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CARTILHA PSICOEDUCATIVA:

O PAPEL DA PSICOLOGIA NO CAMPO DE COMBATE A


EXCLUSÃO SOCIAL DA POPULAÇÃO LGBTI +

Disciplina: Estágio Básico em Processos de Acolhimento e Avaliação


Psicológica
Alunos: Daniel Medeiros, Natália Lima, Natália Salles e Renata de
Lorenzi
Docente: Cláudia Capitão
A ARQUITERURA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA

 A educação é responsabilidade do Governo Federal, dos estados, do Distrito Federal e dos


municípios, que devem gerir e organizar seus respectivos sistemas de ensino. Tal fato é
determinado pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional.

 Na prática observamos que somente uma pequena fatia tem acesso ao ensino de qualidade

 A parcela de grupos periféricos, deficientes e população LGBTI se encontra a margem da


sociedade brasileira e com isso sofre da exclusão desse direito básico
O TRABALHO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

 No cenário atual o mercado brasileiro sofre por uma grande crise econômica e pelo projeto
de exterminação das formas empregatícias formais e direitos trabalhistas

 O mercado é pautado pela lógica excludente da cultura patriarcal que é voltada a empregar
pelo regime da CLT aqueles que se enquadram pelo escopo imposto pelo modelo vigente

 Mais uma vez as populações carentes e LGBTI são excluídas desse cenário e são assoladas
pelo desemprego, trabalho informal e outras formas de trabalho precarizado que não
oferecem nenhuma proteção ao trabalhador
A Cartilha Psicoeducativa

 “Ainda que o psicólogo não seja chamado para resolver tais problemas, ele deve contribuir
a partir de sua especificidade, para buscar a resposta.” ( BARÓ,1996,p.1)

 Criação de políticas públicas voltadas a práticas de inclusão social e a luta de classe

 Maior participação de profissionais psi em ONGS e outras instituições que trabalham a


favor dos direitos LGBTI +
GRUPO PELA VIDDA
Grupo pela valorização, integração e dignidade do
doente de Aids
      O Grupo Pela VIDDA do Rio de Janeiro (GPV-RJ)
foi fundado em 24 de maio de 1989, pelo escritor Herbert
Daniel. Trata-se do primeiro grupo fundado no Brasil
por pessoas vivendo com hiv e aids, seus amigos e
familiares. Suas ações e iniciativas são garantidas pela
intensa dedicação de voluntários e de profissionais
engajados na luta contra a epidemia no país. São várias
pessoas envolvidas no quotidiano da organização
(dentre usuários, voluntários e funcionários), e um
importante quadro de voluntários que atuam em várias
ações, projetos e atividades pontuais e/ou estratégicas
(manifestos, 1º de dezembro, eventos etc.). Em nossos
últimos atos políticos de 1º de dezembro (2007 a 2010)
reunimos aproximadamente 1500 voluntário e uma
mobilização em torno de 5000 pessoas a cada ano.
Como não temos fins lucrativos, o GPV-RJ se mantém
por meio de uma série d financiamentos de instituições
brasileiras e internacionais que atuam em saúde
e desenvolvimento social. Conta também com um grande
número de importantes parcerias locais, como
organizações que lutam pela defesa da cidadania e a rede
pública de saúde.
PROJETO EMPRESA SOLIDÁRIA –
“SEJA MANTENEDOR”
  o GPV-RJ lançou a campanha “Empresa Solidária”, que tem como objetivo a
sensibilização de empresas que queiram e possam se comprometer com a continuidade e
melhoria das ações do Grupo Pela Vidda no combate a epidemia da aids. A organização
pode escolher um valor para contribuição mensal, de R$ 1.000,00 (mil reais), por exemplo,
como uma cota que poderá ser depositada diretamente na conta de doação do Grupo. Nada
impede a contribuição com mais de uma cota.

 Em contrapartida, o Grupo se compromete a apresentar relatórios detalhados sobre a


destinação e uso da contribuição, assim como a colocar em seu site a marca de sua
empresa. Também oferece atividades educativas e de prevenção as DST, Aids, Hepatites
Virais e Tuberculose, além de esquetes, oficinas de sexo seguro e orientação psicológica
para os parceiros que se descubram soropositivos.
PROJETO EDUCAR PARA VIVER

 O GPV-RJ criou o projeto Educar para Viver para promover encontros para tratar do assunto,
sem abordar questões religiosas e dogmáticas, colocando em voga o conhecimento científico
para que professores incluam o tema em seus programas de aulas. O objetivo é selecionar
membros de sua equipe para ministrar oficinas com o tema “Sexualidade responsável e
promoção a saúde, contra estigmas das DST/Aids, Tuberculose e Hepatites Virais”.

 O intuito é construir um canal de comunicação entre as escolas participantes e o GPV-RJ, para


atualização permanente. Com as informações adquiridas, os educadores estarão capacitados a
falar de sexualidade de forma transversal nas disciplinas comuns ao ensino fundamental e médio,
ou seja, não haverá um momento específico para falar de educação sexual, mas o tema poderá
permear matérias como biologia ou educação física. A medida atende às premissas dos
parâmetros curriculares nacionais estabelecidos pelo MEC em 1996, que recomenda, entre
outras coisas que o tema orientação sexual seja mesclado às outras disciplinas.
REFERÊNCIAS

 http://www.pelavidda.org.br/site/index.php/projetos/

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