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G. R. H. F. C. e L. I.

RELATÓRIO ÚNICO

1 ANA MOREIRA
Introdução

 O disposto no art.º 32 da lei nº 105/2009, de 14 de


Setembro, veio exigir às empresas a apresentação anual,
por meio informático, de informação sobre a actividade
social da empresa, nomeadamente sobre remunerações,
duração de trabalho suplementar, contratação a termo,
formação profissional, segurança e saúde no trabalho e
quadro de pessoal.

2 ANA MOREIRA
Continuação

 Em 21 de Janeiro de 2010 foi publicada, no Diário da


República, a Portaria nº 55/2010, que veio descrever o
conteúdo e o prazo de apresentação daquela
informação ao serviço com competência inspectiva do
Ministério de Trabalho, bem como o modelo de
relatório anual, designado por Relatório Único.

3 ANA MOREIRA
Continuação
 O Relatório Único consiste numa nova forma de entrega, por via
electrónica e de forma totalmente desmaterializada, das obrigações
impostas às entidades empregadoras sobre a prestação de informação
da sua actividade social .

 O Relatório Único passa a ser de entrega obrigatória por meio


informático, entre 16 de Março e 15 de Abril, e é composto por nove
partes e seis anexos referentes a informação do ano civil anterior.

4 ANA MOREIRA
Continuação

 Este relatório agrega num único acto o cumprimento de


declarações informativas enviadas anteriormente pelas
empresas de forma dispersa, muitas vezes informação
materialmente idêntica e submetida por diferentes vias.

5 ANA MOREIRA
Conteúdo do Relatório Único
 A par da identificação da entidade, o relatório está
dividido em anexos identificados por letras:

 A- Quadro de pessoal;
 B- Fluxo de entrada ou saída de trabalhadores;
 C- Relatório anual da formação contínua;
 D- Relatório anual da actividade do serviço de segurança e
saúde no trabalho;
 E- Greves;
 F- Informação sobre prestadores de serviço.

6 ANA MOREIRA
Continuação
 De acordo com o previsto no art.º 32 da lei n.º 105/2009, de 14 de
Setembro, e na Portaria n.º 55/2010, de 21 de Janeiro, é de entrega
obrigatória por todas as entidades empregadoras/empregadores
com um ou mais trabalhadores.

 Basta ter existido um trabalhador ao serviço no ano a que se


refere o relatório para que a entrega seja obrigatório
(independentemente do tipo de contrato, actividade, volume de
negócios, etc.).

 Esta regra não é aplicável à Administração Pública, porque as


relações de trabalho existentes nestes serviços e órgãos não são
abrangidas pelo Código do Trabalho e por essa razão está
dispensada deste relatório.
7 ANA MOREIRA
Legislação que regula o Relatório Único

 Portaria nº 55/2010, de 21 de Janeiro – regula o conteúdo


e o prazo de apresentação da informação sobre a
actividade social da empresa;

 Lei n.º 105/2009, de 14 de Setembro – regulamenta e


altera o Código de Trabalho;

 Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro (e Declaração de


rectificação n.º21/2009) – aprova o Código de trabalho.

8 ANA MOREIRA
Quais as obrigações acessórias com a
entrega do relatório único?

 De acordo com o art.º 3 da portaria n.º 55/2010, de 21 de


Janeiro, o “empregador deve, antes de entregar o relatório
único, promover o visto da relação nominal dos trabalhadores
que prestaram trabalho suplementar durante o ano civil
anterior a que se refere o n.º 7 do artigo 231.º do Código do
trabalho”.

 Por outro lado, o disposto no art.º 32.º da lei n.º 105/2009, de


14 de Setembro, define as seguintes obrigações acessórias:

9 ANA MOREIRA
Continuação:
 O empregador deve dar a conhecer a informação do Relatório
Único, no prazo de 15 dias antes do período de envio, à comissão
de trabalhadores ou, na sua falta, à comissão intersindical ou
comissão sindical da empresa.

