermann-Moraes .

Deixar uma hora em repouso. contendo água aquecida (45°C). Colocar o material assim preparado. com a abertura voltada para baixo. com a ajuda de uma pipeta. num cálice de sedimentação. Examinar no microscópio. para identificação. com a objetiva de 10x. Retirar cuidadosamente a trouxa Colher o sedimento no fundo do cálice. Corar as larvas com o lugol e observá-las com o maior aumento.Método de Rugai y Retirar a tampa do recipiente que acondiciona as fezes e y y y y y y envolvê-lo em uma gaze dobrada em quatro. . em quantidade suficiente para entrar em contato com as fezes. fazendo uma pequena "trouxa".

Método de Rugai .

colocado sobre uma lâmina de microscopia. com o auxílio de um palito. para o orificio (6mm de diâmetro) de um cartão retangular de plástico. Nesta malha passam ovos de helmintos e detritos menores do que eles. sobre um papel higiênico. Colocar. uma porção da amostra de fezes frescas sem conservantes. Retirar as fezes que passaram para a parte superior da tela e transferi-las.Método quantitativo ± Kato-Katz y Preparar uma solução de verde malaquita (essa solução tem a y y y y finalidade de conservar as fezes e clarificar as formas parasitárias). Água destilada 100mL. de acordo com a seguinte fórmula: Glicerina 100mL. . urdume e trama: 0. Verde-malaquita a 3% 1 mL Cortar papel celofane semipermeável em pedaços de 24mm por 30mm e deixá-los mergulhados na solução de verde malaquita por pelo menos 24 horas. Comprimir as fezes com um pedaço de tela meiálica (marca IBRAS São Bemardo do Campo .no 120 ± fios.091nm) ou similar de náilon.

inverter a lâmina. deixando sobre a lâmina de vidro.Método quantitativo ± Kato-Katz y Após encher completamente o orificio. cuidadosamente. corresponderá ao número de ovos por grama de fezes (OPG). y Aguardar uma a duas horas e examinar ao microscópio. contando todos os ovos presentes na preparação. multiplicado por 23. retirar o cartão. . y O número de ovos encontrados no esfregaço fecal. y Cobrir as fezes com a lamínula de papel celofane embebida na solução de verde malaquita. sobre uma folha de papel absorvente e comprimi-la.

qualificação profissional insuficiente.Situação atual do diagnóstico parasitológico y Médico ± às vezes pouco capacitado na indicação do exame. y Paciente ± Coleta incorreta. variabilidade intra e interobservadores. na orientação à coleta de material e na interpretação dos resultados. não automatizado. atribui pouca importância à infecção parasitária. sobrecarga. y Laboratório ± exame trabalhoso. Tratamento prévio. pouco compromisso/envolvimento. profissional pouco valorizado. métodos adaptados (não originais) . pouco padronizado. Pouca confiança no resultado do laboratório. Auto-medicação. questões culturais.

Informações Importantes na Solicitação y Dados sócio-demográficos (sexo. controle de cura. rotina pré-natal/ pré-operatória. investigação diagnóstica. . acompanhamento do tratamento. tratamento prévio ao diagnóstico. escolaridade. ocupação.idade. procedência) y Indicação clínica: sintomatologia.

tempo de coleta. .Questionamentos Importantes na entrega do material y Ingestão prévia de medicação. intercorrências na coleta. compostos químicos na semana anterior ao exame y Forma de coleta. preservação do material.

Sensibilidade X Especificidade y SENSIBILIDADE y Um teste é sensível quando seu resultado é positivo em indivíduos doentes. Pouco falso-negativo y ESPECIFICIDADE y Um teste é específico quando seu resultado é negativo em indivíduos não doentes.BAIXA SENSIBILIDADE (muitos falsos negativos) e ALTA ESPECIFICIDADE (poucos falsos positivos) . Pouco falso-positivo y EPF .

Causas de negatividade no exame parasitológico y EVITÁVEIS ± PROFISSIONAIS y Treinamento y Escolha do método (sensibilidade) y Inadequação do método y Leitura parcial da lâmina y Sobrecarga de trabalho .

períodos de negatividade y B) Helmintos  infecção unissexual por espécimes machos  fêmeas sexualmente imaturas  após eliminação do verme adulto  carga parasitária leve  irregularidade na postura/eliminação .BIOLÓGICAS y A) Protozoários .Causas de negatividade no exame parasitológico y INEVITÁVEIS .

Controle de qualidade y Treinamento dos profissionais y Controle externo de qualidade:     CONTROL. y Controle interno de qualidade      .LAB ± SBPC/ML PNCQ ± SBAC INTERLABORATORIAIS INTERNACIONAIS: CAP Amostra cega ± amostra já processada no dia Pool de amostras positivas ( COCOTECA® ) Amostras conservadas com parasita único Lâminas com coloração permanente Lâminas da rotina.

Laudo final y Reportar todos os parasitas encontrados   Sempre com os nomes científicos: grifados. ou em negrito Colocar o estágio de diagnóstico identificado Exemplo: y Foram encontrados:    Ovos de Hymenolepis nana Ovos de Hymenolepis nana Ovos de Hymenolepis nana Larvas de Strongyloides stercoralis Larvas de Strongyloides stercoralis Larvas de Strongyloides stercoralis    . ou em itálico.

Não foram visualizadas formas diagnósticas de parasitas. na amostra enviada´ .Não foram visualizadas formas diagnósticas de parasitas´ Ou y ³Negativo .Laudo final y Para ausência de parasitos. reportar: Exemplo y ³Negativo .

y Reportar número de amostras analisadas: Ex. o nº de amostras´ y Reportar parasitas que não foram diferenciados Ex.Laudo final y Reportar o(s) método(s) utilizado(s). cistos de Entamoeba histolytica /dispar . ³resultado positivo ou negativo e na Obs.

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