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DESAFIOS E MEIOS DE APRENDIZAGEM

COM O ENSINO REMOTO E HÍBRIDO NA


PANDEMIA ALINHADOS À BNCC.
A pandemia da Covid-19 trouxe consigo
desafios para toda a sociedade, causou
impactos para as políticas públicas e muitas
incertezas em relação aos desdobramentos
das políticas de saúde.
Na educação, o efeito tempestivo da
suspensão das aulas fez com que
professores e alunos tivessem que se
ajustar rapidamente às novas formas de
ensinar e aprender. Nesse contexto, o uso
das tecnologias e as aulas remotas
emergiram como alternativas para dar
seguimento às atividades escolares.
O que são aulas remotas ou ensino remoto?
Diferentemente do EaD, o ensino remoto preconiza a transmissão
em tempo real das aulas. A ideia é que professor e alunos de uma
turma tenham interações nos mesmos horários em que as aulas da
disciplina ocorreriam no modelo presencial.
Segundo Charles Hodges citado por Tomazinho (2020), o
Ensino Remoto Emergencial (ERE) é uma mudança
temporária da entrega de instruções (conteúdos) para um
modo alternativo devido às circunstâncias de crise.
Segundo Charles Hodges citado por Tomazinho (2020), o
Ensino Remoto Emergencial (ERE) é uma mudança
temporária da entrega de instruções (conteúdos) para um
modo alternativo devido às circunstâncias de crise.

De grosso modo, isso significa manter a rotina de sala de


aula em um ambiente virtual acessado por cada um de
diferentes localidades.
A instituição de ensino pode, por exemplo, criar turmas
específicas com atividades remotas, desde que seja
respeitado todo o planejamento de conteúdo e carga
horária contratado.
Adaptações podem e devem ser feitas para adequar a
forma de apresentação das disciplinas, mas de maneira
geral é seguido o que foi pensado para o ensino
presencial.
Aula remota: como as aulas são pautadas em
transmissões ao vivo, os alunos possuem interação diária
ou frequente com o professor para sanar suas dúvidas.
Embora isso possa ser uma interação mais pessoal,
dúvidas surgidas durante as atividades complementares
exigem maior organização principalmente dos alunos,
para que não deixem de registrar e questionar o educador
no encontro seguinte.
A partir dessas premissas, a demanda tecnológica das
aulas remotas é menor, sendo possível adotar aplicativos e
serviços abertos e genéricos de comunicação e interação,
como Zoom, Skype e Google Hangout, whatsaap,
youtube, xerox de atividade – embora existam soluções
específicas de salas de aulas virtuais, como é o caso do
Google Classroom, google meet, que além das
transmissões ao vivo, permite a disponibilização de
gravações e atividades complementares.
Assim, o ensino remoto surge como uma interessante
saída para momentos emergenciais como o que vivemos,
pois viabiliza a continuidade das atividades pedagógicas
pela internet, para amenizar os impactos na aprendizagem
das crianças e jovens enquanto precisam ficar afastados
da escola.

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