 A informação deve ser previamente dada a conhecer aos


trabalhadores em causa, no prazo de 15 dias.

 O empregador deve conservar a informação enviada durante cinco


anos.

 Os sindicatos e as associações de empregadores podem solicitar a


informação até 10 dias antes do inicio do prazo para entrega da
mesma.
10 ANA MOREIRA
Continuação
 O empregador deve facultar o conhecimento da informação
aos trabalhadores da empresa e enviá-la, no prazo
legalmente estipulado, ás seguintes entidades:

 Serviço com competência inspectiva do ministério responsável


pela área laboral,
 Sindicatos representativos de trabalhadores da empresa que a
solicitem, à comissão de trabalhadores, bem como aos
representantes dos trabalhadores para a segurança e saúde no
trabalho na parte relativa às matérias primas da sua competência;
 Associações de empregadores representadas na Comissão
permanente de Concertação Social que a solicitem.

11 ANA MOREIRA
Continuação
 Os sindicatos e as associações de empregadores podem solicitar a
informação até 10 dias antes do inicio do prazo para entrega da
mesma.

 O empregador deve conservar a informação enviada durante cinco


anos.

 Qual é a forma de entrega do Relatório Único?

 O Relatório Único é entregue por via electrónica e de forma


totalmente desmaterializada pelo portal do Gabinete de Estratégia e
Estudos do Ministério da Economia (http://
www.gee.min-economia.pt), 

12 ANA MOREIRA
A informação prestada no Relatório
Único é enviada a que entidade?

 A apresentação da informação do relatório Único é


submetida ao serviço com competência inspectiva à ACT
– Autoridade para as Condições do Trabalho.

 Este órgão, por sua vez, remete a informação ao serviço


do Ministério competente para proceder ao apuramento
estatístico da informação no quadro do sistema estatístico
nacional e em articulação com o Instituto Nacional de
Estatística.

13 ANA MOREIRA
Contra-ordenações
 Contra-ordenações previstas na lei pelo não cumprimento
das obrigações vinculadas no Relatório Único.
 Conforme previsto no n.º 10 do artigo 32.º da Lei nº 105/2009,
de 14 Setembro:
 Contra-ordenação muito grave;
 Contra-ordenação grave;
 Contra-ordenação leve.
 A informação contabilística e financeira que é solicitada
no Relatório Único é sobre o normativo contabilístico do
ano de reporte, ou seja, do ano anterior àquele a que
respeita.

14 ANA MOREIRA
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

15 ANA MOREIRA
Identificação da empresa

 Neste ponto deve-se identificar a denominação de acordo


com o que consta no cartão de identificação fiscal de pessoa
colectiva ou entidade equiparada, sem abreviaturas.

 No caso de pessoa singular deve ser indicado o nome que


consta no cartão fiscal de contribuinte.

 Se a sede é em Portugal deve-se colocar o código


“PT”(Tabela de códigos de Países).

16 ANA MOREIRA
Identificação da empresa
 No campo que diz respeito a “Distrito ou
Ilha/Município/Freguesia, deve-se inserir o código
correspondente do Distrito/Município/Freguesia, de acordo com a
tabela existente.

 Se por exemplo, a localidade Feira, o código será 010906.

 E também solicitada informação sobre endereço postal completo


da empresa e dos seus estabelecimentos: morada, localidade e
códigos postais.

17 ANA MOREIRA
Identificação da empresa
 Se a entidade tem mais do que uma actividade, que CAE
se deve inserir?

 Deve inserir como actividade principal da empresa a


actividade com maior importância no conjunto das
actividades na empresa.

 O mais correcto para esta avaliação é o representado pelo


valor acrescentado bruto aos custos dos factores.

18 ANA MOREIRA
Identificação da empresa
 No item situações perante a actividade, motivo e período,
deve-se ter em conta, a situação da empresa perante a
actividade, ou seja, uma empresa pode estar em situação
activa, suspensa e encerrada.

 A situação da empresa( ou unidade local) deve ser


codificada de acordo com a tabela seguinte:
CÓDIGO DESIGNAÇÃO
1 Activa
2 Suspensa

3 Encerrada

19 ANA MOREIRA
No caso da situação ser diferente de activa, deve ser
indicado o motivo justificativo. Para o efeito deve-se
ter em conta a tabela seguinte.
 Tabela do motivo da situação da actividade
CÓDIGO DESIGNAÇÃO
01 Por falência da Entidade
02 Por cisão-dissolução da Entidade
03 Por cisão-fusão da Entidade
04 Por fusão-dissolução da Entidade
05 Por transformação da Entidade
06 Por fusão-incorporação da Entidade
07 Por danos nas instalações
08 Por mudança de instalações
09 Actividade sazonal
 99 “08 por mudança de instalações”
O motivo Outros motivospara as unidades locais.
só é aplicável

20 ANA MOREIRA
Continuação
 A natureza jurídica da empresa é a identificação que
permite discriminar o tipo de organização contabilística e
a relação de uma pessoa jurídica com o sistema de
fiscalização económica de um país.

 O correcto preenchimento é muito importante para a


validação do Relatório Único.

 A indicação da natureza jurídica deve ser cumprida de


acordo com a codificação da tabela da natureza jurídica

21 ANA MOREIRA
Continuação
 Data da constituição da entidade:

 Nem sempre a data de constituição exigida no preenchimento


do Relatório Único corresponde à data de escritura da
constituição. Tudo depende do tipo de sociedade:

 Para sociedades sujeitas a registo comercial, esta corresponde à


data de emissão do cartão definitivo que culmina no momenta
em que são requeridos os registos na Conservatória de registo
Comercial,

22 ANA MOREIRA
Data da constituição da entidade:

 Para sociedades civis, a data de constituição


corresponde à data da realização da escritura de
constituição,

 Para as sociedades de Advogados, Revisores Oficiais


de Contas e similares, a data de constituição
corresponde à data de inscrição na Ordem.

23 ANA MOREIRA
Quais os requisitos a ter em conta para
determinar o total de pessoas ao serviço?
 Para determinar o total de pessoas aos serviço, considere todas as
pessoas ligadas à empresa e que participaram na actividade da
empresa durante o período total ou parcial de referência. São
consideradas como pessoas ao serviço:

 Pessoal ligado à entidade/instituição por um contrato de trabalho,


recebendo em contrapartida uma remuneração;

 Pessoal integrado à entidade/instituição, que, por não estar


vinculado por um contrato de trabalho, não recebe uma
remuneração regular pelo tempo trabalhado ou trabalho fornecido
(p. ex.: proprietários/gerentes, familiares não remunerados,
membros activos de cooperativas);

24 ANA MOREIRA
Quais os requisitos a ter em conta para determinar o
total de pessoas ao serviço?
 São consideradas como pessoas ao serviço:

 Pessoal com vínculo a outras entidades/instituições que


trabalharam na entidade/instituição sendo por esta
directamente remunerados;

 Pessoas nas condições das alíneas anteriores,


temporariamente ausentes por um período igual ou
inferior a um mês por férias, conflito de trabalho,
formação profissional, assim como por doença e
acidente de trabalho.

25 ANA MOREIRA
Quais os requisitos a ter em conta para determinar o
total de pessoas ao serviço?
 Não são consideradas como pessoas ao serviço as que:
 Estejam temporariamente ausentes por um período superior a um mês;

 Os trabalhadores com vínculo à entidade/instituição deslocados para


outras entidades/instituições, sendo nessas directamente remunerados;

 Os trabalhadores a trabalhar na entidade/instituição e cuja


remuneração é suportada por entidades/instituições (p. ex.:
trabalhadores temporários);

 Os trabalhadores independentes (p. ex.: prestadores de serviços,


também designados por “recibos verdes).

26 ANA MOREIRA
O que é uma unidade local? (II)
 Uma unidade local, que normalmente é designada por
estabelecimento, é a entidade, ou parte dela (fábrica, oficina,
mina armazém, loja, entreposto, estaleiro, etc.), situada numa
local topograficamente reconhecido, onde se exerce(m) a(s)
actividade(s) económica(s) para a(s) qual(is) uma ou várias
pessoa trabalham, por conta de uma mesma unidade.

Importante:
 No caso de uma pessoa trabalhar em vários locais (para fins de
vigilância) ou trabalhar no domicilio, a unidade local de que ela
depende é o local a partir do qual recebe as instruções e onde o
trabalho é organizado.
27 ANA MOREIRA
O que é uma unidade local? (II)
Importante:
 Deve ser possível precisar-se o emprego que está ligado a toda
e qualquer unidade local. No entanto, qualquer unidade jurídica
– desde que sirva de suporte jurídico a uma entidade – deve ser
uma unidade local sede, mesmo que ninguém lá trabalhe.

 Uma unidade local pode reagrupar somente actividades


auxiliares.

 Em sentido restrito, um estabelecimento é uma actividade local


que, sob um único regime de propriedade ou de controlo,
produz exclusiva ou principalmente um grupo homogéneo de
bens ou serviços, num único local.
28 ANA MOREIRA
Pessoas ao serviço (III)
 Para determinar o numero de pessoas ao serviço em 31 de
Dezembro deve considerar: o número de pessoas ao
serviço na entidade empregadora no dia 31 de Dezembro
do ano de referência do relatório.

 Isto independentemente de se tratar de pessoas com


contrato permanente, contrato a termo certo, contrato a
termo incerto e outros.

 A soma do número de pessoas ao serviço nos


estabelecimentos tem que ser igual ao total de pessoas ao
serviço da empresa.

29 ANA MOREIRA
Pessoas ao serviço (III)

 O número médio de pessoas ao serviço durante o ano é


obtido pela divisão de somatório do número de pessoas ao
serviço no final de cada mês por 12 ( ou pelo número de
meses de actividade da empresa).

30 ANA MOREIRA
Pessoas ao serviço (III)
O que são trabalhadores destacados?
São os trabalhadores que se encontraram a trabalhar no
estrangeiro deslocados para um estabelecimento seu ou noutra
entidade em algum período do ano de referência do relatório, sendo
remunerados pela entidade de origem e mantendo com ela o
vinculo laboral.

Nota: o número de destacamentos pode ser maior ou igual ao


número de trabalhadores destacados porque corresponde ao número
total de vezes em que os trabalhadores de uma entidade se
encontrem a trabalhar num estabelecimento seu ou noutra entidade
ao longo do ano de referência do relatório, sendo remunerados pela
entidade de origem
31 ANA MOREIRA
Filiação sindical e filiação em associações de
Empregadores (IV)
 Quais os requisitos a ter em conta para determinar o número de
trabalhadores sindicalizados?

 Considera-se o número de trabalhadores de cuja sindicalização


o empregador tem conhecimento, porque:
 São dirigentes ou delegados sindicais;
 Procede ao desconto da respectiva quota sindical na remuneração para
entrega ao sindicato;
 O trabalhador informou que é sindicalizado, nomeadamente para o efeito
de determinação da regulamentação colectiva aplicável.

Em relação à Associação de Empregadores deve indicar-se em qual se


encontra inscrita a empresa.

32 ANA MOREIRA
Trabalho suplementar (V)

 Para efeito do preenchimento do Relatório Único deve


responder afirmativamente caso tenham sido realizadas
horas suplementares consideradas como tal pelos n.º 1 a 3
do artigo 226 do Código do Trabalho.

33 ANA MOREIRA
Trabalhadores temporários (VI)
Quais os requisitos a ter em conta para determinar o número de
trabalhadores temporários?

 Para determinar o número de trabalhadores temporários deve considerar os


trabalhadores que celebram com uma empresa de trabalho temporário um
contrato de trabalho temporário ou um contrato de trabalho por tempo
indeterminado para cedência temporária, pelo qual se obriga, mediante
retribuição daquele, a prestar a sua actividade a utilizadores, mantendo-se
vinculado à empresa de trabalho temporário.

34 ANA MOREIRA
Quais os critérios a ter em conta para considerar trabalhadores
com perda ou anomalia de estruturas ou funções do corpo com
implicações na prestação do trabalho? (VII)
 Devem ser considerados todos os trabalhadores que têm
atestado por junta médica nos termos do Decreto-Lei n.º
260/2006, de 23 de Outubro, e alterações subsequentes,
solicitado junto do Centro de Saúde da área de residência
do trabalhador.

 Importante:
 A informação deve ser preenchida indicando o número de
trabalhadores ao serviço de acordo com a matriz que confronta
o grau de incapacidade com o grupo etário e o grau académico
do trabalhador.

35 ANA MOREIRA
Informação económica requerida na
identificação da empresa.
 A informação económica é composta pelos seguintes
itens:

 Volume de negócios do ano de referência do relatório;

 Capital social;

 Encargos de formação profissional;

 Encargos no âmbito da segurança e saúde no trabalho.

36 ANA MOREIRA
Dados complementares da entidade
empregadora (IX)
 Esta informação complementar deve somente ser preenchida por
entidades com 10 ou mais trabalhadores a 31 de Outubro, e
recolhe a seguinte informação:
 Aspectos económicos detalhados sobre:
 Valor acrescentado bruto (VAB) do ano de referência do
relatório;
 Custos com pessoal;
 Amortização do exercício;
 Provisões do exercício;
 Custos e perdas financeiras;
 Imposto sobre rendimento;
 Resultado ilíquido do exercício.

37 ANA MOREIRA
Dados complementares da entidade
empregadora (IX)
 Aspectos económicos detalhados sobre:

 encargos com regimes complementares de protecção social suportados e


administrados (ou não) pela entidade empregadora.
 Informação do número de horas de potencial máximo anual e o número
de horas não trabalhadas.
 Tabela da origem do encargo:

Código Designação
1 Acordo de empresa
2 Acordo colectivo de trabalho
3 Contrato colectivo de trabalho
4 Iniciativa da empresa
8 Outra situação

38 ANA MOREIRA
Potencial máximo anual (IX)
 Deve ser considerado o número total de horas que
teoricamente a empresa laboraria ao longo do ano, não
contando nem com o número de horas suplementares a
efectuar, nem com o absentismo ou as horas não
trabalhadas por outros motivos.

 Nota: para o calculo, considere para cada PNT as horas


trabalháveis do ano iguais ao somatório do produto do
número de dias úteis do ano (excluindo os dias de férias e
feriados).

39 ANA MOREIRA
Número de horas de ausência
 Considera-se o número total de horas de ausência efectivamente verificadas
no ano civil, ocorridas nos dias normais de trabalho (quer tenham sido
remuneradas, ou não).
 Tabela do motivo de horas não trabalhadas:

Código Designação

01 Por acidente de trabalho

02 Por doença profissional certificada

03 Por doença profissional não certificada

04 Por doença não profissional

05 Por assistência inadiável a filha, neto ou a agregado familiar

06 De trabalhadores-estudantes

40 ANA MOREIRA
Tabela do motivo de horas não trabalhadas:
Código Designação

07 Por falecimento do cônjuge, parente ou afim

08 Por maternidade

09 Por parentalidade

10 De candidatos a eleições de cargos público durante a campanha eleitoral


e de membros de mesas de assembleias de voto
11 Por greve

12 Por exercício de funções de membros de estruturas de representação


colectiva de trabalhadores
13 Ausência autorizadas ou aprovadas pelo empregador

14 Outras ausências justificadas

15 Ausências injustificadas
41 ANA MOREIRA
RELATÓRIO ANUAL DA ACTIVIDADE DO
SERVIÇO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO
TRABALHO
RELATÓRIO ÚNICO
O que é o “Relatório anual da actividade do serviço de
segurança e saúde no trabalho?”
 O empregador deve elaborar, para cada estabelecimento,
um “Relatório da actividade do serviço de segurança e
saúde no trabalho”.

 É uma informação relevante para o acompanhamento das


actividades de prevenção de riscos profissionais por parte
da administração do trabalho e das autoridades de saúde.

 É uma fonte de informação estatística.


NÚMERO MÉDIO DE TRABALHADORES
AFECTOS À UNIDADE LOCAL
 O número médio anual de trabalhadores corresponde à
soma dos trabalhadores afectos á unidade local no último
dia útil de cada mês de actividade no ano de referência a
dividir pelo número de meses de actividade nesse ano.

 Nota: não devem ser incluídos os estágios profissionais.

 Fórmula. Nº Trab. De Janeiro X N.º Trab. Fevereiro X …


12
Trabalhadores vinculados por contrato de
trabalho ou equiparado

 O total de trabalhadores vinculados por contrato de


trabalho ( ou equiparado) são todos os trabalhadores com
contrato de trabalho, com ou sem termo, com o
empregador titular da unidade local que responde ao
relatório.

 Nota: na situação de trabalho temporário que deve incluir


os trabalhadores temporários na resposta ao anexo. A
empresa utilizadora não os deve incluir.
Trabalhadores vinculados por
contrato de trabalho ou equiparado

 O anexo dita, ainda, a seguinte distinção para os


trabalhadores vinculados por contrato de trabalho (ou
equiparado): a trabalhar na unidade local e a trabalhar fora
da unidade local do mesmo.

 Os trabalhadores que estão vinculados à unidade local e


exercem actividades nessa unidade local, apesar de as
tarefas que desempenham serem de serviço externo (por
exemplo: os motoristas, distribuidores, correio, etc.),
devem ser declarados como a trabalhar na unidade local.
Requisitos a ter em conta para determinar o total
de “outros trabalhadores a trabalharem na unidade
local”

 O total de outros trabalhadores corresponde a todos os


trabalhadores não vinculados mediante contrato de
trabalho ao empregador a quem prestam serviço
responsável pelo relatório.

 Deve-se considerar os trabalhadores que estão a exercer


funções na unidade local, apesar de não estarem
vinculados à entidade à qual a unidade local pertence, de
acordo com as seguintes situações:
Requisitos a ter em conta para determinar o total
de “outros trabalhadores a trabalharem na unidade
local”
 Trabalhadores temporários cedidos por contrato de
utilização;

 Trabalhadores independentes e trabalhadores ao serviço


de empresas prestadoras de serviços;

 Trabalhadores em regime de cedência ocasional.

 Nota: no caso de ser uma empresa utilizadora de trabalho


temporário, devem ser os respectivos trabalhadores
temporários.
Calculo do “Número total de horas efectivamente
trabalhadas” pelos trabalhadores vinculados ao
estabelecimento
Modalidades possíveis adoptadas na organização
dos serviços de segurança e saúde
 As modalidades adoptadas na organização dos serviços de
segurança e saúde estão divididas em dois grandes
domínios:

 Segurança:
 Serviço interno
 Serviço comum/partilhado
 Serviço externo
 Actividades exercidas pelo empregador
 Actividades exercidas pelo trabalhador designado
Modalidades possíveis adoptadas na
organização dos serviços de segurança e
saúde

As modalidades adoptadas na organização dos serviços de


segurança e saúde estão divididas em dois grandes domínios:

 Segurança:  Saúde:
 Serviço interno  Serviço interno
 Serviço comum/partilhado  Serviço comum/partilhado
 Serviço externo  Serviço externo
 Actividades exercidas pelo  Serviço Nacional/Regional de
empregador Saúde
 Actividades exercidas pelo
trabalhador designado
O que é a modalidade de serviço interno?

 É o serviço criado pelo empregador, que abrange


exclusivamente os trabalhadores que prestam serviço na
empresa. Este serviço faz parte da estrutura da empresa e
depende do empregador.
Bibliografia

 http://www.gee.min-economia.pt/

 Relatório Único, Porto Editora

53 ANA MOREIRA

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